O motorista e o palestrante.

Havia, certa vez, um palestrante que era muito famoso. As pessoas o convidavam para fazer palestras em cidades distantes. Ele ia de carro, e tinha o seu motorista. PE. ANTÔNIO QUEIROZ – A12

Um dia, durante uma longa viagem, o palestrante ficou afônico. Perdeu completamente a voz. Ao se aproximar da cidade, teve uma ideia. Disse ao motorista: “Você já ouviu muitíssimas vezes a minha palestra. Sabe-a de cor. Como ninguém nos conhece pessoalmente aqui, faça a palestra no meu lugar”.O motorista aceitou.

Pararam o carro e trocaram as roupas. O palestrante assumiu a direção do corro e foram. Chegaram em cima da hora, com o auditório já repleto. O “palestrante” foi recebido pomposamente, ficando o “motorista” sentado no meio da plateia. Fez uma brilhante palestra. Todos bateram palmas.

Terminada a fala, vieram as perguntas. Eram também as mesmas de sempre, cujas respostas o motorista sabia de cor. Foi respondendo a todas, com a maior desenvoltura.

Mas, de repente, surgiu uma pergunta nova. O motorista foi criativo. Disse para os ouvintes: “Eu já estou com a voz um pouco cansada, mas como esta pergunta é muito fácil, peço ao meu motorista que a responda”.

O palestrante verdadeiro, que nesta hora já estava um pouco melhor, devido ao uso de algumas pastilhas, subiu no palco, pegou o microfone e respondeu de forma magistral aquela pergunta e as demais que surgiram. No final, os dois foram aplaudidos de pé. E os ouvintes saíram comentando: “O homem é um gênio mesmo; até o motorista dele nos supera de longe!”

Existe certa semelhança entre essa história e Jesus, trocando de liderança conosco. Ele não ficou rouco, mas foi para o Céu, deixando-nos no seu lugar.

Em 1918, o professor alemão Max Plank ganhou o Prêmio Nobel de Física pelo seu excelente trabalho com a intricada Mecânica Quântica. Com a notoriedade, Plank foi convidado para inúmeras palestras pelo país e passou praticamente o ano inteiro viajando com seu motorista particular de cidade em cidade pela Alemanha. Wagner BrennerUpdate or Die

Certo dia o motorista falou brincando:

“Professor Plank, eu já assisti a sua palestra tantas vezes que eu seria capaz de repetí-la!”

O professor ficou imediatamente obcecado pela ideia e pela possibilidade. E misturando seu lado científico, naturalmente inclinado por experiências, mais uma boa dose de entediamento, propôs:

“Pois é exatamente isso o que nos vamos fazer. Vamos trocar de lugar. Na próxima cidade, você vai subir ao palco e fazer a palestra. E eu vou ficar sentado na primeira fileira, com uniforme e quepe de chofer. Vamos ver se conseguimos enganar a platéia!”

E assim foi. O motorista proferiu uma longa palestra completa sobre mecânica quântica avançada para uma platéia inteira de intelectuais, professores e universitários que o aplaudiram de pé.

Porém, após a ovação, um dos convidados resolveu levantar a mão e disparou um pergunta complicadíssima sobre o tema.

O motorista, sem pestanejar, respondeu:

“Humpf. Ora…  mas essa pergunta é tão… tão ridícula… mas tãããão ridícula… que eu vou até deixar essa pro meu motorista , aqui na primeira fileria, responder. Explica pra ele vai.”

Um matemático seguia em sua limusine para dar mais uma palestra de geometria simplética, quando seu motorista comentou:

– Patrão, ouvi sua palestra tantas vezes que tenho certeza de que poderia fazê-la em seu lugar. Brainly

– Impossível!

– Quer apostar?

Ao chegar ao local, trocaram de roupa e o motorista foi para o palco, enquanto o matemático se sentou na última fileira. No fim da palestra, começou a sessão de perguntas e o motorista respondeu todas com precisão até que, a certo momento, um sujeito fez uma pergunta dificílima.

O motorista, muito calmo, disse:

– Meu jovem, essa pergunta é tão fácil que vou pedir para meu motorista responder.

