Substância de membrana celular é encontrada no espaço

Ainda não é bem a confirmação de vida extraterrestre, mas já é algo bem importante. Astrônomos encontraram, no espaço, uma substância que, na Terra, integra uma das muitas misturas usadas na construção de membranas celulares. É a etanolamina, componente crucial do fosfolipídeo mais simples. André Lucena – Olhar Digital

Todas as células terrestres são feitas de membranas fosfolipídicas. Elas conseguem encapsular e proteger moléculas da vida em compartimentos chamados protocélulas. Agora, a etanolamina foi encontrada no espaço por Víctor Rivilla, do Centro Espanhol de Astrobiologia, em Madri, e sua equipe.

O time de cientistas analisou a luz de uma nuvem interestelar de gás e poeira, chamada Sagitário B2, a apenas 390 anos-luz do centro da Via Láctea. A região já era conhecida por ser um rico reservatório de moléculas orgânicas, gelo e poeira. A nova descoberta sugere que o espaço está repleto de todos os elementos precursores da vida.

Isso porque, antes, astrônomos já haviam detectado também em nuvens de gás interestelares aminoácidos, formadores das proteínas e equipamento para a vida. Esses substância também podem dar origem aos ribonucleotídeos, moléculas capazes de armazenar informações na forma de DNA.

 “This has important implications not only for theories of the origin of life on Earth, but also on other habitable planets and satellites anywhere in the Universe,”, disse a equipe de astrônomos. No nosso planeta, a vida começou há 4,5 bilhões de anos, apenas algumas centenas de milhões de anos após a formação do Sistema Solar.

A fórmula química da etanolamina é NH2CH2CH2OH. Para encontrar a substância, a equipe de Víctor Rivilla simulou o espectro que ela deve produzir em baixas temperaturas como as da nuvem. O resultado encontrado pelo time sugere que a molécula é muito mais difundida pelo espaço.

A etanolamina espacial foi descoberta na nuvem molecular G+0.693-0.027, localizada no centro da Via Láctea. Imagem: V.M. Rivilla y C. Briones (CAB) / cámara IRAC4 a bordo del Telescopio Espacial Spitzer (NASA)

“A etanolamina poderia ter sido transferida da nebulosa proto-solar para planetesimais e corpos menores do Sistema Solar e, posteriormente, para o nosso planeta”, acreditam os astrônomos. O que leva à formação de células dos primeiros ancestrais terrestres.

shutterstock_291666776

The origin of life is one the great unanswered questions in science. One piece of this puzzle is that life started on Earth 4.5 billion years ago, just a few hundred million years after the formation of the Solar System, and involved numerous critical molecular components. How did all these components come to be available so quickly? The Physics arXiv Blog – Astronomy

One potential explanation is that the Earth was seeded from space with the building blocks for life. The idea is that space is filled with clouds of gas and dust that contain all the organic molecules necessary for life.

But there is another crucial component for life – molecules that can form membranes capable of encapsulating and protecting the molecules of life in compartments called protocells. On Earth, the membranes of all cells are made of molecules called phospholipids. But these have never been observed in space. Until now.

The new discovery suggests ethanolamine is much more widespread. On Earth, it forms the hydrophilic head of phospholipid molecules that self-assemble into cell membranes. Rivilla and colleagues say its discovery in interstellar clouds suggests “ethanolamine could have been transferred from the proto-Solar nebula to planetesimals and minor bodies of the Solar System, and thereafter to our planet.” That could have led to the formation of cells in the prebiotic soup from which our earliest ancestors emerged.

Of course, none of this ultimately answers the question of how life began on Earth. But the work does show that there is no longer any mystery about where the building blocks of life might have come from. “These results indicate that ethanolamine forms efficiently in space and, if delivered onto early Earth, it could have contributed to the assembling and early evolution of primitive membranes.,” say Rivilla and co. The question now is: what happened next?

