Maria Montessori

Maria Montessori, a criadora do método pedagógico que leva seu nome, era uma mulher de caráter enérgico, cujo nascimento completou 150 anos em 31 de agosto, projetou seu revolucionário sistema educacional para ajudar crianças confinadas em hospícios, crianças presas em reformatórios, as crianças mais pobres e desfavorecidas. Irene Hernández Velasco – BBC News Mundo

Hoje, paradoxalmente, as beneficiadas com seu método são principalmente famílias ricas, capazes de arcar com as altas despesas para seus filhos estudarem em uma das 65 mil escolas montessorianas que existem no mundo e que recebem uma educação exclusiva e potencialmente melhor do que a tradicional.

Um fato é que os criadores da Amazon (Jeff Bezos) e Google (Sergey Brin e Larry Page), todos eles hoje multimilionários, estudaram em escolas que seguem o método Montessori.

Montessori tinha 28 anos quando, em 1898, começou a visitar um hospício em Roma e contemplou, horrorizada, como os pequenos internados naquela instituição eram tratados de forma absolutamente desumana, praticamente como animais. Alguns romanos iam ao local para atirar comida para as crianças, como faziam com animais do zoológico.

Vestidas com aventais sujos e esfarrapados, deixadas à própria sorte, essas crianças eram chamadas de “retardadas”, “deficientes” ou simplesmente “idiotas”. Entre elas estavam crianças com deficiência mental, epilépticas, cegas, surdas e autistas, que eram vistas como incuráveis.

Ela já havia visitado bairros pobres de Roma como médica voluntária (ela foi a terceira mulher em Roma a se formar em Medicina). Também havia ido ao reformatório, e ficou tão escandalizada quanto no hospício quando viu o abandono das crianças confinadas.

Com base nisso, ela moldou um método didático revolucionário para a época. Um método baseado em confiar nas crianças.

Os pequenos, disse Maria Montessori, não devem ser perseguidos, forçados ou dirigidos. Nem recompensados, nem punidos, nem mesmo corrigidos. Devem ser respeitados e, sem interferência, liberados em um ambiente em que tudo (espaço, móveis, objetos) esteja sob medida.

Ao defender o respeito às necessidades e aos interesses de cada estudante, de acordo com os estágios de desenvolvimento correspondentes às faixas etárias, Montessori argumentava que seu método não contrariava a natureza humana e, por isso, era mais eficiente do que os tradicionais. Os pequenos conduziriam o próprio aprendizado e ao professor caberia acompanhar o processo e detectar o modo particular de cada um manifestar seu potencial. Márcio Ferrarinovo escola

“Sigmund Freud descobriu o inconsciente; Albert Einstein, a relatividade; e Maria Montessori, a criança. Seu pensamento inaugurou uma nova era e muitas das coisas que consideramos naturais hoje, como respeito pelas crianças e escola democrática, são fruto das suas ideias”, diz à BBC News Mundo Cristina de Stefano, autora da biografia de Maria Montessori.

“Foi ela quem explicou que a criança é uma criatura com um cérebro muito poderoso, capaz de se concentrar muito e até se autoeducar, desde que seja respeitada desde o início e tenha permissão para trabalhar, tanto na família como na escola, no seu próprio ritmo”, acrescenta De Stefano.

Por causa dessa perspectiva desenvolvimentista, Montessori elegeu como prioridade os anos iniciais da vida. Para ela, a criança não é um pretendente a adulto e, como tal, um ser incompleto. Desde seu nascimento, já é um ser humano integral, o que inverte o foco da sala de aula tradicional, centrada no professor. Não foi por acaso que as escolas que fundou se chamavam Casa dei Bambini (Casa das crianças), evidenciando a prevalência do aluno. Foi nessas “casas” que ela explorou duas de suas ideias principais: a educação pelos sentidos e a educação pelo movimento.

A biografia, intitulada Il bambino è il maestro: Vita di Maria Montessori (A criança é a professora: Vida de Maria Montessori, em tradução livre), levou cinco anos de pesquisa.

Foi em 1907 que Maria Montessori abriu em San Lorenzo, então um dos bairros mais pobres de Roma, sua primeira escola: a Casa das Crianças. A partir daí, em alguns anos, seu método daria a volta ao mundo e a tornaria uma pessoa famosa.

Foi em 1907 que Maria Montessori abriu em San Lorenzo, então um dos bairros mais pobres de Roma, sua primeira escola: a Casa das Crianças. A partir daí, em alguns anos, seu método daria a volta ao mundo e a tornaria uma pessoa famosa.

Hoje, entretanto, muitas escolas Montessori estão em áreas abastadas e custam uma fortuna.

