Massacre de Nanquim, e/ou O Estupro de Nanquim

Ao longo de um extenso histórico de guerras, invasões e acontecimentos bárbaros nos quais ambas as nações se envolveram, a revolta do povo chinês é com o fato de que os japoneses preferiram fechar os olhos para tudo o que fizeram, chegando a passar uma borracha, queimar e atenuar os eventos de seus livros históricos só para preservarem a imagem que gostariam de apresentar para o mundo e para as gerações futuras. JULIO CEZAR DE ARAUJO – MegaCurioso

Soldados japoneses durante a guerra em foto colorizada – Wikimedia Commons

Em 1937, o conflito entre soldados japoneses e chineses num dos acontecimentos denominado como O Incidente na Ponte de Marco Polo, foi o pretexto necessário para que o Japão colocasse em prática os seus projetos expansionistas. Valendo-se do estado de vulnerabilidade em que a China estava por conta da guerra civil das forças nacionalistas, o império do Sol Nascente deu início a uma invasão agressiva e em larga escala que foi fulminante.

No dia seguinte, em 13 de dezembro de 1937, o Exército Imperial Japonês, sob as ordens do general Asaka Yasuhiko, invadiu Nanquim e começou a matar todos no caminho, independente de idade e gênero. Foram seis semanas de massacre sistemático, o que incluía torturas e estupros de adolescentes e mulheres.

As atrocidades cometidas foram registradas em documentos oficiais e narradas pelos sobreviventes. Há relatos de chineses sendo enterrados vivos ou decapitados em praça pública.

Haviam competições bárbaras de homicídio entre os guerrilheiros, como a exposta pelo Japan Adviser, que confirmou que os suboficiais Mukai e Noda, apostavam qual deles alcançaria a primeira centena de cabeças decepadas em apenas um dia de massacre. Um deles atingiu a margem de 106 e o outro de 105. Todas as vítimas eram civis.

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, entidades chinesas e coreanas vêm exigindo que o Japão reconheça e peça desculpas formais pelos crimes de guerra cometidos durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa (1937-1945). PAULA LEPINSKIUol

No documentário Nanking (2007), um sobrevivente conta como viu a sua mãe ser morta a facadas e o seu irmão, apenas um bebê, atravessado por uma baioneta e atirado em um canto de sua casa. Outra sobrevivente narra como mulheres eram recrutadas para servirem como mulheres de conforto – as escravas sexuais que os japoneses dizem não terem existido.

O maior símbolo dessa ambiguidade é o Santuário Yasukuni, celebrando os militares mortos no país desde 1868. Lá militares japoneses condenados por crimes contra a Humanidade continuam a ser celebrados como heróis, recebendo ocasionais visitas de autoridades do Estado.

Na visão oficial da época do Império – e de nacionalistas ainda hoje – os japoneses eram os libertadores da Ásia contra imperialistas ocidentais. Seu exército se inspirava na tradição do bushido, o código de conduta dos samurais, pelo qual a brutal infâmia do Massacre e do estupro seria inaceitável.

Celebração da vitória / Crédito: Wikimedia Common

E a memória seletiva é quase oficial. No aniversário do fim da Segunda Guerra, em 2015, o presidente Shinzo Abe manifestou profundo remorso pelas ações do país. Mas, frustrando aos que exigem uma reparação mais formal, disse que não caberia às próximas gerações estarem predestinadas a se desculparem eternamente.

O MASSACRE DE NANKIM – Avesso da História. POLIS CONSULTORIA

Existem fatos históricos que os livros não contam, mas o AVESSO DA HISTÓRIA esta aqui para contar:

O Massacre de Nanquim, foi um episódio de assassinato em massa cometidos por tropas do Império do Japão contra a cidade de Nanquim, na China, durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa, na Segunda Guerra Mundial.

Após décadas de protestos, os chineses parecem dispostos a perdoar – ou esquecer. O silêncio do Presidente foi acompanhado por uma declaração de Yu Zhengsheng, Presidente da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês – um cargo decorativo, mas prestigiado.

