Real X-men: híbridos entre humanos e animais

Um cientista renomado fez uma afirmação que deixou o mundo da ciência eufórico. O psicólogo evolutivo, Gordon Gallup, relatou ao The Sun que, quase 100 anos atrás, um híbrido humano-chimpanzé foi criado em um laboratório nos Estados Unidos.

Segundo Gallup, um de seus professores confirmou que o híbrido conhecido como ‘humanzee’ foi gerado em Orange Park, na Flórida, em 1920, porém foi morto depois que médicos entraram em pânico com o seu desenvolvimento.

Os exemplos mais antigos e notáveis de hibridização humano-macaco foram testados em 1920, pelo cientista russo Ilya Ivanovich Ivanov, seus experimentos também foram feitos por inseminação artificial, porém não obtiveram sucesso. Último Segundo – iG

De acordo com revelação publicada pela revista Nature, um comitê do Ministério da Ciência do Japão aprovou um pedido de pesquisadores para o cultivo de pâncreas humanos em ratos e camundongos, sendo a primeira experiência do tipo a ter aprovação para seguir até o fim do processo. Rafael Rodrigues da Silva – Canaltech

O objetivo da experiência não é criar um rato com nariz e orelhas humanas, mas sim testar se é possível desenvolver órgãos humanos no corpo de animais cujos quais nós já possuímos toda uma infraestrutura para abate pronta (como porcos e gado), o que poderia ajudar a solucionar todos os problemas de falta de órgãos em hospitais que criam gigantescas filas para transplantes, onde muitas pessoas acabam morrendo antes de terem a oportunidade de uma cirurgia.

A pesquisa, que será chefiada pelo pesquisador Hiromitsu Nakauchi, utilizará manipulação genética para criar embriões de roedores que serão incapazes de desenvolver um pâncreas por si só, serão injetadas células tronco humanas nesses embriões para que o pâncreas desses animais se desenvolva a partir delas, com órgão desenvolvido, este será transplantado para ratos adultos para testar se um órgão gerado dessa maneira continuará funcional em outro hospedeiro.

A cientista Carolyn Neuhaus, especialista em ética médica do Centro Hastings (Estados Unidos), em 2017 afirmou em entrevista que a comunidade deveria dar um passo atrás nesse processo e discutir as implicações éticas destes experimentos. Ela não considera a criação de porcos para extração de órgãos algo moralmente pior do que a maneira como esses animais já são criados para o consumo humano, é preciso que os cientistas ouçam as pessoas que precisam de órgãos para saber se essa é uma solução que elas aceitariam.

Atualmente não há doadores de órgãos o suficiente no planeta. A preocupação dos cientistas consiste em fazer com que esses animais possam se tornar possíveis fontes de doação. Já pensou em caminhar na rua e encontrar um ser metade humano, metade cão? Bom, isso está bem distante e parece que, por enquanto, apenas pequenas partes de nós farão parte do mundo animal. Consumidor Moderno

Cientistas em vários países criam híbridos fantásticos de pessoas e de animais que podem lançar o pânico na sociedade. Apenas nos últimos 10 anos, o progresso no campo da engenharia genética espantou os cientistas e simples observadores.

Hoje, a criação de novas formas de vida tornou-se acessível mesmo a estudantes em condições caseiras. Infelizmente, as leis não conseguem acompanhar os jogos dos cientistas.

Fonte: Voz da Rússia – Foto: skarabokki.deviantart.com. Dinamica Global

Kamikatsu, como separar o lixo?!?

Você acha que separar lixo por papel e plástico é uma tarefa árdua? Então pense nos moradores de Kamikatsu, uma pequena cidade nas montanhas da ilha de Shikoku, no sudoeste do Japão, que precisam separar o lixo em 45 categorias diferentes.

