Índios

 https://youtu.be/nM_gEzvhsM0

Índios – Legião Urbana

Cifra: Principal – Tom: G

 

Intro Primeira Parte 3x: G  D

Intro Segunda Parte: Am7  D11  Bm  Em  Am  D7  Bm  Em7

Primeira Parte:

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
        D11
Ter de volta todo o ouro

Que entreguei a quem
      Bm7
Conseguiu me convencer 

Que era prova de amizade
      Em
Se alguém levasse embora

Até o que eu não tinha

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
      D11
Esquecer que acreditei 

Que era por brincadeira
     Bm7
Que se cortava sempre um pano de chão
    Em
De linho nobre e pura seda

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
      D11
Explicar o que ninguém 

Consegue entender
            Bm7
Que o que aconteceu ainda está por vir
       Em
E o futuro não é mais 

Como era antigamente

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
    D11
Provar que quem tem mais 

Do que precisa ter
       Bm7
Quase sempre se convence 

Que não tem o bastante
 Em
Fala demais por não ter nada a dizer

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
            D11
Que o mais simples fosse visto

Como o mais importante
Bm7
    Mas nos deram espelhos 
   Em
E vimos um mundo doente

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
      D11
Entender como um só Deus 

Ao mesmo tempo é três
        Bm7
E esse mesmo Deus foi morto por vocês
        Em
Sua maldade, então

Deixaram Deus tão triste

Segunda Parte:

C  G7M/B        Am7
   Eu quis o perigo
           D/F#          G
E até sangrei sozinho entenda
   D/F#                    Em
Assim pude trazer você de volta pra mim
        C
Quando descobri que é sempre só você
          D11       G        D/F#
Que me entende do início ao fim

Em
   E é só você que tem 
   C
A cura pro meu vício de insistir
          D11
Nessa saudade que eu sinto
                F11+      G
De tudo que eu ainda não vi

(repete segunda parte da intro)

Terceira Parte:

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
       D11
Acreditar por um instante 

Em tudo que existe
     Bm7
E acreditar que o mundo é perfeito
       Em
E que todas as pessoas são felizes

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
   D11
Fazer com que o mundo 

Saiba que seu nome
   Bm7
Está em tudo e mesmo assim
    Em
Ninguém lhe diz ao menos obrigado

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
D11
    Como a mais bela tribo
Bm7
    Dos mais belos índios
     Em
Não ser atacado por ser inocente

Segunda Parte:

C  G7M/B        Am7
   Eu quis o perigo
           D/F#          G
E até sangrei sozinho entenda
   D/F#                    Em
Assim pude trazer você de volta pra mim
        C
Quando descobri que é sempre só você
          D11       G        D/F#
Que me entende do início ao fim

Em
   E é só você que tem 
   C
A cura pro meu vício de insistir
          D11
Nessa saudade que eu sinto
                F11+      G
De tudo que eu ainda não vi

Final:

C
  Nos deram espelhos 
                   F11+  G
E vimos um mundo doente
                             (final)
Tentei chorar e não consegui

Intro Primeira Parte:

Parte 1

     G
E|-3---3--------5-x-7-----------------------|
B|-0-0-------0----x-------------------------|
G|-0-0-----0-0--5-x-7-----------------------|
D|-5-----0--------x-5-----------------------|
A|--------------3-x-------------------------|
E|------------------------------------------|
     ↓       ↓

Parte 2

     D            D11
E|-2---2-----0------------------------------|
B|---3----------3---3-----------------------|
G|-2-2-----2-0----0-------0-----------------|
D|-0------------4-4-----4-4-----------------|
A|-------0------5-----0---------------------|
E|------------------------------------------|
     ↓            ↓       ↓

Intro Segunda Parte:

Parte 1   

     Am7
E|---3-2-3----3-2-3----3-2-3----3-2-3-------|
B|-----1--------1--------1--------1---------|
G|-----0--------0--------0--------0---------|
D|------------------------------------------|
A|-0--------2--------3----------------------|
E|----------------------------3-------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 2

    D11
E|---5-3-5----5-3-5----5-3-5----5-3-5-------|
B|-----3--------3--------3--------3---------|
G|-----0--------0--------0--------0---------|
D|-----4--------4--------4--------4---------|
A|-5--------0--------5--------0-------------|
E|------------------------------------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 3

     Bm
E|---7-5-7----7-5-7----7-5-7----7-5-7-------|
B|-----0--------0--------0--------0---------|
G|-----7--------7--------7--------7---------|
D|------------------------------------------|
A|------------------------------------------|
E|-7--------7--------7--------7-------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 4