Ele afirmou que os dois países deveriam investir em uma “cooperação pacífica e amigável” e “transmitir amizade para as próximas gerações”.

Uma vez um dos centros industriais mais prósperos e crescentes de toda a China, Nanquim levou décadas para se recuperar da destruição física causada pelos japoneses, enquanto socialmente jamais se reergueu. Por volta de 300 mil chineses foram brutalmente exterminados pelas tropas, entre soldados e civis. E, apesar de tudo, até hoje o Japão dá a outra face diante os eventos, alegando que os números e os fatos foram manipulados ou aumentados, sendo que nunca mostraram ao mundo a maioria de seus documentos da guerra.

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Google Street View Olímpiadas Japan e others app

O Google Street View foi atualizado para permitir um tour virtual por diversas localidades além do ambiente urbano. É possível explorar as delícias da culinária japonesa, conhecer um pouco sobre arte e artesanato, adentrar em cavernas ou até admirar o belo Monte Fuji. Se quiser dar uma fugidinha de Tóquio, também dá para observar cidades históricas e outras curiosidades da cultura japonesa. Alveni Lisboa – Canaltech

Google preparou uma seleção de aplicativos, incluindo o aplicativo oficial das Olimpíadas, que conta com resultado dos eventos, ranking de medalhas, streams oficiais e muito mais. Além disso, a lista do Google também conta com aplicativos das emissoras oficiais, como o Globoplay, e aplicativos de Fitness, como o Strava Tracker, que acompanha e dá informações sobre as caminhadas dos usuários. Dácio AugustoShowmetech

Google Street View conta com possibilidades de explorar as montanhas japonesas, ou o artesanato japonês e saber mais sobre eles com o Google Arts & Culture. Por fim, se quiser aprender a língua, o já conhecido Google Tradutor está aí para te ajudar.

Explore o Japão com Street View, Google Arts & Culture e Google Tradutor

Exploze-se: CADTEC e Lei de Zoneamento, A arte de ler., Eu sou o meu Deus., Brasil termina Parapan em 1º lugar e faz a melhor campanha da história, Queda Livre!, Extintion by Japan, Brumadinho made Japan?!?, Coleção de arte japonesa de Van Gogh, para download, Takarazuka

A lenda do fio vermelho

 A lenda do fio vermelho é uma história japonesa que explica de forma charmosa o motivo pelo qual tudo acontece e tem uma razão de ser e como todas as pessoas com as quais cruzamos chegam a nossas vidas por algum motivo. Incrível.club

A lenda japonesa do fio vermelho

Feche seus olhos e imagine o sangue que lhe dá vida e que corre por seu corpo. Agora pense nas milhares de veias e artérias que o conduzem para que chegue a cada canto de seu organismo. Bem, de todas as possíveis conexões em seu sistema circulatório existe uma direta entre o seu coração e o seu dedo mindinho. Graças à artéria cubital, esses dois pontos distantes de seu corpo se conectam. Isto quer dizer que seu pequeno dedo pode ser o melhor embaixador de seu coração e, por isso, em muitas culturas, para selar uma promessa, entrelaça-se a ponta do dedinho com a de outra pessoa. 

Segundo a lenda do fio vermelho, o menor dedo de sua mão não é onde acaba essa vital conexão com seu coração. Do dedinho se desprende um invisível fio vermelho que leva o rastro de sua alma e lhe conecta de forma definitiva e profunda com os fios de outras pessoas,ou seja, com os seus corações.

A lenda japonesa do fio vermelho

Aqueles que estão atados por um fio vermelho estão atados pela força da mesma vida; estão destinados a se encontrar e a viver uma história de mútua aprendizagem e ajuda, sem importar o tempo, a distância ou as circunstâncias que os separem. Durante a vida, o fio pode se estender ou embaralhar, distanciando-nos momentaneamente dessa ou dessas pessoas, mas nunca pode se romper. 