No centro de coleta de lixo, há caixas separadas para diferentes tipos de produtos: jornais, revistas, caixas, tampas de metal, garrafas de plástico, latas de alumínio, latas de aço, latas de spray, lâmpadas fluorescentes e assim por diante. Você pode pensar que isso é um exagero, mas os moradores de Kamikatsu têm uma meta para alcançar – o desperdício zero, e eles já já alcançaram 80% desta meta. Vivimetaliun

O Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), que reúne, entre outros dados, detalhes sobre o gerenciamento de resíduos no país, estima que, por ano, cada habitante produz cerca de 347 kg de lixo. Mas, ainda de acordo com esses estudos, apenas 13,7 kg (ou 4%) do lixo gerado anualmente por cada brasileiro vai para a reciclagem.
As lixeiras de reciclagem são divididas basicamente em quatro cores, uma para cada tipo de material: azul (papel), vermelho (plástico), verde (vidro) e amarelo (metal). O lixo orgânico é representado pela cor marrom.
Se o seu município tem serviço de coleta seletiva, você só precisa separar o lixo em duas categorias: recicláveis e não recicláveis (orgânicos). Tudo o que pode ser descartado nos lixos de cor vermelha, azul, verde e amarela entra na parte dos recicláveis, enquanto o lixo orgânico (marrom) vai para a lixeira de não recicláveis.
Você pode entregar o lixo reciclável para catadores ou diretamente em cooperativas de reciclagem na sua cidade. O Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem) disponibiliza online o Mapa da Reciclagem, onde você pode encontrar os pontos de coleta de materiais recicláveis mais próximos da sua residência. O mapa também mostra locais de coleta de lixos tóxicos, isto é, que não podem ser descartados no lixo comum, itens como pilhas, baterias, óleo de cozinha, medicamentos vencidos, pneus, produtos eletrônicos e lâmpadas fluorescentes não podem ser descartados no lixo reciclável e nem no orgânico! Consulte o mapa aqui. Vivimetaliun

Quase todo mundo sabe da importância da reciclagem de lixo, mas, na prática, pouca gente adere ao hábito de separar os resíduos secos (sem falar nas áreas onde não há coleta seletiva): um estudo de 2017 aponta que apenas 13% do lixo que poderia ser reciclado no Brasil realmente tem esse destino.

Por isso é necessário destacar iniciativas que contribuem para mudar esse quadro. É o caso do Club do Condomínio, criado em Santos, no litoral de São Paulo, para incentivar síndicos de prédios a convencer os moradores a separar os resíduos.

Para isso foi criada uma espécie de moeda virtual, chamada bio-coin. A cada quilo de material recolhido por recicladores parceiros da iniciativa o prédio recebe 1 bio-coin, que equivale a 20 centavos. A cada 5000 bio-coins acumulados, o condomínio pode fazer o resgate de mil reais para ser usado nos serviços que o síndico considerar necessários. Vivimetaliun

A empresa belga Ecover foi fundada em 1980 para criar produtos de limpeza sem fosfato, um componente que poluía as águas. Por bastante tempo eles se dedicaram às fórmulas, mas recentemente perceberam que também era preciso prestar atenção nas embalagens.

Foi assim que surgiu o Rubbish Cafe (algo como “Café do Lixo”), uma ação promovida pela subsidiária da Ecover em Londres. Por dois dias, moradores da capital inglesa e turistas puderam ir ao local e trocar embalagens plásticas usadas por refeições. Vivimetaliun

Illusdreamer

Um grupo de estudantes intitulado Illusdreamer, da escola Senegal High School, em Hong Kong, vem demonstrando um incrível talento para o desenho em giz. Usando as próprias lousas da escola como base, o grupo cria imensos e espetacularmente detalhados desenhos, quase sempre usando seus personagens favoritos de desenhos animados e quadrinhos. Vivimetaliun

Illusdreamer was founded by a few young Hong Kong artists as a local art group in 2016.
OUR MISSION
‘Conceive, Believe, Achieve’. Facebook

Extintion by Japan

Japão enfrenta uma crise demográfica sem precedentes. O país é um dos mais envelhecidos do planeta, graças a uma expectativa de vida altíssima e a uma taxa de natalidade sempre decrescente.
Japão entrou em curva descendente. Grande parte do problema deve-se ao desconhecimento das causas: há quem ache que se deve a um mercado trabalhista cada vez mais temporário e fragmentado, pouco apto para formar uma família; há quem atribua a uma tendência global -a fertilidade mundial passou de 4,99 em 1960 a 2,44 em 2016-. mdig
E há quem diretamente ache que a causa do problema pode ser rastreada à morte do amor. O governo introduziu medidas econômicas que procuram fomentar um renascimento demográfico.

