Brinquedos transplantados

Cerca de 14 mil pessoas esperam por um transplante no Japão, mas apesar disso, apenas 300 delas conseguem os órgãos necessários a cada ano. Para chamar a atenção para o problema e estimular a população a falar sobre isso desde os primeiros anos de vida, foi criada a organização Second Life Toys, que promove “transplantes de órgãos entre brinquedos”. Hypeness

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Pessoas que tenham brinquedos em desuso podem doá-los à instituição para que partes deles sirvam para consertar brinquedos de outras crianças. Após o transplante, a criança que recebe o brinquedo transplantado escreve uma carta de agradecimento ao doador, mostrando que cada transplante oferece uma nova vida e muita felicidade para quem recebe a doação. Vivimetaliun

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Engenheiro conserta brinquedos quebrados em Mato Grosso do Sul

Tranzplante-se: Brincadeiras ao ar livreIndígenas doam alimentosDia Mundial do Doador de SangueCórnea feita de células-tronco “reprogramadas”80 atividades para crianças: simples, divertidas, de baixo custo e todas dentro de casaCotação de histórias no InstagramLAGARTO-TATU (Cordylus cataphractus)

Protagonismo indígena

Olá,

Gravado de forma espontânea, em menos de uma hora, com um celular e uma Handycam, o documentário em estreia Cordilheira de Amora II viaja pela mente fantástica de Carine, uma indiainha Guarani kaiowá de 9 anos, que transforma seu quintal em um universo rico de histórias e personagens inventados. Sua matéria-prima para criar computador, salão de beleza e até ponto de ônibus são tijolos quebrados, pedaços de móveis, lixo e muita imaginação.

À época da gravação, a diretora Jamille Fortunato frequentava a aldeia de Carine, no interior de Mato Grosso do Sul, para ensinar cinema aos seus moradores. O filme foi eleito em 2015 o Melhor Documentário em Curta-metragem no É Tudo Verdade, principal festival dedicado exclusivamente ao gênero do documentário na América do Sul.

Em destaque, quatro curtas que nos apresentam como algumas etnias indígenas enxergam o mundo, além de exporem a luta desses povos por protagonismo na sociedade e no audiovisual. Equipe Porta Curtas

ZAHY – uma fábula sobre o Maracanã

Priara Jô – Depois do Ovo, a Guerra (Leg. Português)

Pajerama

um Rei no Xingu de Helena Tassara

Esse vai de presente:

Índios Somos Nós

Mude conceitos, você pode e deveHino Nacional em dialeto ticunaLUMINESCE™BoitatáA RAINHA DE MAIONAARA BEAUTY DRINK!!!A evolução dos robôs.NEVOOlhos AzuisRELATÓRIO FIGUEIREDOINSTANTLY AGELESS ™NÃO EXISTEM ÍNDIOS NO BRASILBESOURINHAVIDACELL®VISIBILIDADE INDÍGENARESERVE™O ESCARAVELHO DO DIABOPlaca PioneerJÁ NÃO ME SINTO EM CASA NESSE MUNDO

Brô Mc´s

“não quero tua esmola / nem a sua dó, minha terra não é pó / meu ouro é o barro onde piso, onde planto / e que suja seu sapato quando vem na reserva fazer turismo”

O rap dos Brô MC´s é cantado em Português e em Guarani, mistura inédita no país, e as rimas falam do preconceito que passam, do sofrimento do povo indígena e sua história, mas apresentam um povo guerreiro que tenta conquistar o seu lugar. UFGD
Guarani-Kaiowa - violência do homem branco
O Brô MC`s é o primeiro grupo de rap indígena do Brasil, formada pelos jovens indígenas da aldeia Jaguapirú Bororó, localizada na área urbana da cidade de Dourados, Bruno Veron, Clemersom Batista, Kelvin Peixoto, Charlie Peixoto, Higor Lobo e Dani Muniz, em 2008 eles encontram com Higor Marcelo coordenador estadual da Central Única das Favelas de Mato Grosso do Sul (CUFA – MS), vocalista do grupo de rap Fase Terminal, que os convida para participarem de uma música do seu segundo álbum intitulado Outra Fase, a música “No Yankee”. Toque no Brasil

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