Roda Viva – Ailton Krenak – 19/04/2021

Roda Viva | Ailton Krenak | 19/04/2021

No Roda Viva, a jornalista Vera Magalhães recebe o ambientalista e escritor Ailton Krenak. Considerado uma das maiores lideranças indígenas do Brasil,

Ailton Krenak é filósofo, escritor, poeta e jornalista. Se dedica à defesa dos direitos indígenas desde a década de 80. Fundou a ONG Núcleo de Cultura Indígena, organizou a Aliança dos Povos da Floresta e é doutor honoris causa pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais.

Krenak nasceu na região do Vale do Rio Doce, uma área profundamente afetada pela atividade de mineração, uma das maiores ameaças aos povos indígenas, que também sofrem com as invasões das terras demarcadas e com a exploração da madeira. #RodaViva

Krenakze-se: Ailton Krenak: próxima missão do capitalismo é se livrar de metade da população do planeta, 20 ideias para girar o mundo – Ailton Krenak, Ailton Krenak, CONSTELAÇÕES INDÍGENAS, Society 5.0, Martírio

Carro elétrico e a drogar da bateria

Comprar uma bateria nova para um carro elétrico pode trazer uma desagradável surpresa, o melhor é prevenir, promovendo a longevidade do equipamento de origem, dizem os especialistas, que também sugerem a compra de elétricos com a opção do aluguel das baterias (quando possível) ou o recurso à aquisição de semi-novas. MAFALDA GANHÃO

O Automóvel Clube de Portugal (ACP) lembra que uma bateria dura, “em média”, 8 a 10 anos. Em média, neste caso, não é força de expressão, já que essa longevidade depende muito da forma como o carro for utilizado, isto é, do tipo de condução e do tipo de carregamentos a que se sujeitarem as baterias. Prevenir é verbo que os proprietários dos elétricos devem aprender a conjugar.

Privilegiar as cargas lentas é o primeiro conselho a dar a um condutor de um veículo elétrico, uma vez que os carregamentos menos potentes preservam mais a integridade das células das baterias. Mas, atenção: ao optar por carregamentos lentos, geralmente os domésticos, o automóvel nunca deve ficar ligado à tomada menos do que uma hora.

Não carregar ou descarregar as baterias totalmente é outro cuidado recomendado no artigo do ACP. Fixe o intervalo de 20% a 80% como referência: não deixar descer dos 20%, nem manter a bateria acima dos 80%. Reduz a autonomia, mas a opção prolonga a vida útil da bateria, garantem os especialistas.

Outros cuidados passam por evitar carregar o veículo de imediato se acabou de o conduzir sujeitando-o a temperaturas elevadas e estacionar sempre que possível num local fresco, mas de preferência numa garagem se por fresco estivermos a falar do típico frio do inverno. Expresso

Uma bateria pode custar o preço de um carro novo, Marco António, jornalista da revista “Turbo”, lembra que é um facto que o valor das baterias de lítio tem tendência a baixar. “Há menos de oito anos o valor era de 800 euros por quilowatt/hora, ao passo que agora ronda os 200 euros”, devendo continuar a descer, afirma.
A justificação apresentada, segundo o responsável da Nissan, foi a de que o preço das baterias depende de fatores internos e externos que a marca não pode controlar, e que afetam o preço a pagar pelos componentes.

A condução autônoma, o compartilhamento, emissão zero, motivos pelo qual sua ascensão meteórica após mais de um século de esquecimento desse tipo de automóvel, podem provocar um novo problema ambiental. Ricardo de Oliveira

O que pode fazer a diferença para mais ou para menos em termos de performance e também de alcance é a densidade em kWh e isso não está relacionado com o motor elétrico a bordo, mas com o pacote de baterias que o carro transporta, o maior custo de um carro elétrico e assim continuará por muito tempo.

Cheia de tecnologia e química, o dispositivo que armazena energia nesse tipo de automóvel já está preocupando o setor antes mesmo da prometida invasão dos veículos plugados. E aí podemos incluir também os plug-in hybrid. A pergunta agora é: o que fazer com a bateria de um carro elétrico?

Conforme os fabricantes de veículos vão elevando os investimentos na produção de baterias, um futuro mercado de reciclagem lentamente começa a ganhar forma.

