CONSTELAÇÕES INDÍGENAS

“Para nós, o sol e a lua são irmãos gêmeos que deram origem de tudo. É o princípio de tudo, assim temos que conhecer a origem, que é o mito do sol e da lua”, comenta Kerexu Yxapyry (Eunice Antunes), líder indígena da etnia Mbiá Guarani, que vive no Sul do país. Leyberson Pedrosa – EBC

A observação do céu esteve na base do conhecimento de todas as sociedades antigas, pois elas foram profundamente influenciadas pela confiante precisão do desdobramento cíclico de certos fenômenos celestes, tais como o dia-noite, as fases da Lua e as estações do ano. O indígena brasileiro também percebeu que as atividades de pesca, caça, coleta e lavoura obedecem a flutuações sazonais. Assim, ele procurou entender essas flutuações cíclicas e utilizou-as, principalmente, para a sua subsistência. Germano Bruno Afonso

A Etnoastronomia nos ensina que existem tantos seres no céu quanto os povos humanos podem observar, cada cultura tem um modo único de olhar o céu. JOSEANE PEREIRA – Aventuras na Historia

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A observação do céu noturno e a utilização dos astros como forma de orientação no tempo e no espaço são partes dos conhecimentos de diversas civilizações do mundo inteiro. Povos como os Indígenas Guarani e os Aborígenes Australianos já utilizavam as estrelas para projetarem constelações e a associarem à passagem do tempo, épocas de plantio e colheita, períodos de chuvas e estiagem, calor e frio ou mesmo a mal presságios. Espaço Ciência

A visão indígena do Universo deve ser considerada no contexto dos seus valores culturais e conhecimentos ambientais. Esse conhecimento local se refere às praticas e representações que são mantidas e desenvolvidas por povos com longo tempo de interação com o meio natural. O conjunto de entendimentos, interpretações e significados
faz parte de uma complexidade cultural que envolve linguagem, sistemas de nomes e classificação, utilização de recursos naturais, rituais e espiritualidade.


Em 1612, o missionário capuchinho francês Claude d’Abbeville passou quatro meses com os Tupinambá do Maranhão, perto da Linha do Equador. No seu livro “Histoire de la Mission de Pères Capucins en l’Isle de Maragnan et terres circonvoisins”, publicado em Paris, em 1614, considerado uma das mais importantes fontes da etnografia dos Tupi, ele registrou o nome de cerca de 30 estrelas e constelações conhecidas pelos índios da ilha. Infelizmente, ele identificou apenas algumas delas.

Abaixo, listaremos algumas constelações indígenas que estão visíveis no céu. Você pode instalar algum aplicativo em seu celular para observar melhor. Algumas sugestões são o SkyMap, Star Walk 2, SkyView,  SkySafari e Stellarium. Depois compartilhe conosco o que você conseguiu observar, por meio de fotos, desenhos e descrições. Confira as constelações:

Via Láctea indios

Tapi’i rapé – Via Láctea

Tapi’i rapé significa Caminho da Anta, e era assim que os índios brasileiros conheciam os braços da Via Láctea. Seu nome (Caminho da Anta) pode até soar estranho, mas a Via Láctea, que é a maneira que conhecemos, também tem sua estranheza, afinal significa Caminho do Leite. De qualquer forma, tanto a cultura grega quanto a indígena sul-americana viam os braços da nossa Galáxia como caminhos (de alguma coisa). Para os povos indígenas, a Via Láctea também representa a morada dos deuses. Galeria do Meteorito

A Constelação do Veado ou Cervo do Pantanal – Guaxu (guarani)

A constelação do Veado é conhecida principalmente pelas etnias de índios brasileiros que habitam na região sul do Brasil, tendo em vista que para as etnias da região norte ela fica muito próxima da linha do horizonte.


Na segunda quinzena de março, o Veado surge ao anoitecer, no lado Leste, indica uma estação de transição entre o calor e o frio para os índios do sul do Brasil e entre a chuva e a seca para os índios do norte do Brasil.

Quando aparece totalmente no céu, anuncia a chegada do Equinócio de Outono no Hemisfério Sul, uma estação de transição entre o calor e o frio. Esse evento marca o Tempo Velho, que vai do início do outono até o início da primavera, para os índios Guarani.

A constelação do Veado fica na região do céu limitada pelas constelações ocidentais Vela (Vela) e Crux (Cruzeiro do Sul). Ela é formada utilizando, também, estrelas da constelação Carina (Carina) e Centaurus (Centauro).

Se você olhar na direção Sul, a partir das 18h, vai conseguir enxergar algumas estrelas que compõem esta constelação, que inclui algumas das que formam o que nós conhecemos como Cruzeiro do Sul e a Falsa Cruz, composta por estrelas das constelações Carina e Vela.

