Outras famílias

7 FAMILIAS MAIS ESTRANHAS E INCOMUNS DO MUNDO

O aumento surpreendente da desarmonia não pode continuar indefinidamente. Podemos participar da criação de novas relações baseadas em contribuições solidárias. Só assim seremos mais ricos: lutando contra as desigualdades. Negar a solidariedade seria um erro moral humanamente inconcebível. Heloisa LimaO sentido do ser

Daí, é possível pensar: “não consigo resolver todos os problemas; ninguém pode”.

Às vezes, esse sentimento de desamparo pode nos levar à paralisia. Sentimos que, individualmente, não podemos corrigir o que está errado ou não sabemos quem, onde ou como ajudar. Desta forma, então, é bem possível que não façamos nada.

Mas se todos se concentrassem nas pequenas coisas, nos gestos mais simples, capazes de nos fazer compartilhar o que temos de melhor a fim de aliviar a carga de outros, poderíamos mover montanhas.

E, assim, se revela o quanto precisamos cuidar uns dos outros.

Como crianças que percebem que podem assumir atitudes de grande impacto – mesmo sendo “apenas crianças”.

Ao longo dos recentes desastres naturais, fomos tocados por pessoas trabalhando lado a lado – não apenas os profissionais responsáveis por atender emergências, mas os cidadãos comuns que decidem cavar, através de escombros, um balde de cada vez. E por crianças que doam o conteúdo de seus cofrinhos na esperança de ver o outro sorrir.

Quando se trata de uma postura mais humana, isso é tudo o que podemos fazer – pequenas coisas edificadas individualmente que podem, coletivamente, fazer uma grande diferença.

É o que devemos fazer para aliviar o sofrimento (nosso e dos demais) – superando, desta forma, a paralisia e estendendo a mão para ajudar.

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Projeto Pardo vs. Projeto Branco

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“Durante cinco meses fiquei documentando as consequências da Copa. Existem várias: remoções, forças armadas e PMs nas comunidades, corrupção, projetos sociais fechando. Eu descobri que todos os projetos e mudanças são por causa de pessoas como eu – um gringo – e também uma parte da imprensa internacional. Eu sou um cara usado para impressionar.

Em março, eu estive em Fortaleza para conhecer a cidade mais violenta a receber um jogo de Copa do Mundo até hoje. Falei com algumas pessoas que me colocaram em contato com crianças da rua, e fiquei sabendo que algumas estão desaparecidas. Muitas vezes, são mortas quando estão dormindo à noite em área com muitos turistas. Por quê? Para deixar a cidade limpa para os gringos e a imprensa internacional? Por causa de mim?”

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