João Elon Musk Gurgel

João Augusto Conrado do Amaral Gurgel era, de fato, um visionário. O engenheiro que, em 1969, fundou a primeira fabricante de automóveis 100% nacional também foi pioneiro na seara dos elétricos.

O engenheiro ainda desenvolveu soluções arrojadas, como o “plasteel”, que mesclava plástico e aço para a construção do chassi de seus veículos. César TizoAutoo

Elon Musk o excêntrico fundador e CEO da Tesla Motors nasceu em 28 de junho de 1971. Aos 3 anos de idade em 1974 ele provavelmente não tinha muito ideia do que se passava no mundo, do choque do petróleo de 1973 e provavelmente, no máximo, brincava de carrinho de plástico! WILLIAM ALVESbugg

Gurgel começou produzindo karts e minicarros para crianças no começo dos anos 60, quando tinha uma empresa de luminosos. O primeiro modelo de carro foi o bugue Ipanema e utilizava, motor Volkswagen.

Engana-se quem pensa que os carros elétricos são novidade, ou mesmo invenção da norte-americana Tesla. Os primeiros modelos foram apresentados por volta de 1830 na Escócia, e no final do século XIX os motores elétricos eram a forma preferida de propulsão automotiva, já que eram mais fáceis de operar e proporcionavam uma viagem mais confortável do que os veículos à combustão na época. (Que nem é tão nova, considerando que o primeiro híbrido operacional saiu da mente de Ferdinand Porsche, em 1900). Rafael RiguesOlhar Digital

João Augusto do Amaral Gurgel apresentando o Itaipu no Programa Silvio Santos – Reparação Automotiva

Os carros elétricos foram introduzidos no mercado quase juntos com os carros com motor a combustão, em 1886, e ficaram no mercado até 1915, quando a Ford lançou o modelo T. Em 1974 o fabricante de veículos Gurgel lançou seu projeto de carro elétrico, o primeiro da América Latina. Amaral Gurgel não acreditava no Pro-álcool, Gurgel achava que as terras férteis deveriam produzir alimentos e que não fazia sentido subsidiar o álcool enquanto o Brasil exportava gasolina barata. Para ele, a energia do futuro era a elétrica. Carro Brasil

Em 1974, a Gurgel Motores apresentou no Salão de São Paulo daquele ano o Itaipu, um minicarro capacidade para dois passageiros que foi o primeiro automóvel elétrico desenvolvido na América Latina. Apesar da proposta interessante, o conceito não ganhou produção em série. Mas acabou servindo de base para o E-400, um utilitário produzido entre os anos de 1981 e 1982 e que foi o primeiro carro elétrico produzido em série no Brasil. Evandro Enoshita – Motor Show

O nome era mais uma homenagem ao Brasil: Itaipu E150, referente a usina hidrelétrica no Paraná. O carrinho minimalista de apenas dois lugares e design geométrico teve 27 protótipos produzidos. Pesava 460 kg, sendo 320 kg apenas das baterias.

Com design geométrico, trapezoidal, e capacidade para apenas duas pessoas, o Gurgel Itaipu E150 tinha 2,65 m de comprimento e 1,40 m de largura. WebMotors

Gurgel Itaipu Open Door
Gurgel queria vender o Itaipu E150 pelo mesmo preço do Volkswagen Fusca 1300. Crédito: Commons/ Wikimedia

A velocidade máxima dos primeiros modelos chegava a 30 km/h – os últimos atingiam 60 km/h. Apesar da previsão de começar a ser produzido em série a partir de dezembro de 1975 – com a expansão da fábrica de Rio Claro –, o Itaipu sofreu naquela época com problemas que são uma grande questão para os veículos elétricos atuais: peso das baterias, autonomia e durabilidade.

Gurgel 800

Apesar da proposta interessante pra época, o conceito não ganhou produção em série. O Pró-álcoo (link externo) foi a alternativa escolhida no país para fugir da dependência dos fósseis naquele momento. Marcelo Gauto – epbr

Mais tarde, em 1980, Gurgel ainda apostaria no Itaipu E400, um furgão também elétrico que fez parte da frota de empresas brasileiras de eletricidade, mas também durou pouco.

Oferecido nas carrocerias furgão e picape e com capacidade para 400 kg (E-400) e 500 kg (E-500) de carga, tinha uma carroceria em fibra de vidro de linhas bem arredondadas e estava equipado com um motor elétrico de apenas 13,6 cv, que combinado a um câmbio de quatro marchas de origem Volkswagen permitia ao E-400 atingir os 80 km/l. Além da baixa velocidade máxima se comparado aos carros com motores a combustão, tinha outro problema comum aos elétricos daqueles tempos: a combinação de pequena autonomia (127 km no uso urbano) e a demora na recarga das oito baterias de chumbo-ácido, que variava entre seis e oito horas.

A fabricante ainda investiu no desenvolvimento para ter baterias mais eficazes, mais leves, com mais autonomia e com um tempo de recarga menor. Mas não houve muito apoio do governo federal e a Gurgel acabou desistindo dos eletrificados.