A Constelação do Homem Velho – Tuivaé (tupi) – Tuya’i (guarani)

Em relação à constelação do Homem Velho, d’Abbeville relatou: “Tuivaé, Homem Velho, é como chamam outra constelação formada de muitas estrelas, semelhante a um homem velho pegando um bastão”.


Na segunda quinzena de dezembro, quando o Homem Velho (Tuya, em guarani) surge totalmente ao anoitecer, no lado Leste, indica o início do verão para os índios do sul do Brasil e o início da estação chuvosa para os índios do norte do Brasil.


A constelação do Homem Velho é formada pelas constelações ocidentais Taurus e Orion.
Conta o mito que essa constelação representa um homem cuja esposa estava interessada no seu irmão. Para ficar com o cunhado, a esposa matou o marido, cortando-lhe a perna. Os deuses ficaram com pena do marido e o transformaram em uma constelação.


A constelação do Homem Velho contém três outras constelações indígenas, cujos nomes em guarani são: Eixu (as Pleiades), Tapi’i rainhykã (as Hyades, incluindo Aldebaran) e Joykexo (O Cinturão de Orion).


Eixu significa ninho de abelhas. Essa constelação marca o início de ano, quando surge pela primeira vez no lado oeste, antes do nascer do Sol (nascer helíaco das Plêiades), na primeira quinzena de junho. Segundo d’Abbeville, os Tupinambá conheciam muito bem o aglomerado estelar das Plêiades e o denominavam Eixu (Vespeiro). Quando elas apareciam afirmavam que as chuvas iam chegar, como chegavam, efetivamente, poucos dias depois. Como a constelação Eixu aparecia alguns dias antes das chuvas e desaparecia no fim
para tornar a reaparecer em igual época, eles reconheciam perfeitamente o intervalo de tempo decorrido de um ano a outro.


Tapi’i rainhykã significa a queixada da anta e anunciava que as chuvas estavam chegando, para os Tupinambá. Joykexo representa uma linda mulher, símbolo da fertilidade, servindo como orientação geográfica, pois essa constelação nasce no ponto cardeal leste e se põe no ponto cardeal oeste. Joykexo também representa o caminho dos mortos.

Na primeira quinzena de dezembro, quando ela surge totalmente no céu, anuncia a chegada do solstício de Verão. Este evento marca o meio do Tempo Novo para os índios Guarani. 

Para encontrar a parte desta constelação que estará visível, olhe na direção Noroeste a partir das 18h. Fazem parte dela estrelas das constelações ocidentais de Órion e Touro.

A Constelação da EmaLandutim (tupi) – Guirá Nhandu (guarani).

Em relação à constelação da Ema, d’Abbeville relatou: “Os Tupinambá conhecem uma constelação denominada Iandutim, ou Avestruz Branca, formada de estrelas muito grandes e brilhantes, algumas das quais representam um bico. Dizem os maranhenses que ela procura devorar duas outras estrelas que lhes estão juntas e às quais denominam uirá-upiá”. Ele chamou de Avestruz Branca a constelação da Ema, no entanto, a avestruz
(Struthio Camelus Australis) não é uma ave brasileira. A ema parece com a
avestruz, mas é menor e de família diferente.


Na segunda quinzena de junho, quando a Ema (Guirá Nhandu, em guarani) surge totalmente ao anoitecer, no lado leste, indica o início do inverno para os índios do sul do Brasil e o início da estação seca para os índios do norte do Brasil.

Quando ela surge totalmente no céu, anuncia a chegada do solstício de inverno. Esse evento marca o meio do Tempo Velho para os índios Guarani.

Para encontrar algumas estrelas que compõem essa constelação, basta olhar para a direção Sudeste a partir das 19h.  Fazem parte da constelação da Ema alguns astros que integram as constelações ocidentais do Cruzeiro do Sul e do Escorpião.

A Constelação da Anta do NorteTapi’i (guarani)

A constelação da Anta do Norte é conhecida principalmente pelas etnias de índios brasileiros que habitam na região norte do Brasil, tendo em vista que para as etnias da região sul ela fica muito próxima da linha do horizonte. Ela fica totalmente na Via Láctea, que participa muito nas definições de seu contorno, fornecendo uma imagem impressionante dessa constelação. Existem outras constelações representando uma Anta (Tapi’i, em guarani) na Via Láctea, por isso chamamos essa constelação de Anta do Norte. A Via Láctea é chamada de Caminho da Anta devido, principalmente, à constelação da Anta do Norte.


Na segunda quinzena de setembro, a Anta do Norte surge ao anoitecer, no lado Leste, indica uma estação de transição entre o frio e calor para os índios do sul do Brasil e entre a seca e a chuva para os índios do norte do Brasil.

A Constelação da Queixada da Anta – Tapi’i Rainhykã (tupi)

constelação de Tapi’i Rainhykã, que significa Queixada da Anta também simbolizava o início das chuvas para os tupinambás, no norte do país. Ela ocupa o espaço no firmamento que conhecemos como Hyades.

