Brasil produz painel solar orgânico

O Instituto CSEM Brasil está desenvolvendo um painel solar orgânico, que é mais leve e transparente que os modelos tradicionais. Olhar Digital in: Engenharia Hoje

Sabemos que os painéis solares são constituídos de células sensíveis à luz e assim como resultado de uma reação química, os aparelhos do conjunto transformam em energia elétrica utilizável pelos seres humanos. ITSolar

Porém em contrapartida a fabricação dos painéis solares propriamente ditos não são nada amigáveis com o meio ambiente, pois envolve muita queima em sua construção tornando assim nada sustentável. O processo de construção de um painel solar, necessita, geralmente, de muita energia, queima do carvão, liberando VOCs na atmosfera, gerando como subproduto o mercúrio.

Outro fato importante que deve ser considerado é o descarte destes painéis solares, assim como ocorre com os produtos eletrônicos e a falta de planejamento pode trazer consequências indesejadas.

Um dos grandes pontos fortes está justamente por ele ser produzido com materiais orgânicos, sendo uma opção mais sustentável, em comparação aos painéis tradicionais de silício.

A tecnologia está sendo criada há mais de dez anos, no centro de pesquisa aplicada do Instituto, localizado em Belo Horizonte, Minas Gerais.

O principal objetivo da empresa é ter energia verde em todo lugar, e por isso a tecnologia, quando produzida em maior escala, deverá ser até 30 vezes mais barata que os painéis tradicionais de silício.

As células orgânicas são constituídas por eletrodos impressos em polímeros. O que realmente acontece para que estas pequenas células impressas consigam energia é o seguinte: polímeros orgânicos condutores ou pequenas moléculas orgânicas absorvem a luz solar e transportam a carga energética para o conversor, que transforma a energia térmica em elétrica.

Duas camadas intermediárias são responsáveis pela criação de elétrons, a camada em cima tem como função conduzir cargas positivas enquanto a camada inferior transporta as cargas negativas.

Por fim, a última camada impressa no filme de plástico é a do terminal metálico, responsável por fechar o circuito.

Atualmente, o Painel Fotovoltaico Orgânico está em fase de testes, mas já foram construídas e adaptadas certas máquinas para o processo de impressão.

O painel é constituído de um filme plástico, onde as tintas que são a base de carbono são impressas e podem transformar a luz do Sol em energia elétrica.

Apesar dos 10 anos de desenvolvimento, a produção é “simples”, visto que as prensas similares à de jornais imprimem as cinco camadas de tintas no filme de plástico.

O Painel Fotovoltaico Orgânico é leve, flexível, relativamente transparente e também fácil de ser aplicado, mesmo nas mais diversas superfícies.

Desta maneira, as células fotovoltaicas orgânicas são maleáveis, transparentes, tem baixo custo e possibilidade de reciclarem após o uso, as expectativas de uso já são muitas sobre as células solares, principalmente se forem utilizadas em residências e pequenas indústrias, pois já possuem proveito estético pela fácil adaptação e aplicação em diversos designs, podendo ser instaladas em janelas e paredes.

CSEM Brasil apresenta a SUNEW (energia solar orgânica) from CSEM Brasil on Vimeo.

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Bienal de São Paulo

A 34ª edição convocou para a megaexibição cinco artistas indígenas brasileiros: Daiara Tukano, Sueli Maxakali, Jaider Esbell, Uýra e Gustavo Caboco. Acima, obra de Esbell no lago do Ibirapuera. Jotabê MedeirosAmazônia Real

Bienal de São Paulo é histórica com arte indígena
(Foto: Cícero Pedrosa Neto/Amazônia Real)

A Bienal de São Paulo, ao completar 70 anos, convocou para sua megaexibição (que se abre neste sábado, 4, às 10 horas, no Parque do Ibirapuera) a maior quantidade de artistas indígenas de sua história. São cinco brasileiros – Daiara Tukano, Sueli Maxakali, Jaider Esbell, Uýra e Gustavo Caboco – e quatro estrangeiros.

A 34ª Bienal de São Paulo estava prevista para 2020, mas teve de ser adiada por conta da pandemia. O tema desta edição é a frase “Faz escuro mas eu canto”, verso do poeta amazonense Thiago de Mello, do poema “Madrugada Camponesa”, publicado em livro em 1965. No total, a mostra reúne mais de 1.100 trabalhos de 91 artistas de todos os continentes.