As baterias da época eram feitas de chumbo-ácido, não de íons de lítio como as atuais. Se essas mais modernas já enfrentam problemas como peso, autonomia e tempo de recarga, podemos imaginar como a fabricante teve enormes barreiras para criar um carro elétrico eficiente há quase 50 anos.

Mas a narrativa começa 20 anos antes. Em 1949, João Augusto Conrado do Amaral Gurgel se formava na Escola Politécnica de São Paulo. Seu projeto de conclusão da graduação era um carro popular que atendesse as necessidades brasileiras. Raphael Panaro – Auto Esporte

Uol Carros

O nome era sugestivo: Tião. Reza a lenda que seu orientador jogou um balde de água fria na ideia mirabolante falando que “carro não é algo que se fabrica, carro se compra”. Gurgel apresentou uma proposta de guindaste para finalizar seus estudos. A ideia do automóvel, no entanto, nunca saiu de seu imaginário.

A Gurgel pediu concordata em 1993, após o rompimento de acordos com os governos de SP e Ceará que previam a construção de uma nova fábrica, e da abertura do mercado automotivo promovida pelo então presidente Fernando Collor de Mello.

Nos anos 90, o governo federal facilitou a vida de empresas estrangeiras que quisessem se expandir no País e concedeu isenção de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Waldick Junior – em tempo

O registro da marca Gurgel encontrava-se expirado no INPI desde 2003. Em 2004, o empresário Paulo Emílio Freire Lemos, pelo valor de R$ 850,00, resgistrou para si a marca Gurgel e o antigo logo. A família Gurgel não foi consultada e por isso decidiu mover uma ação judicial contra o empresário. Meu Véio V8

Pinterest

O empresário montou em 1969, na Avenida do Cursino, em São Paulo a fábrica de carros que levava o seu nome (depois, com outra denominação, mudou para a cidade de Rio Claro 1973). A montadora produziu aproximadamente 43 mil veículos genuinamente brasileiros durante seus 27 anos de existência.

Nesses seus 27 anos, cerca de 4 mil carros foram exportados para mais de 40 países e fizeram a empresa se tornar multinacional. Mesmo assim, João Gurgel dizia que a marca não era multinacional, e sim “muitonacional”, pois o capital era 100% brasileiro. Lucas Rotelli Raulino – Portal de Pinhal


Embora não tenham feito sucesso, impossível chamar E150 e E400 de fracassos da indústria. Gurgel (falecido em 2009) desbravou mares que ninguém sonhava em navegar – especialmente no Brasil. O engenheiro, lá nos idos das décadas de 1970 e 1980, antevia os futuros movimentos do mercado. Não à toa, em 2020, vemos cada vez mais fabricantes investindo em produtos elétricos em nosso país.

Gurgel Itaipu Elétricobrum1010

Gurzel-se: GURGEL MOTORES: O LEGADO, NIKOLA TESLA e um SEGREDO!, Motor de papelão, Copia e cola, Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro

Friend of Glass

Friends of Glass

Friends of Glass is a community which supports everything about glass packaging. In a slightly bigger nutshell, Friends of Glass advocates a lifestyle which includes glass for three main reasons: health, taste and sustainability.

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Glass is the only packaging material available that is 100% inert and 100% recyclable. Unlike other packaging that leach chemicals that are hazardous to your health and change the way your food tastes; glass preserves and protects your food without adding anything. Not only that, glass is made from all natural materials and is infinitely recyclable without a loss in quality or purity.

Friends of Glass started in 2008 as an awareness campaign for glass.It was created by FEVE, the European Container Glass Federation, an international not-for-profit association representing glass packaging for food and drink, flacons for perfumery, pharmacy and cosmetics and glass tableware makers. Friends of Glass unites a community of people from different countries in Europe and beyond who are convinced that glass is an ideal packaging material because of its unique environmental, economic and family-friendly benefits. Individuals, national organisations, agencies and companies that believe in the sustainability credentials of glass are also proud members of the community. For more details contact us at info@friendsofglass.com, or for further information on national activities you can refer to the national contact points

Vidrize-se: Glass Design, Truques simples e originais para o ajudar no jardim, Jardim em garrafa, sem água desde 1972, 3 RECEITAS DE CONSERVAS DE FERMENTAÇÃO SELVAGEM, Mercado de Resíduos Sólidos, Lixo, 40% de desconto., 20 ideias para girar o mundo – Ailton Krenak

Ranking da poluição plástica nos oceanos

Foi proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) que entre 2021 e 2030 seja a Década dos Oceanos, visando expor e conscientizar as populações sobre a importância dos oceanos, além de mobilizar atores públicos, privados e a sociedade civil em ações que favoreçam a sustentabilidade dos mares. Ana Rita AlbuquerqueMonitor Mercantil

O plástico tem uma grande permanência no ambiente. Sua produção em massa, a partir da década de 1940, levou a uma quantidade imensa desse material na natureza, visto que o produto não se degrada, o que facilita o acúmulo de resíduos sólidos e o crescente aumento de lixo marinho, com graves consequências para a fauna. O lixo acumulado na praia ou na superfície do mar representa apenas 1% do plástico que é despejado nos oceanos, porque quase tudo fica concentrado a centenas de metros de profundidade. Agência Senado

A cada ano, cerca de 8 milhões de toneladas de plástico acabam no oceano, o que equivale a um caminhão de lixo cheio desse produto jogado no mar a cada minuto, segundo dados do Fórum Econômico Mundial.

