O poço (El hoyo)

Há filmes que traduzem tão bem o zeitgeist, o espírito do tempo em que são gerados, que até parecem surgir por meio de algum fenômeno entre o espontâneo e o mágico, só esperando a oportunidade ideal e imperdível de juntar-se ao diretor e ao elenco mais adequado, talentosos antes de tudo por enxergarem seu potencial revolucionário de dizer as coisas mais óbvias de uma maneira original. GIANCARLO GALDINO – revista Bula

Poucos filmes sobre a degradação humana são tão perturbadores na história do cinema como o espanhol O poço (El hoyo), disponibilizado pela Netflix. O mais repulsivo de todos os tempos, quase unanimidade entre críticos e cinéfilos, é Saló ou 120 dias de Sodoma, lançado em 1975 pelo diretor italiano Pier Paolo Pasolini (1922-1975), que chegou a ser banido – ainda hoje é – em muitos países. Baseado em histórias do Marquês de Sade (1740-1814), o filme mostra o sequestro de um grupo de adolescentes, levados para uma mansão na Itália, em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial. Eles são submetidos a torturas sexuais, masoquismo e mutilações por quatro fascistas e quatro prostitutas durante 120 dias. Alguns são obrigados a comer fezes. Pasolini, assassinado antes da estreia do filme, disse que a cena de coprofilia era uma crítica à indústria do fast-food. Paulo Nogueira – Estado de Minas

A comida em O poço, ou a falta dela, é engraçado e ao mesmo tempo angustiante. A comilança é um clássico italiano de 1973, dirigido por Marco Ferrari e com elenco estelar: Marcello Mastroianni, Phillipe Noiret, Michel Piccoli e Ugo Tognazzi. Quatro homens de meia-idade bem-sucedidos – um comandante de bordo, um executivo de TV, um chef e um juiz – se reúnem na mansão do magistrado com grande quantidade de comida com o objetivo de se banquetear até morrer. Levam prostitutas para lá, mas são surpreendidos por uma professora que, incrivelmente, os orienta no objetivo suicida.

Contundente, de ironia ácida ao consumismo, que causa asco no decorrer da trama de comidaria e luxúria. Não tem violência física, tem violência moral, é um ataque à hipocrisia dos abastados, um delírio gastronômico e excludente tão degradante e perturbador quanto se vê em O poço, outra obra difícil de esquecer. É daqueles, literalmente, de revirar o estômago e de muitas reflexões.

O conceito original de “O Poço” justifica por si só o belo desempenho do filme de Galter Gaztelu-Urrutia no TIFF, o Festival Internacional de Cinema de Toronto, no Canadá, em setembro de 2019, ano em que foi lançado — embora tenha sido consagrado sob uma classificação alternativa, sugestivamente denominada Midnight Audience Award (Prêmio da Audiência da Meia-noite).

“O Poço” transcorre quase inteiramente dentro de um dispositivo arquitetônico meio futurista, meio camusiano, instalado num lugar cuja localização ninguém sabe ao certo — e, como uma espécie de piada pronta para nós, brasileiros, trata-se de um prédio abandonado em Franca, cidade no nordeste de São Paulo.

Ao longo dos ??? pavimentos, essa prisão vertical abriga uma fauna tão diversa a ponto de reunir num mesmo lugar estelionatários, assassinos e estupradores, mas também gente como Goreng, que só precisa de um pouco de sossego para ler um livro e de condições que o inspirem a largar o cigarro. O personagem, interpretado com entrega por Ivan Massagué, logo se apercebe do grande absurdo do Poço, um absurdo nada casual ou irrelevante: o edifício é cortado de cima a baixo por um vão por onde se desloca uma estrutura larga o bastante para comportar um banquete, de que usufruem integralmente apenas os prisioneiros do térreo. A partir do segundo nível, os detentos têm de se virar com as sobras deixadas pelos comensais do andar superior.

No roteiro de David Desola e Pedro Rivero, Goreng começa a história no 48° nível, confinado com Trimagasi, seu primeiro companheiro de cela, vivido por Zorion Eguileor, que alerta o novato para a inutilidade de qualquer sublevação, uma vez que todos estão sempre mudando de andar, e, por conseguinte, de parceiro — ou seja, é melhor se acostumar e não se apegar a quem quer que seja. Ainda que considere positivo o fato de poder se movimentar e dessa forma ter a oportunidade de mudar seu status — uma metáfora evidente sobre a mobilidade social.

Desola, Rivero e Gaztelu-Urrutia talvez tenham julgado a premissa do sobe e desce dos presos monótona demais e cada sequência de “O Poço” apresenta um enredo próprio, com inúmeras reviravoltas, uma mais dramaturgicamente densa que a outra, decerto para compensar essa exiguidade do cenário. Como advertira Trimagasi, se rebelar seria perda de tempo; o próprio Trimagasi, do veterano Eguileor, deixa claro que não tem compromisso com ninguém, tampouco sentimentos como piedade ou ao menos empatia por uma pessoa que encara a mesma provação que ele.

A fotografia de Jon D. Dominguez, que mergulha o filme num filtro vermelho-sangue em determinadas cenas, fazendo recrudescer a tensão e o fio dramático da trama a partir da segunda metade da história, é um detalhe técnico poderoso, capaz de conduzir o olhar do espectador. A abordagem do mote do ponto de vista do terror, claustrofobicamente intenso, empurra o filme num rio de sangue margeado por muita ação, mormente nos estertores do longa.

Galter Gaztelu-Urrutia, longe de requentar ideias de outros filmes congêneres ou semelhantes, faz um trabalho de ourivesaria, burilando sua obra-prima até chegar à perfeição, que tanto pode se referir à sociedade de um país qualquer da América Latina, desigual e injusto, como sobre o próprio gênero humano, onde quer que se estabeleça. É da natureza mesma do homem subjugar seu próximo e tirar dele todas as vantagens possíveis. Até um naco a mais de carne.

