“Vamos seguir resistindo”: recado dos povos da floresta

“Vamos seguir resistindo”. Essa é a principal mensagem que a campanha #PovosDaFloresta pretende passar. Por meio de um vídeo veiculado na internet, TV e cinemas, 25 lideranças indígenas, quilombolas e ribeirinhas tentam chamar atenção para a luta pela proteção ambiental e em defesa dos direitos dessas comunidades. A iniciativa é do Instituto Socioambiental (ISA), que completa 25 anos neste ano. MARINA ROSSI

“Se a floresta, ou a natureza de maneira geral, é nosso passaporte enquanto país para algum futuro, os povos que vivem nela são seus verdadeiros guardiões”, diz André Villas-Bôas, secretário-executivo do ISA. “Temos que valorizar a enorme contribuição dessas comunidades para o equilíbrio ecológico do planeta”. El País Brasil

Crianças brincam em aldeia dentro da Terra Indígena Yanomami, onde vivem 25.000 índios. ALEX ALMEIDA – Nosso Futuro Roubado

Dia do Índi(o)gena!!!

O dia 19 de abril é conhecido no Brasil todo como o “Dia do Índio”, sua origem remete a um protesto dos povos indígenas do continente americano, quando o Congresso Indigenista Interamericano, realizado em Patzcuaro, que aconteceu entre os dias 14 e 24 de abril de 1940, organizado no México se propôs a debater medidas para proteger os índios no território, foram definidas algumas medidas genéricas a serem tomadas em favor da defesa dos povos indígenas:
– “respeito à igualdade de direitos e oportunidades para todos os grupos da população da América”;

– “respeito por valores positivos de sua identidade histórica e cultural a fim de melhorar situação econômica”;

– “adoção do indigenismo como política de Estado”;

– “o Dia do Aborígene Americano em 19 de abril”.

Somente em 1943 foi instituído decreto-lei (art. 180 da Constituição) instituído pelo presidente Getúlio Vargas, que finalmente estabeleceu a data comemorativa. O responsável por convencê-lo foi o general Marechal Rondon – que tinha origem indígena por seus bisavós e chegou a criar, em 1910, o Serviço de Proteção ao Índio – que depois viria a se tornar a atual Funai (Fundação Nacional do Índio). BCC

Veja também: FELIZ DIA DO ÍNDIO!!!, Trator, Índias, Meio o quê?, Ferramentas de destruição em massa., Plante uma árvore, Dicas de uma árvore, Bandeirantes Modernos, A casa dos outros, O povo da caixa, 22 de todos os dias, Território, Catastrofe natural?, Halloween Saci!

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Índio? No Brazil? Nunca existiu?!?

MUDE CONCEITOS, VOCÊ PODE E DEVE: Existe Água em SP, Um grande contador de histórias, Quando será anova crise hídrica?!?, ÍNDIOS, POEMA, POESIA E SONETO, GHOST WRITER, NAARA BEAUTY DRINK!!, HUNGU, INICIE UM ABAIXO-ASSINADO, Existe Guarani em SP, Expedição pelas nascentes do Rio Saracura, Expedição pelas nascentes dos Guarani do Jaraguá, Expedição pelas nascentes do Rio Água Preta, Mutirão na lagoa da Aldeia Itakupe no Jaraguá

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30 Matrix indígenas

Uma lista com 30 documentários sobre diferentes culturas indígenas, realidades e conflitos. Renata Tupinamb