Nesta concepção da vida, o destino e as relações humanas nascem de uma concepção holística do mundo, onde nossa energia e força vital se ramificam além de nosso corpo e nos une ao universo e aos seres que estão nele. O fio vermelho é uma forma de compreender o ser humano como parte de um todo, de uma rede de vida que se nutre das relações, o dar e o receber, que faz sentido, quando compreendemos por que estamos na vida de alguém ou de que maneira podemos ajudá-lo em seu caminho. 

Nosso fio marca nosso destino, é um itinerário traçado que nos aproxima de quem mais necessita e de quem mais necessitamos, ainda que na nossa visão não compreendamos o transcurso da existência terrena. Para os japoneses, é uma forma de pensar que nada é produto da sorte e que não somos tão poderosos quando acreditamos que decidimos sobre nossa vida.

Valeria então a pena perguntar: Com quem estou vinculado pelo fio vermelho? O que devo aprender com as pessoas que marcaram minha vida?

Somos todos um: Lendas da vida, Rio fervente, lenda amazônica, World Kindness Day, Sexta Feira 13, muito amor para vocês!, Davi e Golias, Preconceitos, padrões, estigmas e outras anomalias, Baobá R.I.P.

Brinquedos transplantados

Cerca de 14 mil pessoas esperam por um transplante no Japão, mas apesar disso, apenas 300 delas conseguem os órgãos necessários a cada ano. Para chamar a atenção para o problema e estimular a população a falar sobre isso desde os primeiros anos de vida, foi criada a organização Second Life Toys, que promove “transplantes de órgãos entre brinquedos”. Hypeness

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Pessoas que tenham brinquedos em desuso podem doá-los à instituição para que partes deles sirvam para consertar brinquedos de outras crianças. Após o transplante, a criança que recebe o brinquedo transplantado escreve uma carta de agradecimento ao doador, mostrando que cada transplante oferece uma nova vida e muita felicidade para quem recebe a doação. Vivimetaliun

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Engenheiro conserta brinquedos quebrados em Mato Grosso do Sul

Tranzplante-se: Brincadeiras ao ar livreIndígenas doam alimentosDia Mundial do Doador de SangueCórnea feita de células-tronco “reprogramadas”80 atividades para crianças: simples, divertidas, de baixo custo e todas dentro de casaCotação de histórias no InstagramLAGARTO-TATU (Cordylus cataphractus)

Takarazuka

Takarazuka, uma cidade com uma história peculiar e muito ligada à arte. Local onde se desenvolveu o talento de Osamu Tezuka, o pai dos mangás modernos, localizada na região de Osaka é famosa por um motivo: o Teatro Takarazuka! Blog do Japão

Um teatro bem peculiar, onde sua característica mais marcante é ser representado somente por mulheres, incluindo papéis masculinos (os otokoyaku 男役)!

Sua primeira apresentação foi em 1914, conseguindo ter prédio próprio em 1924. As peças costumam ser musicais originais ou adaptações de tramas e filmes ocidentais, como Guys and Dolls e Casablanca.

Após rígido processo seletivo, as aspirantes são contratadas e podem participar de uma das cinco trupes existentes, que se revezam ao longo do ano nas exibições do teatro. As tr2009upes são: Flor (花組), Lua (月組), Neve (雪組), Estrela (星組), e Cosmos (空組). A diferença consiste na importância e estilo das atrizes e o tipo de peça que costumam encenar.


As peças são completamente em japonês e não há guias em inglês para ajudar os espectadores não falantes da língua nipônica. A compra dos ingressos também é complicada, além de ser bem disputada.

O Teatro apresentou em 2009 uma peça baseada no jogo da Capcom, Phoenix Wright (aquele jogo do advogado).

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Córnea feita de células-tronco “reprogramadas”

Uma paciente japonesa na faixa dos 40 anos tornou-se a primeira pessoa no mundo a ter sua córnea tratada usando células-tronco. Vivimetalium

O oftalmologista envolvido no transplante, Kohki Nishida, da Universidade de Osaka (Japão), divulgou a notícia em uma coletiva de imprensa no último dia 29 de agosto, e afirmou que a paciente tem uma doença em que as células da córnea são perdidas, que torna a visão borrada e pode levar à cegueira.