A Constelação da CobraMboi / Mboi Tatá (tupi)

A constelação que conhecemos como Scorpius é vista como uma cobra pelos índios, e é chamada de Mboi (cobra em guarani) ou Mboi Tatá (Cobra de fogo), popularmente conhecida como Boi Tatá (que por sua vez não tem nada a ver com boi), e sua cabeça começa com a estrela Antares.

Mboi Tatá é uma cobra de fogo de olhos brilhantes, que devora os olhos dos outros animais para que os seus se tornem cada vez mais reluzentes. Assim como Ema, Mboi também simbolizava o início do inverno e da estação seca.

A Constelação do Vespeiro – PlêiadesEixu (guarani)

Eixu significa “ninho de abelhas” ou “vespeiro” em guarani, e marca o início do ano, quando surge pela primeira vez no lado leste, antes do nascer do Sol (nascer helíaco das Plêiades). na primeira quinzena de junho. Segundo d”Abbeville, os índios conheciam muito bem a constelação de Eixu, e quando ela chegava, eles comemoravam a chegada da chuva, que vinha logo depois. Era com essa constelação que eles contavam os anos.

A Constelação de Joykexo

Joykexo representa uma linda mulher, símbolo da fertilidade na cultura indígena. Essa constelação servia como orientação geográfica, pois ela nasce exatamente no leste, e se põe exatamente à oeste. Joykexo, além de ser o símbolo da fertilidade, também representa o caminho dos mortos. Joykexo é representada pelas estrelas que formam o Cinturão de Orion,

A Constelação da CanoaYar Ragapaw (tenetehara)

constelação da Canoa (Yar Ragapaw em tenetehara, idioma dos índios da etnia Tembé) indica exatamente a posição do ponto cardeal norte. A constelação da Canoa se encontra da região das constelações ocidentais Ursa Maior e Leão Menor, e era conhecida principalmente pelos índios do norte e nordeste do Brasil, uma vez que ela se encontra muito baixa no céu quando vista a partir do sul do país. Portanto, quando ela surgia para os índios do norte e nordeste em meados de março, indicava tempo de chuvas.

A Constelação da Cobra GrandeMboi Guassu (tupi)

Segundo a mitologia indígena, a Cobra Grande (Mboi Guassu) acordou faminta e saiu em busca de alimentos, comendo os olhos dos animais e das pessoas que encontrava, e posteriormente se tornou a Mboi Tatá, que já é outra constelação. A constelação de Mboi Guassu é vista em Taipi’i rapé (Via Láctea).

A Constelação da OnçaYai (tukano)

constelação da Onça (Yai no idioma tukano) está dividida em cinco pequenas constelações, que seriam Yai siõkhã (estrela que ilumina a onça), Yai useka poari (bigode), Yai duhpoa (cabeça), Yai ohpu (corpo) e Yai pihkorõ (rabo).

Yai fica na região do céu onde encontramos as constelações de Cassiopéia, Andrômeda e Perseus. Infelizmente ainda não encontramos uma ilustração que mostrasse tal constelação, por isso, a imagem da constelação é apenas uma especulação de sua forma. Por outro lado, a região do céu está correta.

A Constelação Caminho da Cruz ou Grande RelógioWirar Kamy (tenetehara)

A primeira constelação Wirar Kamy é o Caminho da Cruz, que representa um grande relógio/calendário para os índios do Brasil, pois ela começa a ser visível no mês de março, deitada no horizonte com a parte de cima apontando para o leste, indicando o ápice da estação das chuvas e o fim da semeadura. Os rios ficam altos fazendo a pesca mais difícil, os frutos silvestres se tornam raros, e as doenças tropicais como malária se proliferam, e por isso, essa é considerada a época mais difícil para os índios.

Passados três meses, o cruzeiro se encontra bem alto no céu de junho, indicando o início do período da seca, fartura de colheitas, fartura de banhos de rios, pescas, agradecimentos aos deuses e iniciação das moças da aldeia. Já em setembro, quando a constelação de Wirar Kamy se aproxima do horizonte oeste no início da noite, indica o ápice da estação seca e o início do plantio para o próximo ano.

A Constelação A Cruz dos MortosWirar Kamy (tenetehara)

A segunda constelação Wirar Kamy dos índios tenetehara é conhecida também como A Cruz dos Mortos. Ela se localiza na região do céu que conhecemos como Constelação de Orion, O Caçador. As estrelas conhecidas popularmente como Três Marias e a Nebulosa de Órion (M42) compõem essa constelação indígena. Ela nasce exatamente no ponto cardeal leste e se põe exatamente à oeste, percorrendo a linha equatorial, caminho dos mortos pela cultura indígena.