Além das obras dos cinco artistas indígenas, a Bienal de São Paulo faz uso de alguns cantos rituais tikmũ’ũn em suas instalações. A reprodução dos cantos é uma continuidade da exposição “Vento”, que ocupou o Pavilhão Ciccillo Matarazzo em novembro de 2020. Os Tikmũ’ũn, também conhecidos como Maxakali, são um povo originário que habitou uma vasta região entre os atuais estados de Minas Gerais, Bahia e Espírito Santo. Chegou à beira da extinção nos anos 1940, por investidas violentas dos brancos, e foi forçado a abandonar suas terras. Seus cantos têm a função de organizar a vida nas aldeias, tratando de coisas do cotidiano – plantas, animais, lugares, objetos, saberes, cosmologia.

Há uma diferença fundamental no grupo de artistas dessa bienal para os de seleções passadas: a organização não trata a delegação dos indígenas na 34ª Bienal como um tipo de concessão. “São artistas que estão representando a si mesmos, que atuam em seu próprio nome”, afirmou o curador-adjunto da mostra, Paulo Miyada. “E não se trata mais de uma inserção passageira”, vaticinou, acrescentando que a ocupação dos ambientes expositivos é agora um lugar permanente para a criação dos povos originais, conquistada progressivamente ao longo dos últimos anos.

Esquecimento

Esquecimento – Skank

Enquanto você para e espera
Eu ando, invado
Eu abro a porta e entro

Enquanto você cala quieta
Eu brigo, eu falo
Eu berro, eu enfrento

No canto dessa sala emperra
Eu ligo, acerto
Eu erro e eu tento

Enquanto você fala: “Espera”
Aflito eu fico
E digo: “Eu não entendo.”

Não sei porque você
Insiste em demorar
Eu quero que você
Diga já

Que seja no Japão
Jamaica ou Jalapão
No Jaraguá ou na Guiné
De charrete ou caminhão
De carro ou caminhando a pé
Eu vou

No banco sem guitarra elétrica
Com violão
Escrevo esse lamento

Pois como molha a água a pedra
Meu canto encerra
O seu esquecimento

Não sei porque você
Insiste em demorar
Eu quero que você
Diga já

Que seja no Japão
Jamaica ou Jalapão
No Jaraguá ou na Guiné
De charrete ou caminhão
De carro ou caminhando a pé
Eu vou (vagalume)

Composição: Nando Reis / Samuel Rosa. letras.mus

Observe mais: Vambora, BOGGIE – NOUVEAU PARFUM, INSTANTLY AGELESS ™, Perfeição, Nelson Ned d’Ávila Pinto,, NAARA BEAUTY DRINK!!!, Fátima, VIDACELL®, Via Láctea pelo navegador, RESERVE™, Amores do seu coracão, Não era bem assim., JEUNESSE, VERDADE OU MENTIRA?, Cinquenta Tons de Cinza

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Borba Gato, em chamas.

O monumento, inaugurado em 1963, exalta o bandeirante acusado de homicídios e estupro de indígenas. Yahoo Notícias

No dia em que são realizadas manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), um grupo de 15 pessoas ateou fogo em uma estátua em homenagem ao bandeirante Borba Gato na avenida Santo Amaro, zona sul de São Paulo. Jovem Pan

“Manuel de Borba Gato fez fama e fortuna na segunda metade do século 18 percorrendo os sertões brasileiros à caça de indígenas para escravizar. Era também um fugitivo da lei e contrabandista de ouro”, conta o historiador Laurentino Gomes.

“Era também fugitivo da Lei e contrabandista de ouro, acusado de matar dom Rodrigo de Castelo, fidalgo português administrador-geral das Minas”, diz o jornalista, autor da trilogias 1808, 1822 e 1889.

Borba Gato foi um dos mais importantes representantes das bandeiras expedições custeadas pela Coroa portuguesa para ocupar e explorar territórios no interior do Brasil.

“Em 28 de agosto de 1682, Borba Gato tinha se acobertado com seu bando na região do Rio das Velhas, em Minas Gerais. Em troca da localização das minas, o rei de Portugal não apenas anistiou o bandeirante como lhe cumulou cargos e honrarias. Num piscar de olhos, Borba Gato deixou de ser um criminoso fugido da lei e foi imediatamente promovido a fidalgo e guarda-mor das Minas de Caetés”, explicou o escritor em uma publicação feita no ano passado no Twitter.