Celulaze-se: OS MANTRAS NOS SINTONIZAM COM O UNIVERSO, O Universo em 6 minutis, Via Láctea pelo navegador, Rick and Morty: 5ª temporada, CONSTELAÇÕES INDÍGENAS, Antropoceno, A lenda do fio vermelho, Huni Kuin: os caminhos da jiboia, Museu Galileo Galilei

Motor elétrico para carros que pode ser instalado nas rodas dos veículos

A britânica Saietta Group criou um novo produto voltado para carros elétricos, que é focado no ganho de espaço e eficácia. A empresa inventou um novo motor, conhecido como AFT 140 (tração por fluxo axial). Valdemar MedeirosClick Petróleo e Gás

Após anos trabalhando no projeto para novos carros elétricos, a empresa está pronta para mostrar o AFT 140, um motor de imã permanente sem escova que é totalmente selado. O objetivo da nova tecnologia da Saietta é transformar os carros elétricos mais eficientes com uma única carga.

A inclusão do motor na roda dos carros elétricos também reduz a complexidade da unidade motriz, permitindo a redução no número de peças necessárias, ou seja, diminuindo o peso total do conjunto. Esta solução permite a maximização do espaço disponível para o chassis e tem a vantagem de se poder adaptar a todo o tipo de veículos.

A inclusão dos motores nas rodas também reduz a complexidade da unidade motriz e permite diminuir o número de peças necessárias algo que, consequentemente, diminui o peso total do conjunto. “Nós não pretendemos tornar-nos num fabricante de plataformas e apenas desenvolvemos um chassis para demonstrar o potencial do nosso inovador motor na roda. Nós queremos trabalhar com criadores de plataformas, complementando ao invés de competir com as suas inovações”, refere Wicher Kist, CEO da Saietta Group. SAPO

Para saber a eficácia do motor nas rodas dos veículos, a Saietta testou a tecnologia em um Renault Twizy. O teste foi feito em Amsterdã, colocando dois modelos Twizy para competir. Um possuía o motor AFT 140 e o outro não, fora isso nada foi alterado. Os veículos dirigiram indefinidamente através de uma gama diversificada de tráfego, temperatura, clima e até mesmo diversas superfícies de estradas, apenas para avaliar se o motor é eficiente ou não.

Para que os testes fossem feitos de forma limpa, cada um dos veículos foi equipado com um laptop que processava todos os dados de desempenho para a empresa New Eletric. O motivo de utilizar o Twizy nos testes é que ele é um veículo de transição perfeito com qual a Saietta pode medir o quanto de batida o seu novo motor elétrico pode aguentar.

Apesar de parecer uma grande novidade, sempre bom lembrar que há mais de 100 anos, entre 1900 e 1905, o Lohner-Porsche usava esse conceito, inicialmente nas rodas dianteiras e, depois, nas quatro rodas. Auto&Técnica

A ideia era tão boa que, quase 70 anos depois, a Boeing e a NASA aplicaram os princípios desse projeto no Lunar Roving Vehicle, o “jipe lunar” que fez parte do Projeto Apollo.

Trazida para os dias de hoje, esta ideia pode trazer diversos benefícios para os veículos sem emissões poluentes, pois os motores elétricos nas rodas do Protean Drive System anunciam ganhos consideráveis em nível do espaço e peso para estes automóveis.

Além disso, poderá transformar carros elétricos que já estejam nas ruas apenas com tração dianteira ou traseira, em automóveis com tração integral. Esta tecnologia apresentada pelos britânicos da Protean Eletric poderá ser a primeira utilização comercial desta tecnologia em veículos de passageiros (a Schaeffer e a Ford, por exemplo, criaram em 2013 protótipos do Fiesta com este sistema), embora já existam aplicações em viaturas pesadas.