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Não é obra-prima. Pelo contrário, tem baixo orçamento (não revelado), segundo o diretor, e beira o trash e o mau gosto, com erros grosseiros de roteiro, mas desperta inúmeras reflexões políticas, sociais e filosóficas, ainda mais nestes tempos de pandemia e isolamento social, com crítica feroz ao capitalismo, ao consumismo, à exclusão e ao individualismo. Homens devorando homens, em todos os sentidos.

Idealismo versus realismo é outra batalha curiosa de O poço. Goreng leva um exemplar de Dom Quixote, clássico de Miguel de Cervantes (1547-1616), para a prisão. Considerado o maior livro da língua espanhola (e, por muitos críticos, da literatura mundial), Dom Quixote é paródia, alegoria, tem forte lastro no filme. É burguês e também herói romântico, enquanto seu fiel escudeiro, o realista Sancho Pança, é de classe social baixa. O relacionamento de ambos é o embate entre realidade e fantasia, burguesia e pobreza.

Todo espectador comum quer um final feliz, solução para a tragédia. Mas, na realidade humana, nem sempre é possível.

Crítica ao egoísmo e à falta de solidariedade, tudo a ver com a pandemia que vivemos ao mostrar a corrida desnecessária para estocar produtos.

Há boas reflexões filosóficas em O poço. Começando por “o homem é o lobo do homem”. O aforismo original (homo homini lupus), traduzido do latim, vem do dramaturgo romano Plautus (254-184 a.C.), mas ganhou força no mundo moderno com o filosófo inglês Thomas Hobbes (1588-1679), autor do clássico Leviatã. Em suma, o Homo sapiens se aproveita dos mais fracos, seria um instinto de defesa para usurpar o que é dos outros, pondo-se acima deles, o bem-estar individual sobre coletivo.

Em outra frente filosófica, lembra o naturalista e biólogo britânico Charles Darwin (1809-1882), com a origem das espécies. Sem a razão, somos animais que se adaptam ao meio e prevalece o mais forte. Quando a fome fala mais alto, a civilização vira apenas uma fachada. O corpo é um animal orgânico como outro qualquer – se for preciso, parte para o canibalismo. É comer ou ser comido.

O filme remete também ao filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900), com sua teoria do além-homem – a necessidade de superação do ser humano sobre seus limites – e a morte de Deus. Naquele poço, não existe Deus, apenas humanos brutalizados e sem fé. E não podemos esquecer o poeta italiano Dante Alighieri (1265-1321), no clássico A divina comédia, cujo inferno pune os gulosos. “Quanto mais se desce, maior o sofrimento.”

Sem comida não há vida. Mas sem solidariedade também não.

“O filme não trata de mudar o mundo, mas de entender e colocar o espectador em vários níveis, ver como ele se comportaria em cada um deles. As pessoas são muito parecidas entre si. É muito importante onde você nasceu – em que país e qual família –, mas somos todos muito parecidos. Dependendo da situação na qual você se encontra, vai pensar e se comportar de maneira diferente. Então, estamos provocando o público a entender os limites de sua própria solidariedade.”

O Poço trata da segunda necessidade básica do ser humano depois do oxigênio: a comida para matar a fome. O diretor espanhol Galder Gaztelu-Urrutia, de 46 anos, faz sua estreia em longa-metragem já jogando – de cara – uma verdade no colo do telespectador: “Existem três tipos de pessoas. As de cima, as de baixo e as que caem”.

Poze-se: INIMIGO MEU: Uma História sobre Guerra e Tolerância, Póstumo, Manipulador de Cérebros, Antes que eu vá, O Anjo de Auschwitz, A Natureza Humana é Selvagem! (Watchmen)

Tiny Houses: minha doce casinha

Se você tivesse que se mudar amanhã para um espaço de 25 m² – algo como dois quartos de um apartamento pequeno somados – o que você levaria?

Viver com menos e em espaços reduzidos virou o sonho de muita gente – uma tendência que dá um chega pra lá no consumo excessivo e propõe um viva ao minimalismo. ELIANAELLE

A economia é um aspecto forte da novidade. Não é à toa que essas moradias, que mais parecem casas de boneca, mexem tanto com o imaginário e provocam um certo encantamento.

“Minimalismo”. O termo já foi amplamente usado para descrever movimentos artísticos, estilos de decoração, linguagem arquitetônicas e até mesmo uma teoria gramatical. Hoje, porém, retorna ao nosso vocabulário, e aos blogs, livros, documentários e redes sociais, com um significado bem mais amplo, que resume não só um modo de consumir ou de criar, mas um verdadeiro estilo de vida.

O minimalismo e a sustentabilidade também são pontos centrais no projeto de vida do casal Robson Lunardi e Isabel Albornoz (que aparecem na foto com o filho João Pedro), criadores do blog Pés Descalços, onde contam um pouco de suas trajetórias – de profissionais estressados, que enfrentaram a síndrome de burnout trabalhando 14 horas por dia anos a fio, a adeptos da yoga, da meditação, da alimentação saudável, pais de duas crianças e moradores de uma tiny house sobre rodas, de 27 m².

Robson fez um curso focado em técnicas de construção. E Bel, que ainda relutava em aceitar a ideia da mudança, mergulhou em aulas com mulheres que haviam feito suas próprias tiny houses, e voltou decidida.

“Aos poucos, entendemos que não era só uma casinha, mas um estilo de vida, um espaço compactado, multifuncional, mais sustentável e minimalista”

O quarto das crianças.

Hoje, dão consultoria sobre o tema e mantêm o projeto Colibri, que pretende erguer minicasas como moradia de baixo custo para pessoas em situação de vulnerabilidade. “O movimento tiny house não é sobre o espaço, mas sobre como você o utiliza. É um estilo de vida que estimula a maximização do convívio e a ética social.”, diz Robson, lembrando que nas casas tradicionais é muito comum que cada um fique isolado em um cômodo interagindo muito pouco – algo que não tem chance de acontecer no caso deles.

