De Brocha Na TV

(Thiago de Souza/Daniel Battistoni) – Blog do Luciano Egidio
Ô todo Pinta…
Não me leve a mal
Tudo bem que está
pintando o carnaval
Mas ninguém mais aguenta ver você
Com esse tanto de brocha na TV
Cidade Cinza não é linda nem feliz
Vão te pixar de péssimo aprendiz
“Eu já te vi de jardineiro
De pintor e de Gari
Só de prefeito, eu confesso
Ainda não vi”

Voto Nulo

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Antes de mais nada decodifiquem os códigos, vocês não são Revolucionários se não desvendarem os códigos da Programação Linguística e Mental. 

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ESCOLAS MUDAM!

Nossa Constituição Federal reza, em seu artigo 1º: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. Fernando Beltrão Lemos Monteiro

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L’Homme et la Terre (1905-1908).

TUDO o que pode ser dito a respeito do sufrágio pode ser resumido em uma frase: votar significa abrir mão do próprio poder. Eleger um senhor, ou muitos senhores, seja por longo ou curto prazo, significa entregar a uma outra pessoa a própria liberdade. Elisée Reclus – Coletivo Anarquismo Piracicaba e Regiao

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Se o voto mudasse alguma coisa, eles o tornariam ilegal.

O voto nulo é uma forma de os cidadãos expressarem o seu descontentamento com o sistema político vigente no acto eleitoral, por outro lado, o ato de votar nulo é na verdade uma manifestação de falta de cidadania, que contribui para piorar o nível dos ocupantes de cargos públicos. Wikipédia

O primeiro turno das eleições teve que ser novamente realizado em 28 municípios brasileiros. Eleições 2004 – Terra

O Código Eleitoral Brasileiro (Lei nº 4.737/art. 224) diz que:
“Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do estado nas eleições federais e estaduais, ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações, e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.”

Votos nulos são como se não existissem: não são válidos para fim algum. TSE

Votar é uma idiotice. É tão tolo quanto acreditar que os homens comuns como nós, sejam capazes, de uma hora para outra, num piscar de olhos, de adquirir todo o conhecimento e a compreensão a respeito de tudo. Elisée Reclus – Coletivo Anarquismo Piracicaba e Regiao

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VOTE NULO

• Votar é um ato de renunciar à própria liberdade. Não precisamos de líderes para nos impor leis e criar regras que limitam nossos direitos.

• A democracia se tornou um espetáculo de televisão. O eleitor escolhe candidatos como produtos. É preciso negar esse sistema.

• Não é possível mudar o sistema político por dentro dele. A política muda as pessoas, levando qualquer um à corrupção.

• Os candidatos são cada vez mais parecidos. A briga entre eles é falsa e serve para que ainda haja esperança na democracia e para que continuem no poder.

• Se o eleitor não está contente com nenhum candidato, tem o direito de anular. É uma escolha legítima como qualquer outra.

• Política não é só voto, também é pressão e participação pública. As eleições sugerem que não há outra atitude política além do voto.

• Se o eleitor não conhece os candidatos, corre o risco de votar em corruptos. Portanto, sua melhor opção é anular.

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NÃO VOTE NULO

• É claro que precisamos de líderes e representantes de nossas opiniões e desejos. Uma sociedade sem líderes seria anárquica e acabaria em barbárie.

• O voto nulo tem pouco valor como protesto, já que os políticos brasileiros não se importam com a opinião do eleitor.

• Mesmo se a maioria da população anulasse o voto, não haveria efeito nenhum, já que a Constituição considera apenas os votos válidos.

• A corrupção no Brasil está concentrada em alguns grupos. Basta evitá-los e conhecer bem os candidatos, para a política melhorar.

• Anular é uma atitude alienada, de quem não se importa com o rumo do país. Retirar-se da discussão é fácil, porém perigoso.

• A política não é só voto, mas ele é uma peça importante para decidir os rumos do país e não exclui outras formas de ação política.