Este é um “pacote completo”, que inclui o motor elétrico, o imã permanente e toda a eletrônica exigida para o seu funcionamento. No site da empresa consta que este sistema tem potência de 54 kW (72 cv), que pode ser elevada no máximo aos 75 kW (100cv), o que significa interessantes 200 cv de potência para um modelo com tração em duas rodas. Isto com dois motores elétricos nas rodas que tenham dimensões de 16,5 polegadas de diâmetro e 4,5’ polegadas de largura. Entre as vantagens estão desde a eliminação da transmissão e do eixo da transmissão, bem como a utilização mínima de fiação, o que ajuda a reduzir o peso. Segundo apuramos, um par destes motores elétricos nas rodas acusa apenas 72 kg na balança, marca inferior em 30 kg ao total de 102 kg, por exemplo, da motorização do BMW i3.

Entre os destaques do sistema estão também a eliminação das perdas friccionais de energia por meio da transmissão entre 6% e 8%, num modelo com duas rodas motrizes. Esta situação tem também o benefício de melhorar a capacidade de regeneração da energia nas acelerações e frenagens.

A empresa utilizou um protótipo do Volkswagen Golf para testes, com ajustes específicos para a suspensão, tendo constatado funcionamento com eficácia similar ao do e-Golf. A versão de produção deste componente será fabricada na China, inicialmente com volume baixo, situado entre 5 a 10 unidades por semana.

Na pista, os protótipos com duas e-wheels traseiras (total de 109 cv) mostraram uma aceleração brilhante e enorme estabilidade, combinadas com uma agilidade fora do comum: mérito do controle independente dos motores. A ativação do controle de estabilidade é instantânea, pois ele é ligado ao powertrain elétrico, e não aos freios: a e-wheel reage em 5 a 10 milésimos de segundo, em comparação com 60 a 80 milésimos de um freio hidráulico. Tambores ou discos desaparecem das rodas traseiras: há apenas um pequeno tambor que funciona como freio de estacionamento, já que a desaceleração é con ada aos motores elétricos. Emilio BrambillaMotor Show

Rodeze-se: Reinventando a roda, Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro, Roda tecnobikelógica, Sobre Rodas, Quem matou o carro elétrico?, eTruck, Giorggio Abrantes, Conversão de veículos elétricos, EmDrive – O motor impossível, BATERIA ULTRA QUICK, Nikola Tesla, Carro autônomo vai atropelar VOCÊ, 900.000 km de elétrico

Qualidade do ar e Plantas com luminescência

O desejo de criar plantas que emitem luz própria existe há alguns anos: em 2016 a empresa Bioglow criou plantas Nicotiana tabacum com enzimas de bactérias luminescentes, enquanto em 2017 engenheiros do Instituto de Tecnologia de Massachusetts conectaram nanopartículas em folhas de agrião para induzir a planta a liberar luz fraca por quatro horas. Vivimetaliun

A pesquisa recém-publicada por 27 pesquisadores da empresa russa Planta em parceria com o a Academia Russa de Ciências, Instituto MRC de Ciências Médicas de Londres e o Instituto de Ciência e Tecnologia da Áustria representa um grande avanço ao produzir uma planta que brilha 24h por dia durante sua vida inteira.

A equipe da empresa Planta trabalhou com duas espécies de plantas de tabaco, e usou o DNA de fungos bioluminescentes. Eles utilizaram o ciclo do ácido cafeico (C9H8O4), que é transformado por quatro enzimas do fungo em luciferina, um composto orgânico que produz luz.

Essa mesma equipe de pesquisadores da Planta também está modificando geneticamente plantas com flores como petúnias e roseiras para produzir cores e brilhos diferentes. Eles também acreditam que seria possível produzir o mesmo processo em animais.

Uma ajuda importante no combate a essa intoxicação diária, porém, pode vir de um elemento natural, decorativo e que ainda eleva o espírito de um ambiente e de quem o frequenta. Um estudo levantado ao longo de 15 anos pela NASA comprovou que uma série de plantas possui capacidade de filtrar nosso ar, diminuindo nossa absorvição de gases tóxicos e purificando ambientes fechados. Vivimetaliun

Separamos algumas das plantas selecionadas pela agência espacial americana para quem quiser limpar um pouco os ares de um ambiente e ainda redecorar e trazer um pouco mais de vida para nossos lares.