O Brasil é o maior produtor de plástico na América Latina, produzindo cerca de 6 milhões de toneladas por ano, dentre os quais aproximadamente 5% acabam parando no fundo do mar. Estudos também indicam que até 2040 o lixo plástico dos oceanos poderá chegar ao triplo do atual. Estima-se que cerca de 150 milhões de toneladas métricas de plásticos já estejam flutuando nos oceanos.

A produção de plástico deve crescer cerca de 50% até 2025, pois muitos itens da vida moderna os tornam indispensáveis.

“Se o plástico é produzido a partir do petróleo — o que corresponde a mais de 90% do total —, problemas decorrem, também, de seu processo de fabricação. Os impactos das refinarias vão desde as consequências dos estudos sísmicos realizados na etapa de exploração até o consumo de grandes quantidades de água e de energia, geração de vultosas quantidades de despejo líquido, liberação de diversos gases nocivos na atmosfera (como os policíclicos aromáticos), produção de resíduos sólidos de difícil tratamento, além dos frequentes vazamentos de petróleo em ambiente marinho, como ocorreu com a British Petrolium (BP), nos Estados Unidos, e com a Chevron Brasil, no estado do Rio de Janeiro”.

O novo índice “Plastic Waste Makers Index: Revealing the source of the single-use plastics crisis”, ou O Índice do Desperdício de Plásticos: Revelando as origens da crise dos plásticos de uso único, foi divulgado no dia 18 de maio. Brasil Econômico – Ig

Em três anos consecutivos, 2018, 2019 e 2020, esse ranking elaborado pela organização internacional Break Free From Plastic revela que três multinacionais se mantêm no topo dessa lista lamentável: são as principais responsáveis pelo descarte de lixo plástico no mundo: Coca-Cola, PepsiCo e Nestlé. Suzana CamargoConexão Planeta

Em 2020, quase 15 mil voluntários, em 55 países, incluindo o Brasil, participaram de mutirões de limpezas em praias, rios, parques e outras localidades públicas. Juntos, eles coletaram mais de 350 mil resíduos plásticos, que depois, foram analisados por auditorias que apontam quais são as marcas fabricantes dessas embalagens.

Além das três multinacionais citadas acima, o levantamento revela o nome de outras sete empresas que contribuem para o descarte global de lixo plástico:

  1. Coca-Cola
  2. PepsiCo
  3. Nestlé
  4. Unilever
  5. Mondelez International
  6. Mars Incorporated
  7. Procter & Gamble
  8. Phillip Morris International
  9. Colgate-Palmolive
  10. Perfetti van Melle

Segundo o relatório, sete das empresas que aparecem no ranking – Coca-Cola, PepsiCo, Nestlé, Unilever, Mondelez International, Mars e Colgate-Palmolive aderiram ao Compromisso Global da Nova Economia do Plástico, mas um relatório divulgado recentemente pela Fundação Ellen MacArthur afirma que as signatárias do acordo reduziram o uso do plástico virgem em apenas 0,1% entre 2018 e 2019.

Para a Break Free From Plastic, é fundamental que essas companhias não só reduzam urgentemente a quantidade de plástico descartável que usam, mas também, definam metas claras e mensuráveis para tal, assim como assumam total responsabilidade pelo custo externalizado de seus produtos, tais como os custos de coleta e tratamento de resíduos e os danos ambientais por eles causados.

Trata-se de um estudo  elaborado com a colaboração de pesquisadores do London School of Economics, do Instituto Indiano de Tecnologia de Delhi, do Instituto do Meio Ambiente de Estocolmo, da consultoria Wood Mackenzie, do think tank Planet Tracker e da gigante australiana de minério de ferro Fortescue (cujo CEO, Andrew Forrest, é o fundador da Minderoo). O índice é auditado pela KPMG.

Em todo mundo, diversas associações de catadores também fizeram parte do esforço. Elas denunciam que a grande maioria dessas embalagens produzidas pelas gigantes multinacionais não pode ser reciclada. Além disso, o que é reciclável vale muito pouco para esse setor.

O levantamento revelou que um terço da produção global de plástico é de descartáveis. Dentre eles, 98% são feitos de derivados de petróleo. Mais de 130 milhões de toneladas desse material acabaram em aterros, incinerados ou descartados no meio ambiente em 2019. Quase 20% desse total, cerca de 25 milhões de toneladas, foram para os oceanos e terrenos baldios. Cem empresas estão por trás de 90 por cento da produção global de plástico descartável.