Os dois costumam dizer que tudo de fundamental, de cada um na família, deve caber em uma mochila. E são a prova de que viajar leve é libertação.

PLANEJAMENTO DE ROBSON E ISABEL

No caso do banheiro, um dos grandes tabus da Tiny Houses, as saídas são diversas. Robson, por exemplo, conta que nas casas em que visitou a solução mais prática era a chamada “privada seca”, que funcionam como uma espécie de composteira. Já o arquiteto Danilo Cobras, fundador da Contair Box, que desde 2009 projeta casas em containers, conta que é possível produzir modelos com caixa de detritos e caixa d’água, conforme a necessidade de cada cliente. Além é claro da possibilidade de conectar a Tiny House ao um sistema comum de água e esgoto.

O movimento começou no finzinho dos anos 1990 nos Estados Unidos e ganhou força com a crise econômica que chacoalhou o país a partir de 2008. Com o mercado imobiliário regido por uma legislação dura, que proíbe habitações improvisadas, hipotecas se transformando em dívidas altas e taxas exorbitantes, a construção de tiny houses surgiu como uma saída perfeita para os estadunidenses endividados. Uma solução que acabou se espalhando pelo planeta. “Construir uma casa e legalizá-la é um processo caríssimo, que pode envolver financiamentos de até 30 anos. As pessoas acabam de pagar quando chegam aos 60 anos. Na Austrália, as tiny houses seguem a legislação dos motorhomes e não precisam de aprovação das subprefeituras, um processo burocrático e custoso”, conta Thiago Marega Perrone, brasileiro que vive há quase 14 anos no país, onde comanda, junto com o sócio, a Aussie Tiny Houses, que fabrica casas com área entre 11,52 m e 20,16 m², em 12 modelos diferentes. 

A cozinha, onde se concentra a maior parte dos armários, deve ser um cômodo estratégico na casa.

Adoro Cinema

O assunto rendeu série (Movimento Tiny House, que já está na quarta temporada, duas delas disponíveis na Netflix), tem virado opção de hospedagem via Airbnb mundo afora.

A japonesa Muji criou a Mujihut, uma cabana de madeira de 9 m², feita de cedro e pinho, com técnicas tradicionais da construção naval japonesa. Cada unidade custa 3 milhões de ienes (cerca de 156 mil reais) e pode ser colocada em qualquer lugar à escolha do cliente. Uma grande porta de vidro corrediça amplia a iluminação e a ventilação naturais, enquanto o pé direito alto e a varanda garantem a sensação de um espaço maior, suficiente para quatro pessoas relaxarem.

12 dicas importantes para quem pensa em morar em uma tiny house

  1. O primeiro passo é uma sessão hard core de desapego. Livre-se de tudo que não for essencial.
  2. Defina o que é prioridade para você: receber amigos, cozinhar, home office… As respostas vão definir a organização dos espaços.
  3. Cores claras e decoração clean ampliam a sensação de amplitude e conforto.
  4. Tudo tem um lugar definido. Por isso é importante pensar onde cada objeto vai ser guardado, seja uma guitarra ou um liquidificador.
  5. O mesmo cômodo tem várias funções: uma sala pode virar home theater, home office, espaço para as crianças brincarem ou quarto de hóspedes.
  6. A posição da cozinha é uma das mais importantes no projeto, já que ela vai abrigar a maior parte dos armários. Em geral, há apenas um fogão de duas bocas. Mas não se desespere. Quantas vezes na vida você usou quatro bocas ao mesmo tempo?
  7. Nada de espaços mortos. Cada cantinho deve ser otimizado com armários inteligentes, nichos, gavetas e organizadores articulados.
  8. Dobre o tamanho da casa com um deque do lado de fora. Isso cria outro ambiente. É como uma sala de estar externa.
  9. Acostume-se com a ideia de subir uma escadinha para acessar o quarto no mezanino. Diferentemente das escadas comuns, ela pode ser mais íngreme e com espaço menor entre os degraus.
  10. Janelas grandes, numerosas e bem localizadas maximizam a luminosidade e a ventilação naturais. Se a casa for sobre rodas, sempre se pode manobrá-la para conseguir uma insolação maior.
  11. Sustentabilidade faz parte do pacote. Considere o uso de uma composteira para o lixo orgânico, de um banheiro seco, que não gere esgoto, e de placas para captar energia solar. Se usar energia elétrica, basta conectar a casa em um quadro de luz ou até mesmo em uma tomada em um posto de gasolina.
  12. Para o abastecimento hidráulico, uma boa saída é o sistema off grid, que filtra água de um poço ou de um lago e, por meio de bombas, faz a distribuição pela casa.

Luz, água quente, internet, janelas amplas e até terraço também fazem parte do projeto de boa parte das Tiny Houses, que embora sejam muito usadas por quem escolhe um estilo de vida mais “nômade”, tem como princípio se parecer mais com uma casa confortável, na qual é possível viver para o resto da vida, do que, simplesmente, com um trailer ou uma morada temporária.

Para os adeptos dessa filosofia, a Tiny House não chega a ter defeitos – mas alguns desafios. Não há, por exemplo, portas que delimitem boa parte dos espaços, o que significa que, de uma forma ou de outra, tudo o que é feito na casa afeta todos os seus moradores.

Em geral, quem tem uma Tiny House alerta: ela não é uma casa barata de se fazer. No Brasil, a Container Box, por exemplo, estima que a construção de sua versão, dependendo dos acessórios escolhidos pelo cliente, deve  variar de 90 e 180 mil reais.