A Constelação da SiriemaAzim (tenetehara)

Quando Azim aparece na região alta do céu noturno, ela também indica o início da estação da seca, no mês de junho e julho. Ela encontra-se abaixo de Wiranu (constelação da Ema), onde encontramos as constelações ocidentais Coroa Austral, Telescópio, Sagitário e Escorpião. Um fato interessante dessa constelação é que algumas partes que a constituem (como o bico), são na verdade manchas claras e escuras da Via Láctea.

Siriema possui um penacho em sua cabeça, e os índios Tembé dizem que na constelação, a Siriema carrega seus dois ovinhos para que a Ema, a comedora de ovos, não os devore.

A Constelação do Beija-FlorMainamy (tenehara)

Conta a lenda que o chefe dos beija-flores (Mainamy) vê um lugar chamado Karu-Peahary, que era um lugar seco e sem água. E assim, a deusa Mayra com todos os beija-flores fez um poço para saciar a sede de Mainamy, que é representado pela região que encontramos a constelação ocidental de Corvo. Ela se encontra muito alto no céu entre o norte e o sul, e surge no mês de maio, ficando visível até setembro, época de festas nas aldeias Tembé-Tenetehara, que são comemoradas com banhos de rio e a Festa da Moça, que é um ritual de passagem das jovens e dos jovens índios para a vida adulta.

A Constelação do JabutiZauxihu Ragapaw (tenetehara)

constelação Zauxihu Ragapaw se encontra no lado norte do céu, ocupando a região que conhecemos como Coroa Boreal. A medida que o Jabuti vai percorrendo o céu noturno, entre maio e agosto, significa que os índios estão enfrentando o final da época das chuvas.

Observatório situado no município de Garopaba, em Santa Catarina

Pode-se dizer que existem dois tipos principais de constelação indígena: uma
relacionada ao clima, à fauna e à flora do lugar, conhecida pela maioria da comunidade e que regula o cotidiano da aldeia; a outra está relacionada aos espíritos indígenas, sendo conhecida, em geral, apenas pelos pajés e é mais difícil de visualizar. Os guaranis, por exemplo, chamam de Nhanderu a mancha escura que aparece perto da constelação ocidental do Cisne. O Deus Maior Guarani aparece sentado em seu banco sagrado, utilizando seu cocar divino e segurando o Sol e a Lua em suas mãos. Ele anuncia a primavera. Germano Afonso – SCIENTIFIC AMERICAN BRASIL

Consteleze-se: Desmatamento astronômico Amazônia, Astronauta, ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS??, Dia do Índi(o)gena!!!, Feliz dia do índio!!!, DIA INTERNACIONAL DOS POVOS INDÍGENAS, Todo Dia Era Dia de Índio, Ailton Krenak: próxima missão do capitalismo é se livrar de metade da população do planeta, Brô Mc´s

Índios

 https://youtu.be/nM_gEzvhsM0

Índios – Legião Urbana

Cifra: Principal – Tom: G

 

Intro Primeira Parte 3x: G  D

Intro Segunda Parte: Am7  D11  Bm  Em  Am  D7  Bm  Em7

Primeira Parte:

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
        D11
Ter de volta todo o ouro

Que entreguei a quem
      Bm7
Conseguiu me convencer 

Que era prova de amizade
      Em
Se alguém levasse embora

Até o que eu não tinha

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
      D11
Esquecer que acreditei 

Que era por brincadeira
     Bm7
Que se cortava sempre um pano de chão
    Em
De linho nobre e pura seda

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
      D11
Explicar o que ninguém 

Consegue entender
            Bm7
Que o que aconteceu ainda está por vir
       Em
E o futuro não é mais 

Como era antigamente

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
    D11
Provar que quem tem mais 

Do que precisa ter
       Bm7
Quase sempre se convence 

Que não tem o bastante
 Em
Fala demais por não ter nada a dizer

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
            D11
Que o mais simples fosse visto

Como o mais importante
Bm7
    Mas nos deram espelhos 
   Em
E vimos um mundo doente

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
      D11
Entender como um só Deus 

Ao mesmo tempo é três
        Bm7
E esse mesmo Deus foi morto por vocês
        Em
Sua maldade, então

Deixaram Deus tão triste

Segunda Parte:

C  G7M/B        Am7
   Eu quis o perigo
           D/F#          G
E até sangrei sozinho entenda
   D/F#                    Em
Assim pude trazer você de volta pra mim
        C
Quando descobri que é sempre só você
          D11       G        D/F#
Que me entende do início ao fim

Em
   E é só você que tem 
   C
A cura pro meu vício de insistir
          D11
Nessa saudade que eu sinto
                F11+      G
De tudo que eu ainda não vi

(repete segunda parte da intro)

Terceira Parte:

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
       D11
Acreditar por um instante 

Em tudo que existe
     Bm7
E acreditar que o mundo é perfeito
       Em
E que todas as pessoas são felizes

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
   D11
Fazer com que o mundo 

