Coleta Seletiva e Reciclagem em condomínios

Um estudo de 2017 aponta que apenas 13% do lixo que poderia ser reciclado no Brasil realmente tem esse destino. Vivmetaliun

Club do Condomínio, criado em Santos, no litoral de São Paulo, quer incentivar síndicos de prédios a convencer os moradores a separar os resíduos, até com uma espécie de moeda virtual, chamada bio-coin. A cada quilo de material recolhido por recicladores parceiros da iniciativa o prédio recebe 1 bio-coin, que equivale a 20 centavos, ao acumular 5000 bio-coins, o condomínio pode fazer o resgate de mil reais para ser usado nos serviços que o síndico considerar necessários.

De acordo com o Club do Condomínio, prédios com 100 moradores geram 40 quilos de material reciclável por dia. Assim, em um mês o condomínio separaria 1200 kg de resíduo sólido, o equivalente a 1200 bio-coins. Em um ano, a quantia chegaria a 14.400 bio-coins, equivalente a R$2880.

No Brasil, são geradas, mais de 210 mil toneladas de lixo por dia, logo, cada brasileiro gera, em média, 1 kg de lixo diariamente, o que representa por ano mais de 70 milhões de toneladas de lixo coletadas no país. De 30% a 40% desse montante poderia ser reciclado, mas apenas 13% desses resíduos são encaminhados para reciclagem e uma porcentagem ainda menor consegue ser efetivamente reaproveitada. GUIA DE BOLSO – Sicoob

A depender do volume de material coletado e reciclado pelo condomínio, pode haver até uma negociação com a Prefeitura local para conseguir um benefício nas taxas de coleta de resíduos. Isso sem contar os benefícios para o meio ambiente.

O primeiro passo é pensar no espaço em que os resíduos serão alojados ao serem coletados para serem encaminhados, posteriormente, à reciclagem, uma boa ideia pode ser colocar contêineres próximos aos elevadores de serviço ou nas proximidades da garagem.

coleta seletiva em condomínios

Será preciso, por exemplo, definir se serão utilizadas lixeiras coloridas específicas para coleta seletiva, se haverá contêineres, coletores ecológicos ou cabines especiais para cada tipo de material, também estão disponíveis no mercado coletores especiais, para pilhas, por exemplo, para lâmpadas, para óleo vegetal, entre outros, assim como a frequência da coleta, dias da semana e horários, para não acumular materiais no condomínio além da capacidade de armazenamento.

O ideal é que todos sejam informados do projeto desde o início, ressaltando a importância da contribuição geral para a efetividade da ideia, a responsabilidade compartilhada de todo esse processo, envolvendo moradores, funcionários, administração e outros parceiros, em um movimento de conscientização geral, com benefícios para todos.

Papéis e plásticos são materiais de fácil combustão, é preciso ter atenção aos locais de armazenagem, longe do calor, de fontes de fumaça ou fagulhas, além disso, é importante alertar as seguradoras sobre a iniciativa de coleta seletiva e sobre o consequente armazenamento desses materiais, para que, em caso de sinistro, o ressarcimento seja compatível com o incidente.

Em algumas cidades, por exemplo, há serviços de coleta seletiva municipais que permitem encaminhar os materiais coletados diretamente para reciclagem. Em alguns casos, também existem Postos de Entrega Voluntária (PEVs) onde os condomínios podem deixar os resíduos recicláveis separados para serem recolhidos. Os postos de coleta e as cooperativas estão presentes na seção postos de reciclagem do Portal eCycle, onde você encontra endereços e contatos dos locais mais próximos de sua casa. Saiba mais na matéria do Portal eCycle: “Pontos de coleta seletiva: veja onde levar seus resíduos“.

Outra opção é fazer uma parceria com catadores de recicláveis ou contratar uma empresa especializada no serviço de reciclagem para realizar esse processo em local próprio ou em um espaço cedido pelo condomínio.

Portal eCycle disponibiliza aqui um guia básico sobre como iniciar a coleta seletiva em condomínios. Na seção Guia da Reciclagem do Portal eCycle você pode se embasar para promover uma campanha de conscientização. Matérias sobre o que é lixoquanto tempo ele demora para se decompor, os motivos para se reciclar e como ser consciente no consumo fazem parte do guia.

Conduzida pelos sócios Márcio Santos e Marcos Rangel, a compostagem em escala industrial da VideVerde atende não só ao Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro, mas a hospitais, empresas, redes de supermercados, shoppings e até uma siderúrgica em Itaguaí, no Rio de Janeiro.

A VideVerde hoje tem capacidade para processar 1500 toneladas de resíduos orgânicos por mês, realizando justamente o ciclo completo – desde a coleta do lixo até a compostagem, produção de composto e alimentos orgânicos.

A empresa hoje trabalha com 35 funcionários, 10 caminhões para mais de 60 clientes em 80 pontos de coleta no Rio. A VideVerde hoje tem capacidade para processar 1500 toneladas de resíduos orgânicos por mês, realizando justamente o ciclo completo – desde a coleta do lixo até a compostagem, produção de composto e alimentos orgânicos, cobrando um valor médio de R$ 400 por tonelada coletada, a empresa, sediada em Cachoeira de Macacu, no estado do Rio, é hoje uma das poucas no Brasil a realizar compostagem em escala industrial.