A grande vantagem, porém, vem na hora de morar. Com menos espaço, contas básicas, como água, luz e supermercado, diminuem. Em alguns lugares, soma-se a isso alguns descontos em impostos, já que a casa é pequena e muitas vezes não está fixa em um terreno.  Isso sem contar que, com pouco espaço para ocupar, você vai, naturalmente, comprar muito menos.

Vogue

No levantamento feito publicado pela Living Big in a Tiny House, foi apurado, por exemplo, que 55% das pessoas que vivem em uma Tiny House tem mais dinheiro guardado do que a média americana.

Tinyze-se: Jill Redwood, BRICKLAYING Mini House, Kombi House, COMO CONSTRUIR UM MOTORHOME, MOTORHOME, eBussy, os Carros Modulares chegaram!, Por que os jovens já não querem comprar carro nem casa própria?

Your Name – Filme

Your Name fala sobre uma garota do interior, que troca de corpo com um garoto da cidade.

Mitsuha Miyamizu é uma jovem que mora no interior do Japão e que deseja deixar sua pequena cidade para trás para tentar a sorte em Tóquio. Enquanto isso, Taki Tachibana, é um jovem que trabalha em um restaurante italiano em Tóquio, e deseja largar o seu emprego para tentar se tornar um arquiteto.

Como é uma animação gostosa de ser assistida, dá vontade mesmo de ter uns minutos a mais, principalmente no final!

Yourze-se: Trilha sonora de Akira, Round 6 apavora partido comunista chinês com sucesso estrondoso na China, apesar do firewall, Akai Koudan Zillion Dublado, 30 Matrix indígenas

Se eu não tivesse te conhecido

Se eu não tivesse te conhecido…
Se eu não tivesse aceitado…
Se eu não estivesse lá…
Se eu tivesse ficado…

Se eu tivesse aceitado isso… aquilo… ou aquilo outro…

Após perder a família em um trágico acidente, Eduard viaja para universos paralelos em busca de um final melhor para o amor de sua vida, Elisa. Netflix

Se Eu Não Tivesse Te Conhecido (Si no t’hagués conegut) é uma série catalã com 10 episódios de aproximadamente 50min, produzida pela Netflix e disponível no Brasil desde março de 2019. Inspirada na ideia original do famoso dramaturgo catalão Sergi Belbel, que também assina como roteirista ao lado de Cristina Clemente e Roc Esquius,a trama mistura ficção científica, fantasia e drama romântico ao apresentar um complexo tema: universos paralelos. Olha Bem pq Bem Tem

A vida é como um trem em movimento: por mais que saibamos para onde estamos indo, não depende de nós, única e exclusivamente, chegar ao destino final. E jamais saberemos quando será (e se existe de fato) esse tal final. Entretanto, eu tenho a escolha, enquanto estiver em pleno controle de mim mesmo, de tomar as minhas decisões. Dentro de nossas próprias escolhas, podemos idealizar os resultados, mesmo sabendo que jamais teremos a plena certeza do que será.

Para quem ainda não sabe, um universo paralelo é uma hipótese levantada pela física de que a nossa realidade é apenas uma das muitas existentes. Nicole Rocha

La Casa de Papel Parte 5

A Netflix divulgou um video de anúncio da Estreia da Parte 5 (e última) de um dos maiores hits dos streamings até hoje. 

Pelo Canal Netflix Brasil:

É mais que uma briga, é guerra. A Resistência está de volta. O Volume 1 estreia dia 3 de setembro, e o Volume 2, dia 3 de dezembro de 2021.

La Casa de Papel: Parte 5 | Anúncio de estreia | Netflix

Lembrando que a série foi a primeira do streaming a atingir um alto numero de audiência e uma febre de fãs por todo o mundo. Uma versão coreana foi encomendada também, com grandes atores de Doramas já conhecidos.

Conheça o Elenco da versão coreana (Dorama) de La Casa de Papel

Caze-se: La Casa de Papel Experience, Bella Ciao, Por que os jovens já não querem comprar carro nem casa própria?, As MELHORES PLANTAS pra HORTA, Não (,) falar (,) mata(?)!!!, Gente Que Vai e Volta (Netflix, 2019), Netflix, THE END?!?, Rick and Morty: 5ª temporada

Rick and Morty: 5ª temporada

O canal Adult Swim confirmou que a animação irá ganhar uma 5ª temporada. E junto com esse anúncio foi divulgado também o primeiro trailer dos novos episódios. Gabriela Freire PetryTecmundo

Fonte: Adult Swim/Reprodução

A nova temporada de Rick and Morty estará disponível no Brasil em junho, exclusivamente na plataforma da HBO Max, detentora dos direitos da série. Nos EUA, a estreia acontece em 21 de junho e vai marcar o “Rick and Morty Day“, um dia dedicado para a celebração do desenho e divulgação de materiais dos bastidores, produção e outras “surpresas”, como informou a Adult Swim. Heidy OruiADNews

Os novos episódios contam com o retorno da filha de Rick (Justin Roiland), Beth (Sarah Chalke), o genro Jerry (Chris Parnell) e a neta Summer (Spencer Grammer). A família estará unida nas aventuras intergalácticas do cientista e Morty (Justin Roiland).

Official Trailer #3: Rick and Morty Season 5

TRAILER OFICIAL Nº 3: RICK E MORTY, 5ª TEMPORADA. Adult Swim

RICK AND MORTY SEASON 5 UNCENSORED TRAILER!

Now you can start asking us about season 6. Rick and Morty returns for season 5 on Sunday, June 20 at 11pm ET/PT on Adult Swim.

O final da quarta temporada foi ao ar em maio de 2020. E agora, a nova temporada estreará pouco mais de um ano após. O TVLine confirmou que a estreia da quinta temporada nos Estados Unidos acontecerá no dia 20 de junho de 2021. No Brasil, entretanto, ainda não há previsão. Anderson NarcisoMix de Séries

No Brasil, a temporada 5 de Rick and Morty estreará exclusivamente por meio da HBO Max, também em junho, quando a plataforma de streaming chegar ao país.