Saiba que seu nome
   Bm7
Está em tudo e mesmo assim
    Em
Ninguém lhe diz ao menos obrigado

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
D11
    Como a mais bela tribo
Bm7
    Dos mais belos índios
     Em
Não ser atacado por ser inocente

Segunda Parte:

C  G7M/B        Am7
   Eu quis o perigo
           D/F#          G
E até sangrei sozinho entenda
   D/F#                    Em
Assim pude trazer você de volta pra mim
        C
Quando descobri que é sempre só você
          D11       G        D/F#
Que me entende do início ao fim

Em
   E é só você que tem 
   C
A cura pro meu vício de insistir
          D11
Nessa saudade que eu sinto
                F11+      G
De tudo que eu ainda não vi

Final:

C
  Nos deram espelhos 
                   F11+  G
E vimos um mundo doente
                             (final)
Tentei chorar e não consegui

Intro Primeira Parte:

Parte 1

     G
E|-3---3--------5-x-7-----------------------|
B|-0-0-------0----x-------------------------|
G|-0-0-----0-0--5-x-7-----------------------|
D|-5-----0--------x-5-----------------------|
A|--------------3-x-------------------------|
E|------------------------------------------|
     ↓       ↓

Parte 2

     D            D11
E|-2---2-----0------------------------------|
B|---3----------3---3-----------------------|
G|-2-2-----2-0----0-------0-----------------|
D|-0------------4-4-----4-4-----------------|
A|-------0------5-----0---------------------|
E|------------------------------------------|
     ↓            ↓       ↓

Intro Segunda Parte:

Parte 1   

     Am7
E|---3-2-3----3-2-3----3-2-3----3-2-3-------|
B|-----1--------1--------1--------1---------|
G|-----0--------0--------0--------0---------|
D|------------------------------------------|
A|-0--------2--------3----------------------|
E|----------------------------3-------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 2

    D11
E|---5-3-5----5-3-5----5-3-5----5-3-5-------|
B|-----3--------3--------3--------3---------|
G|-----0--------0--------0--------0---------|
D|-----4--------4--------4--------4---------|
A|-5--------0--------5--------0-------------|
E|------------------------------------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 3

     Bm
E|---7-5-7----7-5-7----7-5-7----7-5-7-------|
B|-----0--------0--------0--------0---------|
G|-----7--------7--------7--------7---------|
D|------------------------------------------|
A|------------------------------------------|
E|-7--------7--------7--------7-------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 4

     Em
E|---7-5-7----7-5-7----7-5-7----7-5-7-------|
B|-----5--------5--------5--------5---------|
G|-----0--------0--------0--------0---------|
D|------------------------------------------|
A|------------------------------------------|
E|-0--------7--------0--------7-------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 5

     Am
E|---8-7-8----8-7-8----8-7-8----8-7-8-------|
B|-----8--------8--------8--------8---------|
G|-----0--------0--------0----0---0---------|
D|------------------------------------------|
A|-0----------------------------------------|
E|----------7--------8----------------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 6

     D7
E|---8-7-8----8-7-8----8-7-8----8-7-8-------|
B|-----7--------7--------7--------7---------|
G|-----7--------7--------7--------7---------|
D|-0-----------------0----------------------|
A|----------0-----------------0-------------|
E|------------------------------------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 7

     Bm
E|--10-8-10---10-8-10---10-8-10---10-8-10---|
B|-----7---------7---------7---------7------|
G|-----7---------7---------7---------7------|
D|------------------------------------------|
A|----------9-------------------9-----------|
E|-7------------------7---------------------|
       ↓         ↓         ↓         ↓

Parte 8

     Em7
E|--10-8-10---10-8-10---10-8-10---10-8-10---|
B|-----8---------8---------8---------8------|
G|-----7---------7---------7---------7------|
D|------------------------------------------|
A|-7------------------7---------------------|
E|----------7-------------------7-----------|
       ↓         ↓         ↓         ↓

Primeira Parte:

Parte 1

     Am7
E|---0---3----5--x--3---3-------------------|
B|---1-----------x--1---1-------------------|
G|---0--------5--x------0-------------------|
D|---2-----------x--------------------------|
A|-0---2---x--3--x--------------------------|
E|---------x-----x----3---------------------|
     ↓                  ↓

Parte 2

     D11
E|------------------------------------------|
B|---3---3-3-3----3---3-3-3-----------------|
G|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
D|---4---4-4-4----4---4-4-4-----------------|
A|-5---0--------5---0-----------------------|
E|------------------------------------------|
     ↓   ↑ ↓ ↑    ↓   ↑ ↓ ↑

Parte 3

     Bm7
E|------------------------------------------|
B|---3---3-3-3----3---3-3-3-----------------|
G|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
D|---4---4-4-4----4---4-4-4-----------------|
A|-2------------2---------------------------|
E|-----2------------2-----------------------|
     ↓   ↑ ↓ ↑    ↓   ↑ ↓ ↑