     Em
E|---7-5-7----7-5-7----7-5-7----7-5-7-------|
B|-----5--------5--------5--------5---------|
G|-----0--------0--------0--------0---------|
D|------------------------------------------|
A|------------------------------------------|
E|-0--------7--------0--------7-------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 5

     Am
E|---8-7-8----8-7-8----8-7-8----8-7-8-------|
B|-----8--------8--------8--------8---------|
G|-----0--------0--------0----0---0---------|
D|------------------------------------------|
A|-0----------------------------------------|
E|----------7--------8----------------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 6

     D7
E|---8-7-8----8-7-8----8-7-8----8-7-8-------|
B|-----7--------7--------7--------7---------|
G|-----7--------7--------7--------7---------|
D|-0-----------------0----------------------|
A|----------0-----------------0-------------|
E|------------------------------------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 7

     Bm
E|--10-8-10---10-8-10---10-8-10---10-8-10---|
B|-----7---------7---------7---------7------|
G|-----7---------7---------7---------7------|
D|------------------------------------------|
A|----------9-------------------9-----------|
E|-7------------------7---------------------|
       ↓         ↓         ↓         ↓

Parte 8

     Em7
E|--10-8-10---10-8-10---10-8-10---10-8-10---|
B|-----8---------8---------8---------8------|
G|-----7---------7---------7---------7------|
D|------------------------------------------|
A|-7------------------7---------------------|
E|----------7-------------------7-----------|
       ↓         ↓         ↓         ↓

Primeira Parte:

Parte 1

     Am7
E|---0---3----5--x--3---3-------------------|
B|---1-----------x--1---1-------------------|
G|---0--------5--x------0-------------------|
D|---2-----------x--------------------------|
A|-0---2---x--3--x--------------------------|
E|---------x-----x----3---------------------|
     ↓                  ↓

Parte 2

     D11
E|------------------------------------------|
B|---3---3-3-3----3---3-3-3-----------------|
G|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
D|---4---4-4-4----4---4-4-4-----------------|
A|-5---0--------5---0-----------------------|
E|------------------------------------------|
     ↓   ↑ ↓ ↑    ↓   ↑ ↓ ↑

Parte 3

     Bm7
E|------------------------------------------|
B|---3---3-3-3----3---3-3-3-----------------|
G|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
D|---4---4-4-4----4---4-4-4-----------------|
A|-2------------2---------------------------|
E|-----2------------2-----------------------|
     ↓   ↑ ↓ ↑    ↓   ↑ ↓ ↑

Parte 4

     Em
E|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
B|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
G|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
D|---2---2-2-2----2---2-2-2-----------------|
A|-----2------------2-----------------------|
E|-0------------0---------------------------|
     ↓   ↑ ↓ ↑    ↓   ↑ ↓ ↑

Final:

Parte 1 (2x)

E|-3-------2---0--------------------------------------|
B|-0-0-0---------0-0---3---1-------0------------------|
G|---0-0---2---0-0-0---------0-0-------2---0----------|
D|---0-0---------0-0---4---2-0-0---0---0---0----------|
A|-----------x-----------x-----------x---x---x--------|
E|-3-----3---x-3-----3---x-3-----3---x-0-x-3-x--------|
     ↑ ↓         ↑ ↓         ↑ ↓       

Parte 2

E|-3-------2---0---------------------------3----------|
B|-0-0-0---------0-0---3---1-------0-------3----------|
G|---0-0---2---0-0-0---------0-0-------2---0----------|
D|---0-0---------0-0---4---2-0-0---0---0---0----------|
A|-----------x-----------x-----------x---x-2----------|
E|-3-----3---x-3-----3---x-3-----3---x-0-x-3----------|
     ↑ ↓         ↑ ↓         ↑ ↓

Observe mais: FÁTIMA, SÓ POR HOJEYES OU SISTEMA DE MELHORAMENTO DA JUVENTUDEFalando sobre Pato FuRESERVE™Tarde VaziaNAARA BEAUTY DRINK!!! Sexo seguro!VIDACELL®O Estado Laico, CADÊ OS ÍNDIOS QUE ESTAVAM AQUI?CARNAVAL É PERFEIÇÃO!INSTANTLY AGELESS ™Que País É Esse?