Apesar de nenhum detalhe oficial sobre a estreia tenha sido divulgado, especulamos que deve ocorrer entre Maio e Junho de 2021. No entanto, na Netflix, a série chegará sempre, um mês após a exibição nos Estados Unidos, ou seja, entre Junho e Julho. Alex CanvaStreamings Brasil 

Lançada em 2013, Rick and Morty conta a história de Rick, um cientista que é um gênio, mas também um sociopata, que arrasta seu tímido neto Morty em aventuras perigosas e selvagens em todo o universo, em episódios que misturam comédia, dimensões paralelas, mundos alienígenas e dramas familiares que vão do existencial ao emocional. CAMILA SOUSAomelete

Em uma entrevista de setembro de 2017 à Entertainment Weekly, Dan Harmon admitiu que o plano original era para a 3ª temporada ter 14 episódios, mas as lutas criativas os obrigaram a fazer uma versão “mais curta” da 3ª temporada. Dado o número arredondado de 70 episódios que o Adult Swim encomendou, e o fato de que a 4ª temporada também tem 10 episódios, provavelmente estamos olhando para mais seis temporadas, cada uma com 10 episódios.

Dan Harmon e Justin Roiland, no intervalo entre a primeira e segunda parte do quarto ano, afirmaram que já estavam trabalhando no roteiro do quinto ano. No entanto, pausas devido à pandemia estão ocorrendo de fato, contudo, ‘Rick and Morty‘ é um programa de animação, pode-se esperar que a produção não seja tão afetada quanto a de uma série não animada.

Tudo sobre a quinta temporada de Rick and Morty, na Netflix

Collider compilou uma lista de possíveis ideias de histórias publicadas no Instagram de Harmon. O escritor postou uma foto em que diversas ideias de episódios para o próximo ano. Confira abaixo – Observe que a tradução foi feita de forma literal dos escritos em inglês.

  • Pessoa artificial com perna real
  • Rick descobre o 11º mandamento
  • Overdrive máximo, mas com grama
  • Planeta sem sinais de parada
  • Gabardine feito de sonhos
  • A quadra do povo (basquete)
  • Wesley Sniper
  • When-Wolf
  • Voltron mas com vegetais
  • Biblioteca de comida
  • Mulher feita de peixe
  • Jerry leva uma pinha na bunda
  • Dedos destacáveis ​​(ou artelhos)
  • Contas Anal
  • Planeta movido a chips e salsa
  • Morty compra um barco
  • Bark-nado
  • Planeta de Hodags
  • Derramamento de sangue
  • Porcos invisíveis
  • Jerry faz uma cabana de madeira com cabelo

Durante a Comic-Con@Home, em 2020, o cocriador Dan Harmon afirmou que os roteiros da quinta temporada já haviam sido finalizados, e que a equipe já trabalhava nos episódios da sexta temporada. Víctor Aliaga  – IGN Brasil 

Durante a Comic-Con@Home, foi revelado o primeiro vídeo da quinta temporada de Rick and Morty. O material, ainda não-finalizado, apresenta a dupla principal em apuros ao escapar de um grande alienígena e ter a nave danificada.

As quatro primeiras temporadas de Rick and Morty estão disponíveis na Netflix. Você também pode acompanhar a produção no canal pago Warner Channel.

Rickze-se: 4ª temporada de “Rick e Morty”, Patrick Kilonzo Mwalua, Rick & Morty & Você, um personagem da 4ª temporada?!?, The Art of the Brick: DC Super Heroes, Tradições americanas by Rick and Morty, Rick and Morty, Stanley Kubrick, RICK AND MORTY, TODOS PRECISAMOS DA UTOPIA, 20 comics para quem entende a loucura do mundo de hoje

Gente Que Vai e Volta (Netflix, 2019)

Mesmo tendo um desfecho previsível, a boa condução da história, aliada a algumas reviravoltas, ajudam a tornar o filme interessante, um relato sem grandes pretensões, mas divertido na medida certa. Uma boa escolha da Netflix para aumentar seu vasto catálogo com os mais diferentes tipos de produção.

 Gente que Vai e Volta

Comédia romântica espanhola conta a história de desilusão amorosa e recomeço no interior junto à família. Apesar de abusar do senso comum, o filme diverte.

Netflixze-se: Top 50 Cover Songs from Movies, Parenti Serpenti, Na Natureza Selvagem (spoiler), O Último Cine Drive-in, Idiocracy, Outro Olhar, Casa da árvore, Reign Over Me, A Invenção de Hugo Cabret

10 fatos sobre inteligência artificial

O conceito de IA se refere à criação de máquinas – não necessariamente com corpo físico – com a habilidade de pensar e agir como humanos. Softwares que conseguem abstrair, criar, deduzir e aprender ideias. O objetivo geralmente está em facilitar tarefas do dia a dia, avançar pesquisas científicas e modernizar indústrias. Veja, a seguir, dez fatos que o TechTudo reuniu sobre o passado, o presente e o futuro da inteligência artificial. Isabela Cabral

1. A história da inteligência artificial tem pelo menos 62 anos

 Já na Antiguidade, seres artificiais e homens mecânicos apareciam em mitos gregos e romanos. Filósofos e matemáticos de várias eras exploraram a possibilidade de mecanização do pensamento. No início do século passado, a ideia começa a surgir nas obras de ficção científica, como na peça teatral Rossum’s Universal Robots (1920), que introduziu a palavra “robô”, e no celebrado filme Metropolis (1927).

