QUE PRESENTES OLGA TROUXE DO BRASIL PARA OS RUSSOS

QUE PRESENTES EU TROUXE DO BRASIL PARA OS RUSSOSOlga Do Brasil

Presenteze-se: DESCUBRA COMO BRASILEIROS PODEM FICAR RICOS NA RÚSSIA, COISAS BARATAS NO BRASIL E QUE VALEM OURO NA RÚSSIA!!, Planeta Terra é um ser vivo !, 20 ALIMENTOS FAZEM VOCÊ MAIS JOVEM!, Eclipse Cholar La Silla

IA – Indígena é Ateu? E os emojis com isso?

O linguista e acadêmico americano Daniel Everett teve sua vida transformada por conviver nos anos 1970, com os índios brasileiros da tribo pirahã, na Amazônia, uniu-se à tribo com a missão de traduzir a Bíblia ao idioma pirahã, o então missionário acabou se tornando ateu. BBC – G1

“Aprendi sobre uma autoconfiança que eles têm de poder lidar com seu meio ambiente, e a felicidade que essa confiança traz para eles. Eles sabem que existe um passado, mas não falam sobre ele porque o passado já era, ‘o importante é cuidar dos nossos filhos, cuidar do meu ambiente agora e não se preocupar com o futuro’. (…) Eles não têm culto ou religião, não têm crença em um Deus superpoderoso que criou o mundo. Simplesmente são, na realidade, cientistas, empíricos — têm conhecimento pelas experiências na mata, e não especulações sobre o que não dá para ver”, afirma.

“(…) A inteligência junto com a cultura, a meu ver, é capaz de explicar a origem da linguagem”, afirma à BBC News Brasil.

O estudo da estrutura linguística curiosa dos pirahã evoluiu para uma proposição que hoje desafia a mais estabelecida teoria da Linguística e que Everett volta a detalhar em um livro lançado em português, Linguagem: A História da Maior Invenção da Humanidade (editora Contexto).

“Durante muitos anos achei (a teoria de Noam Chomsky) não somente plausível como a aceitei, mas acho que (…) a explicação é mais simples. Sabemos que todos os seres humanos têm cultura, todo o mundo tem símbolos, e simplesmente não vejo necessidade de postular algo a mais (como a ‘gramática universal’). Acho que a diferença entre o ser humano e os outros animais não é tão grande quanto pensávamos.”

Acredita-se que a faculdade da linguagem provavelmente emergiu recentemente em termos evolucionários, cerca de 70 mil a 100 mil anos atrás, porém, Everett defende que ela é muito mais antiga e remete ao extinto hominídeo Homo erectus, 2 milhões de anos atrás, também sob a influência da cultura e da ânsia exploratória dessa espécie.

Seu argumento é de que o Homo erectus vivenciou a “primeira e maior era da informação” e foi capaz de viajar por diversos continentes e mares, de Israel à China e à Indonésia, graças a sua capacidade de imaginar e de se comunicar pela linguagem, embora com sons provavelmente diferentes dos que somos capazes de fazer hoje.

“Sabemos que o Homo erectus tinha inteligência, cultura e símbolos, que o mar não era barreira para ele. (…) Somos as primeiras criaturas com cultura, então a ideia de que (isso) tenha evoluído para um sistema de símbolos mais avançado, ou seja, para a linguagem.”

O pesquisador afirma que assistimos a uma espécie de repetição disso atualmente com a proliferação dos emojis — que, embora não tenham sido criados “do nada”, como Everett diz ter sido o caso com a linguagem, são uma forma nova de comunicação.

“Se você coloca três emojis, faz uma sentença. É, de certa forma, a recriação da história da invenção da linguagem, com o Homo erectus. Estamos criando novos símbolos e encaixando esses símbolos em sentenças”, e opina que nossa fascinação com as redes sociais nada mais é do que a sucumbência “ao impulso das trocas linguísticas” que carregamos há milhões de anos.

“Temos tantas lições a aprender ainda sobre as culturas e línguas amazônicas que destruir os ambientes necessários para sustentá-las tira do mundo inteiro uma fonte de conhecimento que não teríamos em nenhum outro lugar do mundo”, diz à reportagem. “Sabemos mais sobre nós quanto sabemos mais sobre eles. Estudar essas línguas e esses povos foi o maior privilégio da minha vida, eles me ensinaram mais sobre a natureza do ser humano do que qualquer coisa que li em livros.”

“As pessoas têm que ser abertas para várias hipóteses diferentes. A minha hipótese sobre a origem a linguagem tem muito apoio, mas não estou dizendo que não é preciso estudar outras. Temos que ler muito e pensar muito, porque (nós humanos) somos apenas gorilas falantes e precisamos de toda a ajuda possível”, afirma.

“A natureza do ser humano é de achar que é especial em relação aos outros animais, mas não somos. Fazemos coisas estúpidas e brilhantes, de muita beleza ou muito feias. Mas a linguagem é que nos permite fazer isso tudo.”

A bailarina Baderna

A bailarina Baderna e a história de resistência por trás dessa palavra.

A etmologia ou a origem de um termo, gíria ou expressão pode ir muito além de meras premissas linguísticas, e revelar traços culturais, sociais e até mesmo econômicos sobre um país, uma época ou uma pessoa.