1 – Huicholes: The Last Peyote Guardians, 20
Produção e Direção: Hernán Vilchez – Produção: Paola Stefani – Direção de Fotografia: José Andrés Solórzano
Um documentário sobre o Povo Huichol, autodenominam-se Wixárika no México, conhecidos como guardiões do Peyote. Eles lutam em defesa do território sagrado e medicina ancestral que estão ameaçados por empresas de mineração.
2 – Le peuple invisible, 2007.
O Povo Invisível é um documentário de Richard Desjardins e Robert Monderie. É sobre o povo Algonquin no Canadá. Revela como a harmonia em que viviam foi quebrada com a chegada dos europeus no século 16, mudanças no modo de vida tradicional, miséria e invisibilidade nos dias atuais.
3 – Republica Guarani, 1981.
Importante documentário de Sylvio Back, sobre evangelização e mudanças radicais na vida dos indígenas do Povo Guarani.
4 – Vale dos Esquecidos,2012.
Direção: Maria Raduan. Duração: 72min.
Esse documentário se passa na região do Mato Grosso, ele fala sobre disputas de terra, conflitos com posseiros, grileiros, indígenas, fazendeiros, invasão de terras indígenas.
5 – VIDA KAINGANG, 2014.
A vida de indígenas da etnia Kaingang da Terra Indígena do Apucaraninha, na divisa entre os municípios de Londrina e Tamarana, no norte do Paraná. Direção: Nelson Akira Ishikawa. Fotografia: Luiz Carlos S. Monobi
5 – Presente dos Antigos, 2009.
O documentário sobre o Povo Xacriabá em Minas Gerais, depois de muitos conflitos por posse de terra, a busca pelo resgate das práticas tradicionais e beleza de seus grafismos.
Autor e Diretor: Rafael Otávio Fares Ferreira
Co-produção: Rafael Otávio Fares Ferreira | Cinco em Ponto | Rede Minas
6 – Terra dos índios, 1978.
Interessante documentário do cineasta Zelito Vianna sobre conflitos de terra. Depoimentos raríssimos do líder guarani, Marçal de Souza Tupã e outras lideranças.
7 – Índio Cidadão ?, 2014.
O diretor Rodrigo Siqueira, mostra neste documentário as lutas do movimento indígena brasileiro, da constituinte (1987/88) até os dias atuais, com depoimentos de importantes lideranças que fizeram e fazem parte do processo de conquista dos direitos indígenas.
8 – 500 Almas, 2004.
Dirigido por Joel Pizzini, produzido pela Mixer e distribuído pela RioFilmes. Um olhar poético sobre os indígenas do Povo Guató, que chegaram a ser dado como extintos nos anos 60. O assassinato do líder Celso Guató, em 1982, na luta pela demarcação na Ilha Ínsua, fronteira com a Bolívia. Uma forte crítica à violência do processo de colonização. O encontro de indígenas Guató no Mato Grosso do Sul e outros momentos marcante na história do povo.
9 – Do Bugre ao Terena, 2012.
Dirigido por Aline Espíndola e Cristiano Navarro.
Produzido com o apoio do Edital de Apoio à Produção de Documentários Etnográficos sobre o Patrimônio Cultural Imaterial (Etnodoc). Mostra a realidade de indígenas Terena em contexto urbano, o cotidiano de preconceitos e conquistas.
10 – La pequeña semilla en el asfalto, 2009.
Direção:Pedro Daniel Lopez. Mostra como Dolores Santiz, Pascuala Díaz, Floriano Enrique “Ronyk” e Flavio Jiménez, e os diferentes grupos étnicos em Chiapas no México, deixam a comunidade onde nasceram e vão para a cidade. Os conflitos, busca pelo reconhecimento étnico e novas identidades.
13 – Ditsowo Tsirik – El camino de la semilla, 2012.
A jornada de um povo que resistiu na conquista espanhola, a luta para provar que suas histórias não são mitos, mas a história viva de sua gente.Depoimentos de quatro indígenas Bribri-Cabecares da Costa Rica sobre a resistência em Talamanca.
14 – Índios Munduruku: Tecendo a Resistência, 2014.
Dirigido por Nayana Fernandez. O documentário sobre a vida em uma aldeia do Povo Munduruku, resistência e articulação contra as barragens hidrelétricas em seu território sagrado..
15 – Indígenas Digitais, 2010.