A busca implacável por lítio já promete elevar em quatro vezes o consumo da principal matéria-prima das baterias e em 2025, os carros serão responsável por 90% da produção mundial. Lembre, todos os dispositivos eletrônicos modernos possuem baterias de lítio, desde os bilhões de smartphones até as calculadoras de mão. Todo esse universo de aparelhos que usam pequenas baterias desse elemento químico ficarão só com 10% de um todo.

Além disso, os preços do cobalto já subiram 80%, pois também é matéria-prima essencial na produção de baterias. A Volkswagen, por exemplo, já se adiantou em reservar um lote enorme dele para sustentar sua mega produção de baterias para a próxima década. Ainda não se fala em fim das reservas de lítio e a mais recentemente descoberta fica em Minas Gerais. A Bolívia, no entanto, tem as maiores reservas do planeta e pode enriquecer com essa com commodity no cenário internacional, sendo agora chamado de “petróleo branco”.

O banco Goldman Sachs o chamado de “nova gasolina”. Argentina e Chile, com seus desertos de sal, também possuem reservas enormes do metal e o trio de nações representam 60% das reservas mundiais conhecidas. No caso do cobalto, entre 50% e 60% das reservas mundiais estão no Congo. Ou seja, todo o mundo está de olho nesses quatro países. Em 2015, de acordo com a consultoria Roskill, US$ 2 bilhões foram consumidos nestes minerais.

O que fazer com baterias dos carros elétricos é desafio no setor

Mas, se as reservas ainda parecem longe do fim, já que nem se sabe se existem mais de lítio, por exemplo, o descarte das baterias é um motivo secundário nessas corrida do ouro elétrico. Empresas como a OnTo Technology dos EUA, começam a se preparar para um mercado de reciclagem. A companhia prevê um setor robusto em 2025. Sua aposta é produzir materiais para produção de eletrodos para novas baterias a partir de unidades expiradas ao invés de decompor cada elemento individualmente.

A Tesla, por exemplo, diz que usará baterias para abastecer de energia sua Gigafactory e pretende reciclar as células exauridas. A BYD, por sua vez, utiliza baterias em fim de vida útil para veículos em grandes acumuladores de energia estacionários, que terão funcionamento por muito mais tempo que os automóveis. Hoje, o tempo de vida das células atuais varia de 8 a 10 anos. Então, podemos esperar pelo aumento na reciclagem para além de 2025. notícias automotivas

Fonte: Folha/BBC/Galileu

Adriana Plens e o Tanque Grande

https://m.youtube.com/channel/UCMpZentw-Q8GgvycrFTozww
Entre os séculos XVI e XVII, antes que se iniciasse o Ciclo do Ouro em Minas Gerais, o território atualmente ocupado pelo município de Guarulhos, na Grande São Paulo, foi o principal polo de produção aurífera do País. O levantamento desse patrimônio – que inclui longos túneis escavados na rocha para o fornecimento de água destinada à lavagem do cascalho na lavra do ouro – foi realizado pelo Projeto de Inventário e Pesquisa Arqueológica de Guarulhos (Pipag), coordenado pela arqueóloga Cláudia Regina Plens e apoiado pela Fapesp por meio de um acordo de cooperação com o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat).


A imagem do município de Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo, ficou fortemente associada à urbanização descontrolada que se seguiu à construção, em meados da década de 1980, do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos Governador André Franco Montoro. A cidade, que é a segunda mais populosa e tem o segundo maior Produto Interno Bruto (PIB) no Estado de São Paulo, possui um patrimônio arqueológico-histórico que remonta ao primeiro século da colonização portuguesa.
Há construções belíssimas escondidas no meio da mata, a força de trabalho empregada na mineração e nas obras de infraestrutura era constituída por índios escravizados, a pesquisadora estima que os habitantes originais da área faziam parte do tronco Jê.
Um importante patrimônio remanescente dessa época é o Tanque Grande, um complexo de estruturas voltadas para a mineração, construído por mão de obra indígena escravizada por volta de 1600.
Situado no ponto de confluência de dois rios do Sistema Cantareira, o Tanque Grande represava grande volume de água, que era conduzida por gravidade ao local da lavra através de canais a céu aberto e túneis escavados na rocha que somavam cerca de nove quilômetros de extensão. Jornal da USP

Uma reportagem, com a participação de Plens, foi produzida no local pela TV Cultura e pode ser vista em:

www.youtube.com/watch?v=96ER7jF1rNI.