A equipe criou uma camada de células-tronco a partir de células-tronco pluripotentes induzidas (iPS), ou seja, células de adultos que ganham pluripotência, uma característica de célula embrionária e podem se transformar em outros tipos de células, como células da córnea.

O Japão tem sido pioneiro na melhoria do uso clínico de células iPS, que foram descobertas pelo pesquisador Shinya Yamanaka, da Universidade de Kyoto. Esta descoberta lhe rendeu o Prêmio Nobel da medicina em 2012.

Pesquisadores japoneses também têm usado as células iPS para tratar danos na coluna cervical, mal de Parkinson e outras doenças da visão. O Ministro da Saúde japonês deu autorização a Nishida para que ele experimentasse o procedimento em quatro pacientes. Ele está planejando o próximo transplante para o segundo semestre de 2019 e espera que o procedimento esteja disponível para todos os pacientes em até cinco anos. Fonte: via[Nature]

A superfície ocular, principalmente a córnea e a conjuntiva, são sensíveis a danos externos como queimaduras e infecções, que podem levar a cegueira, situação que outrora era considerada irreversível. Hospital dos Olhos de Sergipe

Atualmente, o transplante de células-tronco da córnea (transplante de células do limbo) pode ser uma alternativa para restabelecer a visão. Essas células atuam principalmente na regeneração do epitélio da córnea.

Comitês de ética e especialistas na área da saúde afirmam que no caso de doenças da retina, por exemplo, ainda não há garantia de que os tratamentos com célula-tronco não trazem riscos de efeitos colaterais (como desenvolvimento de tumores). Muitos desses tratamentos ainda estão em fase experimental e devem ser realizados exclusivamente no ambiente de pesquisa. Fonte: Revista Veja Bem

Hyeonji Kim e seus colegas da Universidade Pohang de Ciência e Tecnologia, na Coreia do Sul usaram uma biotinta pra evitar rejeição e agilizar a fila de quem precisa de um transplante. CCB

Kim usou estroma decelularizado e células-tronco de córneas naturais para criar uma biotinta, que pode ser usada para fabricar as córneas artificiais em uma impressora 3D.

Como essa córnea artificial é inteiramente feita com a biotinta derivada de tecido da própria córnea, ela é biocompatível.

Corneze-se: Lei Brasileira de Inclusão das Pessoas com Deficiência, CÉLULAS-TRONCO NEURAIS CONTROLAM SEU PRÓPRIO DESTINO.

Coleção de arte japonesa de Van Gogh, para download

O pintor holandês responsável por um dos quadros mais conhecidos do mundo – ‘A noite estrelada’, era um ávido colecionador de xilogravuras japonesas, tendo recebido bastante influência da arte oriental em suas próprias criações. O Van Gogh Museum – em Amsterdã, acaba de disponibilizar para download mais de 500 itens da coleção particular do artista.

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No final do século 19, muitos artistas europeus foram influenciados pela arte japonesa, na tentativa de fugir dos padrões e regras rígidas da arte ocidental. A busca por uma arte inovadora, fez muitos artistas, como Edgar Degas e Van Gogh estudarem a fundo a arte do Japão, prática que acabou ficando conhecida como japonismo. Vivimetaliun

Poetize-se: COM AMOR, VAN GOGH, NISE – O CORAÇÃO DA LOUCURA, KAY PIKE AND LIANNE MOSELEY, SANDUÍCHES SEM PÃO, Emociona-Te! com Van Gogh,

Real X-men: híbridos entre humanos e animais

Um cientista renomado fez uma afirmação que deixou o mundo da ciência eufórico. O psicólogo evolutivo, Gordon Gallup, relatou ao The Sun que, quase 100 anos atrás, um híbrido humano-chimpanzé foi criado em um laboratório nos Estados Unidos.

