Índio? No Brazil? Nunca existiu?!?

MUDE CONCEITOS, VOCÊ PODE E DEVE: Existe Água em SP, Um grande contador de histórias, Quando será anova crise hídrica?!?, ÍNDIOS, POEMA, POESIA E SONETO, GHOST WRITER, NAARA BEAUTY DRINK!!, HUNGU, INICIE UM ABAIXO-ASSINADO, Existe Guarani em SP, Expedição pelas nascentes do Rio Saracura, Expedição pelas nascentes dos Guarani do Jaraguá, Expedição pelas nascentes do Rio Água Preta, Mutirão na lagoa da Aldeia Itakupe no Jaraguá

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Brasilis

Multidão – Brasilis

“Brasilis” é o single de lançamento da Multidão, que conta a história do Brasil em ritmo de marcha-rancho e frevo.

Mude conceitos, você pode e deve: DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, NEVO™, TERRA SEM MALES, O mar de Aral virou areia., Território, Índias, LUMINESCE™, Que País É Esse?, Brô Mc´s, Todo Dia Era Dia de Índio, De que lado você esta?, Reputação ilibada e notável saber jurídico., Cadê os Amarildos?, Águas de março, BOLSA FAMÍLIA, Cama, mesa e banho!

Jeguatá: Caderno de Viagem

Mbyá Jeguatá (Caminhar Guarani) Trilha ecosófica, vivência junto a cosmo-ontologia Guarani, seu saber, arte e culinária.

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Pensado como um caderno de notas, o site remonta a viagem que os artistas Ana Carvalho, Fernando Ancil e os cineastas indígenas Ariel Kuaray Ortega e Patrícia Ferreira Para Yxapy fizeram de Koenju à aldeia Pindó Poty, na Argentina, buscando seguir os traços do tradicional caminhar Guarani, tanto na sua dimensão mítica, em busca da “terra sem males”, quanto cotidiana, quando praticada para visitar parentes, trocar sementes de plantio e matéria-prima para a confecção de artesanatos ou ainda para buscar novos territórios onde erguer suas aldeias. No caminho, passaram por antigas ruínas jesuíticas e outras aldeias Guarani cercadas pelo universo do agronegócio, remetendo, ao mesmo tempo, às histórias antiga e recente de desterro e resistência dessa população. “Procuramos entender quais eram os limites entre esses territórios [Guarani e não indígena], tanto físicos quanto simbólicos. Marcella Affonso – Itaú Cultural

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Nós caminhamos. Para nós Mbya… Para nós, a terra não tem dono, quem a criou foi Nhanderu. Por muito tempo pensamos que continuaria assim. Nhanderu criou a terra e nos criou… nós somos filhos da terra e fomos criados para andar livremente por ela. Pelo menos era assim que pensávamos. Desde os tempos antigos, nossos antepassados faziam essas andanças, mudando-se de um lugar para outro. Quando não gostavam de um lugar, tinham a liberdade de se mudar para outro. Jeguatá: Caderno de Viagem

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Para refazerem a ancestral caminhada da Jeguatá e remontarem a história antiga e recente de desterro desses indígenas, Ana e Ancil partiram da aldeia Koenju, no sítio histórico de São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul, e foram até a aldeia Kunhã Piru, na província de Misiones, Argentina. No trajeto, passaram por ruínas jesuíticas e outras aldeias Guarani, sempre acompanhados das lideranças Mbya-Guarani Patrícia Ferreira Pará Yxapy e Ariel Kuaray Ortega, cineastas formados pelo projeto Vídeo nas Aldeias, com quem Ana e Ancil trabalham desde 2008. Livre Opinião

Mude conceitos, você pode e deve:  DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOSNEVO™TERRA SEM MALESO mar de Aral virou areia.TerritórioÍndiasLUMINESCE™Que País É Esse?Brô Mc´sTodo Dia Era Dia de ÍndioDe que lado você esta?Reputação ilibada e notável saber jurídico.Cadê os Amarildos?Águas de marçoBOLSA FAMÍLIACama, mesa e banho!

Encontro Estadual de Mulheres Indígenas

Um encontro pensado para mulheres indígenas e organizado por mulheres indígenas, a ser sitiado na Terra Indigena do Jaraguá no Estado de São Paulo se faz de extrema importância, para pensar em visibilizar os protagonismos das mulheres indígenas diante da cultura, da ancestralidade, das diferentes lutas, da manutenção da vida, das necessidades e demandas específicas dessas mulheres. Promovendo trocas de saberes, de cura, de educação e tradições culturais. Fortalecendo da cultura, dos costumes, das tradições e alimentando uma rede de apoio, união e interculturalidade.

A hora é agora! Contribua com

MULHERES INDÍGENAS LUTAR É RESISTIR
ESTA CAMPANHA IRÁ RECEBER TODAS CONTRIBUIÇÕES EM 25/08/2018.