1. Espada de São Jorge

FLOR_ESPADA

Além de purificarem o ar e produzirem bastante oxigênio durante a noite, as Espadas de São Jorge são consideradas plantas de proteção – ritualisticamente sendo colocadas na entrada das casas. Espécie de planta sagrada para as religiões de matizes africanas, é também conhecida como Espada de Ogum ou Espada de Oxóssi, e limpa o ar contra poluentes como benzeno, metanal (formol), tricloroetileno, xileno e tolueno.

2. Ficus

FLOR_FICUS

O Ficus é especialmente eficiente para filtrar o formaldeído, presente em fumaça de cigarro, espuma, madeiras compensadas, colas adesivas e sacos de supermercado. Prefere luz indireta e é indicado para salas de estar e escritórios – mas precisa de espaço, pois é uma planta que pode crescer por metros e metros!

3. Gérbera

FLOR_GÉRBERA

De flores belas e coloridas, além de alegrar e colorir o ambiente a planta filtra especilamente tóxicos como Tricloroetileno, xilneno e formaldeído. A gerbera precisa de bastante luz e solo levemente umido, mas pode ser utilizada em qualquer ambiente – principalmente em quartos, pois há quem diga que suas flores ajudam a combater a insônia.

4. Jibóia

FLOR_JIBÓIA

Excelente filtro de formaldeído, a Jibóia não precisa de muita luz, o que pode indica-la para ambientes mais fechados, como garagens. É uma planta que absorve e filtra o benzeno, presente em diversos produtos de limpeza – combatendo assim alergias provenientes da utilização desses produtos.

5. Samabaia

FLOR_SAMAMBAIA

Por ficar pendurada, a Samabaia é uma ótima opção para ambientes pequenos. Espécie de planta de época, muito popular nos anos 1970 e 1980, a Samambaia não precisa de muita luz nem de muita rega, principalmente no inverno. Filtra poluentes como Benzeno, formaldeído e xileno.

6. Hera inglesa

FLOR_HERA

A Hera inglesa é uma trepadeira, que pode ser pendurada em um suporte, posta sobre a base de uma árvore ou como revestimento. Apreciadora da umidade e de um tanto de frio, a Hera não suporta o solo encharcado. Essa planta funciona como filtro para Benzeno, xileno e formaldeído, além de ser uma decoração versátil e clássica, que ajuda a umedecer qualquer ambiente.

7. Tamareira Anã

FLOR_TAMAREIRA

Planta de crescimento lento, a Tamareira Anã, apesar do nome, ironicamente pode chegar a 4 metros de altura. Bastante adaptável a tipos de solo diferentes e resistente ao frio, é especialmente absorvente da fumaça dos carros.

8. Crisantemo

FLOR_CRISANTEMOS

De origem asiática e uma das plantas mais nobres da China, o Crisântemo era exclusividade da realeza, e sua flor foi utilizada como distintivo oficial do exército. Não suporta sol direto, mas precisa de muita luz para sua saúde – e, para nossa saúde, filtra o o benzeno, o tricloroetileno, xileno, amônia e formaldeído.

9. Dracena

FLOR_DRACENA

Também considerada sagrada em culturas de origem africana, a Dracena não precisa de muita água, mas sim de luz. Porém, deve-se evita-la quem possui animais de estimação, pois alguns tipos de Dracena podem ser venenosos se ingeridos.

10. Antúrio

FLOR_ANTÚRIO

O antúrio é ideal para cozinha e principalmente para banheiros, por ser uma das plantas mais indicadas para filtrar amônia. Precisa de bastante luz, porém indireta, e funciona também como filtro para os tóxicos liberados pelos produtos de limpeza. Além da cor exuberante, sua flor ainda traz charmosas folhas em formato de coração.