“É uma contradição. Um método que nasceu em um bairro pobre de Roma e que foi pensado com base na inclusão, para ajudar as crianças em dificuldade, tornou-se um método para os ricos”, disse Cristina de Stefano.

“Sem dúvida é um paradoxo. Mas também é preciso dizer que nos países em desenvolvimento o método montessori é usado para ajudar, por exemplo, crianças que passaram por guerras. Ainda há pessoas que continuam aplicando seu método para ajudar crianças em dificuldade”, complementa.

Individualidade, atividade e liberdade do aluno são as bases da teoria, com ênfase para o conceito de indivíduo como, simultaneamente, sujeito e objeto do ensino. Montessori defendia uma concepção de educação que se estende além dos limites do acúmulo de informações. O objetivo da escola é a formação integral do jovem, uma “educação para a vida”. A filosofia e os métodos elaborados pela médica italiana procuram desenvolver o potencial criativo desde a primeira infância, associando-o à vontade de aprender – conceito que ela considerava inerente a todos os seres humanos.

O método Montessori é fundamentalmente biológico. Sua prática se inspira na natureza e seus fundamentos teóricos são um corpo de informações científicas sobre o desenvolvimento infantil. Segundo seus seguidores, a evolução mental da criança acompanha o crescimento biológico e pode ser identificada em fases definidas, cada uma mais adequada a determinados tipos de conteúdo e aprendizado.

Mas essa não é a única incongruência relacionada a Maria Montessori. A mulher que dedicou sua vida às crianças, que nos ensinou a respeitá-las e valorizá-las, não foi a responsável por criar seu próprio filho.

Ela havia iniciado um relacionamento amoroso com um colega médico, Giuseppe Montesano. Era uma relação livre, sem vínculos.

A ideia do casamento não entrou nos planos de Montessori porque ela não acreditava na instituição do casamento e porque naquela época uma mulher casada não podia trabalhar fora de casa sem a autorização do marido.

Mas um dia, no final de 1897, Montessori descobriu que estava grávida de Montesano. Ela sabia que um filho fora do casamento encerraria sua carreira.

As duas famílias concordam que ela daria à luz em segredo. E quando em 31 de março de 1898 nasceu um menino, Mario, eles o registraram como filho de pai e mãe desconhecidos e o entregaram a uma enfermeira para criá-lo em Vicovaro, a 45 quilômetros de Roma.

Montesano e Montessori concordaram que os dois cuidariam da criança à distância. E também concordaram que nenhum dos dois jamais se casaria. Ela manteve o acordo, mas ele, não.

“Quando Montesano se casou com outra mulher e reconheceu a criança perante a lei como seu filho, Maria perdeu todos os direitos sobre a criança, que tinha 3 anos na época”, afirma De Stefano.

A emocionante biografia de Montessori tem outro ponto obscuro: sua colaboração, por exemplo, com o regime fascista de Benito Mussolini.

Mussolini ascendeu ao poder em 1922, iniciando um regime que desmantelou instituições democráticas italianas e se converteu em totalitário em 1925. Ele fora professor durante a juventude. E sonhava em fazer das escolas italianas uma fábrica de pequenos fascistas, de jovens disciplinados e obedientes.

Ela e Mussolini se encontram várias vezes e começaram uma estranha colaboração que durou dez anos. Até que, em 1933, profundamente decepcionada ao ver que Mussolini não cumpriu suas promessas de transformar as escolas italianas de acordo com seu método pedagógico, Montessori decidiu romper qualquer relação com o fascismo.

Mas essa mancha em sua biografia cobrou seu preço: ela foi indicada três vezes ao Prêmio Nobel da Paz, mas nunca ganhou.

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Canabidiol, o CBD

O canabidiol, também conhecido por CBD, é um dos princípios ativos da Cannabis sativa, nome científico da maconha. Compõe até 40% dos extratos da planta e pode ser usado como medicamento para diversas doenças, que variam epilepsia severa a fibromialgia. É uma substância canabinoide (que age nos receptores canabinóides do cérebro).

Visto com desconfiança por ser feito a partir de uma planta ilegal e com efeitos psicoativos, o CBD conquistou espaço na mídia a partir de 2014, quando uma mãe ganhou, na justiça, o direito de importar a substância para o tratamento de sua filha que tinha a síndrome CDKL5, que causa epilepsia grave. Minuto Saudável

Na medicina, o canabidiol pode ser usado como anticonvulsivante, anti-inflamatório, ansiolítico e antitumoral, pode ser consumido em spray, em óleo ou fumado, mas não há um consenso de qual é mais efetivo. O óleo de CBD é o método mais usado para a administração do medicamento.
Apenas pessoas com laudos e receitas médicas podem comprar o medicamento, que é controlado. A ANVISA disponibiliza, em seu site, um cadastro para pessoas físicas. O cadastro exige diversos documentos e informações.
Você pode se cadastrar através do site da ANVISA, por e-mail (med.controlados@anvisa.gov.br) ou pelo correio.

A Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (ABRACE) conseguiu uma liminar de uma juíza federal que autoriza a produção e fornecimento do óleo de cannabis para cerca de 400 pacientes com receita médica.

Cassiano Teixeira começou bancando a produção do óleo através de doações, mas em 2015 criou uma associação de pacientes.

Cada família paga 150 reais mensais para a associação, com exceção de 30 famílias de baixa renda. Quase 400 pacientes são atendidos e há mais de 200 em uma lista de espera. Você pode entrar no site deles clicando aqui.

O CBD é um canabinoide que, assim como o THC, se liga aos receptores de canabinoides espalhados pelo corpo humano, conhecidos como CB1 e CB2. Growroom

O Canabidiol não é psicoativo, ou seja, ele não causa o famoso “barato”, e contrapõe alguns dos efeitos do THC, interagindo diretamente com ele. Pacientes informam que com o THC usado isoladamente, como na forma de dronabinol (THC sintético), os efeitos psicoativos são muito fortes, podendo causar paranoia, tontura e outros efeitos desagradáveis.
O CBD possui um efeito sedativo. Plantas com alto teor tendem a causar mais sono e relaxamento quando consumidas.

O CBD foi estudado como um potencial neuroprotetor, sendo testado como tratamento para a epilepsia de difícil tratamento, mas ainda não há evidências suficientes de sua eficácia, parece ter propriedades anti-inflamatórias, demonstrando potencial para o tratamento de diversas doenças inflamatórias, como a artrite reumatoide, a esclerose múltipla, a doença de Crohn, diabetes tipo 1, entre muitas outras.
Diferente do THC, o CBD isolado não possui efeito analgésico. Utilizado em conjunto com o THC, contudo, ele parece potencializar os efeitos do THC no combate à dor crônica, sobretudo a dor neuropática (comum em pacientes com câncer ou AIDS, por exemplo). Ao que tudo indica, o CBD e o THC em conjunto são mais eficazes do que o THC isolado no tratamento da dor.

A cannabis não bloqueia a dor como opiáceos, por exemplo. Ela parece simplesmente aumentar a capacidade do usuário em tolerar a dor, no tratamento da dor, a planta já é aceita como um analgésico pela medicina tradicional. Em estados americanos onde o uso medicinal da cannabis foi legalizado, as vendas de analgésicos a base de opiáceos caiu consideravelmente, indicando uma preferência pela cannabis por parte de muitos pacientes.

O CBD tem efeito antipsicótico. Diversas pesquisas indicaram esse efeito, inclusive estudos realizados no Brasil, na USP de Ribeirão Preto.
Pesquisas com pacientes que automedicam com cannabis identificaram um alto número de pessoas utilizando a erva para tratar problemas psiquiátricos; com ou sem acompanhamento médico. Uma pesquisa realizada na Califórnia, em 1999, identificou 660 (26,6%) pacientes automedicando problemas psiquiátricos com cannabis. Entre eles, 274 sofriam de stress pós-traumático; 162 de depressão; 73 de ansiedade; 46 de depressão neurótica; 34 de desordem bipolar; 26 de esquizofrenia; 15 de déficit de atenção; 8 de distúrbio obsessivo-compulsivo; 5 de síndrome do pânico; 17 de outras enfermidades.
É importante, portanto, ter muito cuidado e somente se medicar com acompanhamento médico.
Em diversos estudos pré-clínicos (em laboratório ou em animais, não em humanos), o CBD demonstrou forte potencial no tratamento de diferentes tipos de câncer. Centenas de estudos demonstram efeitos antitumorais e anticancerígenos por parte do Canabidiol isolado.

Faltam investimentos em estudos, não somente com o CBD, mas com a cannabis como um todo, já que diversos de seus componentes parecem agir no organismo e até potencializar os efeitos terapêuticos uns dos outros, mais conhecimento sobre esse e outros componentes pode significar uma expansão na compreensão da biologia humana e um passo à frente no tratamento de dezenas de enfermidades, e assim avançar na luta pelo direito à vida e ao tratamento de escolha de pacientes-usuários.