Dirigido por Sebastian Gerlic. Documentário sobre inclusão digital indígena que retrata a apropriação que os indígenas fazem das tecnologias, tornando-se e“ciberativistas” e “etnojornalistas” das próprias realidades.
16 – JE SUIS L’ENGRAIS DE MA TERRE, 2012.
Um documentário de Luis Miranda, sobre a luta do Povo Pataxó Hã hã hãe em Pau Brasil na Bahia.
17- Borum-Krenak, 2013.
Dirigido por Adriana Jacobsen. Fala da história desconhecida do Povo Krenak em Minas Gerais que sobreviveu à Vale do Rio Doce. Grupos nômades, que se autodenominavam “borum” (o ser), passaram a ser chamados de “botocudos” pelos portugueses.
18 – Kangwaa – Cantando para Nhanderú,
Direção: Felipe Scapino e Toninho Macedo. Sobre música e vida de indígenas do tronco tupi-guarani das aldeias Bananal, Nhamandu Mirim e Piaçaguera do Litoral Sul e São Paulo.
19 – CANELA RAMKOKAMEKRA – A ARTE DO MITO, 2002.
Um documentário do antropólogo e professor Rafael Pessoa São Paio – IN MEMORIAM
O documentário feito na aldeia Escalvado, dos indígenas Canela, retrata o cotidiano, suas atividades domésticas, seus rituais e história do contato.
20 – Tupinambá – O Retorno da Terra, 2015.
Documentário de Daniela Fernandes Alarcon, sobre a luta do povo indígena Tupinambá, que habita o sul da Bahia (Brasil), retomadas, cultura e conflitos.
21 – Estratégia Xavante, 2007.
Dirigido por Belisario Franca. O documentário narra a estratégia de um cacique Xavante, que em 1973, propôs o envio de oito meninos para serem criados por famílias não indígenas na cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo. Conhecendo a cultura do inimigo para melhor combatê-lo e, consequentemente, preservar a autonomia do povo.
22 – Xukuru Ororubá, 2008.
Dirigido por Marcilia Barros. Mostra o processo de luta e resistência de um povo guerreiro, o povo Xukuru.
23 – Mbaraká – A palavra que age
Sobre os cantos dos Guarani Kaiowá e sua relação com a luta pela terra. Documentário de Spency Pimentel.
24 – Promessa Pankararu, 2009.
Produzido pela Associação SOS Comunidade Indígena Pankararu (São Paulo). Diretores: Marcos Alexandre dos Santos Albuquerque & Maria das Dores Conceição Pereira do Pardo. Sobre cultura e religiosidade do Povo Pankararu.
25 – Karai Ha’egui Kunhã Karai ‘ete, 2014.
Dirigido pelo indígena do povo Nhandeva Alberto Alvares. Em homenagem os anciãos indígenas Alcindo Moreira e Rosa Moreira.
26 – A mata é que mostra nossa comida (N?n ã t? ?g v?j?n n?m t?), 2010.
Dirigido por Rafael Devos, é um documentário sobre a Cultura Kaingang. Projeto Documentário Cultura Material dos Coletivos Indígenas na Bacia Hidrográfica do Lago Guaíba / Porto Alegre. Elaboração e Coordenação: Núcleo de Políticas Públicas para os Povos Indígenas / Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Segurança Urbana / Prefeitura Municipal de Porto Alegre / NPPPI/SMDHSU
Produção: Ocuspocus Imagens
27 – Kohixoti Kipaé – dança da ema
Sinopse: Um adulto terena passa conhecimento de sua cultura para a criança. E é reproduzido a dança da Ema, ritual de alegria.
28 – INANI E BANU – IMAGENS DA MULHER HUNI KUIN
Sinopse:O documentário Inani e Banu — Imagens da mulher huni-kuin, contemplado pelo VII Armando Carreirão de Cinema do FUNCINE em 2012, tem como enfoque a mulher Huni-Kuin: sua voz e imagem. A criação partiu da pesquisa sobre a divisão tradicional das mulheres Huni-Kuin nas categorias inani e banu, ou seja, as referências femininas da onça e do gavião, enquanto organização das famílias e do casamento.
29 – Segredos da Tribo
Sinopse: Dirigido por José Padilha (Ônibus 174 e Tropa de Elite 1 e 2), Segredos da Tribo é um longa-metragem documental sobre os estudos antropológicos feitos com os Yanomami desde os anos 60, ele mostra denuncias de abuso sexual e outras coisas feitas por alguns antropólogos na região.
30 – Indígenas Kariri Xocó Lutam pela Terra: Direito Sagrado
Redação Yandê

