Cannabis, I’m around.

A Cannabis é nativa do Himalaia e, embora a planta seja ilegal na Índia e no Nepal, ela prospera nos cantos difíceis de alcançar da famosa cordilheira. Várias aldeias do Himalaia também ganham a vida com a produção de Cannabis e, quando presas pelas autoridades, podem alegar que seus campos de Cannabis são naturais. Sechat

Arvoredos de Cannabis podem ser encontrados da mesma forma em toda a Ásia, do Paquistão à China. Cannabis: Evolution and Ethnobotany, um perfil científico de 2013 da planta, encontrou até exemplos de Cannabis decorativa sendo cultivada ao lado de uma rua pública em Kunming, China.

“A Cannabis é altamente adaptável e pode crescer e se reproduzir em uma ampla variedade de habitats temperados, mesmo sob condições extremas”, dizia.

A maconha pode ser encontrada crescendo selvagem em todo o norte do Paquistão, onde um arbusto de Cannabis não molestado pode crescer até a altura de um prédio de um andar. No entanto, como ocorre com grande parte da Cannabis selvagem nativa do mundo, essas plantas geralmente têm baixo teor de THC e têm pouco ou nenhum efeito alucinógeno se consumidas.

No país vizinho, o Afeganistão, a facilidade de cultivo de maconha em solo local (bem como a situação política caótica do país) é parcialmente como ele se tornou o maior fornecedor mundial de Cannabis em 2010.

A Cannabis costumava crescer de modo selvagem na Europa, de acordo com um estudo recente da Universidade de Vermont sobre pólen fóssil. No entanto, a planta já havia começado a morrer na época em que os europeus começaram a fazer experiências com a agricultura – e não há evidências de que os humanos neolíticos tenham descoberto suas propriedades psicoativas.

Na Grã-Bretanha, pelo menos, a maconha selvagem começou a retornar. Um grupo que se autodenomina “Feed the Birds” começou a semear sementes de Cannabis em jardins e caixas de plantação inglesas.

A Cannabis selvagem está ainda mais disseminada na América do Norte. Embora a planta não seja nativa do hemisfério ocidental, a Cannabis selvagem ou escapou das fazendas industriais de cânhamo do início do século 20 ou foi plantada intencionalmente por ativistas da maconha. Ironicamente, parece prosperar melhor em estados conservadores como Iowa, Nebraska ou Kansas, onde as proibições da maconha são algumas das mais fortes nos Estados Unidos.

Conhecemos muito pouco sobre a diversidade de plantas usadas medicinalmente, e também em rituais religiosos, pelos povos do continente africano. Duas das plantas nativas da África sobre as quais temos mais estudos etnobotânicos atualmente são a kanna (Sceletium tortuosum) e wild dagga, ou cauda-de-leão (Leonotis leonorus). O nome latino Leonotis leonorusfaz menção à cor e formato das flores da wild dagga, sendo de cor laranja intenso e com formato alongado. Ambas as plantas produzem alcalóides com algum tipo de ação psicoativa em seres humanos. Essas plantas desempenharam um papel importante durante as migrações de tribos africanas, e hoje ainda são usadas pelas tribos com objetivos religiosos ou medicinais. Além disso, a wild dagga possui uma estreita relação com o uso da cannabis por essas populações indígenas africanas. Green Power

Remonta aos anos de 1650 a 1680 os primeiros relatos de viajantes europeus sobre o uso recreativo ou religioso de plantas por populações africanas. Jan van Riebeeck, um alemão que visitou o Cabo da Boa Esperança em 1668, escreveu em seus relatos de viagem sobre o uso de uma planta pelos índios africanos da tribo dos Hotentotes. A planta era a wild dagga, que como escrito por Riebeeck, era macerada pelos índios e ingerida, deixando-os embriagados. Outros autores trazem informações adicionais sobre o uso da dagga, evidenciando que os Hotentotes também fumavam extratos da planta. Outra espécie documentada por Riebeeck, em suas viagens pela África do Sul, foi a kanna, que como a própria etimologia do nome sugere (Kanna também era chamada de Kougoed, que significa “algo para mastigar, mascar”), era mascada pelos viajantes e migrantes que cruzavam grandes distâncias na África, principalmente por ser capaz de inibir o apetite e, em doses mais elevadas, causar um estado eufórico, garantindo disposição física para a caminhada.

As tribos africanas do grupo dos Khoisan foram quem descobriram e espalharam o uso de kanna e dagga. O grupo dos Khoisan é, na verdade, o agrupamento antropológico de duas tribos que compartilhavam culturas semelhantes, os Khoekhoe e os Bushman. Essas tribos são consideradas os grandes protetores do meio ambiente, pois acreditavam que seriam punidos pelas divindades, caso fizessem uso inadequado dos recursos ambientais que os deuses haviam entregado a eles.