A Segunda Guerra reuniu cientistas de diversas áreas, incluindo neurociência, engenharia, matemática e computação. Alguns discutiam já nas décadas de 1940 e 1950 a criação de um cérebro artificial. Entre eles estava Alan Turing, conhecido como “o pai da informática”. Em 1956, nasceu oficialmente um campo de estudo voltado para a inteligência artificial. A Conferência Dartmouth formalizou o termo, determinou a missão da IA e seus pesquisadores precursores. Marvin Minsky, John McCarthy, Allen Newell e Herbert A. Simon foram alguns dos nomes fundamentais no processo.

2. Ela já está presente na sua vida

Assistentes virtuais como a Siri, a Cortana e o Google Assistant são bons exemplos de inteligência artificial em contato direto com os usuários. Mas os smartphones, computadores e outros gadgets do cotidiano também operam com IA de muitas outras maneiras, a começar pelo Google.

O app Fotos reconhece o conteúdo de suas imagens e permite que você faça uma busca digitando o nome de um objeto ou ação. O YouTube pode transcrever áudio e gerar legendas para os vídeos em 10 idiomas. O Gmail oferece respostas automáticas inteligentes para seus e-mails. O Google Tradutor traduz textos de placas, rótulos e cardápios com a câmera do celular. E vem mais por aí: a empresa anunciou que IA é um dos temas centrais das apresentações do Google I/O 2018, conferência anual que traz as novidades da companhia.

Spotify e a Netflix usam inteligência artificial para entender as preferências dos usuários e recomendar, respectivamente, músicas e filmes. A Amazon faz algo parecido ao oferecer a seus clientes novos produtos a partir de machine learning. O software ajuda a decidir até qual é o melhor momento para fazer as ofertas.

Carros autônomos também já são realidade e devem chegar ao mercado em poucos anos. Empresas como Google, UberSamsung e Volkswagen estão desenvolvendo e testando veículos que dirigem sozinhos. No cinema, a inteligência artificial cria multidões de pessoas para cenas de filmes. Na medicina, está ajudando a avançar estudos sobre o câncer.

3. Inteligência artificial não é o mesmo que machine learning

O “aprendizado de máquina” é uma aplicação de IA muito utilizada hoje, em que um programa acessa um grande volume de dados e aprende com eles automaticamente, sem intervenção humana. É o que acontece no caso das recomendações da Netflix e do Spotify e no reconhecimento facial em fotos do Facebook, por exemplo.

4. O aumento na coleta de dados em massa impulsionou a IA

Big Data, conjunto massivo de dados que serve de base para o aprendizado dos mais diversos softwares, como o machine learning, com mais informação disponível, os pesquisadores e as empresas ganharam mais motivação para buscar maneiras inteligentes e automatizadas de processar, analisar e usar os dados.

5. Google, IBM, Microsoft, Facebook, Amazon e outras empresas formaram um grupo de pesquisa e defesa da IA

Em 2016, grandes corporações do mundo da tecnologia, incluindo Google, IBMMicrosoft, Facebook e Amazon, se uniram para criar a “Parceria em IA para beneficiar pessoas e a sociedade”. O grupo afirma que quer avançar pesquisas e defender implementações éticas da inteligência artificial.

6. A inteligência artificial vai substituir humanos em muitos empregos

De acordo com a empresa de consultoria e auditoria PricewaterhouseCoopers (PwC), até 2030 robôs substituirão 38% das vagas de trabalho nos Estados Unidos, 30% no Reino Unido e 21% no Japão. Os setores de transporte, armazenamento, manufatura e varejo serão os mais afetados.

7. Especialistas acreditam que a inteligência artificial vai alcançar a capacidade humana em menos de 25 anos

Uma pesquisa realizada em 2013 fez a seguinte pergunta para centenas de especialistas em IA: quando o nível de inteligência artificial será 50% da inteligência humana? A resposta média foi 2040. Enquanto isso, outro estudo recente mostrou que 42% de um grupo de cientistas acreditam que a singularidade será atingida antes de 2030.

8. Ela já é melhor que seres humanos em algumas tarefas

Não há previsões de quando a inteligência artificial chegará ao patamar humano, mas já existem robôs que são melhores do que nós em tarefas específicas. Por exemplo, em 2011 o IBM Watson venceu os humanos no Jeopardy!, famoso programa americano de perguntas e respostas. Depois disso, a IA continuou em desenvolvimento e hoje já consegue fazer diagnósticos de câncer com maior precisão que os médicos. Sua taxa de acerto é de 90%, em comparação a 50% no caso dos seres humanos.

9. Grandes nomes da tecnologia estão preocupados com as consequências desse avanço

Elon Musk, CEO da Tesla e da SpaceX, já falou publicamente várias vezes que acredita que a inteligência artificial pode um dia se tornar uma ameaça para as pessoas e até pôr fim à humanidade. O empresário é entusiasta das mais avançadas tecnologias, mas ressalta a necessidade de regulamentação na área da IA e gostaria que armas autônomas fossem banidas. Armamentos operados por softwares inteligentes já são realidade em alguns governos.

O físico Stephen Hawking, que morreu em março, expressava sua preocupação também com o poder destrutivo de armas independentes e temia a substituição da força de trabalho humana, sem a criação suficiente de novas vagas. Bill Gates, fundador da Microsoft, concorda com Musk e Hawking e disse que não entende como algumas pessoas não estão preocupadas.

10. O basilisco de Roko é uma hipótese terrível sobre a IA

Existe um experimento mental assustador conhecido como Basilisco de Roko. A ideia é que, no futuro, uma poderosa inteligência artificial possa torturar todos que não a ajudaram de alguma forma a ser criada. Apenas o fato de saber sobre o basilisco, como você está fazendo ao ler estas palavras, colocaria alguém em perigo, já que a IA passaria a incluir tal pessoa em suas simulações.

O experimento está fundamentado em teorias complexas, mas que remetem a uma noção de que uma IA não teria limites por tentar tornar o mundo cada vez melhor. Com as ambiguidades da tarefa e sem a moral humana, ela faria de tudo que considerasse necessário, inclusive machucar pessoas. Assim, os que não facilitaram sua existência e desenvolvimento estariam sob ameaça.