Suicídio indígena

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou um relatório, em setembro do ano passado, no qual denuncia o aumento do número de suicídios entre indígenas no Brasil.

Segundo a antropóloga responsável pela elaboração do documento, Lúcia Helena Rangel, o racismo, as pressões sociais e as limitações de território, motivadas por conflitos de terra, são as principais causas para os suicídios. Xapuri


A estranha história do homem que abandona sua família para viver em uma canoa é o enredo de um dos escritos mais misteriosos do mineiro Guimarães Rosa. Batizado de “A terceira margem do rio”, o conto revela uma vida feita nem do lado de lá, tampouco do lado de cá. Se faz na via do meio num processo de dor, frustração e morte.

“Acredito que o motivo foi falta de perspectiva de vida. Não tem terra, não tem espaço para plantar, nem emprego. Isso é causa de sofrimento. É muito duro saber que um jovem se mata por falta de justiça social para os indígenas”, reflete Ara, que é uma das lideranças da Aldeia Jaraguá que abriga indígenas guaranis na zona norte de São Paulo.

A morte voluntária que surge como uma alternativa para essa vida do meio não é novidade entre os povos indígenas. Revista Trip

“Eu não posso fazer afirmações categóricas – para isso eu teria que aprofundar a análise de dados –, mas os dois estados estão em regiões de fronteiras. O Alto Solimões faz fronteira com a Colômbia, e o Mato Grosso do Sul, com o Paraguai. Nessas duas regiões têmtráfico de drogas intenso, contrabando e tudo que é ilícito, ou seja, essas duas regiões são espaços de entrada e saída de tudo que é ilícito. Também é comum nessas duas regiões a tentativa do Estado brasileiro de tornar todos os indígenas em não-indígenas. Todas as ações do Estado não são para respeitar as comunidades, mas fazer com que elas tenham os desejos e expectativas que são dominantes na sociedade brasileira”, diz. CIMI
Laurent Durieux observa com bons olhos a mobilização que acontece dentro e fora do Brasil para preservar os direitos de diferentes etnias. “Muitos grupos internacionais estão entrando em contato com os indígenas e existe uma mobilização para apoiá-los. Muitos de lá também pedem apoio de fora. O momento é de crise, cultural, da multiculturalidade, e também ambiental. Muitas pessoas estão sensíveis com essas questões”, avalia. rfi
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Vamos juntos!!!

Em 2015 mataram o Watu (Rio Doce), que é uma fonte de vida e energia sagrada para os Borum [Burum], o povo indígena Krenak.

Em 2019 matam nosso Paraopeba, que banha a aldeia Naô Xohã , do povo indígena Pataxó Hã-Hã-Hãe. Xapuri