Parte 4

     Em
E|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
B|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
G|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
D|---2---2-2-2----2---2-2-2-----------------|
A|-----2------------2-----------------------|
E|-0------------0---------------------------|
     ↓   ↑ ↓ ↑    ↓   ↑ ↓ ↑

Final:

Parte 1 (2x)

E|-3-------2---0--------------------------------------|
B|-0-0-0---------0-0---3---1-------0------------------|
G|---0-0---2---0-0-0---------0-0-------2---0----------|
D|---0-0---------0-0---4---2-0-0---0---0---0----------|
A|-----------x-----------x-----------x---x---x--------|
E|-3-----3---x-3-----3---x-3-----3---x-0-x-3-x--------|
     ↑ ↓         ↑ ↓         ↑ ↓       

Parte 2

E|-3-------2---0---------------------------3----------|
B|-0-0-0---------0-0---3---1-------0-------3----------|
G|---0-0---2---0-0-0---------0-0-------2---0----------|
D|---0-0---------0-0---4---2-0-0---0---0---0----------|
A|-----------x-----------x-----------x---x-2----------|
E|-3-----3---x-3-----3---x-3-----3---x-0-x-3----------|
     ↑ ↓         ↑ ↓         ↑ ↓

Observe mais: FÁTIMA, SÓ POR HOJEYES OU SISTEMA DE MELHORAMENTO DA JUVENTUDEFalando sobre Pato FuRESERVE™Tarde VaziaNAARA BEAUTY DRINK!!! Sexo seguro!VIDACELL®O Estado Laico, CADÊ OS ÍNDIOS QUE ESTAVAM AQUI?CARNAVAL É PERFEIÇÃO!INSTANTLY AGELESS ™Que País É Esse?

Almas do Brazil

https://www.terra.com.br/noticias/dino/exposicao-almas-do-brasil-leva-visitantes-ao-universo-dos-indios-brasileiros,00b3dd56e9154cd642456d6bbdd44884glz3qtve.html

 A mostra ‘Almas do Brasil’ leva visitantes ao universo dos índios brasileiros, de autoria da fotógrafa Maristela Giassi, é gratuita e fica em cartaz até 3 de novembro na Inn Gallery, em São Paulo.

Serviço – A Inn Gallery fica na rua Dr. Melo Alves, 138, nos Jardins, em São Paulo. O horário de funcionamento é de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 12h às 16h. A exposição fica em cartaz até dia 3/11, às 16h. A entrada é gratuita.

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​O povo munduruku voltou!

Nós mulheres e homens do povo munduruku voltamos com nossos pajés para perto de nossa Dekuka’a e Karubixexe. Viemos fazer nosso ritual. Estivemos em julho aqui para conversar com os pariwat que destruíram nosso lugar sagrado. O lugar aonde nossos antepassados vivem.
Primeiro queremos os dapixiat (mentirosos) longe de nós. Não apareçam aqui, as mentiras que vocês contaram em julho escureceram nossos olhos mas nossos pajés estão conosco e agora não vão deixar que o cauxi da boca de vocês adoeça nosso povo. Queremos falar com gente séria.
Vocês pariwat não entendem o que escrevemos, ouvem agente, mas não sabem escutar. Nós realizamos a audiência sobre os nossos locais sagrados nem a FUNAI e nem os representantes das empresas compareceram, são dapxiat! (mentirosos!)
Estamos aqui pra defender nosso direito, lutar contra as ameaças ao nosso território denunciar as hidrelétricas no rio, somos como o Poy que derrotou a anta, o povo munduruku é como o jabuti vamos derrotar os nossos inimigos maiores que nós.
O ataque das hidrelétricas contra nossos locais sagrados não vai ficar assim. Não vamos sossegar até que o IBAMA cancele a licença da hidrelétrica, até que as duas empresas peçam desculpas aos nossos antepassados e ao nosso povo e cumpram o combinado para a segunda visita às nossas urnas.
Quando chegamos, fomos recebidos com bomba, uma barreira da força nacional e um papel do juiz que nos impedia de entrar no nosso próprio território, que foi roubado pela usina. Estamos esperando justiça até hoje pela destruição de Dekoka’a e a justiça funciona para proteger a usina hidrelétrica e trata nós como criminosos. Nesse papel também estava o nome de lideranças, dizendo que teríamos que pagar uma multa de R$ 5 mil por dia se ficarmos aqui.
Queremos deixar claro que não somos criminosos. Nunca matamos, nunca destruímos e nem invadimos o território de vocês. Que estamos no nosso local sagrado e que temos o direito de ficar aqui até que a gente seja atendido. Entregaram um papel escrito à caneta dizendo que vão trazer o diretor da DPDS da FUNAI. Não foi isso que pedimos e mais uma vez querem enganar a gente com um pedaço de papel que não vale nada. Para responder para MPF e para falar com os pariwat, os advogados trabalham e escrevem ofícios. Mas o povo Munduruku é tratado com esse desrespeito.
Não vamos aceitar mais uma das suas manobras.
A reunião só vai acontecer com os representantes do Governo, empresa e as lideranças indígenas que exigimos. Queremos o presidente do IBAMA, presidente da FUNAI, presidente do IPHAN e diretor-presidente da Empresa de Energia São Manoel e diretor-presidente da Companhia Hidrelétrica Teles Pires para dialogar com a gente.
Se Miguel Setas e Antonio Mexia estão em outro país, que enviem os representantes maiores da EDP no Brasil ou enviem nossas lideranças para lá, falar com eles no país de onde vem essa empresa que está nos matando.
Nossa floresta e nosso rio não é dinheiro, é a vida!
O Idixidi é o rio do povo Wuyjuyu, nós deixamos os wuyḡuybuḡun ficar no rio, só os ribeirinhos e os pescadores sabem respeitar o rio.
Não escolhemos essa guerra, mas vamos vencer!
Movimento Munduruku Iperegayu
http://bit.ly/PovoMundurukuVoltou