• Se as pessoas conscientes anularem o voto, a eleição será decidida apenas pelos menos capacitados. Liliana Pinheiro

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QUEM TEM A DECISÃO É VOCÊ. VOTAR SIGNIFICAR ABRIR MÃO DE O SEU PRÓPRIO PODER. SIRVA. VOTE CONSCIENTE. E PARA OS QUE ESTÃO PENSANDO EM VOTAR BRANCO, EU SÓ PEÇO UMA COISA: VOTE NULO, ENTÃO! MOVA-SE!

Enxergue mais: VOTO ABERTOEMV, Empoderamento dos recursos, O analfabeto políticoPolítica, sempre ela.; Carnaval é Perfeição!INSTANTLY AGELESS ™Sua segurança?Inside Job; DECLARAÇÃO IRPF 2012, VIDACELL®Brasileiro Reclama De Quê?FILHOS DA PROSTITUTA, Não Foi AcidenteUM MAR DE INFORMAÇÕES!!!RESERVE™

Arte Fora do Museu

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Nós da iniciativa Arte Fora do Museu apresentamos este abaixo-assinado em apoio ao projeto de lei nº 840/2013, de autoria do vereador Nabil Bonduki, que garante perante a lei a legitimidade do trabalho artístico que vem sendo desenvolvido nas ruas da cidade.

Já existe uma lei federal que poderia ser levada em conta, mas não é sequer lembrada:

Art. 65 da Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998

Não constitui crime a prática de grafite realizada com o objetivo de valorizar o patrimônio público ou privado mediante manifestação artística, desde que consentida pelo proprietário e, quando couber, pelo locatário ou arrendatário do bem privado e, no caso de bem público, com a autorização do órgão competente e a observância das posturas municipais e das normas editadas pelos órgãos governamentais responsáveis pela preservação e conservação do patrimônio histórico e artístico nacional. (Incluído pela Lei nº 12.408, de 2011)

A lei é bem clara quando diz que não é crime quando o grafite realizado tem o objetivo de valorizar o patrimônio público. Exemplos desta forma de arte modificando para melhor a paisagem de São Paulo não faltam. Alguns viraram inclusive pontos turísticos, como o Buraco da Paulista e imenso painel da entrada da Avenida 23 de Maio. Este painel é tema do documentário Cidade Cinza, que retrata como obras de artistas renomados inclusive no exterior, como osgemeos e Nunca, são apagados sem critério por fiscais da prefeitura.

Veja também: 35 verdades ditas sobre o Brasil, pelos olhos de um Turista, Museu Virtual, Os cães, 1984!, Primo rico?, O que te importa?, Catador de ministros, Lixo ou resíduos?, Lixo! Eu?, Halloween Saci!

A guerra do vintém

A guerra do vintém

Exploradas por militantes republicanos, manifestações contra taxa sobre transporte urbano tumultuam capital do Império e deixam mortos e feridos pelas ruas.
José Murilo de Carvalho

No dia 28 de dezembro de 1879, a capital do Império viu algo inédito desde 1863, quando o Brasil rompeu relações com a Inglaterra por conta da Questão Christie: a multidão protestando na rua. A manifestação aconteceu no campo de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, em frente ao palácio imperial. Cerca de cinco mil pessoas, lideradas por um militante republicano, o médico e jornalista Lopes Trovão, reuniram-se para entregar a d. Pedro II uma petição solicitando a revogação de uma taxa de 20 réis, um vintém, sobre o transporte urbano, ou seja, bondes puxados a burro. O vintém era moeda de cobre, a de menor valor da época. A polícia não permitiu que a multidão se aproximasse do palácio. Enquanto os manifestantes se retiravam, o imperador mandou dizer que receberia uma comissão para negociar.
(…)
O novo imposto e a taxa atingiram diretamente duas categorias, os funcionários públicos e os usuários de bondes. Em 1870, a capital tinha 192 mil habitantes na área urbana, dos quais 11 mil funcionários públicos, entre civis, militares e eclesiásticos, já que naquela época o catolicismo era a religião oficial do Estado. Havia quatro grandes companhias de ferro-carris urbanos, ou de bondes, como ficaram conhecidos: a Botanical Garden Co., que cobria a zona sul, saindo da rua Gonçalves Dias, a Cia. de São Cristóvão, concentrada na zona norte, com ponto final no Largo de São Francisco, a Ferro-carril de Vila Isabel, que partia da Praça Tiradentes, e a Cia. de Carris Urbanos, que atendia ao centro, incluindo a zona portuária.
(…)
Desse clima de insatisfação, tiraram vantagem os agitadores republicanos. Ao que parece, na demonstração de São Cristóvão estavam presentes, sobretudo, pessoas de melhor situação social, certamente muitos funcionários públicos. Na do dia 1º, teria entrado em ação a massa dos usuários mais pobres, acrescida da tropa barra-pesada do centro e da zona portuária. Não por acaso, os líderes do movimento perderam o controle da multidão nesse dia.