Fiat 147 a álcool, 40 anos.

O primeiro carro movido 100% a álcool no Brasil completa 40 anos em 5 de julho. O Fiat 147 marcou a indústria brasileira por ser o primeiro a vir com motor dianteiro transversal. Em 1979, o pequeno hatch equipado com motor 1.3 estreava o consumo exclusivo de álcool hidratado — empreitada que só saiu do papel graças à crise do petróleo que havia ocorrido seis anos antes. VINICIUS MONTOIA – Autoesporte
O compacto ficou em produção por onze anos e saiu de linha quando foi substituído pelo Uno. Ele passou por duas reestilizações, em 1980 e 1983. Sempre pensando de forma vanguardista e no desenvolvimento de ótimos projetos, em 1978 a Autoesporte elegeu o 147 como o Carro do Ano.

Comparado aos epítetos usados para se referir à Fiat após sua estreia no Brasil, em 1976, o apelido “Cachacinha” dado ao 147 a álcool era o mais simpático – e real, pois o cheiro dos gases de escape realmente lembram a bebida.

Seu lançamento completa 40 anos nesta quinta-feira (5). Mais do que o primeiro carro a álcool brasileiro, o Fiat 147 foi o primeiro de produção em série no mundo. Henrique Rodriguez – QuatrosRodas


Enquanto o primeiro Fiat 147 foi parar em uma concessionária do Rio de Janeiro – que o preserva até hoje –, o primeiro 147 a álcool pertence ao Ministério da Fazenda, onde foi usado por mais de 30 anos.

O Fiat 147 foi um grande divisor de águas, não só por ser o primeiro modelo da Fiat no Brasil, mas por levar inovações para as massas. Foi o primeiro veículo nacional a usar motores transversais e utilizar o álcool como combustível, o primeiro a ter uma picape derivado de um carro de passeio e criar uma nova categoria, que se estende até os dias de hoje.

O primeiro a ter um furgão que também deriva de carro de passeio, e que hoje tem o Fiorino, derivado do Uno, deixou várias heranças técnicas para seus sucessores como o Uno e o Palio em questão de motores e soluções inteligentes.

Ele saiu de linha em 1986, após 10 anos de produção e mais de 1 milhão de veículos produzidos, levando em conta suas derivações, e deixando um legado importante para seu sucessor, o Fiat Uno. noticiasautomotivas


Com lançamento previsto dentro de quatro anos, os engenheiros da Fiat desenvolvem um novíssimo motor para queimar apenas o etanol, chamado pela fábrica de E4.
Seria o primeiro projeto específico para este combustível, pois, até hoje, tanto os carros da época do Pró-alcool (década de 80) como os flex atuais possuem motores projetados para gasolina e adaptados para o álcool puro ou para queimar os dois combustíveis. BORIS FELDMAN – Autopapo
A Fiat Chrysler Automóveis (FCA) resolveu ir na contramão do movimento automotivo no Brasil e apostar no etanol como alternativa ecologicamente correta, em vez de motores híbridos ou elétricos.


A empresa anunciou que desenvolve um propulsor turbo movido somente com o derivado da cana de açúcar. Ele usará como base o 1.3 GSE turboflex (T4), da família FireFly, que a Fiat produzirá na fábrica de Betim (MG) a partir de 2020, juntamente com 1.0 GSE turboflex (T3) – equiparão modelos da Fiat e da Jeep. Gazeta do Povo

Observe mais: Hemp Car, Extintion by Japan, A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS, LUMINESCE™ (10% free), Só óleo!!!, SAUDAÇÃO AO SOL, RESERVE™ (10% free), FUSCA ELÉTRICO – RESGATE DE CARROS CLÁSSICOS, VANUSA SABBATH, NAARA !!! (10% free), EM BUSCA DA VERDADE, Lamborghini faz parceria com MIT para supercarro elétrico, INSTANTLY AGELESS ™ (10% free), 11 INGREDIENTES QUE AJUDAM PERDER PESO, ATARI 2600, VIDACELL®(10% free), NAVE TIERRA, HO’OPONOPONO, Blue Bug, LUIZ GONZAGA LEITE, O GUARDA LUIZINHO!