A arte de culpar

“É um momento de compartilhar a dor, oferecer o ombro e não evitar a pessoa enlutada. Em casos de mortes trágicas, às vezes a gente acha melhor não falar nada, mas isso é mais para evitar o nosso próprio mal-estar em torno da morte. Porque, para a pessoa enlutada, falar a respeito pode ser um alívio”, diz o psiquiatra Daniel Martins de Barros, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPq-HC). BBC

A cada 40 segundos, alguém comete suicídio. A OMS estima que mais de 800 mil pessoas tiram a própria vida anualmente. No Brasil, são cerca de 11 mil casos, segundo o Ministério da Saúde. Marco Aurélio Canônico


Uma análise do período compreendido entre 1998 e 2010 apontou que mais de 30 mil pessoas se suicidaram no Japão em cada ano desse intervalo, taxa que, aproximadamente, continua se aplicando até o presente. Cerca de 20% dos suicídios se devem a motivos econômicos e 60% a motivos relacionados com a saúde física e a depressão, conforme recente pesquisa do governo.
O prelado observa que a abundância de riquezas materiais e o acesso aos frutos de um desenvolvimento tecnológico extraordinário são insuficientes para levar ao enriquecimento da alma. A sociedade japonesa focou no desenvolvimento material e relegou a espiritualidade e a religiosidade a um plano periférico da vida cotidiana, levando as pessoas a se isolarem e se sentirem vazias, sem significado existencial. E é sabido que o isolamento e o vazio de alma estão entre as principais causas do desespero que, no extremo, leva a dar fim à própria vida. Aleteia
Partindo da premissa de que o comportamento juvenil é notoriamente influenciável pelas abordagens da mídia sobre temas de seu interesse, a Organização Mundial da Saúde e a organização norte-americana Aliança Nacional de Ação pela Prevenção do Suicídio lançaram recomendações sobre as formas como o suicídio deve ser tratado em produções de cinema e televisão, a empresa que veicula a série afirmou que está analisando o estudo recém-divulgado e que vem “lidando de maneira responsável com essa questão sensível“, mas também retrucou que a pesquisa em questão contradiz outro estudo, da Universidade da Pensilvânia, segundo o qual os jovens que acompanharam a segunda temporada da série se declararam menos propensos a suicidar-se. BBC BR
As críticas por parte dos assim chamados especialistas em entretenimento foram em geral positivas, porque, supostamente, a produção incentivaria a conscientização sobre temas como estupro, bullying e autoflagelação. Aleteia
“É um tema muito delicado. Se você fala demais sobre ele, é um problema; se você fala pouco, também”, diz o americano Andrew Solomon, e afirma que a sociedade costuma culpar as próprias vítimas por terem depressão. Como se evita isso?

“Muitas vezes a família estendida e os amigos se afastam ou não sabem como falar do tema, deixando essas pessoas em situação de grande vulnerabilidade.” relata a psicóloga Karen Scavacini, mediadora do grupo de apoio, destinado a pessoas enlutadas pelo suicídio.

Essa vulnerabilidade se reflete no fato de que parentes e pessoas próximas de suicidas têm risco até dez vezes maior do que o restante da população de, eles próprios, tentarem tirar a própria vida.