O monumento aparenta não ter sofrido grande dano. Uma bandeira com os dizeres “Revolução Periférica” também foi estendida no local. Ontem (23),  o coletivo  divulgou um vídeo perguntando: “Você sabe quem foi Borba Gato?” em seu instagram.

Obra do escultor Júlio Guerra, que nasceu no bairro, a estátua faz homenagem ao bandeirante Borba Gato e foi inaugurada em 1963. São 10 metros de altura em concreto, com peso de 20 toneladas. Correio 24 horas

Assinada pelo artista plástico Júlio Guerra (1912-2001), a escultura com 13 metros de altura (incluindo o pedestal) levou seis anos para ficar pronta. 

Este não foi o primeiro ato contra o monumento. Em 2016, a estátua de Borba Gato foi atacada com um banho de tinta.

Grupo incendeia estátua de Borba Gato, na zona sul de São Paulo

Os bombeiros chegaram ao local por volta das 14h e deram início ao combate às chamas. “O fogo foi controlado em poucos minutos, mas a estátua ficou chamuscada e com algumas rachaduras na perna”, disse a fotojornalista Thais Haliski, que estava no local no momento do início das chamas. Brasil de Fato

Ze-se: Direito dos bandeirantes e para que servem as leis., Cãolho math, Ausonia Donato, entre outras., Um Caranguejo Elétrico, Bandeirantes Modernos, Cavalo louco, I AMazonia, Joaquim, O Brasil visto do Céu, O último Tanaru, Nenhuma gota a mais!!!

Roda Viva – Ailton Krenak – 19/04/2021

Roda Viva | Ailton Krenak | 19/04/2021

No Roda Viva, a jornalista Vera Magalhães recebe o ambientalista e escritor Ailton Krenak. Considerado uma das maiores lideranças indígenas do Brasil,

Ailton Krenak é filósofo, escritor, poeta e jornalista. Se dedica à defesa dos direitos indígenas desde a década de 80. Fundou a ONG Núcleo de Cultura Indígena, organizou a Aliança dos Povos da Floresta e é doutor honoris causa pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais.

Krenak nasceu na região do Vale do Rio Doce, uma área profundamente afetada pela atividade de mineração, uma das maiores ameaças aos povos indígenas, que também sofrem com as invasões das terras demarcadas e com a exploração da madeira. #RodaViva

Krenakze-se: Ailton Krenak: próxima missão do capitalismo é se livrar de metade da população do planeta, 20 ideias para girar o mundo – Ailton Krenak, Ailton Krenak, CONSTELAÇÕES INDÍGENAS, Society 5.0, Martírio

Carro elétrico e a drogar da bateria

Comprar uma bateria nova para um carro elétrico pode trazer uma desagradável surpresa, o melhor é prevenir, promovendo a longevidade do equipamento de origem, dizem os especialistas, que também sugerem a compra de elétricos com a opção do aluguel das baterias (quando possível) ou o recurso à aquisição de semi-novas. MAFALDA GANHÃO

O Automóvel Clube de Portugal (ACP) lembra que uma bateria dura, “em média”, 8 a 10 anos. Em média, neste caso, não é força de expressão, já que essa longevidade depende muito da forma como o carro for utilizado, isto é, do tipo de condução e do tipo de carregamentos a que se sujeitarem as baterias. Prevenir é verbo que os proprietários dos elétricos devem aprender a conjugar.

Privilegiar as cargas lentas é o primeiro conselho a dar a um condutor de um veículo elétrico, uma vez que os carregamentos menos potentes preservam mais a integridade das células das baterias. Mas, atenção: ao optar por carregamentos lentos, geralmente os domésticos, o automóvel nunca deve ficar ligado à tomada menos do que uma hora.

Não carregar ou descarregar as baterias totalmente é outro cuidado recomendado no artigo do ACP. Fixe o intervalo de 20% a 80% como referência: não deixar descer dos 20%, nem manter a bateria acima dos 80%. Reduz a autonomia, mas a opção prolonga a vida útil da bateria, garantem os especialistas.

Outros cuidados passam por evitar carregar o veículo de imediato se acabou de o conduzir sujeitando-o a temperaturas elevadas e estacionar sempre que possível num local fresco, mas de preferência numa garagem se por fresco estivermos a falar do típico frio do inverno. Expresso

Uma bateria pode custar o preço de um carro novo, Marco António, jornalista da revista “Turbo”, lembra que é um facto que o valor das baterias de lítio tem tendência a baixar. “Há menos de oito anos o valor era de 800 euros por quilowatt/hora, ao passo que agora ronda os 200 euros”, devendo continuar a descer, afirma.
A justificação apresentada, segundo o responsável da Nissan, foi a de que o preço das baterias depende de fatores internos e externos que a marca não pode controlar, e que afetam o preço a pagar pelos componentes.