O Basilisco de Roko foi proposto em um fórum de discussão do LessWrong, uma plataforma criada pelo pesquisador Eliezer Yudkowsky, que está a frente do Instituto de Pesquisa de Inteligência de Máquina (MIRI). O próprio Yudkowsky já deixou claro que acredita nos riscos da ideia.

AIze-se: iDvogados, Google Doodle Jogos, 20 Startups Super Quentes para Observarmos em 2020, Neon, IA – Indígena é Ateu? E os emojis com isso?, Inteligência digital plus Inteligência emocional, Arte mecaniza vida?, Simulação de Estupro?!?, deepfake

Eu Me Importo

A exibição de Eu Me Importo para aqueles que leram “comédia” na descrição do filme pode ser confusa. Dificilmente você vai soltar alguma risadinha durante a projeção. De fato, na maioria do tempo, o longa causa muito mais ojeriza. Então, ele não é exatamente uma comédia. 

Sabemos que a comédia enquanto gênero não exige tanto de si mesma e que se difere da comédia enquanto senso comum. Blakeson – que também assinou o roteiro do filme – resolveu levar esse descompromisso com a comédia sensorial até o limite, apresentando ao público uma história que se apoia na mais abjeta personificação da vilania: aquela que se aproveita de velhinhos indefesos.

Importeze-se; Aposentadoria da Água, O filtro de barro, Ecovila para idosos, Convivir, Preconceito, é preciso admitir!?!, CLE – Consolidação das Leis do Escravo, INSs com desconto, A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS, Manuel Edmilson da Cruz, 11 filmes para quem é apaixonado por Psicologia

Cidade Invisível

Esqueça os deuses nórdicos ou a lendas celtas: os mitos do folclore brasileiro finalmente estão entre nós em Cidade Invisível, série que é um excelente acerto da Netflix e traz para o audiovisual uma muito bem-vinda versão de entidades como a Cuca, o Curipira, o Saci e a Iara. Conta com a presença de Margo PigossiAlessandra Negrini e José Dumont à frente do ótimo elenco, com direção de Carlos Saldanha. RAQUEL PINHEIRO

A produção acompanha Eric (Marco Pigossi), um detetive da polícia ambiental que investiga a misteriosa morte de sua mulher, Gabriela (Julia Konrad). Durante o trabalho, no entanto, ele acaba descobrindo que o Rio de Janeiro que ele conhece está habitado por figuras fantásticas —que parecem estar de alguma forma ligadas ao incêndio em que Gabriela morreu. Beatriz Amendola – Splash

Divulgação

São criaturas como o Curupira, o Saci e a Cuca, que se materializa aqui na figura de Inês (Alessandra Negrini), dona de bar e uma poderosa bruxa que sabe mais do que revela e que mantém com Eric uma relação de desconfiança mútua, mais do que uma relação vilã-mocinho.

Com sete episódios disponíveis a partir de 05/fev na Netflix, Cidade invisível revisita lendas e personagens do folclore brasileiro em uma trama aventureira e contemporânea.
Saldanha é o criador da série, que tem produção da Prodigo Films (responsável por Coisa mais linda, outro título da Netflix), mas a direção dos episódios é dividida entre Luis Carone e Julia Jordão.  Mariana Peixoto

Sazi-se: A lenda maia do beija-flor, A lenda do fio vermelho, Rio fervente, lenda amazônica, Halloween Saci!, Curupira, Iemanjá, Macunaíma, Dia do folclore, Cultura Indígena e Fantasia

4ª temporada de “Rick e Morty”

“Os títulos dos episódios realmente não dizem muito”, proclama a conta de Rick and Morty no Twitter. RapMais

#rickandmorty – Instagram

Espere que “Edge Of Tomorty: Rick Die Repeat”, “The Old Man And The Seat”, “One Crew Over The Crewcoo’s Morty”, “Claw And Hoarder: Special Victim’s Morty” e “Rattlestar Ricklactica” cheguem com a nova temporada, que estréia em 10 de novembro.

Rick And Morty estão planejando enfrentar Hemingway e um clássico de Jack Nicholson de 1975, estamos prontos para isso? Vinícius Voustinas

O trailer da 4ª temporada de Rick and Morty foi divulgada pela Adult Swim. Com as participações dos atores Sam Neil, Paul Giamatti, Kathleen Turner e o diretor de Thor: Ragnarok, Taika Waititi.

Pelo o que o trailer mostra, a série será dividida em duas partes de cinco episódios. O narrador no vídeo diz: “Metade da temporada que você merece, e toda a temporada que nós conseguimos fazer”. Rolling Stones

Poetize-se: Rick and Morty, EJU ORENDIVE, VIDACELL®,ARTE FORA DO MUSEU, O BRASIL CORRE O RISCO DE PERDER ATÉ 60 DIFERENTES LÍNGUAS INDÍGENAS, 9 PASSOS PARA SE ENCONTRAR PROFISSIONALMENTE, PEIXE-BOI MARINHO, GOVERNO ABERTO, AI WEIWEI: NEVER SORRY, Rick & Morty & Você, um personagem da 4ª temporada?!?, , COMO A SUÉCIA CONSEGUE RECICLAR 99% DO LIXO QUE PRODUZ?, LICITAÇÃO SUSTENTÁVEL, RECEITA PARA CONSTRUIR SUA CASA COM SUAS PRÓPRIAS MÃOS,

The Family: Democracia Ameaçada

A minissérie “The Family: Democracia Ameaçada”, Netflix, mostra questões que te farão pensar em uma teoria, considerada por muitos, “conspiratória”.

Você já pensou que pode existir um poder acima do poder? Que pode haver um grupo que toma decisões independentemente do governo que foi eleito?