#BrandAudit2020 Reveals this Year’s Top Plastic Pollutersbreakfreefromplastic

Apenas 20 empresas produzem mais de 50% de toda a resina mãe, isto é – a matéria prima dos plásticos. O pódio é da ExxonMobil, que produziu 5,9 milhões de toneladas de lixo plástico global, a norte-americana Dow e a Sinopec. Só estas três respondem por 16% do lixo plástico de uso único global.

Toda esta cadeia é pouco transparente, além de muito poluente e concentrada, diz o documento. Quase 60% dessa produção de uso único é financiada por apenas 20 bancos globais. “Vinte gestores de ativos institucionais – liderados pelas empresas americanas Vanguard Group, BlackRock e Capital Group – detêm mais de US$ 300 bilhões em ações das empresas-mãe desses produtores de polímeros, dos quais cerca de US$ 10 bilhões vêm da produção de polímeros virgens para plástico de uso único”, aponta o estudo.

O relatório também estima que 20 dos maiores bancos do mundo, incluindo Barclays, HSBC e Bank of America, tenham emprestado quase US$ 30 bilhões para a produção desses polímeros desde 2011.

De acordo com o consultor legislativo do Senado Joaquim Maia Neto que elaborou o estudo Contribuições do Poder Legislativo no Combate à Poluição Causada por Plástico, além de garantir maior proteção ambiental, uma lei nacional traria uma uniformidade desejável e seria indutora de investimentos na produção de materiais sustentáveis.

As dificuldades para a aprovação de eventual projeto de lei no sentido pretendido não seriam de ordem jurídica, mas, sim, política. Em primeiro lugar é preciso considerar que o lobby da indústria de plástico é forte e atua contrariamente à aprovação das proposições que já tramitam no Congresso, observa o estudo de Joaquim Maia Neto. A outra dificuldade refere-se à existência de várias proposições em tramitação que tratam do tema. Uma nova proposição viria no sentido de dispersar ainda mais os esforços para a aprovação de legislação nos moldes pretendidos, avalia o estudo do consultor legislativo Joaquim Maia Neto.

A auditoria global da Break Free From Plastic revelou também que sachês descartáveis, usados para embalar pequenos volumes de produtos – como ketchup, café e xampu –, são o tipo de item mais frequentemente encontrado, seguidos por bitucas de cigarro e garrafas de plástico. Vale lembrar que o descarte correto de embalagens também é responsabilidade do consumidor. Ao adquirir um produto, dê preferência a embalagens ecológicas, recicláveis ou biodegradáveis, e procure dar a elas a destinação adequada. eCycle

Waterze-se: Brazilian Berry, Patrick Kilonzo Mwalua, Como deixar ela molhadinha, Filtro de água “improvisável”!, Esgoto como fonte de recursos, Sea angels, Piscina biológica sem cloro, Método Kabyle, Water Crisis in Pakistan

O que a saúde bucal tem a ver com a sua qualidade de vida

O conceito de qualidade de vida abrange a saúde física, o estado psicológico, o nível de independência, relações sociais em casa, na escola e no trabalho. A sua relação com o meio ambiente também está inserida nessa concepção. Pitacos e Achados

A qualidade de vida está diretamente associada à auto-estima e ao bem-estar pessoal, mas ela compreende todas as camadas. Ou seja, o conceito está relacionado desde o seu estado emocional até a sua satisfação profissional.

O cuidado com a boca traz a manutenção do bem-estar do indivíduo e até uma melhora da autoestima e relações sociais.

Uma boa higienização e visitas periódicas ao dentista podem evitar gengivites e periodontites, que causam grande desconforto. Esse desconforto pode atrapalhar atividades como a fala e a concentração, impactando na qualidade de vida. 

Uma boca mal higienizada ou alguma alteração estética pode causar uma má impressão externa. Dores e desconfortos na região bucal podem prejudicar a fala e a comunicação com as outras pessoas.

A perda dos dentes, por exemplo, pode ter sérias consequências para a autoestima das pessoas, em qualquer idade. Ao sorrir, o indivíduo pode ficar desconfortável, talvez ouvir piadas dos amigos, e a sua auto estima fica bem abalada. 

Outra alteração causada pela falta de cuidado com a saúde bucal pode ser o mau hálito. Ela é uma condição que aparece devido à uma higienização precária da boca ou por doenças nesta região.

Mesmo no período dos dentes de leite, é importante que a família se atente para a saúde bucal da criança. Uma higienização frequente impede a proliferação da bactéria causadora da cárie. 

A cárie pode causar problemas mais sérios depois do nascimento dos dentes permanentes da criança. É importante falar também que, em alguns casos, a correção ortodôntica dos dentes pode ser feita mais rápido e fácil na infância.