Segundo Gallup, um de seus professores confirmou que o híbrido conhecido como ‘humanzee’ foi gerado em Orange Park, na Flórida, em 1920, porém foi morto depois que médicos entraram em pânico com o seu desenvolvimento.

Os exemplos mais antigos e notáveis de hibridização humano-macaco foram testados em 1920, pelo cientista russo Ilya Ivanovich Ivanov, seus experimentos também foram feitos por inseminação artificial, porém não obtiveram sucesso. Último Segundo – iG

De acordo com revelação publicada pela revista Nature, um comitê do Ministério da Ciência do Japão aprovou um pedido de pesquisadores para o cultivo de pâncreas humanos em ratos e camundongos, sendo a primeira experiência do tipo a ter aprovação para seguir até o fim do processo. Rafael Rodrigues da Silva – Canaltech

O objetivo da experiência não é criar um rato com nariz e orelhas humanas, mas sim testar se é possível desenvolver órgãos humanos no corpo de animais cujos quais nós já possuímos toda uma infraestrutura para abate pronta (como porcos e gado), o que poderia ajudar a solucionar todos os problemas de falta de órgãos em hospitais que criam gigantescas filas para transplantes, onde muitas pessoas acabam morrendo antes de terem a oportunidade de uma cirurgia.

A pesquisa, que será chefiada pelo pesquisador Hiromitsu Nakauchi, utilizará manipulação genética para criar embriões de roedores que serão incapazes de desenvolver um pâncreas por si só, serão injetadas células tronco humanas nesses embriões para que o pâncreas desses animais se desenvolva a partir delas, com órgão desenvolvido, este será transplantado para ratos adultos para testar se um órgão gerado dessa maneira continuará funcional em outro hospedeiro.

A cientista Carolyn Neuhaus, especialista em ética médica do Centro Hastings (Estados Unidos), em 2017 afirmou em entrevista que a comunidade deveria dar um passo atrás nesse processo e discutir as implicações éticas destes experimentos. Ela não considera a criação de porcos para extração de órgãos algo moralmente pior do que a maneira como esses animais já são criados para o consumo humano, é preciso que os cientistas ouçam as pessoas que precisam de órgãos para saber se essa é uma solução que elas aceitariam.

Atualmente não há doadores de órgãos o suficiente no planeta. A preocupação dos cientistas consiste em fazer com que esses animais possam se tornar possíveis fontes de doação. Já pensou em caminhar na rua e encontrar um ser metade humano, metade cão? Bom, isso está bem distante e parece que, por enquanto, apenas pequenas partes de nós farão parte do mundo animal. Consumidor Moderno

Cientistas em vários países criam híbridos fantásticos de pessoas e de animais que podem lançar o pânico na sociedade. Apenas nos últimos 10 anos, o progresso no campo da engenharia genética espantou os cientistas e simples observadores.

Hoje, a criação de novas formas de vida tornou-se acessível mesmo a estudantes em condições caseiras. Infelizmente, as leis não conseguem acompanhar os jogos dos cientistas.

Fonte: Voz da Rússia – Foto: skarabokki.deviantart.com. Dinamica Global

Kamikatsu, como separar o lixo?!?

Você acha que separar lixo por papel e plástico é uma tarefa árdua? Então pense nos moradores de Kamikatsu, uma pequena cidade nas montanhas da ilha de Shikoku, no sudoeste do Japão, que precisam separar o lixo em 45 categorias diferentes.