Inspirada no livro “The Family: The Secret Fundamentalism at the Heart of American Power”, do autor Jeff Sharlet, a série, de apenas 5 episódios, coloca o espectador dentro de uma trama que mistura filmagens de reconstituição, depoimentos reais e outros registros históricos. Catraca Livre

Netflix, THE END?!?

A Netflix é uma marca muito famosa com milhões de assinatura do serviço, você tem a possibilidade ter ver seus filmes ou séries favoritos, na tela da TV ou Smartphone, é a pioneira neste tipo de serviço de streaming e essa revolução jogou a Netflix na estratosfera.

Os grandes estúdios perceberam que é melhor ter seu próprio serviço do que disponibilizar para terceiros, já estavam na disputa, como o Hulu, Amazon Prime, entre outros.

A Disney irá lançar seu conteúdo diretamente no sua própria plataforma, a Disney mais, uma das suas melhores parceiras, tendo até licenciado alguns personagens para séries originais, como o ótimo Demolidor, Jessica Jones, etc.

A Warner não irá mais renovar o contrato com a Netflix, que era vantajoso para a Warner, mas com a criação da sua própria plataforma, a Warner, assim como a Disney, não enxerga mais a Netflix como parceira, mas como concorrente. A Apple também quer uma fatia do bolo.

Em uma pesquisa feita pelo THR e Morning Consult (composta por 2.200 adultos) recente, foi constado que 35% dos assinantes com idade entre 18 e 29 anos declararam que cancelariam sua assinatura do serviço se Netflix perdesse todos os filmes de super-heróis da Marvel e 26% se todos os conteúdos Disney fosse removido.

O analista Dan Rayburn apontou que 27% dos consumidores disseram que cancelariam sua assinatura por um aumento de preço, mas desde o aumento do trimestre passado, a Netflix conseguiu 1,74 milhão de assinantes. Há também o fato de que as pessoas tendem a dizer uma coisa e a fazer outra. “O fato de perderem uma série normalmente não os força a cancelar sua assinatura”. Os Geeksonz

Presente em mais de 190 países, mais de 140 milhões de assinantes e valendo 152 bilhões de dólares na bolsa, a expectativa é que a empresa reporte faturamento na casa dos 4,5 bilhões de dólares no trimestre, crescimento de pouco mais de 20% em relação ao mesmo período do ano passado.

A Disney fechou um acordo de 71,3 bilhões de dólares para comprar a 21st Century Fox, e terá em seu catálogo, além dos tradicionais filmes de princesas e animações da Pixar, sucessos como “Star Wars” e a animação “Os Simpsons”.

A Apple, que vê as vendas de celulares iPhone em queda, anunciou em março que também terá um serviço de streaming próprio, com orçamento de 1 bilhão de dólares para a produção de conteúdo. Já a compra da empresa de telecomunicações AT&T pela Warner também fará o serviço de streaming da companhia, o HBO Go, contar com conteúdo de sobra de séries como “Game of Thrones”, “Friends” e a franquia “Harry Potter”. Exame

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Hannah Baker, 17 anos, vadia e suicida.

O que nos dá o direito de menosprezar a dor de outra pessoa? Por mais que para alguém algo não pareça ser tão sério, isso não significa que para outra pessoa a mesma coisa não possa ser o suficiente para entristecê-la, para machucá-la. Então repita a frase: Nunca subestime a dor alheia. hypeness
Há quem se veja em Hannah, com problemas que parecem não ter fim. Há quem tenha se enxergado no papel de um de seus algozes e, quem sabe, tido consciência do quanto isso é cruel. Quem tenha se identificado com um daqueles que simplesmente não faz nada mesmo sabendo que alguém está sofrendo. E ainda, pode haver quem tenha se visto naqueles que não fazem a menor ideia do que acontece a sua volta (os adultos em geral), existe mais uma modalidade de expectador para esta série considerado o pior: aquele que achou tudo um grande mimimi. Essa pessoa simplesmente não consegue se colocar no lugar do outro nem por um instante.
Assistir a história de Hannah Baker devasta os expectadores não apenas por nos apaixonarmos por ela a cada episódio e ela estar morta e não haver final feliz. Mas também porque as pessoas que as fazem sofrer serem apenas comuns e não terem papeis de vilões. Sendo assim, não há sequer a mais remota possibilidade de nos enganarmos: qualquer um de nós pode agir como o mais completo imbecil nesta vida.


De uma forma ou outra, ‘13 Reasons Why’ vem cumprindo um papel importante que é o de gerar reflexões e debates sobre assuntos sérios como abusos físicos, bullying, depressão suicídio, estupro, excesso de bebidas alcoólicas e sobretudo, diálogo e prevenção. No Brasil, segundo o CVV (Centro de Valorização da Vida), associação que fornece apoio emocional e prevenção ao suicídio, desde a estreia da série, os pedidos de ajuda ou de conversa enviados por e-mail aumentaram em mais de 100%, com 25 mensagens mencionando a série. Os contatos da associação foram disponibilizados pela Netflix no site www.13reasonswhy.info/#bra, que é mencionado no episódio “Tentando Entender os Porquês”, uma espécie de making of da série, em 31 de março, internautas começaram a campanha #NaoSejaUmPorque no Twitter publicando frases contra o bullying.

Enxergue mais: DIA DO VOLUNTARIADO, DEPRESSÃO MASCULINA, LIPPY E HARDY, WHERE IS MY MIND, A MEDITAÇÃO E SEU CERÉBRO, ESSA NOITE NÃO, POSITIVIDADE, JUSTIÇA DE MIERDA, Liberdade Privatizada, THE STREET STORE, Goodall MORRE EM PAZ, Segunda temporada de ’13 reasons why’ (trilha sonora), Setembro Amarelo,você nunca esteve sozinho?, Suicídio indígena

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