Dia do Vira-lata!!!

De acordo com o Instituto QualiBest, esses pets estão presentes em cerca de 41% dos lares brasileiros. O carinho é tanto que em 31 de julho comemora-se o Dia do Vira-Lata, uma data que também reforça os cuidados necessários com esses cães, que são uma caixinha de surpresa e possuem muitos mitos a respeito da sua origem, saúde e personalidade. una

De acordo com o Instituto QualiBest, esses pets estão presentes em cerca de 41% dos lares brasileiros. O carinho é tanto que em 31 de julho comemora-se o Dia do Vira-Lata, uma data que também reforça os cuidados necessários com esses cães, que são uma caixinha de surpresa e possuem muitos mitos a respeito da sua origem, saúde e personalidade. Para desmistificar algumas informações sobre os cães sem raça definida, os SRDs, o professor do curso de veterinária do Centro Universitário Una Uberlândia, que faz parte do ecossistema Ânima Educação, Flávio Machado de Moraes, esclarece algumas questões sobre esses pets.

Os SRDs não possuem origem genética determinada e têm descendência do cruzamento entre raças diferentes. Os peludos não possuem o chamado pedigree, um documento que comprova a linhagem do cachorro, e sem ele não há como saber a linhagem familiar.

O especialista explica que apesar de já ter sido um forte costume dar restos de comida para animais, isso não é o adequado devido aos condimentos utilizados por humanos como tempero, sal e pimenta, que não são recomendados para cães.

De acordo com o professor, essa afirmação vale para todos os cães, não havendo distinção de olfato em relação aos de raça pura e aos peludos SRD.

Toluna Influencers

A Organização Mundial da Saúde estima que existam no Brasil mais de 30 milhões de animais abandonados, sendo 20 milhões de cães.

Se estiver pensando em ter um animal:

ADOTE !!

amigo não se compra

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Conemo

O aplicativo Conemo (sigla para Controle Emocional) foi desenvolvido por pesquisadores da USP, do King’s College, de Londres, da Universidad Cayetano Heredia, no Peru, e da Northwestern University, nos Estados Unidos, com financiamento do National Institute of Mental Health (NIMH). Bruna Irala – Jornal da USP

Durante seis semanas, pessoas com doenças crônicas, como hipertensão e diabete, que apresentavam sintomas de depressão leve, participaram de um experimento para o tratamento do transtorno depressivo com o auxílio da tecnologia. O aplicativo Conemo (sigla para Controle Emocional) foi desenvolvido por pesquisadores da USP, do King’s College, de Londres, da Universidad Cayetano Heredia, no Peru, e da Northwestern University, nos Estados Unidos, com financiamento do National Institute of Mental Health (NIMH), para reduzir os sintomas da depressão dos pacientes por meio de uma série de sessões de ativação de comportamento, uma técnica da terapia cognitivo-comportamental que induz a pessoa a realizar atividades diárias prazerosas ou significativas para si. A intervenção digital conseguiu reduzir em 50% os sintomas de depressão nos pacientes que participaram do estudo. 

Um artigo descrevendo o projeto, Effect of a Digital Intervention on Depressive Symptoms in Patients With Comorbid Hypertension or Diabetes in Brazil and Peru: Two Randomized Clinical Trialsfoi publicado em maio na revista científica JAMA.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a depressão como uma doença incapacitante caracterizada por uma tristeza constante e falta de interesse e prazer em realizar atividades do dia a dia ou que anteriormente foram prazerosas.

Segundo o responsável pelo projeto, o professor de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), Paulo Rossi Menezes, a ideia principal desse tipo de abordagem é “ampliar o acesso de pessoas com doenças crônicas e sintomas de depressão a algum tipo de cuidado que possa melhorar a vida delas sem precisar recorrer diretamente ao especialista, psicólogo ou psiquiatra.”

O aplicativo foi instalado em celulares entregues aos pacientes para uso restrito do experimento. As informações coletadas foram armazenadas em uma nuvem de dados de modo que os profissionais de enfermagem integrantes do projeto puderam acompanhar o progresso dos pacientes.