No centro de coleta de lixo, há caixas separadas para diferentes tipos de produtos: jornais, revistas, caixas, tampas de metal, garrafas de plástico, latas de alumínio, latas de aço, latas de spray, lâmpadas fluorescentes e assim por diante. Você pode pensar que isso é um exagero, mas os moradores de Kamikatsu têm uma meta para alcançar – o desperdício zero, e eles já já alcançaram 80% desta meta. Vivimetaliun

O Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), que reúne, entre outros dados, detalhes sobre o gerenciamento de resíduos no país, estima que, por ano, cada habitante produz cerca de 347 kg de lixo. Mas, ainda de acordo com esses estudos, apenas 13,7 kg (ou 4%) do lixo gerado anualmente por cada brasileiro vai para a reciclagem.
As lixeiras de reciclagem são divididas basicamente em quatro cores, uma para cada tipo de material: azul (papel), vermelho (plástico), verde (vidro) e amarelo (metal). O lixo orgânico é representado pela cor marrom.
Se o seu município tem serviço de coleta seletiva, você só precisa separar o lixo em duas categorias: recicláveis e não recicláveis (orgânicos). Tudo o que pode ser descartado nos lixos de cor vermelha, azul, verde e amarela entra na parte dos recicláveis, enquanto o lixo orgânico (marrom) vai para a lixeira de não recicláveis.
Você pode entregar o lixo reciclável para catadores ou diretamente em cooperativas de reciclagem na sua cidade. O Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem) disponibiliza online o Mapa da Reciclagem, onde você pode encontrar os pontos de coleta de materiais recicláveis mais próximos da sua residência. O mapa também mostra locais de coleta de lixos tóxicos, isto é, que não podem ser descartados no lixo comum, itens como pilhas, baterias, óleo de cozinha, medicamentos vencidos, pneus, produtos eletrônicos e lâmpadas fluorescentes não podem ser descartados no lixo reciclável e nem no orgânico! Consulte o mapa aqui. Vivimetaliun

Quase todo mundo sabe da importância da reciclagem de lixo, mas, na prática, pouca gente adere ao hábito de separar os resíduos secos (sem falar nas áreas onde não há coleta seletiva): um estudo de 2017 aponta que apenas 13% do lixo que poderia ser reciclado no Brasil realmente tem esse destino.

Por isso é necessário destacar iniciativas que contribuem para mudar esse quadro. É o caso do Club do Condomínio, criado em Santos, no litoral de São Paulo, para incentivar síndicos de prédios a convencer os moradores a separar os resíduos.

Para isso foi criada uma espécie de moeda virtual, chamada bio-coin. A cada quilo de material recolhido por recicladores parceiros da iniciativa o prédio recebe 1 bio-coin, que equivale a 20 centavos. A cada 5000 bio-coins acumulados, o condomínio pode fazer o resgate de mil reais para ser usado nos serviços que o síndico considerar necessários. Vivimetaliun

A empresa belga Ecover foi fundada em 1980 para criar produtos de limpeza sem fosfato, um componente que poluía as águas. Por bastante tempo eles se dedicaram às fórmulas, mas recentemente perceberam que também era preciso prestar atenção nas embalagens.

Foi assim que surgiu o Rubbish Cafe (algo como “Café do Lixo”), uma ação promovida pela subsidiária da Ecover em Londres. Por dois dias, moradores da capital inglesa e turistas puderam ir ao local e trocar embalagens plásticas usadas por refeições. Vivimetaliun

Illusdreamer

Um grupo de estudantes intitulado Illusdreamer, da escola Senegal High School, em Hong Kong, vem demonstrando um incrível talento para o desenho em giz. Usando as próprias lousas da escola como base, o grupo cria imensos e espetacularmente detalhados desenhos, quase sempre usando seus personagens favoritos de desenhos animados e quadrinhos. Vivimetaliun

Illusdreamer was founded by a few young Hong Kong artists as a local art group in 2016.
OUR MISSION
‘Conceive, Believe, Achieve’. Facebook

Extintion by Japan

Japão enfrenta uma crise demográfica sem precedentes. O país é um dos mais envelhecidos do planeta, graças a uma expectativa de vida altíssima e a uma taxa de natalidade sempre decrescente.
Japão entrou em curva descendente. Grande parte do problema deve-se ao desconhecimento das causas: há quem ache que se deve a um mercado trabalhista cada vez mais temporário e fragmentado, pouco apto para formar uma família; há quem atribua a uma tendência global -a fertilidade mundial passou de 4,99 em 1960 a 2,44 em 2016-. mdig
E há quem diretamente ache que a causa do problema pode ser rastreada à morte do amor. O governo introduziu medidas econômicas que procuram fomentar um renascimento demográfico.