O Encontro Estadual de Mulheres Indígenas de São Paulo, sob o título: Mulheres Indígenas, Lutar é Resistir! O encontro acontecerá na Terra Indígena do Jaraguá do dia 01-04 de setembro. No dia 05 de setembro, estaremos em marcha no dia Internacional das Mulheres Indígenas. Chegada prevista das comitivas para o dia 31 de agosto, e partida prevista para o dia 06 de setembro, apos uma reunião de balanço e de encaminhamentos das demandas e especificidades das mulheres indigenas. Existe Água em SP

Nosso Muito Obrigada!

Mude conceitos, você pode e deve: SÓ É ÍNDIO QUEM OPTA POR SER!REIS DO AGRONEGÓCIOCOMENDO RECIFESETEMBRO VERMELHONAARA BEAUTY DRINK!!!™PLANKTON INVASIONEVOLUSEXEMV™BE MY EYES APPINSTANTLY AGELESS ™THE STREET STOREÍNDIO EDUCAPOR QUE CONSTRUIR UMA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CULTURA DE PAZ PARA A CIDADE DE SÃO PAULO?VIDACELL®400 NUDESRESERVE™HO’OPONOPONORAPE MEA INVASÃO DO BRASIL

Cultura Indígena e Fantasia

Na formação cultural, os índios contribuíram com o vocabulário, o qual possui inúmeros termos de origem indígena, como pindorama, anhanguera, ibirapitanga, Itamaracá, entre outros. Com o folclore, permaneceram as lenda como o curupira, o saci-pererê, o boitatá, a iara, dentre outros. Toda Matéria

Recentemente, alguns artistas brasileiros estão se empenhando em apresentar trabalhos que destacam as Culturas Indígenas da nossa terra. FrancéliaCultura BR

Literaturas que valorizam as diferenças e a diversidade cultural dos povos indígenas são ótimas pedidas para abordar os conteúdos exigidos pela lei 11.645, que obriga o ensino da história e da cultura indígena nas escolas de Ensino Fundamental e Médio das redes pública e privada de todo Brasil. Mariana Queen – 15 livros sobre histórias indígenas e o Folclore brasileiro. Educar Para Crescer

Especialista em Literatura Indígena, Janice Thiel selecionou, a pedido de Carta Educação, 10 obras escritas por índios e não-índios, para trabalhar a temática indígena. JANICE CRISTINE THIÉL – Dez obras para conhecer a Literatura Indígena.  Carta Educação

Roní Wasiry Guará é oriundo do povo maraguá e conta numa narrativa emocionada, o passado e o presente da vida dos índios de sua tribo, uma das poucas de origem Aruak no Baixo Amazonas. FRANCÉLIA PEREIRA – Pindorama – A historia antes do Brasil

Os três títulos são assinados por novas promessas da literatura amazonense: Mário Bentes, Jan Santos e Leila Plácido, lançados pela Lendari, selo editorial dedicado à literatura fantástica, realismo mágico e ficção científica. Kickante

A formação da cultura brasileira, em seus vários aspectos, resultou da integração de elementos das culturas: indígena, do português colonizador, do negro africano, como também dos diversos imigrantes. Toda Matéria

A escrita é uma conquista recente para a maioria dos 230 povos indígenas que habitam nosso país desde tempos imemoriais. Detentores que são de um conhecimento ancestral aprendido pelos sons das palavras dos avôs e avós antigos estes povos sempre priorizaram a fala, a palavra, a oralidade como instrumento de transmissão da tradição obrigando as novas gerações a exercitarem a memória, guardiã das histórias vividas e criadas. Daniel Munduruku – Overmundo

Enxergue mais: CURUPIRAEJU ORENDIVEVIDACELL®, HINO NACIONAL EM DIALETO TICUNA, O BRASIL CORRE O RISCO DE PERDER ATÉ 60 DIFERENTES LÍNGUAS INDÍGENASEMOCIONARIOPEIXE-BOI MARINHOGOVERNO ABERTOPERFEIÇÃONAARA BEAUTY DRINK!!!OUTROS OLHOSCARTA DA TERRAJEUNESSE, VERDADE OU MENTIRA?QUE PAÍS É ESSE?LUMINESCE™ CELLULAR REJUVENATION SERUMKIERU, UM JOGO DE COMBATE ENTRE SAMURAIS INSPIRADO EM SAMURAI JACK

SÓ É ÍNDIO QUEM OPTA POR SER!

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Os livros didáticos ainda são os grandes responsáveis pela propagação dessa imagem esteriotipada do índio brasileiro, que é apresentada as crianças nas séries iniciais, muitas vezes uma imagem folclórica. Boa parte das informações são/estão desencontradas e ultrapassadas. Educar Encantando

Quando o Brasil foi descoberto, 5 milhões de índios viviam onde hoje sobrevivem, segundo números oficiais, 329 mil, numa área que representa menos de 12 % do território nacional. A expectativa de vida deste povo não é nada boa. Nos últimos três anos, caiu 11%. Educar Encantando