E isso só será mitigado, segundo especialistas consultados pela BBC News Brasil, se a sociedade combater o estigma que envolve o suicídio e a saúde mental, bem como deixar de buscar “a causa” ou “o culpado” pela morte – que é multicausal e às vezes decidida de modo impulsivo, em um momento de desespero. Paula Adamo Idoeta – @paulaidoeta

‘Não vamos encontrar causas’

“Se você está ouvindo esta fita, você é um dos porquês…”. É assim que Hannah Baker, protagonista da série 13 Reasons Why (em português, “Os 13 porquês”), da Netflix, inicia seu primeiro monólogo ao explicar as razões que a levaram ao suicídio, Mais do que suicídio, “Os 13 porquês” fala da necessidade de ser ouvido. CVV

Mude conceitos, você pode e deve: CVV, Efeito Werther, A MEDITAÇÃO E SEU CERÉBRO, SAUDAÇÃO AO SOL, RESERVE™, OS JOVENS, O SUICÍDIO E A AUTOMUTILAÇÃO, VANUSA SABBATH, EM BUSCA DA VERDADE, LIVROS QUE ENSINAM AS CRIANCAS CUIDAR DO PLANETA, MEDO?, ATARI 2600, VIDACELL®, I WILL SURVIVE, HO’OPONOPONO, BESOURINHA, OS CINCO PRINCÍPIOS DE BEM VIVER, Love vigilantes, Setembro Amarelo

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O empilhador de livros

Compra livros e não os lê? Os japoneses tem una palavra específica para isso, tsundoku. Juntando os termos tsumu (“empilhar”) e doku (“ler”) em tradução livre, o tsundoku nada mais é do que a tão comum prática de comprar livros e empilha-los sem chegar a ler.

https://wp.me/p16lgT-dao

Editado via celular.

África Liberdade

Em 1821, foi o grito por liberdade do soldado negro condenado à forca Francisco José das Chagas uma das possíveis razões do nome atual do bairro. CECÍLIA GARCIA
No período pós-abolição, que tem seu início em 1888, a população negra vivia em casas e cortiços no centro da cidade; era naquela região que homens e mulheres sem acesso a direitos básicos como moradia conseguiam trabalho. Segundo a historiadora Cláudia Rosalina Adão no livro A Luta Contra o Racismo do Brasil, tanto a vinda de operários imigrantes como também os chamados trabalhos de melhoramentos da cidade – políticas de Estado para embranquecer e europeizar o centro – empurraram a comunidade pobre e também a negra para as periferias da cidade. Cidades Educadoras
O nome correto da Igreja de Santa Cruz, também conhecida por Igreja das Almas e localizada no ponto central do bairro, é Igreja da Santa Cruz dos Enforcados, pois era exatamente naquele local onde senhores e seus capangas cometiam a punição mais severa contras os negros.
A missão da pesquisadora Patrícia Oliveira é encontrar a memória trágica dos negros até a virada do século XX na maior cidade do país. Encontrar porque esses locais não por acaso foram apagados, apontando assim as histórias negligenciadas, as pessoas indesejadas, e formando o caldo daquilo que pode ainda ser a base de reparações históricas. CAROL SCORCE, da Carta EducaçãoGeledes

A estação do metrô Liberdade mudou de nome , se chama Japão Liberdade . O bairro da liberdade era originalmente um bairro de negros , muito antes da chegada da comunidade nipônica, se chamava Largo da Forca, pois era palco de execução de escravos negros fugitivos e condenados à pena de morte. Foi, aliás, por causa de um negro que a praça e o bairro foram chamados de Liberdade. Em 1821, um soldado chamado Chaguinha, condenado à morte por liderar uma rebelião por pagamento de soldo, sobreviveu a duas tentativas de enforcamento, ao que o público atribuía a um milagre e passava a gritar “liberdade” – só foi morto após o carrasco usar um laço de vaqueiro. Chaguinha, então, se tornou um santo padroeiro do bairro e protetor da Capela dos Aflitos, onde esteve antes de ser levado à forca, e da Igreja Santa Cruz dos Enforcados, construída décadas mais tarde em frente à praça, que abrigava organizações de ex-escravos e seus descendentes . Neste bairro também foi instalado à Frente Negra Brasileira , o Paulistano da Glória, e o cemitério dos escravos . Os imigrantes japoneses chegaram no bairro em 1912. O nome Liberdade é foi uma resposta à opressão. Miriam S. Ramos (WhatsApp)