A condução autônoma, o compartilhamento, emissão zero, motivos pelo qual sua ascensão meteórica após mais de um século de esquecimento desse tipo de automóvel, podem provocar um novo problema ambiental. Ricardo de Oliveira

O que pode fazer a diferença para mais ou para menos em termos de performance e também de alcance é a densidade em kWh e isso não está relacionado com o motor elétrico a bordo, mas com o pacote de baterias que o carro transporta, o maior custo de um carro elétrico e assim continuará por muito tempo.

Cheia de tecnologia e química, o dispositivo que armazena energia nesse tipo de automóvel já está preocupando o setor antes mesmo da prometida invasão dos veículos plugados. E aí podemos incluir também os plug-in hybrid. A pergunta agora é: o que fazer com a bateria de um carro elétrico?

Conforme os fabricantes de veículos vão elevando os investimentos na produção de baterias, um futuro mercado de reciclagem lentamente começa a ganhar forma.

A busca implacável por lítio já promete elevar em quatro vezes o consumo da principal matéria-prima das baterias e em 2025, os carros serão responsável por 90% da produção mundial. Lembre, todos os dispositivos eletrônicos modernos possuem baterias de lítio, desde os bilhões de smartphones até as calculadoras de mão. Todo esse universo de aparelhos que usam pequenas baterias desse elemento químico ficarão só com 10% de um todo.

Além disso, os preços do cobalto já subiram 80%, pois também é matéria-prima essencial na produção de baterias. A Volkswagen, por exemplo, já se adiantou em reservar um lote enorme dele para sustentar sua mega produção de baterias para a próxima década. Ainda não se fala em fim das reservas de lítio e a mais recentemente descoberta fica em Minas Gerais. A Bolívia, no entanto, tem as maiores reservas do planeta e pode enriquecer com essa com commodity no cenário internacional, sendo agora chamado de “petróleo branco”.

O banco Goldman Sachs o chamado de “nova gasolina”. Argentina e Chile, com seus desertos de sal, também possuem reservas enormes do metal e o trio de nações representam 60% das reservas mundiais conhecidas. No caso do cobalto, entre 50% e 60% das reservas mundiais estão no Congo. Ou seja, todo o mundo está de olho nesses quatro países. Em 2015, de acordo com a consultoria Roskill, US$ 2 bilhões foram consumidos nestes minerais.

O que fazer com baterias dos carros elétricos é desafio no setor

Mas, se as reservas ainda parecem longe do fim, já que nem se sabe se existem mais de lítio, por exemplo, o descarte das baterias é um motivo secundário nessas corrida do ouro elétrico. Empresas como a OnTo Technology dos EUA, começam a se preparar para um mercado de reciclagem. A companhia prevê um setor robusto em 2025. Sua aposta é produzir materiais para produção de eletrodos para novas baterias a partir de unidades expiradas ao invés de decompor cada elemento individualmente.

A Tesla, por exemplo, diz que usará baterias para abastecer de energia sua Gigafactory e pretende reciclar as células exauridas. A BYD, por sua vez, utiliza baterias em fim de vida útil para veículos em grandes acumuladores de energia estacionários, que terão funcionamento por muito mais tempo que os automóveis. Hoje, o tempo de vida das células atuais varia de 8 a 10 anos. Então, podemos esperar pelo aumento na reciclagem para além de 2025. notícias automotivas

Fonte: Folha/BBC/Galileu

Adriana Plens e o Tanque Grande

https://m.youtube.com/channel/UCMpZentw-Q8GgvycrFTozww
Entre os séculos XVI e XVII, antes que se iniciasse o Ciclo do Ouro em Minas Gerais, o território atualmente ocupado pelo município de Guarulhos, na Grande São Paulo, foi o principal polo de produção aurífera do País. O levantamento desse patrimônio – que inclui longos túneis escavados na rocha para o fornecimento de água destinada à lavagem do cascalho na lavra do ouro – foi realizado pelo Projeto de Inventário e Pesquisa Arqueológica de Guarulhos (Pipag), coordenado pela arqueóloga Cláudia Regina Plens e apoiado pela Fapesp por meio de um acordo de cooperação com o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat).