Na Medida do Impossível ao Vivo no Inhotim

Gravado no Inhotim, Brumadinho (MG) em 3 de setembro de 2016
Na Medida do Impossível é o quarto álbum de estúdio da carreira solo da cantora, compositora e escritora amapaense Fernanda Takai. O álbum foi lançado no dia 18 de março de 2014 no iTunes e em todas as outras plataformas de streaming digital, e em CD pela Deckdisc. Wikipédia

Editado via celular.

Emboabas

A Guerra dos Emboabas foi um confronto travado entre 1708 e 1709 pelo direito de exploração das recém-descobertas jazidas de ouro no sertão das Minas Gerais. Responsáveis pelos achados, os paulistas se instalaram na incipiente estrutura administrativa ali montada e reivindicaram o direito exclusivo de exploração. No entanto, logo que a notícia da descoberta se espalhou, milhares de pessoas migraram para a região, ficando pejorativamente conhecidas como emboabas, em referência às aves de mesmo nome. O aumento considerável do contingente de forasteiros desequilibrou a frágil balança dos poderes locais, ameaçando o domínio dos paulistas. O conflito armado constitui o ápice de uma longa série de pequenos incidentes. Em outubro de 1708, os emboabas iniciam o levante com um ataque de surpresa ao arraial do Sabará sob o comando de Manuel Nunes Viana. Português de origem humilde, Nunes Viana seria logo aclamado governador. Uma afronta direta à Coroa, já que a região estava sob a jurisdição do governador do Rio de Janeiro, D. Fernando Martins Mascarenhas de Lencastre. Ademais, a escolha dos governantes era prerrogativa do rei. Em agosto de 1709, menos de um ano depois do início do conflito, D. Antônio de Albuquerque, recém-nomeado governador do Rio de Janeiro, pisa em solo mineiro determinado a pôr fim à guerra. Ao contrário do seu antecessor, que havia tentado apaziguar os ânimos mas acabou sendo expulso e ameaçado de morte, Albuquerque alcança um êxito surpreendente. Ele destitui Nunes Viana, mas conserva a composição da estrutura administrativa emboaba. No fim, a guerra se encarregou de afastar os paulistas da região, abrindo caminho para a adoção de um novo projeto político.

FONTE: REVISTA DE HISTÓRIA DA BIBLIOTECA NACIONAL. Mania de Historia

Clara Rosa

A  partir deste sábado dia 27 de agosto, a 11º edição do  Festival Clara Nunes vai movimentar Caetanópolis, na Região Central de Minas Gerais. Shows, teatro, cinema, oficinas de arte e exposições estão programados no evento, que celebra a arte da “Guerreira” e a cultura brasileira. CLARA NUNES

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Em 12 de agosto de 1942, nasceu Clara Francisca, uma mineira que depois se firmou como a grande sambista do Brasil. Foi a primeira cantora brasileira a vender mais de 100 mil discos e tornou popular vários  sambas da escola Portela. Clara morreu em 2 abril de 1983, após complicação em uma cirurgia de varizes.  – CLARA NUNES

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Enxergue mais: INSTANTLY AGELESS ™NAARA BEAUTY DRINK!!!CLARICE LISPECTOR DO SAMBA, CLARA NUNES.LUMINESCE™ CELLULAR REJUVENATION SERUMINEZITA BARROSOSAUDOSA MALOCAPERTO DO FOGODE TODOS OS LOUCOS DO MUNDOFALANDO SOBRE PATO FUCAMARÃO QUE DORME A ONDA LEVA

O que a história de dois superdotados revela sobre o Brasil

A experiência escolar de Dirceu era parecida com a de Giovanni: bagunça e dúvidas despropositadas o levaram a ser classificado como aluno-problema.

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Giovanni Ferreira Pinto e Dirceu Manuel de Andrade, aos 11 anos (Foto: Rogério Casimiro. ÉPOCA)

Eles foram colegas de classe. Um é pesquisador da USP, o outro está na cadeia. Suas vidas difíceis mostram como o país desperdiça seus talentos. FLÁVIA YURI OSHIMA

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Giovanni e Dirceu enfrentaram o escárnio da sociedade pedagoguística, que não suporta criança inteligente. Eles preferem as burrinhas (sim, existe criança burra, existe adolescente burro e acaba sendo adulto burro). Não sabiam trabalhar com aqueles dois. Indisciplinados? Ceticismo.net

A Associação Paulista para Altas Habilidades/Superdotação – APAHSD, é uma organização com a missão de promover políticas de atendimento, orientação, formação e sensibilização da sociedade sobre os direitos e necessidades de alto habilidosos ou superdotados.

