SOBRE MACONHA

THIAGO VENTURASOBRE MACONHA

Trecho gravado no show do 4 amigos.

Rodrigo MarquesMaconha – Stand Up Comedy

Hempze-se: Catastrofe natural?, Medical Hemp, Hemp Church, Hemp Roll, Hemp Car, Baterias de cânhamo, CANNABIS LIVRE DA ONU, VERDINHA, Vaginóides!, Direito ao cultivo individual ou aceita um hamburger?, O pai da maconha medicinal moderna, As discípulas de Jesus, Contrapropaganda sobre a Cannabis, Fibra de “maconha” na produção têxtil

Como enriquecer e educar licitamente falando!?!

Economia com sistema prisional chegaria a R$ 1 bilhão, de acordo com estudo divulgado pela Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados, poderia render entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões por ano para os cofres públicos, de acordo com um estudo divulgado pela Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados. João Pedro CaleiroExame

Seria cerca de 40% do que o país arrecada hoje em impostos sobre bebidas alcoólicas e 60% da arrecadação com o tabaco.

A metodologia foi inspirada em um estudo feito em 2010 para o Instituto Cato por Jeffrey Miron, de Harvard, e Katherine Waldock, da New York University.

Portugal, que descriminalizou todas as drogas há 15 anos, é hoje o país com as menores taxas de consumo entre jovens da Europa.

“Legalização significa menos violência, menos gastos do governo e a abertura de uma nova fonte de taxação. A experiência internacional mostra que a legalização funciona”, disse Miron em entrevista para EXAME.com no ano passado.

O trabalho da Câmara usa dados de uma pesquisa sobre consumo de 2005, que estimou que 1,8% da população brasileira usa maconha mensalmente (ou 2,7 milhões de pessoas).

Tomando como base a regulação uruguaia, cada uma delas poderia comprar até 40 gramas de maconha por mês.

Com preço de US$ 1,20 o grama e cotação de R$ 3,60 por dólar, chega-se a R$ 4,20 por grama, R$ 2.073 por usuário por ano e um mercado total do tamanho de R$ 5,69 bilhões.

Mas essa é a estimativa sem aumento no consumo. Os críticos alegam que a legalização faria a demanda explodir, mas há quem aposte que o fim do fator “fruto proibido” causaria o efeito contrário.

No estado americano do Colorado, verificou-se um crescimento acima de 17% na prevalência mensal pós-legalização. Um aumento do tipo por aqui levaria o gasto anual em maconha para R$ 6,68 bilhões.A legalização da maconha também faria o país economizar o dinheiro atualmente gasto para perseguir, processar, julgar e manter presas as pessoas que usam e vendem a substância.Desde 2006, a lei já estabelece que ninguém deve ser preso por ser consumidor. No entanto, como não há uma quantidade definida para separar usuário de traficante, essa confusão continua sendo feita (com prejuízo maior para negros e pobres).“[A proibição] não consegue afastar as pessoas das drogas, apenas te dá essa ilusão e todos os efeitos colaterais horríveis: a corrupção, a polícia e a destruição de áreas e países inteiros porque você tornou algo artificialmente lucrativo ao bani-lo”, diz Russ Roberts, Ex-professor na George Mason University e pesquisador em Stanford, em manifesto sobre o tema para EXAME.com.

Luto, maconha mata!!!

Facebook

Facebook

O governo mexicano deu início ao processo de legalização total da maconha recreativa. Após uma consulta nacional no mês passado em uma série de reuniões públicas, os legisladores do México concordaram em honrar a promessa de discutir a perspectiva de legalizar a maconha.

Tudo começou após uma decisão da Suprema Corte do país, no ano passado, que declarou ser inconstitucional “proibir o uso pessoal de cannabis”, alegando que feria o direito de livre criação de personalidade. Esta decisão foi uma parte essencial do processo para que o México afrouxasse suas leis sobre maconha.

