Idiotas do limbo

silenciochateia
aeciomedico-mentirosoDesmontando uma farsa apelativa de jaleco. Médico brasileiro que espalhou nas redes sociais ter sido demitido “para dar lugar a um médico cubano” é desmascarado.
medicosbrazileiros

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No Capão Redondo, ninguém sonha em ser médico

Cintia Santos Cunha é estudante da Universidad de Ciencias Médicas de la Habana (Cuba), conseguiu uma vaga por meio da UneAfro Brasil (União de Núcleos de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora) e afirma ,“Medicina é um curso impensável para as pessoas de onde eu venho e como eu sou, negra, mulher e pobre”. Geledes
https://www.youtube.com/watch?v=HjjmphNNhMk
Marina Corradi, médica, formada pela Universidade Latino Americana que prepara, em Cuba, profissionais de saúde de vários países, e faz mestrado na Unicamp em saúde coletiva.
Médica de família no posto de saúde da cidade de Juatuba, em Minas Gerais, um município que tem 30 mil habitantes onde ela atende a população rural, passou quatro anos trabalhando na área administrativa da Secretaria de Saúde porque o diploma de Cuba não tem revalidação imediata no Brasil, como tem na Espanha, deu entrada na papelada junto à Universidade do Ceará e esperou a revalidação, que veio quatro anos depois.marina_corradi
A maneira de criar infraestrutura é com o médico, não dá pra esperar a situação ideal para o profissional vir. A população continua sem atendimento, não dá para esperar um médico decidir ir para a cidade que não tem shopping e onde celular não funciona. (Marina Corradi)
A situação traz uma necessidade para os médicos repensarem seus posicionamentos, as condutas, porque não quer tem quem queira, não somos exclusivos e nem os únicos. Existem médicos que topam ir prá onde a gente não quer ir.
A população, as autoridades e a cultura são, para ela, medicalocênticas. Marina acha que a profissão é sobrevalorizada. O médico é apenas mais um integrante da equipe e não figuras diferenciadas. Geledes

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