Aruze-se: E fez-se a luz, Casa sustentável tem conta de luz de R$ 7,50 por ano, AUDIOTECA SAL E LUZ, E fez-se a luz, Andaluz, O Mundo Vegetal e as constelações, Planeta Terra é um ser vivo !, Ecovila para idosos, Timeout

Planeta Terra é um ser vivo !

Planeta Terra é um ser vivo !
Rubi Cósmico

O Planeta Terra é um Super Organismo vivo e consciente, que é capaz de auto-regular seus processos químicos e sua temperatura.

James Lovelock, um paradoxo, magrinho, olhos azuis-claros, voz suave e sorriso infantil, publicou um dos livros mais sombrios dos últimos anos sobre o futuro do planeta, esse homem provocou mais de 40 anos de polêmicas no mundo da ciência com sua hipótese Gaia (nome da deusa grega da Terra), segundo a qual nosso planeta seria um ser vivo, defende a ideia de que a Terra é uma espécie de simbiose (uma associação biológica favorável a todas as partes que a compõem) gigante entre todos os seres vivos e o meio mineral, um superorganismo que se conserva no estado mais favorável possível à vida por meio de mecanismos de retroação (ou seja, o efeito agindo sobre a causa). Eduardo AraiaPLANETA

Foi há quase meio século que Lovelock, na época com 42 anos, assumiu, algo por acaso, o destino de teórico da ciência – bem como o de semeador de encrencas. Ele era, então, um obscuro biofísico britânico, médico de formação, que concebera vários aparelhos engenhosos – “naqueles tempos, os cientistas fabricavam eles mesmos seus instrumentos, pois ninguém tinha dinheiro para comprá-los nas lojas”, recorda ele. Alguns desses aparelhos permitiam a detecção de substâncias em concentrações muito baixas, pelo método da cromatografia gasosa, e interessaram à Nasa, que então desenvolvia um programa de exploração de Marte. Para obter esses detectores, a agência norte-americana trouxe seu inventor, que chegou em 1961 ao Jet Propulsion Laboratory (JPL), na Califórnia, com a missão estritamente técnica de adaptar os aparelhos às exigências das naves espaciais.

A ideia de que um simples telescópio munido de um espectrofotômetro permitiria detectar a vida recolocava em questão todo o programa em curso, ao desvendar a composição química da atmosfera marciana pela análise da luz oriunda do Planeta Vermelho, poderíamos talvez perceber se essa atmosfera carrega a marca de seres que nela colhem nutrientes e nela lançam seus dejetos. Ou se, ao contrário, ali simplesmente nada acontece.

Lovelock, que quando muito jovem queria ser médico, se debruça finalmente sobre as propriedades da Terra. E verifica que sua atmosfera, de composição química tão distante do equilíbrio, permaneceu notavelmente estável ao longo das eras. Um pouco como o sangue de um ser vivo. O mesmo se observa no que diz respeito à temperatura: à escala de centenas de milhões de anos, ela exibe uma surpreendente estabilidade. A radiação solar, no entanto, aumentou um terço desde o surgimento da vida na Terra. A propriedade de conservar sua temperatura constante enquanto a do meio circundante varia, a homeotermia, é característica dos animais mais complexos.

Enfim, o raciocínio chega à terceira etapa, a mais controvertida de todas. Lovelock constata que tanto a temperatura como a composição química tendem a valores quase ótimos para a criatura viva – como se o “objetivo” do sistema fosse favorecer a vida. De fato, uma atmosfera com duas vezes mais oxigênio causaria incêndios incessantes, enquanto o oxigênio mais rarefeito acarretaria vários problemas metabólicos para os seres vivos. Segundo Lovelock, a causa é bem clara e, após publicar artigos de grande repercussão, ele resumiu esses pensamentos em 1979 em sua obra de referência: A Terra É um Ser Vivo – A Hipótese Gaia.