Almas do Brazil

https://www.terra.com.br/noticias/dino/exposicao-almas-do-brasil-leva-visitantes-ao-universo-dos-indios-brasileiros,00b3dd56e9154cd642456d6bbdd44884glz3qtve.html

 A mostra ‘Almas do Brasil’ leva visitantes ao universo dos índios brasileiros, de autoria da fotógrafa Maristela Giassi, é gratuita e fica em cartaz até 3 de novembro na Inn Gallery, em São Paulo.

Serviço – A Inn Gallery fica na rua Dr. Melo Alves, 138, nos Jardins, em São Paulo. O horário de funcionamento é de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 12h às 16h. A exposição fica em cartaz até dia 3/11, às 16h. A entrada é gratuita.

Editado via celular.

​O povo munduruku voltou!

Nós mulheres e homens do povo munduruku voltamos com nossos pajés para perto de nossa Dekuka’a e Karubixexe. Viemos fazer nosso ritual. Estivemos em julho aqui para conversar com os pariwat que destruíram nosso lugar sagrado. O lugar aonde nossos antepassados vivem.
Primeiro queremos os dapixiat (mentirosos) longe de nós. Não apareçam aqui, as mentiras que vocês contaram em julho escureceram nossos olhos mas nossos pajés estão conosco e agora não vão deixar que o cauxi da boca de vocês adoeça nosso povo. Queremos falar com gente séria.
Vocês pariwat não entendem o que escrevemos, ouvem agente, mas não sabem escutar. Nós realizamos a audiência sobre os nossos locais sagrados nem a FUNAI e nem os representantes das empresas compareceram, são dapxiat! (mentirosos!)
Estamos aqui pra defender nosso direito, lutar contra as ameaças ao nosso território denunciar as hidrelétricas no rio, somos como o Poy que derrotou a anta, o povo munduruku é como o jabuti vamos derrotar os nossos inimigos maiores que nós.
O ataque das hidrelétricas contra nossos locais sagrados não vai ficar assim. Não vamos sossegar até que o IBAMA cancele a licença da hidrelétrica, até que as duas empresas peçam desculpas aos nossos antepassados e ao nosso povo e cumpram o combinado para a segunda visita às nossas urnas.
Quando chegamos, fomos recebidos com bomba, uma barreira da força nacional e um papel do juiz que nos impedia de entrar no nosso próprio território, que foi roubado pela usina. Estamos esperando justiça até hoje pela destruição de Dekoka’a e a justiça funciona para proteger a usina hidrelétrica e trata nós como criminosos. Nesse papel também estava o nome de lideranças, dizendo que teríamos que pagar uma multa de R$ 5 mil por dia se ficarmos aqui.
Queremos deixar claro que não somos criminosos. Nunca matamos, nunca destruímos e nem invadimos o território de vocês. Que estamos no nosso local sagrado e que temos o direito de ficar aqui até que a gente seja atendido. Entregaram um papel escrito à caneta dizendo que vão trazer o diretor da DPDS da FUNAI. Não foi isso que pedimos e mais uma vez querem enganar a gente com um pedaço de papel que não vale nada. Para responder para MPF e para falar com os pariwat, os advogados trabalham e escrevem ofícios. Mas o povo Munduruku é tratado com esse desrespeito.
Não vamos aceitar mais uma das suas manobras.
A reunião só vai acontecer com os representantes do Governo, empresa e as lideranças indígenas que exigimos. Queremos o presidente do IBAMA, presidente da FUNAI, presidente do IPHAN e diretor-presidente da Empresa de Energia São Manoel e diretor-presidente da Companhia Hidrelétrica Teles Pires para dialogar com a gente.
Se Miguel Setas e Antonio Mexia estão em outro país, que enviem os representantes maiores da EDP no Brasil ou enviem nossas lideranças para lá, falar com eles no país de onde vem essa empresa que está nos matando.
Nossa floresta e nosso rio não é dinheiro, é a vida!
O Idixidi é o rio do povo Wuyjuyu, nós deixamos os wuyḡuybuḡun ficar no rio, só os ribeirinhos e os pescadores sabem respeitar o rio.
Não escolhemos essa guerra, mas vamos vencer!
Movimento Munduruku Iperegayu
http://bit.ly/PovoMundurukuVoltou

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=437397823323293&id=434227830306959

Editado via celular.