O cuidado com a saúde da boca é importante na terceira idade. Isso porque, nessa fase, é comum o enfraquecimento natural de diversas partes do corpo, o que inclui também os dentes. A partir da devida atenção com a saúde bucal, é possível aumentar muito a qualidade de vida do idoso.

Dessa maneira, não cuidar da saúde bucal pode trazer consequências graves para a autoestima do idoso. Quem tem doenças, como diabetes, precisa de cuidados mais intensos, principalmente na prevenção de gengivites e periodontites. 

O adulto deve ir regularmente ao dentista e manter a higiene bucal em casa. Cuidar da sua boca influencia no modo como você se enxerga, por isso, ao cuidar dela, é possível elevar a sua autoestima. Uma boa pedida, pode ser ter um plano dentário, que aí essa ida ao dentista fica mais fácil!

Lembre-se de ir periodicamente ao dentista e manter a sua saúde bucal em dia! Maria Gabriela Ortiz

Denteze-se: Rir até cair os dentes, 69 com moral da história., 10 sinais de que seu corpo está com falta de vitamina D + Bônus, Abacaxi (Ananas comosus), Vem, quebra meus dentes., População excedente, reprodução social, e o problema da formação de classe, DENTE DE LEÃO, Joaquim

“A MÃE DO BRASIL É INDÍGENA”

Episódio 2 – A mãe do Brasil é indígena – Maracá. Mídia NINJA

“O território é para além do meio ambiente, o território é a totalidade da nossa vida porque o corpo é território, mas o território também é corpo.” Assista “A MÃE DO BRASIL É INDÍGENA”, o segundo episódio da série que resultou da live Maracá – Emergência Indígena, um movimento global de apoio aos povos indígenas do Brasil que busca minimizar os impactos da Covid-19 nos territórios.

Apoie e doe para o plano “Emergência Indígena”: https://bit.ly/DoeEmergencia

#VidasIndigenasImportam#Maracá#EmergenciaIndigena#IndígenousEmergency#APIB

[Eng]

“The territory is beyond the environment, the territory is the totality of our life because the body is territory, but the territory is also body.” Watch “THE MOTHER OF BRAZIL IS INDIGENOUS”, the second episode of the series that resulted from the live Maracá – Indigenous Emergency, a global movement to support the indigenous peoples of Brazil that seeks to minimize the impacts of Covid-19 in the territories.

Support and donate to the “Indigenous Emergency” plan: https://bit.ly/DoeEmergencia

#Indigenouslivesmatters # Maracá #EmergenciaIndigena # IndígenousEmergency #APIB

“El territorio está más allá del medio ambiente, el territorio es la totalidad de nuestra vida porque el cuerpo es territorio, pero el territorio también es cuerpo ”. Vea “LA MADRE DE BRASIL ES INDÍGENA”, el segundo episodio de la serie que resultó del vivo Maracá – Emergência Indígena, un movimiento global de apoyo a los pueblos indígenas de Brasil que busca minimizar los impactos del Covid-19 en los territorios.

Apoya y dona al plan “Emergencia Indígena”: https://bit.ly/DoeEmergencia

#VidasIndigenasImportam # Maracá #EmergenciaIndigena # IndígenousEmergency #APIB ⚠️ Se inscreva no canal, dá um 👍🏾 no vídeo e ative o 🔔 para receber notificações. http://bit.ly/YTNINJAinscreva

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Indienize-se: Existe água em SP, Não existem índios no Brasil, /₢////₢/₢

Abelha, o ser humano mais importante do planeta

Sempre Questione

Estudos recentes mostram um declínio dramático no número de abelhas: quase 90% da população desapareceu nos últimos anos. Certamente também existem causas naturais, como predadores e vírus cíclicos que infelizmente (ou felizmente) fazem parte do grande “jogo da natureza”. greeMe

Outros fatores como o uso descontrolado de pesticidaso desmatamento e a falta de flores, todas as causas humanas. Portanto, estamos nos autodestruindo e não parece haver uma inversão de direção.

As plantas não podem se reproduzir sozinhas: elas precisam de um “sistema de transporte”, que a natureza delegou às abelhas (junto com os zangões e com a contribuição, embora menos importante, de outros insetos como as vespas). E sem a reprodução das plantas, a fauna logo morrerá e, portanto, nós também. Não é uma sentença apocalíptica: é a realidade.

Beeze-ze: Abelha poliverde, How to Build a Bee Habitat, BuzzzZERO, Comida de gente, Manual de Apicultura em Pequena Escala, Abelha Mãe, Abelhas nos telhados de Paris, The Bee Is The Most Important Of The Planet

Os heróis invisíveis da vida selvagem

Guardas-florestais: os heróis invisíveis da conservação da vida selvagem

Andando ‘de elefante’, guardas-florestais fazem patrulha em parque da Indonésia. Muitos deles eram madeireiros ilegais, mas resolveram se dedicar à conservação após receberem treinamento e entenderem como a preservação da vida silvestre traz benefícios econômicos, sociais e ecológicos. Foto: DFID/Abbie Trayler-Smith/Panos Pictures

Você sabia que o número de gorilas das montanhas dobrou nos últimos 30 anos graças à proteção efetiva dos seus habitats por guardas-florestais?