Gil Kerlikowske, ex-comissário de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA do ex-presidente Bacarack Obama, participou de uma cúpula no Senado mexicano na semana passada para debater a legalização assim como sua regulamentação: algo que ele insistiu que seria fundamental para o sucesso da legislação.

Destacando a necessidade de proteger os jovens dos riscos da maconha por meio de controle rigoroso, ele pediu às autoridades mexicanas que garantissem que as receitas arrecadadas com a tributação da cannabis fossem investidas em reabilitação de drogas, programas educacionais assim como métodos de combate a qualquer reação dos cartéis de drogas.

“Se você quer um ambiente controlado para a maconha, precisa fazer todo o possível para eliminar o mercado negro” concluiu. Portal Mundo

A maconha como porta de entrada

Um dos argumentos, muito repetido nas mídias sociais, nas conversas do dia a dia e até mesmo por autoridades é a famosa frase: “A maconha é a porta de entrada para drogas mais pesadas”. Norberto Fischer


Postado por
Se alguém seguir a mesma lógica para verificar quantas pessoas haviam consumido, por exemplo, refrigerante em suas vidas antes de usar cocaína, possivelmente chegaríamos à conclusão de que a bebida doce a é porta de entrada, o que não faz nenhum sentido, assim como não faz no caso da maconha.

Anarquista

Nos últimos anos me deparei com três posicionamentos diferentes, os que defendem:

  • A completa proibição da maconha no Brasil, independente do uso, mesmo medicinal;
  • Regulamentação da planta, incluindo a descriminalização do uso recreativo;
  • Uso medicinal, mas o uso industrial e social deveriam ainda ser debatidos pela sociedade.

Hoje, por estar vivendo diariamente com a maconha medicinal no tratamento da Anny posso garantir que “a maconha é sim uma porta de ean Lefebvreentrada, mas para a qualidade de vida de muita gente, para uma vida em abundância e com saúde. Hemp Meds Brasil

“Um assunto tão delicado pede um amplo debate, consultando especialistas com posições diferenciadas. A questão da maconha medicinal, expressão bastante difundida na sociedade, não se mostra verdadeira, e os especialistas apontados por nós terão a capacidade de diferenciar o uso terapêutico do canabidiol, do uso indiscriminado e nocivo à saúde da maconha e suas 500 substâncias psicoativas”, pontuou Eduardo Girão no requerimento.

A proposta analisada na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) foi uma iniciativa da ONG Rede Brasileira de Redução de Danos e Direitos Humanos (Reduc). Os representantes da ONG informam que o texto baseia-se em legislações já em vigor nos estados norte-americanos da Califórnia, Nova York e Oregon, assim como no Uruguai. Também garantem que o texto obedece à Convenção Única sobre Entorpecentes (ratificada pelo Decreto 54.216, de 1964) e à Convenção sobre Substâncias Psicotrópicas (ratificada pelo Decreto 79.388, de 1977), tratados internacionais assinados pelo Brasil junto à Organização das Nações Unidas (ONU). senado notícias

A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Luciana Boiteaux chamou a atenção para as dificuldades em debater sobre acesso a medicamentos derivados da cannabis, saúde e usos de substâncias que deveriam estar dentro da liberdade individual. “O Brasil é um dos países mais proibicionistas do mundo e isso faz mal à saúde. O Brasil importa o modelo da política de cannabis medicinal dos Estados Unidos e lá essa política tem passado por mudanças significativas, então, qual a dificuldade que temos em trazer esse debate para o país?”, disse. Luciana afirmou que não é só reduzir danos e impedir retrocessos, mas tentar avanços e mostrar que a política de drogas não só inclui grupo de cultivadores, mães e universitários. “É um cenário que até na América Latina o Brasil está muito atrasado”, concluiu.