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A figura primária na maioria das lendas guaranis da criação é Iamandu (ou Nhanderu ou Tupã), o deus Sol e realizador de toda a criação. Com a ajuda da deusa lua Araci, Tupã desceu à Terra num lugar descrito como um monte na região do Aregúa, Paraguai, e deste local criou tudo sobre a face da Terra, incluindo o oceano, florestas e animais. Também as estrelas foram colocadas no céu nesse momento. Non Plus RPG

As conversas que rolam nos botequins do Congresso vão no sentido de não permitir que tenham autonomia. Dar autonomia é empoderar as pessoas, perder o controle. A ideia do índio preguiçoso, ou contrário ao progresso, à produção, é interessante como justificativa desse controle. Essa “preguiça”, na verdade, tem a ver com outra concepção de produção, de tempo. Está em confronto com o mundo ocidental desde que os portugueses – estes sim preguiçosos – quiseram escravizar os índios para que produzissem por eles. “Produzir pra quê? Guardar pra quem?”. O desapego do indígena não cabe nesse mundo. Além de ferir os valores da ganância e do individualismo, a concepção indígena interfere na destruição do meio ambiente. O ocidental se encontra fora do ambiente. O ambiente para ele é algo a ser conquistado. Para o indígena, o ambiente é um parente, um companheiro de caminhada nesse planeta. Educar Encantando

Tal qual os infames comunistas, que mataram milhares alegando seguir os ensinamentos de Marx, esses enegumenos, sofistas e enganadores, falam de amor, estando eles de barriga cheia, aquecidos e com uma gorda conta bancária. Convivi durante quase 20 anos com gente desta estirpe e digo sem medo de errar ou de cometer um ato infame, de que, entre os não-cristãos encontrei mais abnegação e fé.
Entenda-se por cristãos todas as religiões que dizem seguir os ensinamentos de Jesus Cristo. SUBSTITUTOS DOS BANDEIRANTES E JESUITAS, CRISTÃOS DO SÉCULO XXI CONDENAM INDÍGENAS BRASILEIROS À MORTE

Enxergue mais: RELATÓRIO FIGUEIREDOA INVASÃO DO BRASILVOTO ABERTOEMV, Empoderamento dos recursosAUDIÊNCIA PÚBLICA: COMISSÃO DA VERDADE MUNICIPALTHE LONE RANGERINSTANTLY AGELESS ™ÍNDIO EDUCAInside JobHORRIBLE HISTORIES, VIDACELL®Brasileiro Reclama De Quê?HINO NACIONAL EM DIALETO TICUNA, Não Foi AcidenteUM MAR DE INFORMAÇÕES!!!RESERVE™TERRA SEM MALES

Bolsa família

Os povos que viviam na terra chamada de Pindorama – quando chegou Cabral – se organizavam em grandes grupos, mas não chegaram a formar civilizações como aconteceu com os incas, maias e astecas, em outras regiões deste grande continente. Os daqui eram nômades e coletores. Viviam num espaço tão generoso em água e frutos que não tinham ainda encontrado necessidade de organizar cidades ou outras estruturas parecidas como já faziam os povos andinos, premidos pelo ambiente inóspito. Hoje, sabe-se que todos os povos do continente de alguma forma se conheciam e se encontravam, como prova o Caminho de Piabeiru, que sai do litoral sul de Santa Catarina até a região inca, ligando os dois oceanos. O que faz crer que outros caminhos havia e que muitos encontros de davam, não necessariamente de conquista. Enfim, as gentes viviam aqui do seu jeito e com sua organização. Essa não era uma terra vazia. Elaine Tavares

A primeira missa no Brasil foi celebrada em um Domingo, dia 26 de abril, na ilhota da Coroa Vermelha. O que Victor Meirelles representou em seu quadro de 1860 é a primeira Missa celebrada em terras continentais do Brasil, na sexta-feira, 1º de maio de 1500. Salvem a Liturgia!

O processo de colonização levou á extinção de muitas sociedades indígenas que viviam no território dominado, há estimativas sobre o número de habitantes nativos naquele tempo que variam de 1 a 10 milhões de indivíduos, estes números nos dão uma idéia da imensa quantidade de pessoas e sociedades indígenas inteiras exterminadas, seja pela ação das armas e da força, seja pelo contágio de doenças trazidas dos países europeus para as quais os índios não tinham anticorpos ou ainda, pela aplicação de políticas visando a “assimilação” dos índios à nova sociedade implantada, com forte influencia européia. Portal São Francisco
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O tupi (ou tupi-guarani) é a língua indígena brasileira, hoje extinta, pertencente ao grupo linguístico nativo tupi-guarani. Era originário dos índios tupinambá, ramo do grande povo tupi (que significa “o grande pai” ou “líder”), que viviam ao longo da costa brasileira, sendo também os primeiros habitantes nativos do país, com os quais os portugueses estabeleceram contato. A partir desta língua formaram-se dois dialetos que são considerados línguas independentes: a língua geral paulista, agora extinta, uma mistura de Tupi com o Português (que até o final do século XVIII manteve-se como a “língua brasileira”, isto é, a língua da maior parte da população do país) e o nheengatu, a língua geral da Amazônia, que até hoje é falada naquela região. Gabriele D’Annunzio Baraldi

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