A imagem do município de Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo, ficou fortemente associada à urbanização descontrolada que se seguiu à construção, em meados da década de 1980, do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos Governador André Franco Montoro. A cidade, que é a segunda mais populosa e tem o segundo maior Produto Interno Bruto (PIB) no Estado de São Paulo, possui um patrimônio arqueológico-histórico que remonta ao primeiro século da colonização portuguesa.
Há construções belíssimas escondidas no meio da mata, a força de trabalho empregada na mineração e nas obras de infraestrutura era constituída por índios escravizados, a pesquisadora estima que os habitantes originais da área faziam parte do tronco Jê.
Um importante patrimônio remanescente dessa época é o Tanque Grande, um complexo de estruturas voltadas para a mineração, construído por mão de obra indígena escravizada por volta de 1600.
Situado no ponto de confluência de dois rios do Sistema Cantareira, o Tanque Grande represava grande volume de água, que era conduzida por gravidade ao local da lavra através de canais a céu aberto e túneis escavados na rocha que somavam cerca de nove quilômetros de extensão. Jornal da USP

Uma reportagem, com a participação de Plens, foi produzida no local pela TV Cultura e pode ser vista em:

www.youtube.com/watch?v=96ER7jF1rNI.

Fiat 147 a álcool, 40 anos.

O primeiro carro movido 100% a álcool no Brasil completa 40 anos em 5 de julho. O Fiat 147 marcou a indústria brasileira por ser o primeiro a vir com motor dianteiro transversal. Em 1979, o pequeno hatch equipado com motor 1.3 estreava o consumo exclusivo de álcool hidratado — empreitada que só saiu do papel graças à crise do petróleo que havia ocorrido seis anos antes. VINICIUS MONTOIA – Autoesporte
O compacto ficou em produção por onze anos e saiu de linha quando foi substituído pelo Uno. Ele passou por duas reestilizações, em 1980 e 1983. Sempre pensando de forma vanguardista e no desenvolvimento de ótimos projetos, em 1978 a Autoesporte elegeu o 147 como o Carro do Ano.

Comparado aos epítetos usados para se referir à Fiat após sua estreia no Brasil, em 1976, o apelido “Cachacinha” dado ao 147 a álcool era o mais simpático – e real, pois o cheiro dos gases de escape realmente lembram a bebida.

Seu lançamento completa 40 anos nesta quinta-feira (5). Mais do que o primeiro carro a álcool brasileiro, o Fiat 147 foi o primeiro de produção em série no mundo. Henrique Rodriguez – QuatrosRodas


Enquanto o primeiro Fiat 147 foi parar em uma concessionária do Rio de Janeiro – que o preserva até hoje –, o primeiro 147 a álcool pertence ao Ministério da Fazenda, onde foi usado por mais de 30 anos.

O Fiat 147 foi um grande divisor de águas, não só por ser o primeiro modelo da Fiat no Brasil, mas por levar inovações para as massas. Foi o primeiro veículo nacional a usar motores transversais e utilizar o álcool como combustível, o primeiro a ter uma picape derivado de um carro de passeio e criar uma nova categoria, que se estende até os dias de hoje.

O primeiro a ter um furgão que também deriva de carro de passeio, e que hoje tem o Fiorino, derivado do Uno, deixou várias heranças técnicas para seus sucessores como o Uno e o Palio em questão de motores e soluções inteligentes.

Ele saiu de linha em 1986, após 10 anos de produção e mais de 1 milhão de veículos produzidos, levando em conta suas derivações, e deixando um legado importante para seu sucessor, o Fiat Uno. noticiasautomotivas


Com lançamento previsto dentro de quatro anos, os engenheiros da Fiat desenvolvem um novíssimo motor para queimar apenas o etanol, chamado pela fábrica de E4.
Seria o primeiro projeto específico para este combustível, pois, até hoje, tanto os carros da época do Pró-alcool (década de 80) como os flex atuais possuem motores projetados para gasolina e adaptados para o álcool puro ou para queimar os dois combustíveis. BORIS FELDMAN – Autopapo
A Fiat Chrysler Automóveis (FCA) resolveu ir na contramão do movimento automotivo no Brasil e apostar no etanol como alternativa ecologicamente correta, em vez de motores híbridos ou elétricos.