Roda de Conversa sobre Direitos Indígenas E Contexto Urbano E O Trabalho do Programa “Índios na Cidade”

https://www.facebook.com/events/227431104443488/?ti=as

Mude conceitos, você pode e deve: ALZHEIMERINSTANTLY AGELESS ™NAARA BEAUTY DRINK!!!DIA DO VOLUNTARIADOSUA CARACASAS DE MEDIAÇÃOVIRTUDESAÚDE NOSSA DE CADA DIA!ADORO ESSA PARTE DA ANATOMIA FEMIMINA.PROJETO VIBRAR PARKINSONA MEDITAÇÃO E SEU CERÉBRO

Editado via celular

Comente e sinta-se a vontade para visitar a:

Jesusnesse World

Anhangá Pitã

“Ceve o mate da felicidade com uma chinoca recatada e dona de si, e mate é como sabugueiro do campo: bom pra tudo.”

Interessante saber que o chimarrão ou mate é uma bebida característica da cultura do sul da América do Sul, um hábito legado pelas culturas quíchua, aymará e guaranyPapo de Homem

A bebida, tão característica do Sul do nosso país, é preparada de cor pelo povo “gaudério”. É “trilegal”, tchê!. Bolsa de Mulher

Antes de tu ires mateando, tens que dar um trato na cuia.10 MANDAMENTOS DO CHIMARRÃO. Pampa Livre

Daniel  Bender, gaúcho de Novo Hamburgo, ensina fazer uma receita fácil de chimarrão, por isso que é popular por aqui. Homem na Cozinha

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A Invasão do Brasil

A Invasão do Brasil: um olhar poético sobre os povos indígenas, em exposição fotográfica. Mônica Nunes – Conexão Planeta.

Em 14 imagens deslumbrantes, o fotógrafo indigenista Renato Soares revela a cultura e a beleza dos povos de várias etnias na exposição A Invasão do Brasil, na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, em São Paulo, de 15 a 30 de abril. A mostra, que faz parte das celebrações pelo mês em que se celebra o dia dos índios (19).

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“A ideia não é fazer grandes exposições em galerias, mas priorizar as áreas públicas, ir para as periferias. Queremos mostrar que existem personagens – que chamamos de índios –, que têm família como qualquer um de nós. Com esse trabalho, os índios ‘invadem’ os espaços públicos, mostrando o que têm de mais lúdico. Não é, portanto, uma invasão agressiva, mas uma invasão poética”.

O projeto da exposição, que tem o apoio da Prefeitura de São Paulo, começa na biblioteca Alceu Amoroso Lima, mas contempla a utilização não só de bibliotecas, mas também de parque urbanos, praças e espaços públicos (a programação ainda não está definida), com o intuito de disseminar a cultura ancestral dos povos indígenas, que aqui viviam antes da chegada de Cabral. É como se os índios iniciassem uma retomada pacífica (e artística) de seu território.

a-invasao-do-brasil-exposicao-renato-soares

As fotos revelam a riquíssima diversidade cultural e étnica desses povos. Lá estão a dança do Toré dos Pankararu, as flautas Uruá do Alto Xingu, os cantos no pátio circular das aldeias Krahô, a conversa em torno da fogueira e os rituais fúnebres dos Bororo Orientais e os ritos femininos das Yamurikumã, entre outras riquezas.

Nos anos 80 o fotógrafo indigenista Renato Soares descobriu sua paixão pelos índios. E, depois de muito viajar para tribos e conhecer mais a sua cultura – sentindo-se sempre muito à vontade na companhia de quaisquer etnias -, decidiu dedicar-se ao registro de seu cotidiano para torna-lo mais próximo do público, como também chamar a atenção deste para sua importância e fragilidade diante da voracidade da nossa civilização. Criou, então, o projeto Ameríndios do Brasil, que “resgata, por meio da imagem, esse personagem que se encontra enraizado em nossa alma, seus rituais que atravessaram o tempo e suas histórias que nos levam a um mundo, por vezes, ainda muito desconhecido”, ressalta ele.

a-invasao-do-brasil

O projeto prevê o registro fotográfico das 305 etnias brasileiras – são 270 línguas diferentes! – em todo o Brasil. “É o trabalho de uma vida inteira”, destaca o fotógrafo e documentarista que já chegou a passar um ano imerso na cultura de algumas tribos, e hoje mergulha em sua cultura por três a quatro meses, longe da família e de São Paulo, onde vive.

Também faz parte de sua missão com os índios conscientizar os brasileiros sobre a importância de protegê-los e preservá-los e nunca explorá-los. Por isso, ele respeita seu direito de uso de imagem. Assim, 30% do valor de tudo que comercializa – relacionado aos índios – é deles. “É uma forma de reconhecer seus direitos e fazer com que a fotografia tenha valor agregado. Dessa forma, ela ganha atuação social já que ajuda as comunidades”, finaliza.