O planeta vivo é apenas uma metáfora? “Claro, ele não é vivo como nós ou uma bactéria, e, nesse sentido, é mesmo uma metáfora”, admite Lovelock. “Mas acho que a definição de vida dada pelos biólogos é demasiado restritiva. Afinal, falta a Gaia apenas a reprodução!”

Pode-se apostar que se, em vez de lançar mão do termo Gaia, ele tivesse batizado sua tese de “teoria biogeoquímica”, como lhe fora aconselhado, teria evitado muitos aborrecimentos e gozaria de todas as merecidas honras de grande cientista. Mas, como um Dom Quixote da ciência, o obstinado doutor recusa baixar o tom de seus escritos, não admite a retirada de uma única vírgula e se mantém em permanente disputa com seus adversários. Isso lhe valeu um estatuto original de “cientista independente”, fora das grandes instituições, inteiramente consagrado à defesa e à consolidação de sua teoria – mas não o impediu de publicar em sua carreira mais de 200 artigos, 30 dos quais na Nature, e de fazer várias descobertas importantes. Por exemplo, a do DMS, aerossóis sulfurosos emitidos pelas algas e capazes de esfriar a atmosfera oceânica. Eles constituem um bom exemplo de retroação “à moda de Gaia”: se a temperatura aumenta, as algas proliferam, produzem mais aerossóis… o que, por sua vez, faz baixar a temperatura do oceano.

Em seu último livro, A Vingança de Gaia (Editora Intrínseca), Lovelock traça um prognóstico pessimista, julgando que nosso planeta está febril e que sua saúde declina. Ele pede uma reação enérgica para salvar aquilo que ainda pode ser salvo – “fazermos as pazes com Gaia enquanto ainda somos fortes o bastante para negociar, e não quando tivermos nos tornado uma multidão dividida e vencida, em via de extinção”.

Para ilustrar a situação, ele costuma usar a metáfora de Napoleão às portas de Moscou em 1812: “Acreditamos ter vencido todas as batalhas, mas a verdade é que avançamos demais, temos demasiadas bocas para alimentar e o inverno se aproxima…” E o Protocolo de Kyoto? Nova metáfora: “É como os acordos de Munique que vivi na minha juventude. O mundo inteiro percebe o perigo que se aproxima e os políticos pronunciam belas frases e fazem de conta que estão fazendo alguma coisa.”

A humanidade representa uma grande oportunidade para Gaia, diz James Ephraim Lovelock. Será preciso ver nossa espécie como um tipo de câncer do planeta, paralisando pouco a pouco suas funções reguladoras? “A aparição da humanidade constituiu uma grande oportunidade para Gaia”, protesta o cientista. “Somos, de certa forma, seu sistema nervoso. Em todo caso, é graças a nós que ela de algum modo tomou consciência de si mesma e inclusive conseguiu se ver a partir do espaço exterior. Ela perderia muito se nos perdesse.”

O que devemos considerar, que Lovecock não considera:

Mudanças climáticas não são causadas pelo carbono na atmosfera
Lovecock é um dos pioneiros do ambientalismo manipulado
Lovecock já trabalhou para a NASA
Lovecock é membro da Royal Society – sociedade essa que é a conselheira científica para o governo britânico – e é controlada pelos Rothschilds.

Planeteze-se: Mãe Gaia, Real X-men: híbridos entre humanos e animais, Lixo, 40% de desconto., Favela Orgânica, Nenhuma gota a mais!!!, Resistência Guarani, 10 livros que ensinam as criancas cuidar do planeta, Florence Nightingale, A LEI DA ÁGUA, Minhocário.