A empresa anunciou que desenvolve um propulsor turbo movido somente com o derivado da cana de açúcar. Ele usará como base o 1.3 GSE turboflex (T4), da família FireFly, que a Fiat produzirá na fábrica de Betim (MG) a partir de 2020, juntamente com 1.0 GSE turboflex (T3) – equiparão modelos da Fiat e da Jeep. Gazeta do Povo

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Na Medida do Impossível ao Vivo no Inhotim

Gravado no Inhotim, Brumadinho (MG) em 3 de setembro de 2016
Na Medida do Impossível é o quarto álbum de estúdio da carreira solo da cantora, compositora e escritora amapaense Fernanda Takai. O álbum foi lançado no dia 18 de março de 2014 no iTunes e em todas as outras plataformas de streaming digital, e em CD pela Deckdisc. Wikipédia

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Emboabas

A Guerra dos Emboabas foi um confronto travado entre 1708 e 1709 pelo direito de exploração das recém-descobertas jazidas de ouro no sertão das Minas Gerais. Responsáveis pelos achados, os paulistas se instalaram na incipiente estrutura administrativa ali montada e reivindicaram o direito exclusivo de exploração. No entanto, logo que a notícia da descoberta se espalhou, milhares de pessoas migraram para a região, ficando pejorativamente conhecidas como emboabas, em referência às aves de mesmo nome. O aumento considerável do contingente de forasteiros desequilibrou a frágil balança dos poderes locais, ameaçando o domínio dos paulistas. O conflito armado constitui o ápice de uma longa série de pequenos incidentes. Em outubro de 1708, os emboabas iniciam o levante com um ataque de surpresa ao arraial do Sabará sob o comando de Manuel Nunes Viana. Português de origem humilde, Nunes Viana seria logo aclamado governador. Uma afronta direta à Coroa, já que a região estava sob a jurisdição do governador do Rio de Janeiro, D. Fernando Martins Mascarenhas de Lencastre. Ademais, a escolha dos governantes era prerrogativa do rei. Em agosto de 1709, menos de um ano depois do início do conflito, D. Antônio de Albuquerque, recém-nomeado governador do Rio de Janeiro, pisa em solo mineiro determinado a pôr fim à guerra. Ao contrário do seu antecessor, que havia tentado apaziguar os ânimos mas acabou sendo expulso e ameaçado de morte, Albuquerque alcança um êxito surpreendente. Ele destitui Nunes Viana, mas conserva a composição da estrutura administrativa emboaba. No fim, a guerra se encarregou de afastar os paulistas da região, abrindo caminho para a adoção de um novo projeto político.

FONTE: REVISTA DE HISTÓRIA DA BIBLIOTECA NACIONAL. Mania de Historia

Clara Rosa

A  partir deste sábado dia 27 de agosto, a 11º edição do  Festival Clara Nunes vai movimentar Caetanópolis, na Região Central de Minas Gerais. Shows, teatro, cinema, oficinas de arte e exposições estão programados no evento, que celebra a arte da “Guerreira” e a cultura brasileira. CLARA NUNES

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Em 12 de agosto de 1942, nasceu Clara Francisca, uma mineira que depois se firmou como a grande sambista do Brasil. Foi a primeira cantora brasileira a vender mais de 100 mil discos e tornou popular vários  sambas da escola Portela. Clara morreu em 2 abril de 1983, após complicação em uma cirurgia de varizes.  – CLARA NUNES

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O que a história de dois superdotados revela sobre o Brasil

A experiência escolar de Dirceu era parecida com a de Giovanni: bagunça e dúvidas despropositadas o levaram a ser classificado como aluno-problema.

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Giovanni Ferreira Pinto e Dirceu Manuel de Andrade, aos 11 anos (Foto: Rogério Casimiro. ÉPOCA)

Eles foram colegas de classe. Um é pesquisador da USP, o outro está na cadeia. Suas vidas difíceis mostram como o país desperdiça seus talentos. FLÁVIA YURI OSHIMA

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Giovanni e Dirceu enfrentaram o escárnio da sociedade pedagoguística, que não suporta criança inteligente. Eles preferem as burrinhas (sim, existe criança burra, existe adolescente burro e acaba sendo adulto burro). Não sabiam trabalhar com aqueles dois. Indisciplinados? Ceticismo.net

A Associação Paulista para Altas Habilidades/Superdotação – APAHSD, é uma organização com a missão de promover políticas de atendimento, orientação, formação e sensibilização da sociedade sobre os direitos e necessidades de alto habilidosos ou superdotados.