Indios do Xingu - Yawalapiti
Indios do Xingu – Yawalapiti

Anote:
A Invasão do Brasil, de Renato Soares
Data: 15 a 30/4/2016 – Grátis
Horário: 2a. a 6a., das 10h às 19h / Sábados, das 9h às 16h.
Local: Biblioteca Alceu Amoroso Lima – Avenida Henrique Schaumann, 777, São Paulo/SP.

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Estupidez sem monopólio

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Bolsa família

Os povos que viviam na terra chamada de Pindorama – quando chegou Cabral – se organizavam em grandes grupos, mas não chegaram a formar civilizações como aconteceu com os incas, maias e astecas, em outras regiões deste grande continente. Os daqui eram nômades e coletores. Viviam num espaço tão generoso em água e frutos que não tinham ainda encontrado necessidade de organizar cidades ou outras estruturas parecidas como já faziam os povos andinos, premidos pelo ambiente inóspito. Hoje, sabe-se que todos os povos do continente de alguma forma se conheciam e se encontravam, como prova o Caminho de Piabeiru, que sai do litoral sul de Santa Catarina até a região inca, ligando os dois oceanos. O que faz crer que outros caminhos havia e que muitos encontros de davam, não necessariamente de conquista. Enfim, as gentes viviam aqui do seu jeito e com sua organização. Essa não era uma terra vazia. Elaine Tavares

A primeira missa no Brasil foi celebrada em um Domingo, dia 26 de abril, na ilhota da Coroa Vermelha. O que Victor Meirelles representou em seu quadro de 1860 é a primeira Missa celebrada em terras continentais do Brasil, na sexta-feira, 1º de maio de 1500. Salvem a Liturgia!

O processo de colonização levou á extinção de muitas sociedades indígenas que viviam no território dominado, há estimativas sobre o número de habitantes nativos naquele tempo que variam de 1 a 10 milhões de indivíduos, estes números nos dão uma idéia da imensa quantidade de pessoas e sociedades indígenas inteiras exterminadas, seja pela ação das armas e da força, seja pelo contágio de doenças trazidas dos países europeus para as quais os índios não tinham anticorpos ou ainda, pela aplicação de políticas visando a “assimilação” dos índios à nova sociedade implantada, com forte influencia européia. Portal São Francisco
gabriele_baraldi_inga_detalhe
O tupi (ou tupi-guarani) é a língua indígena brasileira, hoje extinta, pertencente ao grupo linguístico nativo tupi-guarani. Era originário dos índios tupinambá, ramo do grande povo tupi (que significa “o grande pai” ou “líder”), que viviam ao longo da costa brasileira, sendo também os primeiros habitantes nativos do país, com os quais os portugueses estabeleceram contato. A partir desta língua formaram-se dois dialetos que são considerados línguas independentes: a língua geral paulista, agora extinta, uma mistura de Tupi com o Português (que até o final do século XVIII manteve-se como a “língua brasileira”, isto é, a língua da maior parte da população do país) e o nheengatu, a língua geral da Amazônia, que até hoje é falada naquela região. Gabriele D’Annunzio Baraldi

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Que País É Esse?

Que País É Esse? – Legião Urbana

Nas favelas, no Senado
Sujeira pra todo lado
Ninguém respeita a Constituição
Mas todos acreditam no futuro da nação
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?

No Amazonas, no Araguaia iá, iá,
Na baixada fluminense
Mato grosso, Minas Gerais e no
Nordeste tudo em paz
Na morte o meu descanso, mas o
Sangue anda solto
Manchando os papeis e documentos fieis
Ao descanso do patrão
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?

Terceiro mundo, se foi
Piada no exterior
Mas o Brasil vai fica rico
Vamos faturar um milhão
Quando vendermos todas as almas
Dos nossos indios num leilão
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
lulafernandes

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Bandeirantes Modernos

Os sertanistas do Brasil Colonial, denominados bandeirantes, a partir do início do século XVI, penetraram nos sertões brasileiros em busca de riquezas minerais, sobretudo a prata, abundante na América espanhola, indígenas para escravização ou extermínio de quilombos.
A maioria dos bandeirantes eram formados por índios (escravos e aliados), caboclos (mestiços de índio com branco) e alguns brancos, que eram os capitães das bandeiras. (Wikipédia)

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