Não jogue na pia o óleo de cozinha usado, pois ele pode entupir redes de esgoto, além de poluir rios e represas. O ideal é armazenar o óleo usado em garrafas em encaminhá-lo para reciclagem em instituições específicas.

Condomineze-se: Troque lixo por comida!?!, Concreto verde parede viva, Ecovila para idosos, Kamikatsu, como separar o lixo?!?, Os Guarani convocam povo de SP para proteger Terra Indígena Jaraguá, Nave Tierra, Mercado de Resíduos Sólidos, Ciclolix e a bike lixo!, China e 11 milhões de plásticos

Campanha recolhe óleo de fritura para fabricação de biodiesel

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http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2016/posts/janeiro/campanha-recolhe-oleo-de-fritura-para-fabricacao?tag=rrr

Pontos de coleta semanal de óleo usado de cozinha serão inaugurados na sexta-feira, 15 de janeiro, no Ministério do Meio Ambiente (MMA), em Brasília. O objetivo é que os servidores da pasta contribuam com a reciclagem. O material será encaminhado para a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), para a fabricação de biodiesel. EcoDesenvolvimento.org

Para colaborar
Para descartar o óleo de cozinha usado, a Caesb tem pontos de coleta em várias regiões administrativas do Distrito Federal. Para mais informações, mande um e-mail para projetobigua@caesb.df.gov.br

ecodipod
https://itunes.apple.com/br/app/ecod/id431172794?mt=8

Entenda mais: LÂMPADAS FRITASLIXO OU RESÍDUOS?RECICLÁVEL E/OU NÃO!CONHEÇA 13 MANEIRAS DE REAPROVEITAR SOBRAS E CASCAS DE FRUTAS E VEGETAISO MAR DE ARAL VIROU AREIA.Como planejar uma festaA GASOLINA DO BRASIL?ÓLEO DE COPAÍBASUCOS CASEIROS CHEIOS DE SAÚDE.POR QUE FALTA ÁGUA?AUTOMATAANA PRIMAVESI, ENGENHEIRA AGRÔNOMA.VENENO ECOLÓGICO PARA MATAR RATOS.TERRA SEM MALESINSETICIDA NATURAL CONTRA LESMAS E LAGARTASINSTANTLY AGELESS

Lâmpadas fritas

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Material

– Uma lâmpada queimada; Óleo de cozinha usado e filtrado; Sal ou areia (material granular); Uma tampinha metálica;
– Cola; Arruela; Fita crepe; Martelo; Chave de fenda; Alicate; Prego pequeno; Tesoura; Régua; Meia velha.

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Método

1º passo: preparo da lâmpada. Tire o fundo de metal da lâmpada com auxílio do alicate, a seguir quebre o vidro preto, também do fundo, com a chave de fenda. É necessário ter cuidado com a força, para não quebrar a lâmpada. Observe que a lateral metálica irá permanecer intacta. Depois de tirar ambas as partes, pegue a chave de fenda e quebre a parte que tem dentro da lâmpada. Depois de “limpa” e com um buraco no fundo do bulbo, a lâmpada está pronta para receber o sal, que deve ser usado somente em caso de escolha por uma lâmpada branca. O sal ou a areia, irá tirar a “tinta” presente na lâmpada como demonstrado no vídeo. Para isso, coloque uma quantidade de sal grosso dentro do bulbo, tampe o fundo e agite até o vidro ficar transparente. Feito isso, o sal pode ser descartado.

2º passo: pegue uma folha de jornal, coloque sobre a mesa para não sujá-la com cola. Coloque em cima do jornal um pedaço de fita crepe que seja capaz de segurar a arruela e as laterais da lâmpada. Em seguida, posicione a arruela no centro desta tira de fita crepe e passe uma fina camada de cola no círculo interno da arruela. Cole a lâmpada na arruela e envolva-a com as abas da fita que sobraram para fixar. Espere secar por uma hora para que fique seguramente fixado e retire a fita. Este será o suporte da lamparina.

3º passo: pegue a tampinha e com a ajuda do martelo e do prego, faça um furo no meio da tampa. Corte uma tira da meia velha, com aproximadamente 1,5 cm de largura por 15 cm de comprimento.

4º passo: observe que a tampa não se encaixa perfeitamente na boca do bulbo. Portanto, para que fique fixo de forma segura envolva-o com fita crepe. O excesso de fita pode ser cortado com uma tesoura.

5º passo: pegue a tampinha metálica furada e com auxílio do prego, passe a tira de meia pelo buraco. Deixe para fora 1,5 cm de tecido. Rasgue um pedaço do jornal que estava sendo utilizado como proteção e faça um funil. Despeje o óleo dentro da lâmpada até a metade ou um pouco menos. Tire o funil e tampe a lâmpada, apertando bem. Assim, a lamparina estará pronta para uso, basta acender com um isqueiro ou fósforo.

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