Um saco de sal

O sal já foi um produto precioso, capaz de enriquecer e construir impérios, as civilizações mais antigas, como o Egito, registraram, em papiros, a apreciação que tinham pelo sal, não servia apenas para a saúde do corpo, como também já era sabido que ajudava a conservar alimentos.

O sal refinado é o mais consumido, porém é um veneno para a saúde. O sal integral – como o do Himalaia e o de Guérande – continua sendo muito precioso para o nosso organismo e nossa dieta.

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Existem algumas utilidades do sal fora da culinária e de questões de saúde, em todos esses usos, você pode utilizar o sal comum, que é o mais barato. Como usar o sal:

1. Deixar peças metálicas brilhando

Misture em partes iguais sal, farinha de trigo e vinagre.

Em seguida, aplique no sobre o metal.

2. Limpar panelas de ferro

Com a panela ainda quente, utilize uma pasta da mistura de óleo e sal para remover as sujeiras.

Se desejar, preencha o fundo da panela com óleo de cozinha e aquecer por alguns minutos. Depois, acrescente algumas colheres de sal grosso – pronto! agora é só remover a sujeira com a pasta que irá se formar.

Enxágue com água quente e seque normalmente.

3. Remover ovos quebrados no chão

Tem coisa mais chata do que ter que limpar o piso sujo de ovo cru?

A consistência líquida não precisa mais ser um problema quando ocorrer esse tipo de acidente.

Tudo o que você precisa é cobrir todo o ovo derramado com sal – tanto a clara como a gema ficarão fáceis de ser removidas.

4. Limpar panelas gordurosas

Adicione um pouco de sal e, em seguida, use um pedaço de papel para ajudar na limpeza.

Após isso, siga com a lavagem normal.

5. Limpar panela queimada

É muito simples.

Tudo o que você precisa fazer é forrar o fundo da panela com sal e acrescentar um pouco de água.

Mexa bem e depois leve a panela à água corrente, lavando normalmente com uma esponja.

6. Limpar a esponja de prato

As esponjas ficam frequentemente sujas, sejam por resíduos de comida ou até mesmo  na hora de limpar alguma panela queimada.

Para resolver o problema, encha uma pequena vasilha com água e sal – misture bem.

Depois disso, mergulhe a esponja e deixe-a de molho por alguns minutos.

Quando retirar, verá que a esponja vai estar limpinha outra vez.

7. Remover líquidos recém-derramados no tapete

Jogue um pouco de sal sobre a região manchada.

Depois que tiver seca, utilize o aspirador para dar o toque final.

8. Remover manchas antigas de líquido no tapete

Misture 1/4 de xícara de sal e 2 colheres (sopa) de vinagre.

Esfregue bem a mistura no tapete e deixe-o secar. Depois é só passar o aspirador.

9. Desentupir pias

Coloque bastante sal no ralo da pia.

Depois acrescente água fervente por cima.

Enquanto a água escoa para dentro dos canos, feche o ralo com um pano para fazer pressão (tenha cuidado para não se queimar).

Você vai ouvir um barulho indicando que o cano está sendo desentupido.

10. Eliminar chulé

Lave bem os pés e, em seguida, passe a mistura de vinagre com sal – isso vai impedir o mau cheiro.

11. Eliminar cheiro de comida

Para eliminar o cheiro de comida que fica no forno, prepare uma mistura com sal e canela.

Depois, ligue o forno por alguns minutos.

Desligue-o e espere um pouco.

Com ele ainda quente, borrife a mistura na parte de cima e de baixo deste.

Espere o forno esfriar e tire as manchas com um pano úmido.

12. Evitar focos do mosquito da dengue

Esta é uma estratégia simples, barata e eficaz no combate ao mosquito da dengue, zika e chicungunha.

Basta colocar sal de cozinha para evitar o desenvolvimento das larvas do Aedes aegypti em locais como vasos sanitários, ralos, pneus e outros.

13. Eliminar manchas de mofo

Quer eliminar manchas de mofo nas roupas?

Tente esta dica: faça uma pasta de partes iguais de sal e suco de limão.

Aplique a pasta sobre a mancha e leve para secar ao sol.

Depois, lave normalmente.

14. Clarear os lençóis

Deseja ver seus lençóis amarelados voltarem a ficar branquinhos?

É simples: adicione a uma panela grande 5 colheres (sopa) de sal e uma de bicarbonato de sódio.

Encha a panela com água e coloque os lençóis amarelados dentro para ferver de 15 a 30 minutos.

Depois é só desligar, esperar esfriar um pouco e tirar os lençóis para lavá-los com água fria.

15. Tirar manchas de xícaras

Suas xícaras estão manchadas por chá ou café e água com detergente não resolve?

Faça o seguinte: esfregue sal nas xícaras manchadas.

Isso vai eliminar as manchas. Cura Pela Natureza

Editado via celular. (Atualizado 11/Out/2018)

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