Na Natureza Selvagem (spoiler)

A vida começa a acabar no momento em que você entra na escola. Com sorte, depois dela você vai para a faculdade, mesmo que ainda não tenha a menor maturidade para escolher uma carreira. Com mais sorte ainda, depois da faculdade você vai arranjar um emprego, mesmo que ainda não tenha a menor condição de saber o que está fazendo ali. Então você vai passar os seus anos sonhando com férias e se aposentar quando a melhor fase da vida tiver ficado pra trás. O roteiro do que esperam de você já está pronto: casar, ter filhos, pagar as contas, tentar juntar algum patrimônio, pensar no seu futuro, pensar no futuro da sua família, pagar previdência, planos de saúde e seguro de vida. Paralelamente a isso tudo, você precisa aproveitar a vida, viver intensamente, aproveitar cada segundo, carpe diem, para não sentir que viveu em vão. Então você preenche o vazio com viagens, sexo, filhos, animais de estimação, comida, futebol, filmes, sei lá. E mesmo se conseguir fazer tudo isso, sempre vai aparecer alguém para dizer que você jogou a sua vida fora, que poderia ter feito muito mais, que é acomodado, fraco ou pouco ambicioso. A pressão só aumenta. Nunca fica mais fácil. Renato Thibes

“Na Natureza Selvagem” conta a história real de Christopher McCandless (Emile Hirsch), o jovem que fugiu de casa depois da formatura, em 1990, para viver como um andarilho pelos EUA sob o codinome Alexander Supertramp, até morrer no Alasca dois anos depois. Sua trajetória foi contada no livro de mesmo nome de Jon Krakauer e adaptada para o cinema por Sean Penn. Um road movie de grandes paisagens e muita contemplação, montado com flashbacks, recortes, narrações, improvisos, quebras da quarta parede e citações — ele abre com um poema de Lord Byron sobre amar mais a natureza do que o homem e depois são citados Tolstoi, Thoreau e Jack London. Medium

O cantor Eddie Vedder, que compôs toda a trilha sonora do filme e deu voz ao interior do personagem, disse em uma entrevista que Alexander talvez fosse a última pessoa no mundo a querer ver sua trajetória transformada em algo comercial e trivial, mas que o filme conseguiu capturar a visão simbólica que o garoto tinha e repassá-la de maneira comovente e verossímil, importando-se mais em contar a verdade do que apenas em vender ingressos. Laís Dias – Super interessante

Selvazem-se: Faça uma EvoluçãoGlobal Citizen FestivalIsolamento Domiciliar, Covid-19Nise – O Coração da LoucuraAssédio moral (bullying, manipulação perversa, terrorismo psicológico).Top 50 Cover Songs from MoviesA pele que habitoJay and Silent BobJosé Mojica MarinsBesourinha

Contagion

“O cinema ainda estava em sua infância quando, em 1902, Georges Méliès lançou Viagem à Lua, usando o romance Da Terra à Lua, de Júlio Verne, como inspiração. Demoraria mais de meio século até que, em 1969, o homem de fato chegasse à lua a bordo da Apollo 11, no caso de um filme como Contágio, dirigido por Steven Soderbergh, não era uma questão de possibilidade, uma simples questão de tempo. Bem pouco tempo.” Gazeta do Povo

O escritor Scott Z. Burns, roteirista do filme, pesquisou diversas patologias ao longo de três anos, contando com a consultoria do Dr. Ian Lipkin, então professor de epidemiologia na Universidade de Columbia, na Escola Mailman de Saúde Pública. Assim nasceu o ficcional MEV-1, vírus altamente contagioso e mortal.

Contágio segue o rápido progresso de um vírus letal, transmissível pelo ar, que mata em poucos dias. Como a epidemia se espalha rapidamente, a comunidade médica mundial inicia uma corrida para encontrar a cura e controlar o pânico que se espalha mais rápido do que o próprio vírus. Ao mesmo tempo, pessoas comuns lutam para sobreviver em uma sociedade que está desmoronando. Medium

25 Things You Missed In Contagion

The Steven Soderbergh directed “Contagion” has been trending lately due to how the film deals with the possibility of a global health crisis. While some aspects of the film are right on the nose, it definitely exaggerates some aspects to make the movie more dramatic.

“Their goal was to try and really show people as accurate a picture that could be conjured, in hopes that it would motivate political leaders to get mobilized,” says Laurie Garrett, one of those health experts consulted by the filmmakers. New York Post

Garrett is a former senior fellow for global health at the Council on Foreign Relations who has been tracking outbreaks for decades. She published the bestselling book “The Coming Plague: Newly Emerging Diseases in a World Out of Balance” in 1994.

“We’ve generally seen a lot [of diseases] arising out of Asia because of the tremendous disruption in that part of the world,” Garrett says. “Bats and birds are deeply stressed because of deforestation and climate change.”

“I’ve been in more than 30 epidemics, and the same things happen over and over again,” Garrett says, argues that we had become complacent to the threat of a pandemic in part because modern history’s second-deadliest plague — HIV, which has killed 32 million — wasn’t treated as “a warning shot across the bow.” Instead, it was dismissed by many as a niche problem that only affected homosexuals.

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Pinga Fogo

Chico Xavier – “Pinga Fogo – Programa 1” –chicoxaviertv

https://youtu.be/iMysLyZjiQk

Chico Xavier: Programa Terceira Visão (BAND, 1987) – Nuno Emanuel

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