 

Centro Municipal de adoção de cães e gatos

Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ)

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Não basta adotar, a população deve-se conscientizar sobre a guarda responsável de animais de estimação.

Veja alguns itens importantes:

– Registro Geral do Animal (RGA);

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– Usar coleira e guia;

– Recolhimento de fezes;

– Abrigo;

– Vacinação e vermifugação;

– Alimentação;

– Esterilização.

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CCZ – CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES

Central de atendimento: (11) 3397-8900 e 3397-8901
Plantão 24 horas (todos os dias da semana): 3397-8955 e 3397-8956
Central 156 da Prefeitura

Entenda mais: CÃO NOSSOCAPA DE DISCO COM GATOS.SE SENTINDO SÓ? ANÚNCIOS DE SOLTEIROS.CÃO CORAGEMMEU AMIGO!POLICIAL DA FLÓRIDA MOSTRA COMO SE TRATA GAROTOSNATAL COM A CONSCIÊNCIA TRANQUILA!CARTA DA TERRAENCONTRO VEGANO JMADIA DO FUSCA.ILHA DAS FLORESIDADE DO CÃO

Tráfico de águas

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De acordo com o artigo 20, inciso III, da Constituição Federal, os rios, os lagos e quaisquer correntes de água em território nacional são bens da União e por esta devem ser protegidos.

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A água – principalmente da Amazônia – é roubada por navios petroleiros da Europa e Oriente Médio, que chegam a transportar 250 milhões de litros por embarcação. Portos e Navios

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“Não basta ensinar ao homem uma especialidade. É necessário adquirir sentimentos, compreender as motivações para determinar com exatidão o seu lugar”.

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A Lei nº 9.984, de 17 de julho de 2000, atribui à Agência Nacional de Águas (ANA), entre outros órgãos federais, a fiscalização dos recursos hídricos de domínio da União. produto da mente

agua.esq.

Veja também: Inicie um abaixo-assinado, Empoderamento dos recursos, Mídia Ninja, Processo licitatório?, Symphony Of Destruction, O que, de quem?, OPERAÇÃO POLÍTICA SUPERVISIONADA, E você?, Ho’oponopono, Que tal um abajur?,

Idoneidade Moral e Social

O conceito de IDONEIDADE MORAL encontrado na Enciclopédia Saraiva de Direito: “É o conjunto de virtudes ou qualidades morais da pessoa que faz com que esta seja bem conceituada na comunidade em que vive, em virtude do reto cumprimento dos deveres e dos bons costumes.” Raul Haidar

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A Lei 8906/94 – Estatuto da Advocacia – estabelece, em seu artigo 8º, uma série de requisitos para a inscrição nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil, tanto para aqueles que buscam o ingresso como advogados, como para os estagiários.

A Lei 8906/94 traz uma presunção legal relativa à inidoneidade, no que diz respeito à prática de crime, no § 4º do artigo 8º: não é considerado idôneo aquele que tiver sido condenado por “crime infamante”, salvo reabilitação judicial, ou seja, todo crime que provoque para seu autor desonra, má fama. Como exemplos de crimes desta natureza estão o estelionato (art.171), a falsificação de documentos (art. 297) e a falsidade ideológica (art.299). LAURADY FIGUEIREDO

Modelos de declaração de idoneidade. Modelos fáceis

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Veja também: Reputação ilibada e notável saber jurídico., Vergonha na lama, Ele é Corno, Mas é Meu Amigo, Dia Internacional do Direito a Saber, Bode expiatório, Portal da Transparência, Advogados, 10 razões para legalizar as drogas, Cliente preferido do Brazil, Perfeição, Mapa da indecência, O mundo dos espertos, Justiça de mierda

