A maior “chacina”

O Exército Brasileiro e a Polícia Militar do Ceará bombardearam há 81 anos a comunidade do Caldeirão da Santa Cruz do Deserto, na cidade do Crato, o Exército não informou o local da vala comum onde foram levados os corpos.

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Mas na mitologia grega, Kratos é um deus da força e do poder, irmão de da deusa grega da vitória, Nike, da força, Bia, e de Zelus, o da rivalidade. Todos eles foram os primeiros a ficar ao lado de Zeus para defender o Monte Olimpo do deus monstro Typhon. Fatos Desconhecidos

A comunidade foi fundada por um filho de escravos alforriados, o Beato José Lourenço, e recebia todo tipo de gente miserável e faminta que buscava refúgio por lá. Toda a produção de alimentos era dividida igualmente e o excedente era vendido na cidade ou trocado por remédios.

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O Caldeirão da Santa Cruz do Deserto(Completo) – Rosemberg CariryCariri das Antigas

Os latifundiários da região não gostaram da situação, pois viram muitos dos seus empregados deixando pra trás uma vida de exploração, para viver na comunidade do Caldeirão. O massacre aconteceu em 1937, a mando de Getúlio Vargas, e com o apoio dos ricos da região da Bahia.

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Caldeirão de Santa Cruz do Deserto foi um dos movimentos messiânicos que surgiu nas terras no Crato, Ceará. A comunidade era liderada pelo paraibano de Pilões de Dentro, José Lourenço Gomes da Silva, mais conhecido por beato José Lourenço. No Caldeirão, os romeiros e imigrantes trabalhavam todos em favor da comunidade e recebiam uma quota da produção. A comunidade era pautada no trabalho, na igualdade e na Religião.  – Coisa de Cearense

Mude conceitos, você pode e deve: reserve™AUMENTO DA DESIGUALDADE OU DIMINUIÇÃO DA POBREZA: O QUE MAIS IMPORTA PARA A SOCIEDADE?naara beaty drink™CONTO UMA NOVIDADE!nevo™WASABIluminesce™COMIDA PARA O ESPÍRITOVIGIAI OS FUTUROSCOMO PLANEJAR UMA FESTAMALUCOS DE ESTRADA: A RECONFIGURAÇÃO DO MOVIMENTO HIPPIE NO BRASILinstantly ageless™JEUNESSE, VERDADE OU MENTIRA?ILHA DAS FLORES

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O Brasil corre o risco de perder até 60 diferentes línguas indígenas

Línguas indígenas como o tupi deram importantes contribuições ao português. Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

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A EBC faz uma matéria trazendo à tona o grave problema no processo de escolarização indígena que muitas vezes nega este direito. Espero que não seja tarde demais. Portal Fórum

Zahy Guajajara

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A Nação que não esperou por Deus

Diz uma lenda indígena que Deus criou o mundo e prometeu que voltaria no dia seguinte para entregar ferramentas para os povos. A única etnia que não esperou pelos utensílios foi a dos índios Kadiwéu e, por isso, como recompensa, com um forte sopro, o Criador lhes concedeu uma imensidão de terra onde viveriam e de onde tirariam seu sustento. E assim foi até que chegaram os homens brancos e, mais tarde, os pecuaristas.

Cordilheira de Amora II

As cenas foram captadas em aldeia de Amambai. Jamile percebeu que Karine Martines, de 8 anos, transformava seu quintal num experimento do mundo, e resolveu registrar. Contando com nada mais do que folhas, tijolos e pedaços de papel e madeira, a menina ia criando, com sua imaginação, histórias e personagens que alargam sua solidão em brincadeiras, sonhos e projetos.

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Quem começou a juntar os fragmentos da cultura desses índios foi missionária italiana Ada Gambarotto que, trabalhando na região, conseguiu localizar os índios remanescentes espalhados pelo Pantanal. Adair Pimentel, uma linguista pernambucana, deu continuidade a esse trabalho reconstruindo a língua guató com a ajuda de uma das únicas índias dispostas e relembrar a sua língua de origem. Esses dados são importantes porque essas três mulheres funcionam como elos fundamentais para a reconstrução do passado e a mitologia do povo guató e a condição atual de vida da população remanescente.