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=437397823323293&id=434227830306959

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Roda de Conversa sobre Direitos Indígenas E Contexto Urbano E O Trabalho do Programa “Índios na Cidade”

https://www.facebook.com/events/227431104443488/?ti=as

Mude conceitos, você pode e deve: ALZHEIMERINSTANTLY AGELESS ™NAARA BEAUTY DRINK!!!DIA DO VOLUNTARIADOSUA CARACASAS DE MEDIAÇÃOVIRTUDESAÚDE NOSSA DE CADA DIA!ADORO ESSA PARTE DA ANATOMIA FEMIMINA.PROJETO VIBRAR PARKINSONA MEDITAÇÃO E SEU CERÉBRO

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Jesusnesse World

Anhangá Pitã

“Ceve o mate da felicidade com uma chinoca recatada e dona de si, e mate é como sabugueiro do campo: bom pra tudo.”

Interessante saber que o chimarrão ou mate é uma bebida característica da cultura do sul da América do Sul, um hábito legado pelas culturas quíchua, aymará e guaranyPapo de Homem

A bebida, tão característica do Sul do nosso país, é preparada de cor pelo povo “gaudério”. É “trilegal”, tchê!. Bolsa de Mulher

Antes de tu ires mateando, tens que dar um trato na cuia.10 MANDAMENTOS DO CHIMARRÃO. Pampa Livre

Daniel  Bender, gaúcho de Novo Hamburgo, ensina fazer uma receita fácil de chimarrão, por isso que é popular por aqui. Homem na Cozinha

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A Invasão do Brasil

A Invasão do Brasil: um olhar poético sobre os povos indígenas, em exposição fotográfica. Mônica Nunes – Conexão Planeta.

Em 14 imagens deslumbrantes, o fotógrafo indigenista Renato Soares revela a cultura e a beleza dos povos de várias etnias na exposição A Invasão do Brasil, na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, em São Paulo, de 15 a 30 de abril. A mostra, que faz parte das celebrações pelo mês em que se celebra o dia dos índios (19).

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“A ideia não é fazer grandes exposições em galerias, mas priorizar as áreas públicas, ir para as periferias. Queremos mostrar que existem personagens – que chamamos de índios –, que têm família como qualquer um de nós. Com esse trabalho, os índios ‘invadem’ os espaços públicos, mostrando o que têm de mais lúdico. Não é, portanto, uma invasão agressiva, mas uma invasão poética”.

O projeto da exposição, que tem o apoio da Prefeitura de São Paulo, começa na biblioteca Alceu Amoroso Lima, mas contempla a utilização não só de bibliotecas, mas também de parque urbanos, praças e espaços públicos (a programação ainda não está definida), com o intuito de disseminar a cultura ancestral dos povos indígenas, que aqui viviam antes da chegada de Cabral. É como se os índios iniciassem uma retomada pacífica (e artística) de seu território.

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As fotos revelam a riquíssima diversidade cultural e étnica desses povos. Lá estão a dança do Toré dos Pankararu, as flautas Uruá do Alto Xingu, os cantos no pátio circular das aldeias Krahô, a conversa em torno da fogueira e os rituais fúnebres dos Bororo Orientais e os ritos femininos das Yamurikumã, entre outras riquezas.

Nos anos 80 o fotógrafo indigenista Renato Soares descobriu sua paixão pelos índios. E, depois de muito viajar para tribos e conhecer mais a sua cultura – sentindo-se sempre muito à vontade na companhia de quaisquer etnias -, decidiu dedicar-se ao registro de seu cotidiano para torna-lo mais próximo do público, como também chamar a atenção deste para sua importância e fragilidade diante da voracidade da nossa civilização. Criou, então, o projeto Ameríndios do Brasil, que “resgata, por meio da imagem, esse personagem que se encontra enraizado em nossa alma, seus rituais que atravessaram o tempo e suas histórias que nos levam a um mundo, por vezes, ainda muito desconhecido”, ressalta ele.