Fumaça Louca

Fumaça Louca – Ventania

oh oh oh oh oh oh oh oh oh… oh oh oh oh oh oh oh oh ohhhh

Quantas noites sem durmir olhando da minha janela
Luzes da cidade viajo o pensamento
Madrugada adentro enquanto muitos dormem
Quando os loucos atearam fogo aceleraram a mente
Viajaram na fumaça louca
Que passando a todos foi de boca em boca
No silêncio sinto esta fumaça me lavar o rosto
Maquinar meu cérebro fazendo louco
Me indagando a noite pela lucidez
Como posso eu parar na noite pra dar mais um trago
Se eu vivo esta lucidez tão louco
Só por mais um pouco eu vou pirar de vez
São os olhos de um poeta louco que contempla a noite
Na palavra certa de um pensamento
Só por um momento de inspiraçao
Quantas noites sem durmir olhando da minha janela
Luzes da cidade viajo o pensamento
Madrugada a dentro enquanto muitos dormem

oh oh oh oh oh oh oh oh oh… oh oh oh oh oh oh oh oh ohhhh

Quantas noites sem durmir olhando da minha janela
Luzes da cidade viajo o pensamento
Madrugada adentro enquanto muitos dormem
Quando os loucos atearam fogo aceleraram a mente
Viajaram na fumaça louca
Que passando a todos foi de boca em boca
No silêncio sinto esta fumaça me lavar o rosto
Maquinar meu cerebro fazendo louco
Me indagando a noite pela lucidez
Como posso eu parar na noite pra dar mais um trago
Se eu vivo esta lucidez tão louco
Só por mais um pouco eu vou pirar de vez
São os olhos de um poeta louco que contempla a noite
Na palavra certa de um pensamaneto
Só por um momento de inspiraçao
Quantas noites sem durmir olhando da minha janela
Luzes da cidade viajo o pensamento
Madrugada adentro enquanto muitos dormem….

oh oh oh oh oh oh oh oh oh… oh oh oh oh oh oh oh oh ohhhh
ventania

Veja também: FHC = THC, Só Pra Variar, Doenças degenerativas, Banana, A importância do Doutorado, Repo man, O Livro de Eli, A indústria farmacêutica está fora de controle?, DIA DA ÁRVORE, Ruas de Belém, Eu sou o meu Deus., Me lave por favor!, O dízimo da educação!

Parabéns Nestlé

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Peter Brabeck-Letmathe, presidente mundial da Nestlé, uma das maiores empresas de gêneros alimentícios mundiais, afirma que a água é como qualquer outra commoditie agrícola, e deveria ser privatizada, explorada comercialmente e precificada, e acredita que “o acesso à água não é um direito público nem um direito humano.”.
Grandes empresas multinacionais de bebidas, como a Coca-Cola e Nestlé sugam milhões de litros de água de poços subterrâneos, deixando o público sofrer com tais faltas e geralmente recebem privilégios sobre a água (e até isenções fiscais) e sobre a sociedade porque criam postos de trabalho.
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“Obrigado por compartilhar a felicidade”.

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Veja também: Sucos caseiros cheios de saúde., Planeta dos Macacos, Individualidade fugaz, Piada sem sabor!, Juan dos Mortos, Como a indústria do fumo enganou as pessoas?, O Amaranto Inca Kiwicha invade plantações de soja transgênica da Monsanto nos Estados Unidos, Sugestão de desintoxicação ayurvédica após os excessos., Um Monte de mentiras, O mar de Aral virou areia., Baleia ou sereia., Carta da Terra, Reciclável e/ou não!, Peixinho!!!, O de Otário

No Capão Redondo, ninguém sonha em ser médico

Cintia Santos Cunha é estudante da Universidad de Ciencias Médicas de la Habana (Cuba), conseguiu uma vaga por meio da UneAfro Brasil (União de Núcleos de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora) e afirma ,“Medicina é um curso impensável para as pessoas de onde eu venho e como eu sou, negra, mulher e pobre”. Geledes
https://www.youtube.com/watch?v=HjjmphNNhMk
Marina Corradi, médica, formada pela Universidade Latino Americana que prepara, em Cuba, profissionais de saúde de vários países, e faz mestrado na Unicamp em saúde coletiva.
Médica de família no posto de saúde da cidade de Juatuba, em Minas Gerais, um município que tem 30 mil habitantes onde ela atende a população rural, passou quatro anos trabalhando na área administrativa da Secretaria de Saúde porque o diploma de Cuba não tem revalidação imediata no Brasil, como tem na Espanha, deu entrada na papelada junto à Universidade do Ceará e esperou a revalidação, que veio quatro anos depois.marina_corradi
A maneira de criar infraestrutura é com o médico, não dá pra esperar a situação ideal para o profissional vir. A população continua sem atendimento, não dá para esperar um médico decidir ir para a cidade que não tem shopping e onde celular não funciona. (Marina Corradi)
A situação traz uma necessidade para os médicos repensarem seus posicionamentos, as condutas, porque não quer tem quem queira, não somos exclusivos e nem os únicos. Existem médicos que topam ir prá onde a gente não quer ir.
A população, as autoridades e a cultura são, para ela, medicalocênticas. Marina acha que a profissão é sobrevalorizada. O médico é apenas mais um integrante da equipe e não figuras diferenciadas. Geledes