Gulnar Azevedo, presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), ressaltou a importância de trabalhar para manter os avanços já conquistados na saúde pública e a relevância do SUS para a população. Gulnar aprofundou o argumento da acessibilidade aos medicamentos e saúde básica citando o caso de populações em área remota e indígenas. “Às vezes a condição financeira para comprar medicamentos não é o único problema, mas, essas pessoas também não têm nenhum acesso à assistência médica, e isso é muito grave”, disse. A médica lembra que o acesso a saúde melhorou bastante nos últimos anos, mas que infelizmente esse tempo não foi suficiente para que houvesse uma diminuição na desigualdade existente no país. Gustavo Mendelsohn de Carvalho, Julia Dias e Matheus Cruz (Agência Fiocruz de Notícias)

Jean Lefebvre – Hempadão

A maconha, além de tudo, pode ser também a porta de saida para as drogas! Existem diversos relatos de pessoas que eram viciadas em crack, cocaína, cigarro e álcool, que conseguiram se livrar do seu vício com a ajuda da cannabis, e não se pode culpar um ser humano por experimentar algo diferente, a curiosidade e necessidade de alterar a consciência, para alguns, é muito grande. Jean Lefebvre
Poetize-se: Comidinhas de Maconha, Ervas medicinais, Avaliação química, E agora???, Quase imortal!!!, Manual de Apicultura em Pequena Escala, A VERDADE por trás da proibição da MACONHA, Desenho de criança, Estupidez, Doenças degenerativas, Polícia 24 horas, Manual dos remédios tradicionais Yanomami, Suco de limão e Bicarbonato,

Canadá Legalize

O Canadá foi o primeiro do G7, e segundo do mundo, a liberar uso recreativo e medicinal da droga em nível nacional. O mercado da maconha legalizada para uso recreativo deve gerar receita de até US$ 4,3 bilhões em seu primeiro ano, o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, escreveu em um tuíte em 19 de junho de 2018 :

“É fácil demais para nossas crianças conseguirem maconha – e para criminosos lucrarem em cima. Hoje, mudamos isso. Nosso plano para legalizar e regulamentar a maconha acabou de ser aprovado no Senado”. Camilo Rocha

O Canadá se tornou nesta quarta-feira (17/10) o segundo país do mundo a legalizar o uso da maconha para fins recreativos, depois do Uruguai, que adotou a medida em 2013. As primeiras vendas foram realizadas na província de Terra Nova e Labrador, no leste do país.

Os consumidores canadenses de maconha receberam outra boa notícia: horas antes da abertura de pontos de venda, um funcionário do governo federal comunicou via agências de notícias que o Canadá perdoará todas as pessoas com condenações por posse de até 30 gramas de maconha – o novo limite legal. Além da posse de até 30 gramas, cada usuário pode cultivar até quatro pés de maconha em casa.

O Canadá permite o uso medicinal da maconha desde 2001, e o governo do primeiro-ministro Justin Trudeau passou dois anos trabalhando para expandir a legislação e incluir o uso recreativo. Nordeste1

bbounwu

O primeiro argumento em defesa da reforma se baseou no fato de que a proibição não havia conseguido diminuir o consumo da droga e, ao contrário de proteger a saúde das pessoas, estava apenas aumentando seus riscos, colocando em contato com violência em potencial e fazendo que as substâncias consumidas não tivessem qualquer controle sanitário de qualidade. O primeiro-ministro não desconsiderou os danos potenciais do consumo de maconha, especialmente para o cérebro no período de desenvolvimento, um dos objetivos principais da política é tornar mais difícil que crianças e jovens façam uso da substância. O segundo argumento é que a proibição da maconha leva milhões de dólares para organizações criminosas e a legalização é uma forma de fechar parte da torneira que financia outras atividades ilegais e aumenta a violência. Gabriel Santos Elias