Marietta Baderna nasceu na cidade de Castel San Giovanni, província de Piacenza, no norte da Itália, em 1828. Filha de Antônio Baderna, médico e músico nas horas vagas, rapidamente seu destino artístico se traçou, com dedicação especial ao balé, estreando aos 12 anos nos palcos suas sapatilhas. Rapidamente Baderna passaria a fazer parte da companhia de dança do teatro Scala, de Milão e, aos 21 já se destacava como “prima ballerina assoluta” (ou primeira bailarina absoluta) com sucesso por toda a Itália, participando de diversas turnês em outros países europeus.

Rapidamente o sucesso de Baderna, e principalmente a reconhecível presença da cultura negra em sua dança, fez com que a crítica conservadora, os empresários e a pudica sociedade imperial atacassem a bailarina com furor equivalente ao que sua dança provocava no povo – que passava a se reconhecer numa fina e “elevada” forma de expressão artística. Baderna começou a ser posta em papeis menos importantes, ao fundo do palco, ou mesmo a ser banida de espetáculos, e cada vez que percebiam o boicote, os baderneiros tratavam de se expressar ruidosamente. Se, em sua chegada aos palcos brasileiros, os jornais da época utilizavam seu nome como sinônimo de elegância, com seu sucesso popular a palavra baderna passou a ser utilizada para significar bagunça, desordem e depravação. Vivimetaliun

O sequestro de seu nome, no entanto, pode ser visto ao fim de tudo como um involuntário tributo às avessas. Os baderneiros podem ser vistos hoje em muitos casos também e ainda como sinônimos de resistência contra tal sinistra dança conservadora e elitista – se valendo do que a imprensa insiste em chamar de baderna para atacar a hipocrisia vigente que esconde o massacre contra tudo que a bailarina, com seu corpo, afirmava enquanto força: a cultura negra, a sexualidade, o feminino, o popular. Maria Baderna se diluiu como artista na força transformadora da dança enquanto gesto, enquanto corpo em movimento, para se transformar em uma palavra mal apropriada e mal criada, mas que, revista em sua origem, se revela com um sentido paralelo profundo em potencial, de resistência e liberdade.
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Reeditado. Editado via celular.

Emergencia Lingüística

Las palabras de las lenguas indígenas pueden tener significados culturales que se pueden perder en las traducciones y entender estas sutiles diferencias puede cambiar la opinión de una persona sobre la manera en la que las poblaciones indígenas comprendían el mundo.

Según Bill Walker, gobernador de Alaska, existe una “emergencia lingüística” en Alaska. Un informe a principios de año revelaba que las 20 lenguas indígenas de la región podrían desaparecer para finales de siglo si el estado no hace nada al respecto. Magnet

UNESCO Mapa das Línguas em Risco de Extinção

A atualização do Atlas das Línguas em Perigo no Mundo, apresentado pela UNESCO na véspera do Dia Internacional da Língua Materna (21 de fevereiro), cerca de 200 línguas são faladas por menos de 10 pessoas e outras 178 por entre 10 e 50 pessoas.

Os dados indicam que em 6000 línguas existentes atualmente, mais de 200 desapareceram nas últimas três gerações, 538 estão em situação crítica, 502 gravemente em perigo, 631 definitivamente em perigo e 607 em situação insegura. GlobalVoicesGlobalVoices

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Meu nome é Jonas

Título (Original): And Your Name Is Jonah (1979) – Drama
País: USA
Diretor: Richard Michaels
Atores: Sally Struthers; James Woods; Jeffrey Bravin
Notes: A deaf child is also regarded as having learning difficulties but his parents work hard to disprove this. Eventually he is taught sign language and is able to escape from his isolation.

O filme retrata a história de uma criança de nome Jonas e sua volta ao seio familiar, portador de deficiência auditiva de nascimento, é diagnosticado como deficiente mental e tratado como tanto em uma instituição para portadores de Síndrome de Down, até que um médico descobre que ele apenas não escuta, ou seja, é surdo.

Diante dos fatos, os pais os levam para casa e tentam iniciar uma rotina cotidiana com a inserção de Jonas no contexto em que vivem, porém a vivência é tumultuada devido à impossibilidade de comunicação e também das informações errôneas que um Instituto apresenta como uma alternativa para a cura de Jonas, a oralização.

O total desconhecimento e a profunda dor causada a família causa diversos transtornos e transformações na vida da família, a mãe busca modos de conhecer e interagir com o filho, com muita dificuldade ela consegue entender o mundo de Jonas e com a ajuda de outros surdos entende que seu filho tem outra forma de se comunicar, uma língua da qual seu mundo tem sentido.

O Decreto nº 3.298/99, categoriza a deficiência auditiva:
Níveis de perda Decibéis (dB)
– Surdez leve 25 a 40 dB
– Surdez moderada 41 a 55 dB
– Surdez acentuada 56 a 70 dB
– Surdez severa 71 a 90 dB
– Surdez profunda acima de 91dB

LEI Nº 10.436, DE 24 DE ABRIL DE 2002.

DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005.

Veja também: Exercícios de Alongamento para as Mãos, Alzheimer, Adoro essa parte da anatomia femimina., FORDISMO??, Reign Over Me, Somos todos doadores, REVENGE!, Coleta seletiva de lixo, Hoje., Darwin cadê você?,