 

Centro Municipal de adoção de cães e gatos

Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ)

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Não basta adotar, a população deve-se conscientizar sobre a guarda responsável de animais de estimação.

Veja alguns itens importantes:

– Registro Geral do Animal (RGA);

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– Usar coleira e guia;

– Recolhimento de fezes;

– Abrigo;

– Vacinação e vermifugação;

– Alimentação;

– Esterilização.

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CCZ – CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES

Central de atendimento: (11) 3397-8900 e 3397-8901
Plantão 24 horas (todos os dias da semana): 3397-8955 e 3397-8956
Central 156 da Prefeitura

Entenda mais: CÃO NOSSOCAPA DE DISCO COM GATOS.SE SENTINDO SÓ? ANÚNCIOS DE SOLTEIROS.CÃO CORAGEMMEU AMIGO!POLICIAL DA FLÓRIDA MOSTRA COMO SE TRATA GAROTOSNATAL COM A CONSCIÊNCIA TRANQUILA!CARTA DA TERRAENCONTRO VEGANO JMADIA DO FUSCA.ILHA DAS FLORESIDADE DO CÃO

Tráfico de águas

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De acordo com o artigo 20, inciso III, da Constituição Federal, os rios, os lagos e quaisquer correntes de água em território nacional são bens da União e por esta devem ser protegidos.

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A água – principalmente da Amazônia – é roubada por navios petroleiros da Europa e Oriente Médio, que chegam a transportar 250 milhões de litros por embarcação. Portos e Navios

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“Não basta ensinar ao homem uma especialidade. É necessário adquirir sentimentos, compreender as motivações para determinar com exatidão o seu lugar”.

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A Lei nº 9.984, de 17 de julho de 2000, atribui à Agência Nacional de Águas (ANA), entre outros órgãos federais, a fiscalização dos recursos hídricos de domínio da União. produto da mente

agua.esq.

Veja também: Inicie um abaixo-assinado, Empoderamento dos recursos, Mídia Ninja, Processo licitatório?, Symphony Of Destruction, O que, de quem?, OPERAÇÃO POLÍTICA SUPERVISIONADA, E você?, Ho’oponopono, Que tal um abajur?,

Idoneidade Moral e Social

O conceito de IDONEIDADE MORAL encontrado na Enciclopédia Saraiva de Direito: “É o conjunto de virtudes ou qualidades morais da pessoa que faz com que esta seja bem conceituada na comunidade em que vive, em virtude do reto cumprimento dos deveres e dos bons costumes.” Raul Haidar

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A Lei 8906/94 – Estatuto da Advocacia – estabelece, em seu artigo 8º, uma série de requisitos para a inscrição nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil, tanto para aqueles que buscam o ingresso como advogados, como para os estagiários.

A Lei 8906/94 traz uma presunção legal relativa à inidoneidade, no que diz respeito à prática de crime, no § 4º do artigo 8º: não é considerado idôneo aquele que tiver sido condenado por “crime infamante”, salvo reabilitação judicial, ou seja, todo crime que provoque para seu autor desonra, má fama. Como exemplos de crimes desta natureza estão o estelionato (art.171), a falsificação de documentos (art. 297) e a falsidade ideológica (art.299). LAURADY FIGUEIREDO

Modelos de declaração de idoneidade. Modelos fáceis

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Veja também: Reputação ilibada e notável saber jurídico., Vergonha na lama, Ele é Corno, Mas é Meu Amigo, Dia Internacional do Direito a Saber, Bode expiatório, Portal da Transparência, Advogados, 10 razões para legalizar as drogas, Cliente preferido do Brazil, Perfeição, Mapa da indecência, O mundo dos espertos, Justiça de mierda

Fumaça Louca

Fumaça Louca – Ventania

oh oh oh oh oh oh oh oh oh… oh oh oh oh oh oh oh oh ohhhh

Quantas noites sem durmir olhando da minha janela
Luzes da cidade viajo o pensamento
Madrugada adentro enquanto muitos dormem
Quando os loucos atearam fogo aceleraram a mente
Viajaram na fumaça louca
Que passando a todos foi de boca em boca
No silêncio sinto esta fumaça me lavar o rosto
Maquinar meu cérebro fazendo louco
Me indagando a noite pela lucidez
Como posso eu parar na noite pra dar mais um trago
Se eu vivo esta lucidez tão louco
Só por mais um pouco eu vou pirar de vez
São os olhos de um poeta louco que contempla a noite
Na palavra certa de um pensamento
Só por um momento de inspiraçao
Quantas noites sem durmir olhando da minha janela
Luzes da cidade viajo o pensamento
Madrugada a dentro enquanto muitos dormem

