Protagonismo indígena

Olá,

Gravado de forma espontânea, em menos de uma hora, com um celular e uma Handycam, o documentário em estreia Cordilheira de Amora II viaja pela mente fantástica de Carine, uma indiainha Guarani kaiowá de 9 anos, que transforma seu quintal em um universo rico de histórias e personagens inventados. Sua matéria-prima para criar computador, salão de beleza e até ponto de ônibus são tijolos quebrados, pedaços de móveis, lixo e muita imaginação.

À época da gravação, a diretora Jamille Fortunato frequentava a aldeia de Carine, no interior de Mato Grosso do Sul, para ensinar cinema aos seus moradores. O filme foi eleito em 2015 o Melhor Documentário em Curta-metragem no É Tudo Verdade, principal festival dedicado exclusivamente ao gênero do documentário na América do Sul.

Em destaque, quatro curtas que nos apresentam como algumas etnias indígenas enxergam o mundo, além de exporem a luta desses povos por protagonismo na sociedade e no audiovisual. Equipe Porta Curtas

ZAHY – uma fábula sobre o Maracanã

Priara Jô – Depois do Ovo, a Guerra (Leg. Português)

Pajerama

um Rei no Xingu de Helena Tassara

Esse vai de presente:

Índios Somos Nós

Mude conceitos, você pode e deveHino Nacional em dialeto ticunaLUMINESCE™BoitatáA RAINHA DE MAIONAARA BEAUTY DRINK!!!A evolução dos robôs.NEVOOlhos AzuisRELATÓRIO FIGUEIREDOINSTANTLY AGELESS ™NÃO EXISTEM ÍNDIOS NO BRASILBESOURINHAVIDACELL®VISIBILIDADE INDÍGENARESERVE™O ESCARAVELHO DO DIABOPlaca PioneerJÁ NÃO ME SINTO EM CASA NESSE MUNDO

Eu sou Guarani Kaiowá

eusouguaranikaiowa

Tupã então criou a humanidade (de acordo com a maioria dos mitos Guaranis, eles foram, naturalmente, a primeira raça criada, com todas as outras civilizações nascidas deles) em uma cerimônia elaborada, formando estátuas de argila do homem e da mulher com uma mistura de vários elementos da natureza. Depois de soprar vida nas formas humanas, deixou-os com os espíritos do bem e do mal e partiu. O Panteão do Folclore Brasileiro – Non Plus RPG

Indios do Xingu - Yawalapiti
Indios do Xingu – Yawalapiti

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Brô Mc´s

“não quero tua esmola / nem a sua dó, minha terra não é pó / meu ouro é o barro onde piso, onde planto / e que suja seu sapato quando vem na reserva fazer turismo”

O rap dos Brô MC´s é cantado em Português e em Guarani, mistura inédita no país, e as rimas falam do preconceito que passam, do sofrimento do povo indígena e sua história, mas apresentam um povo guerreiro que tenta conquistar o seu lugar. UFGD
Guarani-Kaiowa - violência do homem branco
O Brô MC`s é o primeiro grupo de rap indígena do Brasil, formada pelos jovens indígenas da aldeia Jaguapirú Bororó, localizada na área urbana da cidade de Dourados, Bruno Veron, Clemersom Batista, Kelvin Peixoto, Charlie Peixoto, Higor Lobo e Dani Muniz, em 2008 eles encontram com Higor Marcelo coordenador estadual da Central Única das Favelas de Mato Grosso do Sul (CUFA – MS), vocalista do grupo de rap Fase Terminal, que os convida para participarem de uma música do seu segundo álbum intitulado Outra Fase, a música “No Yankee”. Toque no Brasil

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