A arte de culpar

“É um momento de compartilhar a dor, oferecer o ombro e não evitar a pessoa enlutada. Em casos de mortes trágicas, às vezes a gente acha melhor não falar nada, mas isso é mais para evitar o nosso próprio mal-estar em torno da morte. Porque, para a pessoa enlutada, falar a respeito pode ser um alívio”, diz o psiquiatra Daniel Martins de Barros, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPq-HC). BBC

A cada 40 segundos, alguém comete suicídio. A OMS estima que mais de 800 mil pessoas tiram a própria vida anualmente. No Brasil, são cerca de 11 mil casos, segundo o Ministério da Saúde. Marco Aurélio Canônico


Uma análise do período compreendido entre 1998 e 2010 apontou que mais de 30 mil pessoas se suicidaram no Japão em cada ano desse intervalo, taxa que, aproximadamente, continua se aplicando até o presente. Cerca de 20% dos suicídios se devem a motivos econômicos e 60% a motivos relacionados com a saúde física e a depressão, conforme recente pesquisa do governo.
O prelado observa que a abundância de riquezas materiais e o acesso aos frutos de um desenvolvimento tecnológico extraordinário são insuficientes para levar ao enriquecimento da alma. A sociedade japonesa focou no desenvolvimento material e relegou a espiritualidade e a religiosidade a um plano periférico da vida cotidiana, levando as pessoas a se isolarem e se sentirem vazias, sem significado existencial. E é sabido que o isolamento e o vazio de alma estão entre as principais causas do desespero que, no extremo, leva a dar fim à própria vida. Aleteia
Partindo da premissa de que o comportamento juvenil é notoriamente influenciável pelas abordagens da mídia sobre temas de seu interesse, a Organização Mundial da Saúde e a organização norte-americana Aliança Nacional de Ação pela Prevenção do Suicídio lançaram recomendações sobre as formas como o suicídio deve ser tratado em produções de cinema e televisão, a empresa que veicula a série afirmou que está analisando o estudo recém-divulgado e que vem “lidando de maneira responsável com essa questão sensível“, mas também retrucou que a pesquisa em questão contradiz outro estudo, da Universidade da Pensilvânia, segundo o qual os jovens que acompanharam a segunda temporada da série se declararam menos propensos a suicidar-se. BBC BR
As críticas por parte dos assim chamados especialistas em entretenimento foram em geral positivas, porque, supostamente, a produção incentivaria a conscientização sobre temas como estupro, bullying e autoflagelação. Aleteia
“É um tema muito delicado. Se você fala demais sobre ele, é um problema; se você fala pouco, também”, diz o americano Andrew Solomon, e afirma que a sociedade costuma culpar as próprias vítimas por terem depressão. Como se evita isso?

“Muitas vezes a família estendida e os amigos se afastam ou não sabem como falar do tema, deixando essas pessoas em situação de grande vulnerabilidade.” relata a psicóloga Karen Scavacini, mediadora do grupo de apoio, destinado a pessoas enlutadas pelo suicídio.

Essa vulnerabilidade se reflete no fato de que parentes e pessoas próximas de suicidas têm risco até dez vezes maior do que o restante da população de, eles próprios, tentarem tirar a própria vida.