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O Silêncio

O Silêncio – Sabedoria Indígena

“Nós os índios, conhecemos o silêncio. Não temos medo dele.
Na verdade, para nós ele é mais poderoso do que as palavras.
Nossos ancestrais foram educados nas maneiras do silêncio e eles
nos transmitiram esse conhecimento.
“Observa, escuta, e logo atua”, nos diziam.
Esta é a maneira correta de viver.
Observa os animais para ver como cuidam se seus filhotes.
Observa os anciões para ver como se comportam.
Observa o homem branco para ver o que querem.
Sempre observa primeiro, com o coração e a mente quietos,
e então aprenderás.
Quanto tiveres observado o suficiente, então poderás atuar.
Com vocês, brancos, é o contrário. Vocês aprendem falando.
Dão prêmios às crianças que falam mais na escola.
Em suas festas, todos tratam de falar.
No trabalho estão sempre tendo reuniões nas quais todos interrompem a todos,
e todos falam cinco, dez, cem vezes.
E chamam isso de “resolver um problema”.
Quando estão numa habitação e há silêncio, ficam nervosos.
Precisam preencher o espaço com sons.
Então, falam compulsivamente, mesmo antes de saber o que vão dizer.
Vocês gostam de discutir.
Nem sequer permitem que o outro termine uma frase.
Sempre interrompem.
Para nós isso é muito desrespeitoso e muito estúpido, inclusive.
Se começas a falar, eu não vou te interromper.
Te escutarei.
Talvez deixe de escutá-lo se não gostar do que estás dizendo.
Mas não vou interromper-te.
Quando terminares, tomarei minha decisão sobre o que disseste,
mas não te direi se não estou de acordo, a menos que seja importante.
Do contrário, simplesmente ficarei calado e me afastarei.
Terás dito o que preciso saber.
Não há mais nada a dizer.
Mas isso não é suficiente para a maioria de vocês.
Deveríamos pensar nas suas palavras como se fossem sementes.
Deveriam plantá-las, e permiti-las crescer em silêncio.
Nossos ancestrais nos ensinaram que a terra está sempre nos falando,
e que devemos ficar em silêncio para escutá-la.
Existem muitas vozes além das nossas.
Muitas vozes.
Só vamos escutá-las em silêncio.”

Fonte: Messenger Lite

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Emergencia Lingüística

Las palabras de las lenguas indígenas pueden tener significados culturales que se pueden perder en las traducciones y entender estas sutiles diferencias puede cambiar la opinión de una persona sobre la manera en la que las poblaciones indígenas comprendían el mundo.

Según Bill Walker, gobernador de Alaska, existe una “emergencia lingüística” en Alaska. Un informe a principios de año revelaba que las 20 lenguas indígenas de la región podrían desaparecer para finales de siglo si el estado no hace nada al respecto. Magnet

UNESCO Mapa das Línguas em Risco de Extinção

A atualização do Atlas das Línguas em Perigo no Mundo, apresentado pela UNESCO na véspera do Dia Internacional da Língua Materna (21 de fevereiro), cerca de 200 línguas são faladas por menos de 10 pessoas e outras 178 por entre 10 e 50 pessoas.

Os dados indicam que em 6000 línguas existentes atualmente, mais de 200 desapareceram nas últimas três gerações, 538 estão em situação crítica, 502 gravemente em perigo, 631 definitivamente em perigo e 607 em situação insegura. GlobalVoicesGlobalVoices

Enxergue mais: Curupira, Instituto Pindorama, voluntariado., CONTRA TODOS OS MALES, NAARA BEAUTY DRINK!!!, BOAS IDÉIAS QUE TODOS OS PAÍSES DEVERIAM ADOTAR, Touché Turtle, Robin Hulk, Árvores?, Biblioteca Web, DIA DA ÁRVORE, Neil Armstrong, COMENDO RECIFE, INSTANTLY AGELESS ™, Hein? hã?, Ferramentas de destruição em massa., MANJERICÃO, BRINCANDO DE LÓGICA, VIDACELL®, RORSCHACH, ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA HÍDRICA, PLANETA DOS MACACOS, UM MAR DE INFORMAÇÕES!!!, RESERVE™, Não Foi Acidente, Princípio do ou não, Museu Virtual

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Frans Krajcberg

O artista polonês Frans Krajcberg amou o Brasil como poucos. Brasileiros, inclusive. Foi um dos europeus – como Pierre Vergé e Margaret Mee – que adotaram nosso país como pátria. Amou e defendeu a naturezae os indígenas, seus povos originais, com sua arte. Amou a Amazônia e, em 1978, fez uma viagem pelo Rio Negro com amigos – o artista Sepp Baendereck e o critico de arte Pierre Restany, que resultou na criação do Manifesto do Rio Negro ou Manifesto do Naturalismo Natural. Conexão Planeta

