A Civilização Iorubás

Os iorubás ou iorubas (em iorubá: Yorùbá), também conhecidos como ou yorubá (io•ru•bá) ou yoruba, são um dos maiores grupo étno-linguístico ou grupo étnico na África Ocidental, composto por 30 milhões de pessoas em toda a região. Constituem o segundo maior grupo étnico na Nigéria, com aproximadamente 21% da sua população total.

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As lendas contam que Ilé-Ifé teria sido o próprio berço da humanidade. Ali Todos os povos e reinos descenderiam do deus-rei Odudua, fundador da cidade sagrada. Outra lenda diz que Odudua seria o condutor de uma gente vinda do Leste.

Após a fundação da cidade sagrada o povo teria se espalhado pela região e tomou forma final por volta do final do primeiro milênio. Possível época da fundação de Oyo, capital política dos iorubas. Cidades independentes com seus governantes, camponeses. O Senhor do reino ratificava o poder dos mandantes de cada cidade que era chamado de Bale e tinha a assembléia dos notáveis, que era na realidade a detentora da autoridade. O guarda muralhas, em geral era um mágico, o babalaô, que recolhia os impostos. Uma aristocracia improdutiva controlava as armas, o poder político, o comércio local, nacional e internacional. Vivimetaliun 1


Os Yorubas do Sul da África Ocidental (República do Benin, Nigéria e Togo, incluindo também peças de Gana, Camarões e Serra Leoa), tem uma muito rica e vibrante comunidade artesanal, criando arte contemporânea e tradicional. O costume de arte e artesãos entre o Yoruba é profundamente assinalado no corpo literário Ifá que indica os orixás Ogun, Obatala, Oxum e Obalufon como central à mitologia de criação inclusive a obra artística

O estado do Rio de Janeiro, segundo dados apresentados pelo IBGE, é dono de uma das maiores concentrações de descendentes e praticantes de religiões negras, especialmente as com elementos das culturas Nagô e Iorubá.

Historicamente, os iorubás habitavam o reino de Ketu (atual Benim) e o Império de Oyo, na África Ocidental. Até meados de 1815, eles foram trazidos ao Brasil como escravizados, durante o que ficou conhecido como Ciclo da Costa da Mina.

No Brasil, a cultura está presente em todo o território nacional, mas pode ser percebida com mais intensidade na Bahia, sobretudo na capital Salvador. Estima-se que existam 45 milhões de iorubás no mundo, sendo que 40 milhões deles vivem na Nigéria. Vivimetaliun 2

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Paul McCartney fumou Fela Kuti

Mr. Catra teve três mulheres e pregava, em várias entrevistas (como nos papos que teve com Silvio Essinger para o livro Batidão) a liberação da maconha. Agora corta para Fela Kuti. O rei do afrobeat casou-se com 27 mulheres de uma só vez e, quem privava de sua intimidade, dizia que ele passava os dias fumando baseados do tamanho de emissários submarinos. E assustava amigos com a alta potência da maconha egípcia que fumava. POP fantasma

“Cara, eu viajei. Era muito forte. Mais forte do que qualquer coisa que eu já tinha fumado. Não sei se tinha alguma coisa na maconha”, ele disse. “Mas, ao fim, foi uma boa noite”. Vivimetaliun

Corria o ano de 1973 quando Paul McCartney decidiu que não gravaria o próximo disco do Wings, então sua banda – o histórico “Band On The Run” – em um estúdio habitual, nem em sua casa, nem em Londres. Paul decidiu que aproveitaria que sua gravadora, a EMI, tinha estúdio espalhados pelo mundo, e escolheu a mais exótica e excitante opção: as gravações aconteceriam em um estúdio em Lagos, na Nigéria.