“Os gorilhas das montanhas são um exemplo fantástico: nenhum gorila sequer foi morto nos últimos dez anos.”

Polícia Florestal ou Guarda Florestal é o nome do serviço de vigilância e fiscalização das florestas e das actividades nelas realizadas, como a caça e, complementarmente, a pesca nos rios e outras águas interiores. Os guardas-florestais são funcionários públicos que trabalham na divisão das florestas e dos parques estaduais, fiscalizando essas áreas. Web Bobeira

“Contudo, não devemos esquecer o importante trabalho dos guardas-florestais em ‘parques (em situação) de conflito’ na República Democrática do Congo — Garama, Virunga, Maiko e Kahuzi-Biega”, aponta Johannes Refisch, coordenador da Parceria pela Sobrevivência dos Grandes Primatas, do Programa da ONU para o Meio Ambiente.O Dia Mundial dos Guardas-Florestais, uma iniciativa da Federação Internacional dos Guardas-Florestais, é 31 de julho para celebrar o trabalho que esses profissionais empreendem para proteger os tesouros naturais do planeta. A data lembra os guardiões do meio ambiente que foram mortos em serviço. Nações Unidas

“As evidências são claras: quando as comunidades e os guardas-florestais trabalham juntos, com o apoio dos governos e das organizações internacionais, podemos proteger a vida selvagem e garantir que os que suportam os custos de viver com a vida selvagem sejam capazes de colher os maiores benefícios.” Chefe da ONU Meio Ambiente para Vida Selvagem, Doreen Robinson.

O coordenador da Parceria de Sobrevivência dos Grandes Símios, do Pnuma, Johannes Refisch, disse que “há muitas formas de olhar para o importante trabalho dos guardas florestais e guardas ecológicos.” Para ele, “os gorilas das montanhas são um exemplo fantástico” porque “nem um único gorila da montanha foi morto nos últimos 10 anos.” ONU News

A foto foi tirada por Mathieu Shamavu, em um orfanato de gorilas no Parque Nacional de Virunga, na República Democrática do Congo. Neste local, os animais são criados e cuidados depois que caçadores ilegais mataram seus pais. Go Outside

Poetize-se: PARE ou DIMINUA?, Efeito Borboleta, Anestesia mental., Fome, Morreu Koko, Reciclável e/ou não!, Pac man,Dia Mundial do Meio Ambiente., Evolução,Meio o quê?, Arveres somos nozes, A história das coisas, A Terra a Gastar, I AMazonia

Amazonas decreta situação de emergência

Nos sete primeiros meses de 2019, o estado do Amazonas registrou 1.699 focos de calor, informou a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), tendo 80% (1.372) ocorrido no mês de julho, quando se iniciou o período de estiagem na região. GreenMe

O governo do Amazonas decretou situação de emergência em razão de queimadas e do que chamou de “impacto negativo do desmatamento” na região metropolitana de Manaus e na região sul do estado. Uol

Dados do Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), sistema do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que visa ajudar o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) a combater o desmatamento, mostram que a derrubada de mata na Amazônia em julho deste ano teve crescimento de 278% em relação ao mesmo mês do ano passado.

O diretor-presidente do Ipaam (Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas), Juliano Valente, afirmou que os dados consolidados pelo instituto e pela Sema são abastecidos a partir da tecnologia e dos satélites do Inpe.

“O satélite identifica os focos de calor e queimada. Essa detecção verifica áreas de 30 metros de extensão a 1 metro de largura. Com base nisso, há uma coleta de dados diariamente e a gente faz a verificação desses dados na nossa base cartográfica. Os dados são sempre representativos, uma boa base de indícios e hoje considerados como provas para autuações”, afirmou.

O órgão de fiscalização mantém uma estrutura que monitora os focos de incêndio a partir as imagens de satélite, dos dados cartográficos, de licenciamento e de cadastro rural do estado, ao cruzar todas essas informações, afirmou Valente, o Ipaam consegue identificar quais focos são ilegais e abastece com informação o Comitê Estadual de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais, Controle de Queimadas e Monitoramento da Qualidade do Ar, formado por órgãos estaduais e federais, como Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Ibama, Ipaam e Sema. Rosiene Carvalho
A indefinição sobre o Fundo Amazônia – criado em 2008 para financiar projetos de redução do desmatamento – fez com que governadores dos estados da Amazônia busquem parcerias com doadores internacionais para combater o desmatamento. Os estados com as mais altas taxas de desmatamento começam a negociar diretamente com doadores internacionais. As ações do Fundo Amazônia, que financia ações de prevenção e combate ao desmatamento, apoia projetos de uso sustentável da floresta com recursos que vêm de doações – a maior parte da Noruega (93,8%) e da Alemanha (5,7%). Gazetaweb

Prevenindo queimadas

Para prevenir as queimadas é importante:

  • não atear fogo, exceto com autorização
  • não acender fogueiras
  • não usar fogo na agricultura, seja para limpar o terreno que para renovar a pastagem
  • não lançar bituca de cigarro em nenhuma hipótese, em nenhum lugar. Além de poluir, ela pode não estar bem apagada e pode alcançar alguma vegetação e pegar fogo.
  • não soltar balões, além de perigoso é crime!