O motorista de aplicativo Filipe Mota ajudou uma jovem no parto, que ocorreu dentro do carro. Uma das muitas experiências transformadoras que esses trabalhadores têm com frequência. Victor Furtado – O Liberal

Faltava pouco para chegar. A estimativa do GPS era de 10 minutos. Foi quando a jovem disse “minha bolsa estourou”. Foi um susto imediato e Filipe disse ter buscado na memória tudo o que sabia sobre partos. “Lembrei que entre o rompimento da bolsa e o parto em si leva algum tempo”, conta. Mas o conhecimento empírico de nada valeu. Em cinco minutos após o chocante comunicado, saía um menino.

Palestrize-se: Qual sua vestimenta?, Industria da multa, Toda bike importa, Mas que dogs, AMAZON APRESENTA TÁXI ROBÔ,

Industria da multa

Todos os anos centenas de pessoas perdem a vida no trânsito só na cidade de São Paulo. No ano de 2019, 758 vidas foram perdidas, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Entre 2010 e 2019, mais de 10 mil pessoas foram vítimas de ocorrências fatais. Kelly Fernandes – UOL

É o uso disseminado da frase:

– A “Indústria da multa”. (que confio não ser absolutamente correta). ACésar Veiga – PORTAL DO TRÂNSITO

Recentemente estava lendo um artigo na internet afirmando que a maioria dos motoristas acredita na existência de uma indústria da multa de trânsito no país.

Agora, qual o motivo dessa crença?

Muitas pessoas, nesse estudo feito pela Confederação Nacional do Transporte, indica que as multas servem apenas para arrecadas e não para educar, e um exemplo disso seriam os vários radares instalados pelo nosso país.

Independentemente dessa crença, devemos observar o real intuito de uma infração de trânsito: evitar que um motorista coloque em risco as demais pessoas que fazem uso da via para ir ao trabalho ou para passear, através ações erradas, por exemplo, dirigir além da velocidade permitida ou dirigir sob a influência de álcool. Guilherme Jacobi – JusBrasil

O coordenador-geral de Operações Rodoviárias do Dnit, Romeu Scheibe Neto, respondeu, no entanto, que a cobrança é feita por faixa monitorada. “Se nós instalarmos lá e o equipamento não aplicar uma penalidade e é o que a gente mais deseja eu pago pelo serviço prestado. Um equipamento que registra um milhão de autuações e um equipamento que não registra absolutamente nenhuma, o custo por aquela faixa monitorada é o mesmo”, explicou. Agência Transporta Brasil

Outra  vinculação popularesca, ao grito da torcida, é que o objetivo é arrecadar, que os agentes possuem cotas a serem atingidas, entre outras falácias. Ora, o salário percebido pelo agente não se altera pelo volume da autuações que realiza, portanto sem qualquer procedência essa ilação.  A lei diz claramente no Art. 280 que ocorrendo infração será lavrada autuação, portanto deixar de fazer isso é prevaricar. Tarso Cabral Violin

Consciente da quantidade enorme de condutores, que desrespeitam as normas de trânsito – tanto nas vias públicas como nas estradas, rotulo esta rebelião de legítima e autêntica “crendice popular”.

Ao lado da epidemia de mortes no trânsito avançam também discursos que vinculam o controle de velocidades e responsabilização por comportamentos de risco com a intenção de construir um vilão a ser combatido, que supostamente estaria tirando o “prazer de dirigir”. Seria a chamada “indústria da multa”. Kelly Fernandes

Esse “vilão” ganhou para os governantes a mesma importância que a pandemia que já tirou a vida de mais de 100 mil pessoas, visto o espaço que o Projeto de Lei 3.267/2019 ocupou na pauta da Câmara dos Deputados.

Em muitos países, sistemas de pontuação mais rígidos reduziram os números de mortes e lesões no trânsito. No entanto, como números e evidências científicas muitas vezes não conseguem sozinhos dar conta da dimensão da perda de uma vida, trago aqui trechos do relato de Sérgio Lima em uma aula ministrada na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Por fim, é importante perguntar a quem serve a narrativa que transforma fiscalização em “indústria da multa” e comportamento de risco no trânsito em “prazer de dirigir”? Talvez te ajude a construir essa resposta saber que dados do Painel Mobilidade Segura, da Prefeitura de São Paulo, mostram que mais de 74% dos veículos não têm multa.

– De que maneira o “agente fiscalizador” pode alterar o valor da velocidade que aparece digitalmente – após focalizar seu veículo -, no equipamento denominado “radar”? (também sabemos que eles devem ser constantemente aferidos)

– Que procedimento o “agente fiscalizador” usaria para trocar uma placa de sinalização na via, onde se identifica “permitido estacionar” para “proibido estacionar”, em instantes, enquanto você vai à farmácia, por exemplo?