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Baobá

A árvore é um dos símbolos fundamentais das culturas africanas tradicionais. Na Cosmogonia Yorubá, cultura da atual Nigéria,  na época em que o homem adorava árvores, o baobá surge como o princípio da conexão entre o mundo sobrenatural e o mundo material. Serravalle na África do Sul

O baobá é uma árvore perene, nativa da África, que produz flores brancas e frutos utilizados medicinalmente, sua cortiça possui composto medicinal para combater a epilepsia. Como plantar um baobá a partir de uma semente – Rachel Turner

O Recife não é muito arborizado, árvore ameaçada de extinção, foram sendo informalmente adotados, plantados, suas mudas cultivadas e alguns dos defensores dessas grandes árvores, de tronco largo e casca sensível não titubeiam em dizer: Recife é a cidade dos baobás. Oranyan

O primeiro a identificar essa relação dos moradores da cidade com os baobás foi o antropólogo jamaicano John Rashford, professor da North Carolina University, em passagem pelo Brasil justamente para estudar a árvore – natural do continente africano, mas presente em vários países americanos. Celso Calheiros

Originário da África, o baobá é uma das maiores e mais antigas árvores do mundo, chegando a alcançar, quando adulto, de 5 a 25 m de altura e de 7 a 11 m de diâmetro no tronco. Essa planta é milenar e pode viver até 6000 anos, existem oito espécies de Baobás: seis nativas de Madagascar, uma da Austrália e uma do Senegal. Giuliana Flores

Lendas do baobá

Dizem que, no momento da criação, Deus presenteou todos os animais com a semente de uma árvore. O babuíno, um macaco conhecido por sua preguiça, recebeu as sementes de baobá e, ao invés de plantá-las, simplesmente as jogou na terra. As sementes teriam brotado de ponta-cabeça, deixando as raízes da árvore à mostra e sua copa enterrada. Algumas tribos africanas atribuem a aparência da árvore a esta incrível lenda.

Conta a lenda africana que, após ter colocado o baobá sobre a terra, o Criador continuou o seu trabalho, e a árvore o vigiava em tudo e dizia: “Isso não vai funcionar”. “Aquilo não está bem”, dando opinião sobre todas as espécies que eram criadas. Certo dia, o Criador cansou-se de ser contrariado pelo baobá, tomou-o nas mãos, plantou-o com as raízes para cima e perguntou: “E agora, eu acertei? Está bem assim?”.  Sociedade nossa cara

A outra lenda diz que a árvore reinava sobre toda a África, mas o baobá era tão soberbo que os deuses se enfureceram e as colocaram de cabeça para baixo como castigo. A lenda diz, ainda, que aqueles que comerem seus frutos serão amaldiçoados com a morte pela boca de um leão. Pensamento Verde

Uma antiga lenda africana, diz que se um morto for sepultado dentro de um baobá, sua alma irá viver enquanto a planta existir. ARTEANDO

Antes da chegada do homem branco uma phyton adorada pelos nativos vivia dentro do tronco oco da mesma. Os nativos pediam a serpente por chuva, boas colheitas e boas caças e sempre eram atendidos. O primeiro caçador branco na África matou a phyton e as conseqüências foram desastrosas. Até hoje os nativos dizem ouvir durante as noites o sibilar da cobra perto da árvore.

Aula sobre o baobá - Edna dos Santos. SlideShare
Aula sobre o baobá – Edna dos Santos. SlideShare

No Parque Nacional Kafue na Zâmbia a lenda diz que a Baobab é raptora de donzelas. Reza a lenda que a árvore se apaixonou por quatro lindas virgens que se deitavam a sua sombra. As moças cresceram e se casaram. A árvore enfurecida de ciúmes durante uma noite de tempestade abriu se tronco e levou as quatro moças para dentro. Até hoje os nativos dizem que a água das chuvas sã as lágrimas das donzelas raptadas.

A Baobab reinava sobre as outras árvores com soberba, o que causou a ira dos Deuses que como castigo a deixaram para sempre de ponta cabeça com as raízes para cima. Todos que colhem suas lindas e doces flores brancas também serão amaldiçoados com uma morte terrível: assassinados por um leão. Quatro Cantos do Mundo – Eder & Fabi Rezende

Os sobas dizem que os embondeiros já nascem velhos e talvez tenham razão. No meio da savana contemplam o mundo com o vagar da experiência, económicos em gestos: nem sequer se agitam ao vento.  – O Berço do Mundo

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