I AMazonia


As imagens da NASA mostram que parte do mapa brasileiro está coberto por uma densa névoa acinzentada vinda de Rondônia e do Acre. As queimadas no Brasil aumentaram 82%, foram 71.497 focos, ante 39.194 em 2018, o que representa a maior alta já registrada e também o maior número em 7 anos no país. Catraca Livre


Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entre janeiro e agosto deste ano, as queimadas aumentaram 83% em relação ao mesmo período do ano passado — o que representa o maior número registrado nos últimos sete anos, com 72.843 pontos de incêndios. Tamires Vitorio

Dados do sistema de alertas em tempo real Deter, divulgados também pelo Inpe, mostram um aumento de mais de 40% nos alertas de desmatamento entre agosto e julho. Exame

No dia 14 de agosto, depois de fazendeiros do sul do Pará anunciarem o “dia do fogo” (que, segundo eles, serviria para “mostrar trabalho para o presidente Jair Bolsonaro”), o Inpe registrou um aumento nos focos de incêndio na região.

Nesta quarta-feira (21), Bolsonaro afirmou, sem provas, que as ONGs de preservação estariam por trás das queimadas. “O crime existe. Isso temos que fazer o possível para que não aumente, mas nós tiramos dinheiro de ONGs, 40% ia para ONGs. Não tem mais. De modo que esse pessoal está sentindo a falta do dinheiro. Então pode, não estou afirmando, ter ação criminosa desses ongueiros para chamar atenção contra minha pessoa, contra o governo do Brasil”, disse o presidente.

O Papa convidou os líderes políticos a eliminarem “os próprios conluios e corrupções” para que se concentrem nesses temas. “Devem ser assumidas responsabilidades concretas, por exemplo, sobre o tema das minas ao ar livre, que envenenam a água provocando tantas doenças”, afirmou Francisco.

De acordo com o Pontífice, a bioma “é um lugar representativo e decisivo”.

“Junto com os oceanos, contribui determinantemente para a sobrevivência do planeta”, recordou o Papa. Brasil 247

O presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), o goiano Marcello Brito, CEO da Agropalma, também prevê prejuízos para a economia brasileira. Questionado pelo Valor se “é questão de tempo que parem de comprar do Brasil”, o presidente da Abag foi taxativo: “É questão de tempo”.

Amazônia pegando fogo: protestos vão acontecer em todo o Brasil – Catraca Livre

Mude conceitos, você pode e deve: Amazonas decreta situação de emergência, Controle Social, Frans Krajcberg, DARWIN CADÊ VOCÊ?, LOGUN EDÉ, Amazônia, 381 novas espécies, e há muitas mais!!!, TERRA OCA, INICIE UM ABAIXO-ASSINADO, OLHA O CÉU, O povo munduruku voltou!, A CARTA DE DEUS À POPULAÇÃO DO BRASIL!, TERRA OCA, Bandeirantes Modernos, Chico Mendes

50th Aniversary of the Moom Landing

O Doodle do Google do 18/07/2019 homenageia os 50 anos da missão Apollo 11, que levou humanos para a superfície da Lua pela primeira vez.

O vídeo narrado por Michael Collins, astronauta que pilotou o módulo, e nos mostra a jornada desde o lançamento até a volta para a Terra, além de publicar um vídeo com entrevistas e mostrando os bastidores da produção do Doodle, que conta com comentários de Collins. Foram mais de 400 mil pessoas envolvidas na missão, e há uma nova missão sendo planejada pela NASA, que quer mandar uma mulher e um homem para a Lua em 2024. Confira o vídeo abaixo (com legendas em inglês):

O foguete foi lançado em 16 de julho de 1969, pousando na Lua no dia 20 e aterrissando em 24 de julho. Jovem Nerd

“As impressive as the view was of this alien moon seen up close, it was nothing compared to the sight of the tiny Earth,” Collins said. “The Earth was the main show. The Earth was it.” SPACE.com

Palavras Perdidas: Lixo Espacial, John Titor , o VIAJANTE-ZERO, Vida inteligente., Bandeirantes Modernos, A importância do Doutorado, Vida Simples, Monte seu Fusca, , , The Martian, Milton Friedman