Quase uma tonelada de maconha (900 kg) desapareceu de dentro do 1º DP (Sé), na Liberdade (região central). O sumiço, registrado como furto no distrito, aconteceu no dia 17 de agosto, constatou que 50 sacos de maconha haviam sido furtados. A droga, de acordo com a Polícia Civil, havia sido apreendida no dia 6 de outubro do ano passado. Outros 33 sacos, com o mesmo tipo de droga, foram deixados no local, sendo que dois deles estavam “violados”, diz o boletim de ocorrência. Jornal Flit Paralisante

Mude conceitos, você pode e deve: PHOTOSHOP CC 2018 E MAQUETE ELETRÔNICA 3DS MAX 2018 E VRAY: FREE, CURSOS NA USP, LUMINESCE™(10% de DESCONTO)GREGORY HOUSE M. D.VENDE-SE MACONHAGHOST WRITER, NAARA BEAUTY DRINK!!!(10% de DESCONTO), MAIS PESSOAS ESTÃO USANDO MACONHA COMO UM SUBSTITUTO AO ÁLCOOL E REMÉDIOS, DIZ ESTUDOInicie um abaixo-assinado, PRIMEIRO SATÉLITE 100% DESENVOLVIDO PELA INDÚSTRIA NACIONAL, INSTANTLY AGELESS ™ (10% de DESCONTO)CARRINHO DE CONTROLE REMOTO, SIMPLES E RÁPIDO, ANDROID 2016 – DESENVOLVIMENTO DE APPS (GRATUITO)COMIDINHAS DE MACONHA

Editado via celular. (em construção)

E agora???

A Lei de Drogas, de 2006, não listou quais substâncias são ilícitas, deixando isso a cargo do Ministério da Saúde e segundo o juiz Frederico Ernesto Cardoso Maciel, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF), como não existe uma justificativa oficial para a proibição do uso da maconha, a criminalização do uso da droga transgride o princípio da impessoalidade determinado pelo art. 37 da Constituição. “O ato administrativo, em especial o discricionário restritivo de direitos, diante dos direitos e garantias fundamentais e também dos princípios constitucionais contidos no art. 37 da Constituição da República devem ser devidamente motivados, sob pena de permitir ao Administrador atuar de forma arbitrária e de acordo com a sua própria vontade ao invés da vontade da lei”. Redação Pragmatismo

guerra-as-drogas-acabar-policia-bancos-traficantes

O impacto da legislação brasileira antidrogas no sistema prisional é prova cabal da falência do sistema repressor que criamos. O consumo de drogas não diminui, mas o número de presos por crimes relacionados às drogas aumenta ano após ano, e explodiu desde a promulgação da atual lei que trata do tema, em 2006. Lucia Nader e Rafael Custódio

cerebroforadagaiola

Somente a cidadania plena conduz à democracia. Não há outra forma de ser cidadão que não seja através da educação ideológica e política. Pragmatismo Político

legalizaruruguai

Veja tambén: FHC = THC, José Mujica maconheiro?, Scoring drugs, Quarto poder, Doenças degenerativas, Suco de limão e Bicarbonato, Vamos acabar com o domínio da Monsanto, O Coxinha – uma análise sociológica, Paulo Freire, Jesus Negão, Carmina Burana: Introduction (O Fortuna), Índice de Desenvolvimento Humano, Cadê os Amarildos?

José Mujica maconheiro?

José Mujicacanamo-capa
exemploops

mujicacool

O Uruguai criou polêmica em todo o mundo ao se tornar o primeiro país a legalizar a maconha. Essa foi a solução encontrada pelo presidente José Mujica para combater a violência e o narcotráfico. Jornal da Band

pepemujica
Chico Lopes solto depois de pagar fiança de R$ 300. (Senado Federal)

Veja também: Legalize Já, Ervas medicinais, FHC = THC, Saudação ao Sol, Comida de gente, Convite à Filosofia, Chás que Ajudam a Emagrecer, Paulo Freire, Jesus Negão, Umbrella Corporation, Piada sem sabor!, Sorvete de cachaça, Casa da árvore