Vote a favor da descriminalização do cultivo da cannabis sativa para uso pessoal terapêutico, clicando aqui

O Tradutor

A história retrata a vida real de um professor universitário de literatura russa, vivido por Santoro, que vê sua vida transformada ao ser designado como tradutor na ala infantil de um hospital cubano. Ele deve servir de intérprete entre os médicos e vítimas do acidente nuclear de Chernobil que acabaram de chegar a Havana, em Cuba. Cidade de São Paulo

A história contada neste filme, é baseada em fatos reais, mais precisamente na história do pai de Rodrigo e Sebastián Barriuso, que são os diretores do filme.

O Tradutor tem estreia prevista para 04 de Abril, em todos os cinemas do Brasil. Estacao Nerd

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Farmácia de manipulação


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Acupuntura e MTC – E-book

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Mude conceitos, você pode e deve Relatos SalvajesLUMINESCE™THE IMITATION GAMEA RAINHA DE MAIONAARA BEAUTY DRINK!!!15 robôs icônicos do cinemaNEVOBATMÓVEL – INFOGRÁFICOMUTAÇÃOINSTANTLY AGELESS ™A QUARTA PAREDE!BESOURINHAVIDACELL®Three Little PigsRESERVE™O ESCARAVELHO DO DIABOTURA SATANAJÁ NÃO ME SINTO EM CASA NESSE MUNDO

Florence Nightingale

Florence Nightingale, com sua representação de dados na forma de um diagrama conseguiu mudar a atitude do sistema médico britânico frente ao problema das mortes por infecção hospitalar.

Cientistas - Florence

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A indústria farmacêutica está fora de controle?

Um canceriano sem lar.

Construímos um sistema médico em que o ato de enganar não é apenas tolerado, mas recompensado, a afirmação é de Carl Elliot, professor de Bioética e Filosofia na Universidade de Minnesota e autor do livro White Coat, Black Hat – Adventures on the Dark Side of Medicine em português: Jaleco branco, chapéu preto: aventuras no lado negro da medicina.

O livro de Elliot se junta a uma série de obras que, nos últimos cinco anos, vem revelando que a indústria farmacêutica escapou de todo o controle e que tem influência sobre a formação, a pesquisa e os médicos.

Confira o que o médico e escritor disse em uma entrevista recente e responda você mesmo a pergunta do título! (Homeopatia Ação Pelo Semelhante)

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“A Máfia Médica” é o título do livro lançado em 2010 que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a…

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Universidades do mundo

Caltech – Oferece 3 disciplinas, entre elas Princípios de Economia Para Cientistas. (www.coursera.org)

Universidade Stanford – Presente em quatro plataformas, reúne seus 22 cursos em um site próprio. (www.online.stanford.edu/courses)

Universidade de Oxford – Tem cerca de 2.000 arquivos, entre áudios e vídeos, disponíveis no app da Apple. (iTunes U)

Universidade Harvard – Um curso de ciência da computação e outro sobre pesquisa em medicina. (www.edX.org)

Universidade Princeton – Oferece nove disciplinas completas, incluindo Introdução à Sociologia.

Universidade de Cambridge – Possui cerca de 50 palestras e seminários online, vários na área de direito. (iTunes U)

Imperial College – Oferece vídeos de sete carreiras, incluindo engenharia, matemática e administração. (iTunes U)

Universidade da Califórnia em Berkeley – Oferece quatro cursos online. Três na área de computação e um sobre robótica.

Universidade de Chicago – Oferece vários cursos nas áreas de humana. Destaque para filosofia e ciência política. (iTunes U)

Universidade de Hong Kong – Oferece a disciplina Uma Nova História para uma Nova China, em inglês.

Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – um site de educação a distância aberto a todos. (tvled.egc.ufsc.br)

Universidade de São Paulo – O portal de vídeos da USP. (eaulas.usp.br)

Unesp Aberta – Possui vídeos on-line, materiais escritos e imagens de diversas disciplinas completas oferecidas pela universidade.

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Construímos um sistema médico em que o ato de enganar não é apenas tolerado, mas recompensado, a afirmação é de Carl Elliot, professor de Bioética e Filosofia na Universidade de Minnesota e autor do livro White Coat, Black Hat – Adventures on the Dark Side of Medicine em português: Jaleco branco, chapéu preto: aventuras no lado negro da medicina.

O livro de Elliot se junta a uma série de obras que, nos últimos cinco anos, vem revelando que a indústria farmacêutica escapou de todo o controle e que tem influência sobre a formação, a pesquisa e os médicos.

Confira o que o médico e escritor disse em uma entrevista recente e responda você mesmo a pergunta do título! (Homeopatia Ação Pelo Semelhante)

umbrella

“A Máfia Médica” é o título do livro lançado em 2010 que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denúncia publicada mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma, a nível mundial, o complô formado pelo Sistema Sanitário e pela Indústria Farmacêutica. Notícias Naturais

mafia-medica

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