Terra Vermelha

A miséria das famílias guarani em Dourados é retratada desta vez na ficção do cineasta ítalo-chileno-argentino Marco Bechis.

A história começa com a crise provocada pelos suicídios de duas jovens índias. As mortes levam o cacique a guiar seu povo para a retomada de seu território tradicional, ocupado por grandes latifundiários. Começa ai o conflito.

Flor Brilhante e as Cicatrizes da Pedra

Flor Brilhante é a matriarca de uma família indígena de rezadores Guarani-Kaiowá que vive na reserva de Dourados-MS, Brasil. Lá, cerceados de seu modo de viver originário, tentam sobreviver preservando conhecimentos e hábitos da cultura dos antigos, enquanto convivem com os efeitos e mazelas causados pelas explosões continuas de uma usina de asfalto, que dinamita e explora uma pedra sagrada no território da aldeia há mais de 40 anos. Ângela Kempfer – Campo Grande News

Enxergue mais: Hino Nacional em dialeto ticunaTODO DIA ERA DIA DE ÍNDIO22 DE TODOS OS DIASQUEENSTOWN – NOVA ZELÂNDIAFELIZ DIA DO ÍNDIO!!!VIABILIDADE???EU SOU GUARANI KAIOWÁCADTEC E LEI DE ZONEAMENTOÍNDIO EDUCA

Bolsa família

Os povos que viviam na terra chamada de Pindorama – quando chegou Cabral – se organizavam em grandes grupos, mas não chegaram a formar civilizações como aconteceu com os incas, maias e astecas, em outras regiões deste grande continente. Os daqui eram nômades e coletores. Viviam num espaço tão generoso em água e frutos que não tinham ainda encontrado necessidade de organizar cidades ou outras estruturas parecidas como já faziam os povos andinos, premidos pelo ambiente inóspito. Hoje, sabe-se que todos os povos do continente de alguma forma se conheciam e se encontravam, como prova o Caminho de Piabeiru, que sai do litoral sul de Santa Catarina até a região inca, ligando os dois oceanos. O que faz crer que outros caminhos havia e que muitos encontros de davam, não necessariamente de conquista. Enfim, as gentes viviam aqui do seu jeito e com sua organização. Essa não era uma terra vazia. Elaine Tavares

A primeira missa no Brasil foi celebrada em um Domingo, dia 26 de abril, na ilhota da Coroa Vermelha. O que Victor Meirelles representou em seu quadro de 1860 é a primeira Missa celebrada em terras continentais do Brasil, na sexta-feira, 1º de maio de 1500. Salvem a Liturgia!

O processo de colonização levou á extinção de muitas sociedades indígenas que viviam no território dominado, há estimativas sobre o número de habitantes nativos naquele tempo que variam de 1 a 10 milhões de indivíduos, estes números nos dão uma idéia da imensa quantidade de pessoas e sociedades indígenas inteiras exterminadas, seja pela ação das armas e da força, seja pelo contágio de doenças trazidas dos países europeus para as quais os índios não tinham anticorpos ou ainda, pela aplicação de políticas visando a “assimilação” dos índios à nova sociedade implantada, com forte influencia européia. Portal São Francisco
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O tupi (ou tupi-guarani) é a língua indígena brasileira, hoje extinta, pertencente ao grupo linguístico nativo tupi-guarani. Era originário dos índios tupinambá, ramo do grande povo tupi (que significa “o grande pai” ou “líder”), que viviam ao longo da costa brasileira, sendo também os primeiros habitantes nativos do país, com os quais os portugueses estabeleceram contato. A partir desta língua formaram-se dois dialetos que são considerados línguas independentes: a língua geral paulista, agora extinta, uma mistura de Tupi com o Português (que até o final do século XVIII manteve-se como a “língua brasileira”, isto é, a língua da maior parte da população do país) e o nheengatu, a língua geral da Amazônia, que até hoje é falada naquela região. Gabriele D’Annunzio Baraldi

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