A trajetória do artista brasileiro Frans Krajcberg, que completou 94 anos em 2015, aborda três questões essenciais, do ponto de vista do autor:

1. A doação do Sítio Natura e de seus bens, como seu mais importante Manifesto;

2. A experiência do último conjunto de expedições à Amazônia, de 1984 a 1988, que o autor denomina de Ciclo Juruena, e seu impacto na vida e obra do artista; e,

3. O desafio de Como criar a Expressão Brasileira, em que o autor sugere quatro medidas: 1. Elaborar o catálogo raisonée do artista; 2. Ampliar o debate sobre a vida e obra do artista; 3. Criar a escola de arte para jovens, tal qual proposto por José Zanine Caldas e Frans Krajcberg na década de 1970; e, 4. Divulgar a vida e obra do artista para a população da Amazônia, onde é bastante desconhecido, apesar de defende-la veementemente, e por ser a região de onde se origina sua matéria prima e inspiração. envolverde
O grito de Frans Krajcberg (1921 – 2017) foi semelhante a essa linguagem primitiva, na medida em que denunciou a violência do homem contra a natureza e expunha a dor das florestas devastadas. eCycle

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O mel do passado

Desde o início de 2016, começamos a gravar um doc, na aldeia Tekoa Ytu, sobre as abelhas nativas sem ferrão a partir da construção de um meliponário dentro da aldeia.

O documentário, bem educativo, faz a apresentação de algumas espécies na aldeia, um alerta sobre o risco que elas correm – e consequentemente nós também -, e um resgate importante na cultura Guarani.

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Martírio

Em uma analogia que faz Ailton Krenak quando “o mercado acorda de mau humor e quer comer uma montanha”, os Kaiowa e Guarani possuem uma precisa análise da situação em que se encontram e procuram traçar estratégias de autonomia e liberdade. Como enfrentar o capitalismo que também é responsável pela destruição cultural, além da física e outras dimensões que afligem os indígenas? Carta Capital

Mídia Ninja – Filme

Cultura Indígena e Fantasia

Na formação cultural, os índios contribuíram com o vocabulário, o qual possui inúmeros termos de origem indígena, como pindorama, anhanguera, ibirapitanga, Itamaracá, entre outros. Com o folclore, permaneceram as lenda como o curupira, o saci-pererê, o boitatá, a iara, dentre outros. Toda Matéria

Recentemente, alguns artistas brasileiros estão se empenhando em apresentar trabalhos que destacam as Culturas Indígenas da nossa terra. FrancéliaCultura BR

Literaturas que valorizam as diferenças e a diversidade cultural dos povos indígenas são ótimas pedidas para abordar os conteúdos exigidos pela lei 11.645, que obriga o ensino da história e da cultura indígena nas escolas de Ensino Fundamental e Médio das redes pública e privada de todo Brasil. Mariana Queen – 15 livros sobre histórias indígenas e o Folclore brasileiro. Educar Para Crescer

Especialista em Literatura Indígena, Janice Thiel selecionou, a pedido de Carta Educação, 10 obras escritas por índios e não-índios, para trabalhar a temática indígena. JANICE CRISTINE THIÉL – Dez obras para conhecer a Literatura Indígena.  Carta Educação

Roní Wasiry Guará é oriundo do povo maraguá e conta numa narrativa emocionada, o passado e o presente da vida dos índios de sua tribo, uma das poucas de origem Aruak no Baixo Amazonas. FRANCÉLIA PEREIRA – Pindorama – A historia antes do Brasil

Os três títulos são assinados por novas promessas da literatura amazonense: Mário Bentes, Jan Santos e Leila Plácido, lançados pela Lendari, selo editorial dedicado à literatura fantástica, realismo mágico e ficção científica. Kickante

A formação da cultura brasileira, em seus vários aspectos, resultou da integração de elementos das culturas: indígena, do português colonizador, do negro africano, como também dos diversos imigrantes. Toda Matéria