Veja também: Verbo morrer, Remédio caseiro para controle de pulgas, Vergonha de ser brasileiro, Saúde nossa de cada dia!, Empoderamento dos recursos, O Coxinha – uma análise sociológica, Universidades do mundo, Índice de Desenvolvimento Humano, Paulo Freire, Cadê os Amarildos?

Que País É Esse?

Que País É Esse? – Legião Urbana

Nas favelas, no Senado
Sujeira pra todo lado
Ninguém respeita a Constituição
Mas todos acreditam no futuro da nação
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?

No Amazonas, no Araguaia iá, iá,
Na baixada fluminense
Mato grosso, Minas Gerais e no
Nordeste tudo em paz
Na morte o meu descanso, mas o
Sangue anda solto
Manchando os papeis e documentos fieis
Ao descanso do patrão
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?

Terceiro mundo, se foi
Piada no exterior
Mas o Brasil vai fica rico
Vamos faturar um milhão
Quando vendermos todas as almas
Dos nossos indios num leilão
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
lulafernandes

Veja também: Carnaval é Perfeição!, A culpa é de quem!, 35 verdades ditas sobre o Brasil, pelos olhos de um Turista, Bandeirantes Modernos, Justiça em trânsito, O Combate a Corrupção nas Prefeituras do Brasil, Ouro de tolo, A Privataria Tucana, Incêndio, apenas 4° andar é salvo.

UM “DEVOGADO” E… DUS BÃO!‏

Dizem que o “causo” aconteceu em Minas Gerais, em Ubá, cidade onde nasceu o genial compositor Ary Barroso…

Na cidade havia um senhor, cujo apelido era Cabeçudo. Nascera com uma cabeça grande, dessas cuja boina dá pra botar dentro, fácil, fácil, uma dúzia de laranjas…

Mas fora isso, era um cara pacato, bonachão e paciente.

Não gostava, é claro, de ser chamado de Cabeçudo, mas desde os tempos do grupo escolar, tinha um chato que não perdoava. Onde quer que o encontrasse, lhe dava um tapa na cabeça e perguntava:

– Tudo bão, Cabeçudo?

O Cabeçudo, já com seus quarenta e poucos anos, e o cara sempre zombando dele…

Um dia, depois do milésimo tapão na sua cabeça, o Cabeçudo meteu a faca no zombeteiro e matou-o na hora.

A família da vítima era rica; a do Cabeçudo, pobre. Não houve jeito de encontrar um advogado pra defendê-lo, pois o crime tinha, sim, muitas testemunhas e desdobramentos…

Depois de apelarem para advogados de Minas e do Rio de Janeiro, sem sucesso algum, resolveram procurar um tal de “Zé Caneado”, advogado que há muito tempo deixara a profissão, pois, como o próprio apelido indicava, vivia de porres…

Pois não é que o Dr. “Zé Caneado” aceitou realmente o caso? Passou a semana anterior ao julgamento sem botar uma gota de cachaça na boca…

Na hora de defender o Cabeçudo, ele começou a sua defesa assim:

– Meritíssimo Juiz, honrado Promotor, dignos Membros do júri…

Quando todo mundo pensou que ele ia continuar a defesa, ele repetiu:

– Meritíssimo Juiz, honrado Promotor, dignos Membros do júri…

Repetiu a frase mais uma vez e foi advertido pelo Doutor Juiz:

– Peço ao advogado que, por favor, inicie a defesa.

Porém, o Dr. “Zé Caneado” fingiu que não ouviu e repetiu:

– Meritíssimo Juiz, honrado Promotor, dignos Membros do júri…

Aí o Doutor Promotor interveio:

– A defesa está tentando ridicularizar esta Corte!