Duas cidades integraram a pesquisa: São Paulo, no Brasil, e Lima, no Peru. Em São Paulo, o estudo contou com a participação de 20 unidades de saúde da família na Zona Leste do município, com 880 pacientes ao todo. Metade fez parte do grupo controle. Eles receberam apenas o tratamento de rotina, ou seja, acompanhamento clínico e uso de medicamentos, mas sem o auxílio do aplicativo. A outra metade utilizou o aplicativo durante as seis semanas do projeto e recebeu tratamento clínico, quando necessário. Em Lima, 420 pessoas participaram da pesquisa, sendo 210 em cada grupo. O experimento com o aplicativo durou seis semanas, com três sessões de 10 minutos por semana.

 Se, por exemplo, o paciente deixasse de interagir com o aplicativo ou perdesse sessões, um enfermeiro entrava em contato para auxiliá-lo a dar continuidade às atividades. 

Ao final de três meses, os pesquisadores observaram uma maior proporção de pessoas com redução importante de sintomas no grupo que usou o aplicativo, em comparação ao grupo controle.

De acordo com o pesquisador, o resultado permitiu evidenciar que o aplicativo é, de fato, “uma ferramenta que ajuda pessoas nessa condição e pode ser utilizado sem a necessidade de um acompanhamento clínico especializado, o que amplia muito o acesso de pessoas a esse tipo de cuidado”.

A previsão dos responsáveis pelo aplicativo Conemo é de que uma nova versão será disponibilizada nas lojas de aplicativos de celulares em três meses, tanto para uso da população em geral, quanto para uso de profissionais de saúde, de forma que o seu acesso seja ampliado a um público maior e possa auxiliar no tratamento de outras pessoas.

Mais informações: e-mail pmenezes@usp.br, com o pesquisador Paulo Menezes Rossi

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CANNABIS LIVRE DA ONU

Uma votação realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU)  aprovou nesta quarta-feira, 2, a reclassificação da maconha e dos derivados da cannabis. Até então, a substância era considerada “particularmente suscetível a abusos e à produção de efeitos danosos” e “sem capacidade de produzir vantagens terapêuticas”, o que a colocava no mesmo patamar que a heroína. Agora, a Comissão de Drogas Narcóticas da ONU considera que a cannabis é uma substância com menor potencial danoso, apesar do seu controle ainda ser recomendado pela entidade, assim como a morfina. A decisão foi apoiada por 27 países, incluindo os Estados Unidos e grande parte da Europa. Enquanto isso, outras 25 nações votaram contra, incluindo o Brasil, a China, o Egito, a Rússia e a Turquia. Uma última representação se absteve do voto. Jovem Pan News

A Comissão das Nações Unidas sobre Entorpecentes (CND) da Organização das Nações Unidas (ONU) aceitou ontem (2) uma recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para remover a cannabis e a resina de cannabis do Anexo IV da Convenção Única de 1961 sobre Entorpecentes, que é a recomendação mais restritiva em relação a drogas. Sechat

A votação histórica que ocorreu em Viena/Áustria pode ter implicações de longo alcance para a indústria global de cannabis medicinal, variando da supervisão regulatória à pesquisa científica sobre a planta e seu uso como medicamento.

A aprovação da Recomendação 5.1 carrega um amplo significado simbólico para a cannabis medicinal, pois poderia ajudar a impulsionar os esforços de legalização da cannabis medicinal em todo o mundo, agora que o CND reconhece tacitamente a utilidade médica da droga.

“Embora a mudança não libere totalmente a planta do controle do tratado, é um passo gigantesco em direção à normalização da cannabis na medicina acima de tudo, mas também em nossas sociedades em geral”, disse ao MJBizDaily o pesquisador independente Kenzi Riboulet-Zemouli do CND Monitor.

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BEBER MENOS

BEBERMENOS
O que é beber de baixo risco.
NÃO EXISTE UM PADRÃO DE CONSUMO QUE NÃO OFEREÇA RISCOS.
Como o álcool lhe prejudica depende de vários fatores, como gênero, idade, hereditariedade, condições físicas e psicológicas. Não existem orientações seguras comprovadas para um padrão de consumo sem nenhum risco. Dependendo da circunstância, qualquer quantidade de álcool pode ser prejudicial. Entretanto, tem sido demonstrado que acima de certos limites (veja abaixo), existe um risco maior.

MULHERES
No máximo 1 dose (dose padrão) por dia;
Em uma ocasião especia,l no máximo de 2 doses, mas não toda a semana;
No máximo 7 doses por semana;

HOMENS
No máximo 2 doses (dose padrão) por dia;
Em uma ocasião especial um máximo de 4 doses, mas não toda a semana;
No máximo 14 doses por semana;
bebermenoslogo
jogabebado

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