Mude conceitos, você pode e deve: Eduardo Góes Neves, A CARTA DE DEUS À POPULAÇÃO DO BRASIL!, Frans Krajcberg, DARWIN CADÊ VOCÊ?, LOGUN EDÉ, Amazônia, 381 novas espécies, e há muitas mais!!!, HORA DO CÓDIGO, INICIE UM ABAIXO-ASSINADO, OLHA O CÉU, O povo munduruku voltou!, ECO-GRAFITE, TERRA OCA, Bandeirantes Modernos, Chico Mendes

Medellín: agricultura urbana

A agricultura urbana se tornou uma opção prática para quem vive nas grandes cidades e pretende ter um contato mais próximo com a natureza. Os jardins improvisados em lajes, paredes – os chamados jardins verticais – e varandas ganham espaço em meio à arquitetura cinza. A assistente social Yarledis Holguín possui seu próprio pequeno jardim, onde planta verduras e legumes. Querendo levar essa experiência para outras pessoas, ela criou um projeto para que os alunos de uma escola construíssem sua horta. Yarledis conta com a ajuda de parceiros que acreditam em sua ideia para continuar semeando seu projeto de ter uma cidade mais verde e bonita. Grandes cidades – Medellín: agricultura urbana -TV Escola
Medellín ganhou um novo nome internacional. Adeus, capital da violência. Bem vinda, capital da inovação! Priscila Cestarolli – endeavor
Se trata de la huerta “No do Zúñiga”, una iniciativa que tiene la Red de Huerteros de Medellín para incentivar en la ciudadanía los procesos agrícolas de autosostenimiento y aprovechamiento del suelo, cultivando su propia comida. elColombiano
“Queremos despertar la conciencia de lo que implica el proceso productivo y llevar los alimentos a la mesa”, menciona Javier Burgos, uno de los ciudadanos que, junto a otros amigos, inició la Red de Huertas en Medellín.
Javier, Ricardo, Sandra, Juliana y muchos más, disfrutan sembrar. Hacen parte de la Red de Huerteros de Medellín, un grupo de Facebook que también se reúne en la vida real y al que puedes asistir, conectarte con otros, ser voluntario y aprender recorriendo el camino –incluso si no estás en Medellín–. No van a hacerte la huerta pero que sí pueden compartir conocimiento, motivarte y orientarte. Tener una huerta es un asunto diario, un proceso continuo. bacanika
Veja também: Inseticida Natural contra lesmas e lagartas, Arroz com feijão, Semana do Consumidor, Consumo colaborativo, Efeito Borboleta, Hortas e temperos, Faça uma Evolução, Miniusina de energia, Comida esperta, Cabo Jardim, MANUAL DE AGRICULTURA URBANA

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Rundling: Um vilarejo em Berlim

Grandes cidades – Berlim: Um vilarejo autossustentável (2016)

A ideia do arquiteto Harald Zenke era simples: criar um Rundling, uma forma circular de vila, composta por 20 casas eletricamente autossustentáveis, construídas pelos próprios moradores e utilizando materiais recicláveis e reutilizáveis dentro de Berlim. A energia térmica e os painéis solares são responsáveis por 2/3 da água quente e da eletricidade. A calefação de todas as casas é gerada por um enorme aquecedor que utiliza a queima de gravetos como fonte de calor. Cada um tem seu próprio lugar, mas os moradores da vila se reúnem para cozinhar e celebrar juntos no espaço comunitário da vila, mantendo, ao mesmo tempo, proximidade e distância entre eles. Tv Escola

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Tráfico de águas

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De acordo com o artigo 20, inciso III, da Constituição Federal, os rios, os lagos e quaisquer correntes de água em território nacional são bens da União e por esta devem ser protegidos.

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A água – principalmente da Amazônia – é roubada por navios petroleiros da Europa e Oriente Médio, que chegam a transportar 250 milhões de litros por embarcação. Portos e Navios

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“Não basta ensinar ao homem uma especialidade. É necessário adquirir sentimentos, compreender as motivações para determinar com exatidão o seu lugar”.

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A Lei nº 9.984, de 17 de julho de 2000, atribui à Agência Nacional de Águas (ANA), entre outros órgãos federais, a fiscalização dos recursos hídricos de domínio da União. produto da mente

agua.esq.

Veja também: Inicie um abaixo-assinado, Empoderamento dos recursos, Mídia Ninja, Processo licitatório?, Symphony Of Destruction, O que, de quem?, OPERAÇÃO POLÍTICA SUPERVISIONADA, E você?, Ho’oponopono, Que tal um abajur?,

Parabéns Nestlé 2

Um canceriano sem lar.