Lua deles

basealienlua

A NASA depois removeu algumas daquelas fotos que foram expostas ou mantidas, mas com uma resolução muito menor para que os detalhes já não pudessem ser observados. Este também foi o caso com uma foto que flagrou uma base alienígena na lua, perto da cratera norte da área chamada Mara Serenitatis. Noticias News

moon_small

A Lua viaja ao redor da Terra em uma órbita oval à 36.800 quilômetros por hora. A Lua não possuiatmosfera, então as temperaturas variam de -184 graus Celsius durante à noite a 214 graus Celsius durante o dia, com exceção dos pólos onde a temperatura é constantemente -96 graus Celsius. heasarc.gsfc.nasa

20171212110518_660_420

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto que autoriza a agência espacial norte-americana, a Nasa, a enviar astronautas de volta à Lua, durante o anúncio do decreto, Trump disse que “desta vez, não vamos apenas plantar nossa bandeira e deixar nossa pegada, mas vamos estabelecer a fundação para uma eventual missão a Marte e talvez muitos outros mundos”, reportou a CNN. LUCAS CARVALHO – OLHAR DIGITAL

Enxergue mais: reserve ™11 INGREDIENTES QUE AJUDAM PERDER PESOnaara beaty drink!!!SUCOS VERDESWASABIluminesce ™COMIDA PARA O ESPÍRITOCOMIDA DE GENTECOMO PLANEJAR UMA FESTAFUKUSHIMA DAIICHIinstantly ageless ™JEUNESSE, VERDADE OU MENTIRA?ARROZ BASMATI COM MILHO (VEGANA)

TRANSIÇÃO PLANETÁRIA

0442a-terra-regenerada

O Brasil foi o pais escolhido como pólo centralizador do movimento transformatório, o projeto Terra Regenerada, certamente implica em etapas devidamente planejadas com a participação de pessoas atuando em todas as áreas do conhecimento humano e em todos os pontos do planeta, assim como em outros planos espirituais. A Luz é Invencível

PALESTRA TRANSIÇÃO PLANETÁRIA AS VERDADES ESCONDIDAS 2015 (2 semestre)

Um agente transformador, um evento cíclico, real e inevitável que a NASA sabe desde 20/01/1962 e é chamado de Elenin P/2011 NO1. Transição Planetária – As Verdades Escondida. Yahoo! Grupos

PALESTRA TRANSIÇÃO PLANETÁRIA – PARTE 2 – SEGUNDO SEMESTRE 2015

Estudo e aprofundamento dos acontecimentos planetários, bem como o nosso projeto de vida, que são as colônias autossustentáveis, os nossos bunkers. Associação Transição Planetária

9056471_9uyui

Para nos salvarmos e ao planeta e vivermos numa nova terra de dimensão mais elevada, será necessário fazer a escolha certa. Essa escolha é individual porque um não pode escolher pelo ou para o outro. Virginia Leite

Observe mais: SAUDOSA MALOCAYES OU SISTEMA DE MELHORAMENTO DA JUVENTUDECOMEÇOU O CARNAVAL!LUMINESCE™QUEM PAGA O CARNAVAL!RESERVE™CARNAVAL É PERFEIÇÃO!, NAARA BEAUTY DRINK!!!LIESAVOCÊ APRENDEU ERRADO NA ESCOLA, INSTANTLY AGELESS ™BRAZILIANIZE YOURSELF!E VOCÊ?VIDACELL®PÁTRIA MADRASTA VILSAMBANDO NO PRECIPÍCIOGRAFITE SÃO ARTES PÚBLICAS

Neil Armstrong

Neil Alden Armstrong (Wapakoneta, 5 de agosto de 1930 — Cincinnati, 25 de agosto de 2012) foi um astronauta dos Estados Unidos, piloto de testes e aviador naval que escreveu seu nome na história do século XX e da humanidade ao ser o primeiro homem a pisar na Lua, como comandante da missão Apollo 11, em 20 de julho de 1969. Wikipédia

Veja também: John Titor , o VIAJANTE-ZERO, Vida inteligente., Bandeirantes Modernos, A importância do Doutorado, Vida Simples, Monte seu Fusca