E o Doutor Juiz:

– Advirto ao advogado de defesa que, se não apresentar imediatamente os seus argumentos…

Foi cortado por “Zé Caneado” que repetiu em alta voz:

– Meritíssimo Juiz, honrado Promotor, dignos Membros do júri…

O Juiz não aguentou e desabafou:

– Seu moleque safado, seu bêbado irresponsável, está pensando que a Justiça é motivo de zombaria, é?
Ponha-se daqui para fora, antes que eu mande prendê-lo!!!

Foi então que o Dr. “Zé Caneado”, agora calmo e firmemente disse:

– Senhoras e Senhores jurados, esta Corte chegou até rápida demais ao ponto em que eu queria chegar…
Vejam que, de apenas repetir por algumas vezes que o Juiz é meritíssimo, que o Promotor é honrado e que os Membros do júri são dignos, todos aqui perderam a paciência, consideram-se ofendidos e me ameaçam de prisão… Então pensem – mas pensem mesmo – na situação terrível deste pobre homem que durante os seus QUARENTA ANOS – todos os dias da sua vida pacata, decente, honesta e fraterna – foi chamado de “Cabeçudo”, levando pancadas e mais pancadas na sua cabeça, ridicularizado sem piedade!!!

Cabeçudo foi absolvido e o Doutor Zé Caneado voltou a tomar as suas boas cachaça em paz…

”No Mundo sempre existirão pessoas que vão amá-lo pelo que você é; e outras pessoas que vão odiá-lo pelo mesmo motivo. Assim sendo…

ACOSTUME-SE!!!

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Clarice Lispector do Samba, Clara Nunes.

Morena de Angola, Clara Francisca Nunes Gonçalves Pinheiro, nasceu em Cedro Cachoeira, berço têxtil de Minas Gerais, então distrito de Paraopeba, com a emancipação política, em 1954, o distrito virou Caetanópolis, em 12 de agosto de 1943, e morreu no Rio de Janeiro, em 2 de abril de 1983, vítima de um choque anafilático durante uma cirurgia corriqueira de varizes. Adelzon Alves, produtor dos primeiros discos: “Clara tornou-se um mito nacional e referência para a cultura afro-brasileira. Ao morrer foi levada pela Portela que a retirou da clínica São Vicente para ser velada na quadra da escola. Daí prá frente ela não pertencia mais a família, e sim ao povo que a consagrou”.

No ano de 1960, foi a vencedora do concurso “A voz de ouro ABC” na fase mineira, com a música de Vinicius de Moraes “Serenata do adeus”. Obteve o 3º lugar na final realizada em São Paulo, com a música “Só adeus”, de Jair Amorim e Evaldo Gouveia, sendo contratada pela Rádio Inconfidência de Belo Horizonte. A primeira cantora brasileira a vender mais de 100 mil cópias de discos, entre fins dos anos 1970 e começo da década de 1980, vendia mais de 1 milhão de cópias de cada novo disco.
“Não sou uma cantora de sambas. Sou uma cantora de música popular brasileira”.

Sílvia Brügger vê na obra da cantora a união de uma proposta política de valorização do canto genuíno do povo brasileiro com uma espécie de missão religiosa que se dá em um momento de afirmação das religiões afro-brasileiras. “Clara Nunes se transformou na voz de um grupo de sambistas dos morros do Rio de Janeiro que não tinha representação nas rádios. Durante a ditadura militar, os setores da esquerda buscaram a música popular como forma de contestação ao regime, e a Clara se encaixava nesse contexto, por se posicionar sempre em defesa da música de raízes brasileiras, propondo inclusive um antagonismo com a música estrangeira, em especial o rock”.

“Quando ela chegava com aquela força que ela possuía, era uma luz tão forte, que alegrava todo o ambiente. Não dá prá lembrar dela com tristeza. Saúde sim, tristeza não”. (Monarco-Portela)

O compositor Paulo César Pinheiro, viúvo da cantora estuda uma proposta da cineasta Cristiana Grumbach, diretora do longa metragem que focará a trajetória e a vida artística da artista, para 2011.

Fonte e Agradecimentos: Blog Oficial Clara Nunes

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Falando sobre Pato Fu

O Pato Fu é formado por Fernanda Takai, John Ulhoa, Ricardo Koctus, Xande Tamietti e Lulu Camargo. Em outubro de 1992, gravaram sua primeira fita demo.

Visitem o website da banda, é possível ouvir as musicas da banda.
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