Mas que dogs


“Onde houver ódio que eu leve amor”


“Ele disse: ‘Mas, mãe, é só um beijo! A minha escola não tem gás há dois dias. Não era isso que o prefeito deveria estar vendo?'”, afirma a Camila Motta, 30 anos, a ideia do cartaz veio do menino, sem nenhuma interferência de adultos. Lola Ferreira – UOL Entretê

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Horrible Histories

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http://vimeo.com/101143821

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FORDISMO??

Revolução em Dagenham (Made in Dagenham). Nigel Cole, Inglaterra, 2010. Roteiro William Ivory.
Título na França: We Want Sex Equality
Elenco: Sally Hawkins, Daniel Mays, Bob Hoskins, Miranda Richardson, Rosamund Pike, Jaime Winstone, Geraldine James, Andrea Riseborough, Andrew Lincoln, Rupert Graves, Richard Schiff, Lorraine Stanley, Nicola Duffett, Matthew Aubrey, Roger Lloyd-Pack, Sian Scott, Robbie Kay, Marcus Hutton e Danny Huston

O filme mostra a vida da operária inglesa Rita O’Grady (Sally Hawkins), mãe de família, que de repente se vê envolvida na luta por direitos trabalhistas e femininos, deixando em segundo plano seu papel de esposa e mãe, relata uma história real, que aconteceu em 1968 e deve um impacto importantíssimo na história das relações trabalhistas e na vida das mulheres da Inglaterra, com influência sobre diversos outros países. 50 Anos de Filmes

“Não são privilégios: são direitos”. (Rita O’Grady)

A operária que assume a militância das 187 mulheres em busca de igualdade salarial com os homens na década de 60, fez a Ford Motor’s de Dagenham (Londres) fechar suas portas por tempo indeterminado. Cine Resenhas, Blog 2001 Vídeo

A ministra do Emprego era Barbara Castle (Miranda Richardson) em 1968, uma das grandes lideranças do Partido Trabalhista, quarta mulher a participar de um gabinete ministerial da Grã-Bretanha. 50 Anos de Filmes

Sandie Shaw interpreta a música título “Made In Dagenham”. A cantora trabalhou na fábrica da Ford em Dagenham muitos anos antes dos fatos acontecidos no filme. By Star Filmes

8marorigem

Revolução em Dagenham – Sara Holmes – Youtube

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