Mas você utiliza aquelas desculpas do “tempo do ginásio”:

– A placa não estava aí!

– Não vi!

– Não sabia!

– Foi só por um tempinho!…e outras asneiras.

– E os equipamentos chamados de “pardais” – que fornecem a “foto” do seu carro?

…será que sempre indicarão valor de velocidade diferente da que o veículo realmente estava? (seria fácil demais para ser verdade)

– E ao receber “autuação” por não cumprir as normas de trânsito?

…são todas injustas? (se a resposta for afirmativa cabe “recurso”, pois é dever do cidadão denunciar a injustiça em toda parte. Você sabia?)

Nós humanos, não somos muito diferentes uns dos outros.

Somos no trânsito, o que somos no íntimo!

E aqui cabe o aspecto da índole, do sentimento, da maneira de pensar, e por fim…das atitudes.

Levamos para “rua” o que está dentro de nós, e não há como mascarar…

Consequentemente o objetivo de alguns “pousa” no campo de “levar vantagens”, e jamais o de “arcar com os seus delitos”.

A “imprudência”, seguramente reina como a principal causa dos denominados “acidentes” de trânsito, e o alerta mundial – que a tempos disparou –, é que ou abrimos os olhos ou acabaremos mortos…

O “imprudente” sempre é perigoso para uma sociedade mesmo que viva recluso em um lugarejo isolado.

Singularmente detenho oposição ao termo “acidente”, pois a palavra tende a “mascarar” os reais motivos envolvidos. (são como derrapagens inoportunas)

Considero “acidente” um acontecimento inesperado, sempre indesejável e que ocorre de modo não intencional…provocando danos pessoais, materiais e financeiros. (onde a NEGLIGÊNCIA jamais está presente)

No “acidente”, não há responsáveis porque o acontecimento foi imprevisível, ou até muito pouco provável.

Acidente é…o seu veículo ser atingido por um raio no meio da “via”, incendiar e você morrer tostado.

Acidente é…ocorre alguma falha mecânica involuntária e há colisão com outro veículo.

Acidente é…o motorista do coletivo – com “recomendada” saúde – conduzindo o veículo sofre um “infarto”, e assim desgovernado ocasiona atropelamentos…

NO “ACIDENTE” VOCÊ NÃO INTERFERE INTENCIONALMENTE NO EVENTO!

Estar com pressa, bebidas alcoólicas junto à condução de veículos, achar que a via pública é de sua exclusividade, o excesso de confiança do condutor em si mesma e na potência do motor do veículo, e as ações equivocadas dos condutores são as variáveis perfeitas para a composição da fórmula de colisões e mortes no trânsito.

É ingenuidade, e desconhecimento, acreditar que seja fácil a tarefa de combater as causas das imprudências.

Pois bem, se diz o mesmo das campanhas de conscientização para a mobilidade urbana.

Sozinhas elas não trazem resultados imediatos.

Estou falando das instalações de fiscalização eletrônicas, dos radares, das lombadas umas próximas a outras, das blitze, dos agentes de trânsito fiscalizando etc.

E qual o motivo desse batalhão de zeladores?

– Penso que é para ajudar aqueles que não sabem conviver em sociedade. (os denominados “eremitas urbanos”)

Agora pensem comigo…

Quando uma criança faz algo de errado, qual a obrigação dos responsáveis por ela?

– Sim, é corrigir; pois isto é parte importante na “Educação”.

De que maneira?

– Fornecendo alternativas para que “ela” compreenda o que é possível, e o que não é aconselhável.

Então, para um adulto que comete irregularidades, ao contrário de colocá-lo de castigo no quarto, (pois só isto não funcionaria)…em troca, você subtrai aquilo que “ele” aprecia.

Na criança sabemos que é a restrição no uso do “aparelho eletrônico”, e no adulto – sem muito tempo a perder – é…o citado “mexer no bolso”. (Particularmente acho esse termo “inexato” e “ignorante”)

Básico, simples e de eficácia enorme…só que tristonho.

Consequentemente, se o “imprudente” não deseja perder o que faz feliz, resta comportar-se bem.

Lembra o motivo pelo qual o professor na escola cuida a “avaliação” usando óculos escuros?