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Peter Brabeck-Letmathe, presidente mundial da Nestlé, uma das maiores empresas de gêneros alimentícios mundiais, afirma que a água é como qualquer outra commoditie agrícola, e deveria ser privatizada, explorada comercialmente e precificada, e acredita que “o acesso à água não é um direito público nem um direito humano.”.
Grandes empresas multinacionais de bebidas, como a Coca-Cola e Nestlé sugam milhões de litros de água de poços subterrâneos, deixando o público sofrer com tais faltas e geralmente recebem privilégios sobre a água (e até isenções fiscais) e sobre a sociedade porque criam postos de trabalho.
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Veja também: Sucos caseiros cheios de saúde., Planeta dos Macacos, Individualidade fugaz, Piada sem sabor!, Juan dos Mortos, Como a indústria do fumo enganou as pessoas?, O Amaranto Inca Kiwicha invade plantações de soja transgênica da Monsanto nos Estados Unidos, Sugestão de desintoxicação ayurvédica após os excessos., Um…

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Neste Chão Tudo Dá

“O Roundup é o espelho do completo ignorante”. Ernest Gotsch

“Neste Chão Tudo Dá – semeando conhecimento e colhendo resultados”.

Documentário realizado em 2008. Como registro de uma viagem à Bahia, o filme fala sobre o pensamento e o trabalho desenvolvido pelo pesquisador e agricultor suiço Ernest Gotsch, que transformou, por meio da prática agroflorestal, uma área de solo pobre em um dos locais com o solo mais fértil do estado. Por meio do contato com essa prática, alguns agricultores rurais começaram a aprimorar suas técnicas agrícolas e melhorar a qualidade de vida de suas famílias. Tv Escola

Veja também: Comer faz bem, Instituto Pindorama, voluntariado., Financiando árvores, Ana Primavesi, Engenheira agrônoma., Clima louco?, O Amaranto Inca Kiwicha invade plantações de soja transgênica da Monsanto nos Estados Unidos, Infinito paralelo, Repo man, Steve’n’Seagulls, Hortas e temperos, Minhocário., Manual de agricultura urbana

Aposentadoria da Água

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“Nós [da construção civil] somos responsáveis pela metade dos materiais consumidos na sociedade”, afirma o professor Agopyan. Agência Universitária de Notícias

Conheça o consumo de água em algumas atividades:

Para se produzir 1 litro de cerveja utiliza-se de 5 a 25 litros de água.
Para se produzir 1 kg de cimento utiliza-se 35 litros de água.
Para se produzir 1 kg de aço utiliza-se de 300 a 600 litros de água.
Para se produzir 1 litro de álcool utiliza-se 2.700 litros de água.
Para se produzir 1 litro de leite utiliza-se de 2,5 a 5 litros de água.
Para se produzir 1 kg de estreptomicina utiliza-se 4 milhões litros de água.
Para abater 1 cabeça de gado utiliza-se 500 litros de água.
Para se fabricar 1 carro utiliza-se 35.000 litros de água.
Para se produzir 1 kg de forragem utiliza-se 1.100 litros de água.
Para se produzir 1 kg de arroz utiliza-se 4.500 litros de água.
Para se produzir 1 kg de algodão utiliza-se 10.000 litros de água.
Para lavar 1 metro de sarjeta utiliza-se 25 litros de água.
Para limpar 1 m² de um mercado utiliza-se 5 litros de água.
Para suprir o consumo de 1 criança na escola utiliza-se 100 litros de água/dia.
Para suprir o consumo de 1 paciente num hospital utiliza-se 450 litros de água/dia.
Na limpeza das mãos utiliza-se 5 litros de água.
Tomar uma ducha utiliza-se de 20 a 50 litros de água.
Na lavagem, manual, de pratos utiliza-se 20 litros de água.
Na lavagem, automatizada, de pratos utiliza-se 80 litros.
Na lavagem, automatizada, de roupas utiliza-se de 50 a 120 litros de água.
Para lavar 1 carro utiliza-se 90 litros de água.
(Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Paranaíba – AMVAP)

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Veja também: Por que falta água?, Águas de março, Caso Sério, Parabéns Nestlé, De onde você vem?, Catastrofe natural?, O mar de Aral virou areia., Ho’oponopono, Clima louco?, Symphony Of Destruction, Homem e o diabo, Robin Hulk, Exame com uma gota de sangue, Empoderamento dos recursos, RECICLE MAIS, PAGUE MENOS, Quem matou o carro elétrico?, Hora do Planeta, O que, de quem?, A história das coisas, Simulador Solar, Qual o volume ocupado por 1 trilhão de reais?, Manguetown, O Amaranto Inca Kiwicha invade plantações de soja transgênica da Monsanto nos Estados Unidos, A Revolta dos Macacos, Controle Social, Bicarbonato de Sódio e a Máquina de Lavar