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O projeto prevê o registro fotográfico das 305 etnias brasileiras – são 270 línguas diferentes! – em todo o Brasil. “É o trabalho de uma vida inteira”, destaca o fotógrafo e documentarista que já chegou a passar um ano imerso na cultura de algumas tribos, e hoje mergulha em sua cultura por três a quatro meses, longe da família e de São Paulo, onde vive.

Também faz parte de sua missão com os índios conscientizar os brasileiros sobre a importância de protegê-los e preservá-los e nunca explorá-los. Por isso, ele respeita seu direito de uso de imagem. Assim, 30% do valor de tudo que comercializa – relacionado aos índios – é deles. “É uma forma de reconhecer seus direitos e fazer com que a fotografia tenha valor agregado. Dessa forma, ela ganha atuação social já que ajuda as comunidades”, finaliza.

Indios do Xingu - Yawalapiti
Indios do Xingu – Yawalapiti

Anote:
A Invasão do Brasil, de Renato Soares
Data: 15 a 30/4/2016 – Grátis
Horário: 2a. a 6a., das 10h às 19h / Sábados, das 9h às 16h.
Local: Biblioteca Alceu Amoroso Lima – Avenida Henrique Schaumann, 777, São Paulo/SP.

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Estupidez sem monopólio

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Bolsa família

Os povos que viviam na terra chamada de Pindorama – quando chegou Cabral – se organizavam em grandes grupos, mas não chegaram a formar civilizações como aconteceu com os incas, maias e astecas, em outras regiões deste grande continente. Os daqui eram nômades e coletores. Viviam num espaço tão generoso em água e frutos que não tinham ainda encontrado necessidade de organizar cidades ou outras estruturas parecidas como já faziam os povos andinos, premidos pelo ambiente inóspito. Hoje, sabe-se que todos os povos do continente de alguma forma se conheciam e se encontravam, como prova o Caminho de Piabeiru, que sai do litoral sul de Santa Catarina até a região inca, ligando os dois oceanos. O que faz crer que outros caminhos havia e que muitos encontros de davam, não necessariamente de conquista. Enfim, as gentes viviam aqui do seu jeito e com sua organização. Essa não era uma terra vazia. Elaine Tavares

A primeira missa no Brasil foi celebrada em um Domingo, dia 26 de abril, na ilhota da Coroa Vermelha. O que Victor Meirelles representou em seu quadro de 1860 é a primeira Missa celebrada em terras continentais do Brasil, na sexta-feira, 1º de maio de 1500. Salvem a Liturgia!

O processo de colonização levou á extinção de muitas sociedades indígenas que viviam no território dominado, há estimativas sobre o número de habitantes nativos naquele tempo que variam de 1 a 10 milhões de indivíduos, estes números nos dão uma idéia da imensa quantidade de pessoas e sociedades indígenas inteiras exterminadas, seja pela ação das armas e da força, seja pelo contágio de doenças trazidas dos países europeus para as quais os índios não tinham anticorpos ou ainda, pela aplicação de políticas visando a “assimilação” dos índios à nova sociedade implantada, com forte influencia européia. Portal São Francisco
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O tupi (ou tupi-guarani) é a língua indígena brasileira, hoje extinta, pertencente ao grupo linguístico nativo tupi-guarani. Era originário dos índios tupinambá, ramo do grande povo tupi (que significa “o grande pai” ou “líder”), que viviam ao longo da costa brasileira, sendo também os primeiros habitantes nativos do país, com os quais os portugueses estabeleceram contato. A partir desta língua formaram-se dois dialetos que são considerados línguas independentes: a língua geral paulista, agora extinta, uma mistura de Tupi com o Português (que até o final do século XVIII manteve-se como a “língua brasileira”, isto é, a língua da maior parte da população do país) e o nheengatu, a língua geral da Amazônia, que até hoje é falada naquela região. Gabriele D’Annunzio Baraldi

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Que País É Esse?

Que País É Esse? – Legião Urbana

Nas favelas, no Senado
Sujeira pra todo lado
Ninguém respeita a Constituição
Mas todos acreditam no futuro da nação
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?

No Amazonas, no Araguaia iá, iá,
Na baixada fluminense
Mato grosso, Minas Gerais e no
Nordeste tudo em paz
Na morte o meu descanso, mas o
Sangue anda solto
Manchando os papeis e documentos fieis
Ao descanso do patrão
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?

Terceiro mundo, se foi
Piada no exterior
Mas o Brasil vai fica rico
Vamos faturar um milhão
Quando vendermos todas as almas
Dos nossos indios num leilão
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
lulafernandes

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