A escrita é uma conquista recente para a maioria dos 230 povos indígenas que habitam nosso país desde tempos imemoriais. Detentores que são de um conhecimento ancestral aprendido pelos sons das palavras dos avôs e avós antigos estes povos sempre priorizaram a fala, a palavra, a oralidade como instrumento de transmissão da tradição obrigando as novas gerações a exercitarem a memória, guardiã das histórias vividas e criadas. Daniel Munduruku – Overmundo

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Eu sou Guarani Kaiowá

eusouguaranikaiowa

Tupã então criou a humanidade (de acordo com a maioria dos mitos Guaranis, eles foram, naturalmente, a primeira raça criada, com todas as outras civilizações nascidas deles) em uma cerimônia elaborada, formando estátuas de argila do homem e da mulher com uma mistura de vários elementos da natureza. Depois de soprar vida nas formas humanas, deixou-os com os espíritos do bem e do mal e partiu. O Panteão do Folclore Brasileiro – Non Plus RPG

Indios do Xingu - Yawalapiti
Indios do Xingu – Yawalapiti

Enxergue mais: DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOSEMVThe wall, O mar de Aral virou areia., Território, Índias, LUMINESCE™ CELLULAR REJUVENATION SERUMQue País É Esse?, Brô Mc´s, Todo Dia Era Dia de Índio, De que lado você esta?, Reputação ilibada e notável saber jurídico., Cadê os Amarildos?, Águas de março, Vergonha de ser brasileiro, Cama, mesa e banho!

Bolsa família

Os povos que viviam na terra chamada de Pindorama – quando chegou Cabral – se organizavam em grandes grupos, mas não chegaram a formar civilizações como aconteceu com os incas, maias e astecas, em outras regiões deste grande continente. Os daqui eram nômades e coletores. Viviam num espaço tão generoso em água e frutos que não tinham ainda encontrado necessidade de organizar cidades ou outras estruturas parecidas como já faziam os povos andinos, premidos pelo ambiente inóspito. Hoje, sabe-se que todos os povos do continente de alguma forma se conheciam e se encontravam, como prova o Caminho de Piabeiru, que sai do litoral sul de Santa Catarina até a região inca, ligando os dois oceanos. O que faz crer que outros caminhos havia e que muitos encontros de davam, não necessariamente de conquista. Enfim, as gentes viviam aqui do seu jeito e com sua organização. Essa não era uma terra vazia. Elaine Tavares

A primeira missa no Brasil foi celebrada em um Domingo, dia 26 de abril, na ilhota da Coroa Vermelha. O que Victor Meirelles representou em seu quadro de 1860 é a primeira Missa celebrada em terras continentais do Brasil, na sexta-feira, 1º de maio de 1500. Salvem a Liturgia!

O processo de colonização levou á extinção de muitas sociedades indígenas que viviam no território dominado, há estimativas sobre o número de habitantes nativos naquele tempo que variam de 1 a 10 milhões de indivíduos, estes números nos dão uma idéia da imensa quantidade de pessoas e sociedades indígenas inteiras exterminadas, seja pela ação das armas e da força, seja pelo contágio de doenças trazidas dos países europeus para as quais os índios não tinham anticorpos ou ainda, pela aplicação de políticas visando a “assimilação” dos índios à nova sociedade implantada, com forte influencia européia. Portal São Francisco
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O tupi (ou tupi-guarani) é a língua indígena brasileira, hoje extinta, pertencente ao grupo linguístico nativo tupi-guarani. Era originário dos índios tupinambá, ramo do grande povo tupi (que significa “o grande pai” ou “líder”), que viviam ao longo da costa brasileira, sendo também os primeiros habitantes nativos do país, com os quais os portugueses estabeleceram contato. A partir desta língua formaram-se dois dialetos que são considerados línguas independentes: a língua geral paulista, agora extinta, uma mistura de Tupi com o Português (que até o final do século XVIII manteve-se como a “língua brasileira”, isto é, a língua da maior parte da população do país) e o nheengatu, a língua geral da Amazônia, que até hoje é falada naquela região. Gabriele D’Annunzio Baraldi

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