Observe mais: MULTIVERSO MARVEL, LUMINESCE™, OUTROS VIAJANTES DO TEMPO, SAUDAÇÃO AO SOL, RESERVE™, CANCERIANO SEM LAR, AUSTRALIA DAY, NAARA BEAUTY DRINK!!!, EM BUSCA DA VERDADE, LIVROS QUE ENSINAM AS CRIANCAS CUIDAR DO PLANETA, INSTANTLY AGELESS ™, 11 INGREDIENTES QUE AJUDAM PERDER PESO, MARIANA OU PARIS? A DOR É A MESMA…, VIDACELL®, NAVE TIERRA, HO’OPONOPONO, EMV, ROBÔ EM BUSCA DE LIBERDADE, A INVASÃO DO BRASIL

Viabilidade???

Nos laboratórios da empresa Enerkem, a equipe descobriu que a nova tecnologia que utiliza os resíduos é mais viável que a produção de combustível convencional, gastando menos dinheiro e menos energia nos processos de elaboração. De acordo com o site Vida Más Verde, a produção já foi patenteada e não expõe a riscos de contaminação nem o meio ambiente, nem o pessoal envolvido nos processos. CicloVivo

Se depender de um ambicioso projeto da Nissan, os prédios comerciais do Japão vão começar a ser abastecidos com os carros elétricos durante os horários de pico de consumo, quando a tarifa é mais cara. Chamado de “Vehicle-to-Building”, o plano conecta os carros estacionados à fiação do prédio, e, após o fornecimento, os automóveis podem ser usados normalmente, uma vez que o sistema devolve a mesma eletricidade às baterias. Gabriel Felix

As calçadas dos estabelecimentos da cidade-luz estão prestes a receber toldos que utilizam os raios solares para gerar energia, a fim de aquecer os clientes no inverno. Reduzindo gastos e diminuindo os impactos no meio ambiente, estes equipamentos inovadores também são capazes de “sugar” a fumaça dos cigarros acesos nos fumódromos de bares, restaurantes e dos tradicionais cafés parisienses. CicloVivo

O inventor brasileiro Antonio Bossolan é o responsável pela criação da “Turbina eólica de eixo vertical”, que é capaz de aproveitar até dez vezes mais a energia dos ventos que passam por ela. A inspiração surgiu pela necessidade de tornar os sistemas eólicos mais eficientes. CicloVivo

O professor aposentado Michael Buck juntou diversos materiais reciclados para erguer sua própria casa, uma pequena toca segura e confortável na cidade de Oxfordshire, na Inglaterra. Na construção, o professor gastou apenas 150 libras (o equivalente a 575 reais), apostando seu tempo livre e sua criatividade para erguer a nova residência, localizada em meio a uma área verde do município britânico. CicloVivo
cabelopentearvore

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O mar de Aral virou areia.

O Mar de Aral, localizado na Ásia Central, já foi o quarto maior lago de sal, com sua riqueza de flora e fauna, hoje se encontra em avançado processo de desertificação. O aumento do teor de sal fez com que muitas espécies de peixes simplesmente morressem, onde anteriormente abrigou uma indústria pesqueira que empregava cerca de 40 mil pessoas e produzia 1/6 de todo o pescado da União Soviética.

Há duas vertentes que pretendem explicar o processo de desertificação:
Fenômeno Natural: o Mar de Aral estaria morrendo naturalmente devido a fatores climáticos e geológicos (vertente defendida oficialmente pelo governo soviético no início do fenômeno);
Fenômeno Antropogênico: o desvio das águas dos rios que desembocam no Mar de Aral estaria causando o problema (vertente consensual defendida atualmente). (Wikipedia)

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