Embora legal, a taxa do vintém era profundamente impolítica, como se dizia na época. O ministro fora alertado para as possíveis reações. Mas Afonso Celso era tão competente quanto teimoso. Pagou por isso alto preço em 1880, como pagaria em 1889, por ocasião da proclamação da República. A reação da polícia foi infeliz em 28 de dezembro, ao não negociar a audiência com o imperador, e imprudente em 1º de janeiro. A do Exército, simplesmente desastrada.
(…)
Mas a revolta não foi republicana, afirmaram seus próprios líderes. Muitos interesses feridos nela se fundiram, de grandes e de políticos, de gente miúda e de simples cidadãos. Uma grande explosão social, detonada por um pobre vintém.

José Murilo de Carvalho é professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), membro da Academia Brasileira de Letras, do IHGB e da Academia Brasileira de Ciências e autor de D. Pedro II: ser ou não ser. São Paulo: Cia. das Letras, 2007.

Veja também: Impostômetro, Pneu, Vasos e flores, Cantar, Mata Atlântica, Miniusina de energia, Água mata?, Efeito Borboleta, DECLARAÇÃO IRPF 2012, Se sentindo só? Anúncios de solteiros., Todo Dia Era Dia de Índio

FORDISMO??

Revolução em Dagenham (Made in Dagenham). Nigel Cole, Inglaterra, 2010. Roteiro William Ivory.
Título na França: We Want Sex Equality
Elenco: Sally Hawkins, Daniel Mays, Bob Hoskins, Miranda Richardson, Rosamund Pike, Jaime Winstone, Geraldine James, Andrea Riseborough, Andrew Lincoln, Rupert Graves, Richard Schiff, Lorraine Stanley, Nicola Duffett, Matthew Aubrey, Roger Lloyd-Pack, Sian Scott, Robbie Kay, Marcus Hutton e Danny Huston

O filme mostra a vida da operária inglesa Rita O’Grady (Sally Hawkins), mãe de família, que de repente se vê envolvida na luta por direitos trabalhistas e femininos, deixando em segundo plano seu papel de esposa e mãe, relata uma história real, que aconteceu em 1968 e deve um impacto importantíssimo na história das relações trabalhistas e na vida das mulheres da Inglaterra, com influência sobre diversos outros países. 50 Anos de Filmes

“Não são privilégios: são direitos”. (Rita O’Grady)

A operária que assume a militância das 187 mulheres em busca de igualdade salarial com os homens na década de 60, fez a Ford Motor’s de Dagenham (Londres) fechar suas portas por tempo indeterminado. Cine Resenhas, Blog 2001 Vídeo

A ministra do Emprego era Barbara Castle (Miranda Richardson) em 1968, uma das grandes lideranças do Partido Trabalhista, quarta mulher a participar de um gabinete ministerial da Grã-Bretanha. 50 Anos de Filmes

Sandie Shaw interpreta a música título “Made In Dagenham”. A cantora trabalhou na fábrica da Ford em Dagenham muitos anos antes dos fatos acontecidos no filme. By Star Filmes

8marorigem

Revolução em Dagenham – Sara Holmes – Youtube

Observe mais: Makota Valdina, Os cães, 1984!NAARA BEAUTY DRINK!!!Como a indústria do fumo enganou as pessoas?, Suco de limão e Bicarbonato, VIDACELL®Homem e o diabo, Sintomas Câncer de MamaEMVA história de sempre?, Jesus Negão, Robin Hulk, Candelária, A Copa do Pinheirinho,  INSTANTLY AGELESS ™Exame com uma gota de sangueRESERVE™BE MY EYES APPPIB???