Mandrágora

Los poderes de la Mandrágora – Criaturas Legendarias. Canal HISTORIA

Cultive sua Mandrágora de verdade!- DIY HARRY POTTER

Nome científico: Mandragora officinarum; Família: Solanaceae (batata).

O uso da raiz da mandrágora é muito antigo. Na Bíblia, em textos do antigo testamento (no livro do Gênesis e no Cântico dos Cânticos), é citado em Genesis 30:14 e Cantares 7:13. Sandra Rivetti – Jardim Cor

Desde tempos remotos usa-se a mandrágora para os mais diversos fins; dizem que ela possui qualidades de natureza medicinal e, tanto médicos como curandeiros, a recomendavam principalmente como analgésico e narcótico. Mas seu uso ia muito mais além, pois acreditava-se que ela era afrodisíaca e alucinógena. Vale do Mago

Era muito utilizada pelos antigos romanos como anestésico em suas cirurgias, mas em tempos medievais poucos a utilizavam por ser considerada uma planta de mau agouro.

Na Idade Média, acreditava-se que devia ser colhida somente em noite de lua cheia e arrancada da terra por um cão preto, pois se outro animal ou pessoa o fizesse, a raiz gritaria tão alto, que provocaria a morte.

As mandrágoras fazem parte do currículo de Herbologia do segundo ano da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. No ano letivo 1992-1993, o crescimento das mandrágoras da escola serviu para fazer uma poção restaurativa para reviver as vítimas de petrificação após a re-abertura da Câmara Secreta. Harry Potter Wiki

Durante a Batalha de Hogwarts, a Professora SproutNeville Longbottom e outros estudantes lançaram mandrágoras sobre as ameias do Castelo para atacar os Comensais da Morte.

Sempre que desenterrada, a raiz grita. O grito de uma mandrágora madura matará qualquer pessoa que o ouça, mas os gritos de uma mandrágora jovem normalmente só farão a pessoa desmaiar por algumas horas. Para estudá-las em Herbologia, a professora Pomona Sprout pede a seus alunos que usem abafadores para proteger seus ouvidos dos gritos. O grito de uma mandrágora é muito parecido com (se não o mesmo que) um grito de banshee, que também é fatal.

Entre as páginas do livro “Harry Potter e a Câmara dos Segredos”, de J.K.Rowling e de obras como “Romeu e Julieta” de William Shakespeare ou até em imagens de filmes como “Labirinto de Fauno”, de Guillermo Del Toro, a mandrágora está presente e desperta curiosidade em quem a vê.  Renata SilvaCiência 2.0

“A mandrágora é uma planta perene e que tem uma grande raiz principal, bifurcada e muito ramificada e que por vezes adquire a forma humana. As folhas têm 30 centímetros e são verde-escuras, ovadas, basais e as flores são de cor amarela ou púrpura”, explicou Carla Lixa, professora de Biologia. Os frutos por ela originados são carnosos e de cor amarela, sendo aromáticos e tóxicos. Foram apelidados pelos árabes como “as maçãs do diabo”, por terem propriedades consideradas afrodisíacas.

A mandrágora, planta que tem várias espécies e não apenas a referida, pertence à família botânica Solanaceae, é conhecida na história de várias civilizações por diversos nomes. A sua nomeclatura foi evoluindo ao longo dos anos, até que o nome científico que conhecemos hoje – Mandragora officinarum L. – foi dado pelo botânico sueco Carl von Linné (em Português, Carlos Lineu), criador da chamada nomenclatura binomial.

Há dois gêneros de plantas de nome “mandrágora” que são bem distintas e de famílias diferentes. Uma é parente do tomate e é considerada a verdadeiraTrata-se da Mandragora officinalis ; possui flores roxas e suas folhas se assemelham às da tançagem. A outra (Bryonia dioica) é parente da abóbora e possui as folhas em forma de palma; tem flores brancas e pequenos frutos vermelhos; é também conhecida como “Nabo-do-diabo”.