E isso só será mitigado, segundo especialistas consultados pela BBC News Brasil, se a sociedade combater o estigma que envolve o suicídio e a saúde mental, bem como deixar de buscar “a causa” ou “o culpado” pela morte – que é multicausal e às vezes decidida de modo impulsivo, em um momento de desespero. Paula Adamo Idoeta – @paulaidoeta

‘Não vamos encontrar causas’

“Se você está ouvindo esta fita, você é um dos porquês…”. É assim que Hannah Baker, protagonista da série 13 Reasons Why (em português, “Os 13 porquês”), da Netflix, inicia seu primeiro monólogo ao explicar as razões que a levaram ao suicídio, Mais do que suicídio, “Os 13 porquês” fala da necessidade de ser ouvido. CVV

Mude conceitos, você pode e deve: CVV, Efeito Werther, A MEDITAÇÃO E SEU CERÉBRO, SAUDAÇÃO AO SOL, RESERVE™, OS JOVENS, O SUICÍDIO E A AUTOMUTILAÇÃO, VANUSA SABBATH, EM BUSCA DA VERDADE, LIVROS QUE ENSINAM AS CRIANCAS CUIDAR DO PLANETA, MEDO?, ATARI 2600, VIDACELL®, I WILL SURVIVE, HO’OPONOPONO, BESOURINHA, OS CINCO PRINCÍPIOS DE BEM VIVER, Love vigilantes, Setembro Amarelo

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O empilhador de livros

Compra livros e não os lê? Os japoneses tem una palavra específica para isso, tsundoku. Juntando os termos tsumu (“empilhar”) e doku (“ler”) em tradução livre, o tsundoku nada mais é do que a tão comum prática de comprar livros e empilha-los sem chegar a ler.

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Editado via celular.

África Liberdade

Em 1821, foi o grito por liberdade do soldado negro condenado à forca Francisco José das Chagas uma das possíveis razões do nome atual do bairro. CECÍLIA GARCIA
No período pós-abolição, que tem seu início em 1888, a população negra vivia em casas e cortiços no centro da cidade; era naquela região que homens e mulheres sem acesso a direitos básicos como moradia conseguiam trabalho. Segundo a historiadora Cláudia Rosalina Adão no livro A Luta Contra o Racismo do Brasil, tanto a vinda de operários imigrantes como também os chamados trabalhos de melhoramentos da cidade – políticas de Estado para embranquecer e europeizar o centro – empurraram a comunidade pobre e também a negra para as periferias da cidade. Cidades Educadoras
O nome correto da Igreja de Santa Cruz, também conhecida por Igreja das Almas e localizada no ponto central do bairro, é Igreja da Santa Cruz dos Enforcados, pois era exatamente naquele local onde senhores e seus capangas cometiam a punição mais severa contras os negros.
A missão da pesquisadora Patrícia Oliveira é encontrar a memória trágica dos negros até a virada do século XX na maior cidade do país. Encontrar porque esses locais não por acaso foram apagados, apontando assim as histórias negligenciadas, as pessoas indesejadas, e formando o caldo daquilo que pode ainda ser a base de reparações históricas. CAROL SCORCE, da Carta EducaçãoGeledes

A estação do metrô Liberdade mudou de nome , se chama Japão Liberdade . O bairro da liberdade era originalmente um bairro de negros , muito antes da chegada da comunidade nipônica, se chamava Largo da Forca, pois era palco de execução de escravos negros fugitivos e condenados à pena de morte. Foi, aliás, por causa de um negro que a praça e o bairro foram chamados de Liberdade. Em 1821, um soldado chamado Chaguinha, condenado à morte por liderar uma rebelião por pagamento de soldo, sobreviveu a duas tentativas de enforcamento, ao que o público atribuía a um milagre e passava a gritar “liberdade” – só foi morto após o carrasco usar um laço de vaqueiro. Chaguinha, então, se tornou um santo padroeiro do bairro e protetor da Capela dos Aflitos, onde esteve antes de ser levado à forca, e da Igreja Santa Cruz dos Enforcados, construída décadas mais tarde em frente à praça, que abrigava organizações de ex-escravos e seus descendentes . Neste bairro também foi instalado à Frente Negra Brasileira , o Paulistano da Glória, e o cemitério dos escravos . Os imigrantes japoneses chegaram no bairro em 1912. O nome Liberdade é foi uma resposta à opressão. Miriam S. Ramos (WhatsApp)

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