– Recordou?

Sim, é patético, mas necessário…ou você diria que igualmente existe a “Indústria do não deixar colar” nas Escolas, da qual a matéria prima todos sabemos é o aluno desonesto?

OBS: Cabe complementar que nenhuma indústria funciona sem “matéria prima”.

Nesse sentido, a melhor forma de combater a indústria da multa é utilizarmos as vias de acordo com as regras estabelecidas em nossa legislação de trânsito, tendo em vista a segurança coletiva, ainda que haja vários radares instalados na sua cidade.

Multeze-se: Multa Moral, Industria da multa???, No lugar da multa, um sorriso!, Multa não, ciclovia!, Franck Caprio, Momentos Satisfatórios Em Que O Karma Recompensou Pessoas Boas

Qual sua vestimenta?

*A ROUPA FAZ A DIFERENÇA?*

Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e de forma ríspida, pergunta:

– Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranqüilidade o médico respondeu:
– Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?
E ela, ríspida, retorquiu:

– Será que o senhor é surdo?
Não ouviu que estou procurando pelo médico?
Mantendo-se calmo, ele contestou:
– Boa tarde, senhora!

O médico sou eu, em que posso ajudá-la?!
– Como?! O senhor?! Com essa roupa?!…
– Ah, Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta…
– Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que…

Vestido assim, o senhor nem parece um médico…
– Veja bem as coisas como são… – disse o médico
– … as vestes parecem não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um simpaticíssimo “boa tarde!”; como se vê, as roupas nem sempre dizem muito…

Um dos mais belos trajes da alma é a educação;

Sabemos que a roupa faz a diferença, mas o que não podemos negar é que:
falta de educação, arrogância, falta de humildade, pessoas que se julgam donas do mundo e da verdade, grosseria derrubam qualquer vestimenta.

Basta às vezes, apenas 5 minutos de conversa para que o ouro da vestimenta se transforme em barro.
Educação é tudo!

A vida é feita de: agir, reagir, corrigir… mas o melhor mesmo é “sorrir”.

Sorria sempre!

A vida é bela!
“Desta vida nada se leva…

Só se deixa!!!

Então, te deixo o meu melhor:

Meu melhor sorriso,

Meu maior abraço,

Minha melhor intenção.

Editado via celular.

Táxi vs UBER

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A atividade de taxista é regulamentada pelas prefeituras, por serem os “avalistas” dos taxistas, pois um cidadão comum não tinha como saber se o camarada era ou não taxista, se o mesmo atendia as exigências mínimas que cada prefeitura regulamentava, com o advento da internet e do UBER, esta necessidade morreu de morte matada!

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Os sindicatos e alguns taxistas estão tremendo de medo, e eles tem seus motivos:

– Primeiro, os taxistas criaram um mercado negro de concessões, onde eles vendem (ilegalmente) as concessões públicas que deveriam ser devolvidas a prefeitura.

– Segundo, concorrência sempre traz medo de perder o monopólio. Bem vindo ao livre mercado!

– Terceiro, os sindicatos, os representantes da categoria cobram por isso.

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Entenda mais: A HORA DO SUFOCO, A GUERRA DO VINTÉM, CARTA À SRA. “PRESIDENTA” DA REPÚBLICA, EU VOU DE BIKE, E VOCÊ?, PANICAT, VINTE CENTAVOS, BRASILEIRO RECLAMA DE QUÊ?, A NECESSIDADE É A MÃE DA INVENÇÃO!, JOSÉ MUJICA MACONHEIRO?, VAMOS ACABAR COM O DOMÍNIO DA MONSANTO, LICITAÇÕES, GENTE RIDÍCULA

Não Foi Acidente

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“Todo mundo erra. Decidi perdoá-lo porque não adianta ter raiva da pessoa. Quanto mais raiva, mais mágoa eu vou ter dentro de mim e não vou ter chance de me recuperar. Eu perdoando vou ter a chance de ter o pensamento limpo e poder focar na minha recuperação. Isso [jogar o braço fora] é uma coisa que não se deve fazer com ninguém. É muito difícil saber que um pedaço do seu corpo não vale nada para outras pessoas”. David Souza dos Santos – Portal AZ

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INICIATIVA POPULAR SOBRE CRIMES DE TRÂNSITO QUE ENVOLVAM A EMBRIAGUEZ AO VOLANTE, ASSINE a Petição!

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