oh oh oh oh oh oh oh oh oh… oh oh oh oh oh oh oh oh ohhhh

Quantas noites sem durmir olhando da minha janela
Luzes da cidade viajo o pensamento
Madrugada adentro enquanto muitos dormem
Quando os loucos atearam fogo aceleraram a mente
Viajaram na fumaça louca
Que passando a todos foi de boca em boca
No silêncio sinto esta fumaça me lavar o rosto
Maquinar meu cerebro fazendo louco
Me indagando a noite pela lucidez
Como posso eu parar na noite pra dar mais um trago
Se eu vivo esta lucidez tão louco
Só por mais um pouco eu vou pirar de vez
São os olhos de um poeta louco que contempla a noite
Na palavra certa de um pensamaneto
Só por um momento de inspiraçao
Quantas noites sem durmir olhando da minha janela
Luzes da cidade viajo o pensamento
Madrugada adentro enquanto muitos dormem….

oh oh oh oh oh oh oh oh oh… oh oh oh oh oh oh oh oh ohhhh
ventania

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Parabéns Nestlé

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Peter Brabeck-Letmathe, presidente mundial da Nestlé, uma das maiores empresas de gêneros alimentícios mundiais, afirma que a água é como qualquer outra commoditie agrícola, e deveria ser privatizada, explorada comercialmente e precificada, e acredita que “o acesso à água não é um direito público nem um direito humano.”.
Grandes empresas multinacionais de bebidas, como a Coca-Cola e Nestlé sugam milhões de litros de água de poços subterrâneos, deixando o público sofrer com tais faltas e geralmente recebem privilégios sobre a água (e até isenções fiscais) e sobre a sociedade porque criam postos de trabalho.
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“Obrigado por compartilhar a felicidade”.

nestleaguasaolourenco

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No Capão Redondo, ninguém sonha em ser médico

Cintia Santos Cunha é estudante da Universidad de Ciencias Médicas de la Habana (Cuba), conseguiu uma vaga por meio da UneAfro Brasil (União de Núcleos de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora) e afirma ,“Medicina é um curso impensável para as pessoas de onde eu venho e como eu sou, negra, mulher e pobre”. Geledes
https://www.youtube.com/watch?v=HjjmphNNhMk
Marina Corradi, médica, formada pela Universidade Latino Americana que prepara, em Cuba, profissionais de saúde de vários países, e faz mestrado na Unicamp em saúde coletiva.
Médica de família no posto de saúde da cidade de Juatuba, em Minas Gerais, um município que tem 30 mil habitantes onde ela atende a população rural, passou quatro anos trabalhando na área administrativa da Secretaria de Saúde porque o diploma de Cuba não tem revalidação imediata no Brasil, como tem na Espanha, deu entrada na papelada junto à Universidade do Ceará e esperou a revalidação, que veio quatro anos depois.marina_corradi
A maneira de criar infraestrutura é com o médico, não dá pra esperar a situação ideal para o profissional vir. A população continua sem atendimento, não dá para esperar um médico decidir ir para a cidade que não tem shopping e onde celular não funciona. (Marina Corradi)
A situação traz uma necessidade para os médicos repensarem seus posicionamentos, as condutas, porque não quer tem quem queira, não somos exclusivos e nem os únicos. Existem médicos que topam ir prá onde a gente não quer ir.
A população, as autoridades e a cultura são, para ela, medicalocênticas. Marina acha que a profissão é sobrevalorizada. O médico é apenas mais um integrante da equipe e não figuras diferenciadas. Geledes

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Que País É Esse?

Que País É Esse? – Legião Urbana

Nas favelas, no Senado
Sujeira pra todo lado
Ninguém respeita a Constituição
Mas todos acreditam no futuro da nação
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?

No Amazonas, no Araguaia iá, iá,
Na baixada fluminense
Mato grosso, Minas Gerais e no
Nordeste tudo em paz
Na morte o meu descanso, mas o
Sangue anda solto
Manchando os papeis e documentos fieis
Ao descanso do patrão
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?

Terceiro mundo, se foi
Piada no exterior
Mas o Brasil vai fica rico
Vamos faturar um milhão
Quando vendermos todas as almas
Dos nossos indios num leilão
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
lulafernandes

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