O nome mais abrangente desta planta, de acordo com o trabalho de Carla Lixa, provém do inglês, “mandrake”, ou seja, por um lado homem, devido à raiz que parece ter uma forma humana, por outro o “drake”, derivado de dragão, que faz alusão aos poderes mágicos.

Acreditava-se que a mandrágora tinha poderes mágicos, tendo sido associada muitas vezes a rituais de bruxaria, e que servia como tratamento, por exemplo, para a infertilidade. Ao longo de vários séculos, autores clássicos, como Sócrates, Demóstenes, Macróbio e Teodoreto, escreveram sobre as propriedades soníferas e anestésicas desta planta.

Mandrágora

De acordo com Rubim Almeida, docente de Biologia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, consultado pelo Ciência 2.0, todas as mandrágoras “contêm alcaloídes (atropina, escopolamina, etc) que provocam delírios e outros efeitos hipnóticos e depressivos que podem causar muitos outros sintomas como bradicardia, delírios, vómitos e morte”.

No jardim de plantas mágicas e medicinais da Europa medieval do Cloisters, a filial do Museu Metropolitan à beira do Rio Hudson, no extremo norte de Nova York, reluzia a estrela em questão: a mandrágora. Marcelo Marthe – veja

Devido às dificuldades em encontrar mandrágoras em países fora da Europa, quando se trata de fins mágicos, utiliza-se, ao invés delas, o gengibre ou o ginseng. Ambas raízes também têm aspectos que se assemelham a um ser humano (antropomorfismo), com a vantagem de não serem venenosas.

Talvez, na Idade Média, onde as matas europeias eram mais densas, fosse mais fácil encontra-las na natureza. Hoje é realmente algo raro de se ver.

Teofrasto, filósofo grego que escreveu o primeiro tratado sobre plantas, contou, no livro “Enquiry Into Plants II” a história da lenda das mandrágoras que passamos a citar: “O herborista só o poderia fazer à noite. Primeiro, teria de se inclinar em direção do sol poente e homenagear as divindades infernais, isto é, as forças telúricas. O produtor deveria desenhar três círculos ao redor da planta com a sua espada de ferro virgem. Então, de frente para o oeste para evitar feitiços, ele deveria cortar porções das raízes secundárias. Em seguida, não deveria proceder pessoalmente à colheita pois, no momento em que era arrancada, a planta lançava um grito que matava ou enlouquecia aquele que o ouvisse. Por isso, depois de ter cuidadosamente tapado os ouvidos com cera, o herborista amarrava um cão à planta e atirava-lhe um pedaço de carne um pouco além do seu alcance. O cão corria e caía morto. Mas a mandrágora estava arrancada. Uma colheita tão perigosa merecia uma grande retribuição. Mas que importância tinha, já que a mandrágora reembolsava largamente seu comprador. Bastava fechá-la num cofre para que ela dobrasse o número de moedas que ele continha”.

 Jesse e Katherine Oldfield resolveram fazer um ensaio newborn do filho Theodore baseado em Harry Potter e a Câmara Secreta 

Jesse e Katherine Oldfield são moradores de Oregon, nos Estados Unidos, e grandes fãs de Harry Potter. Quando o primeiro filho do casal nasceu, Sebastian, ele teve um ensaio de fotos em que aparecia como o bruxo em um cemitério e foi um sucesso absoluto. NATHALIA SALVADOvírgula

Por isso, quando Theodore nasceu, eles decidiram fazer exatamente a mesma coisa. Inspirado na cena de Harry Potter e a Câmara Secreta, o bebê recém-nascido aparece como uma mandrágora chorosa, enquanto é observado por seu irmão mais velho.

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O Jardim do Éden e os Anunnaki

”Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir”. João 16:13

E aconteceu que, como os homens {e mulheres} começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas, Viram os “filhos de deus” que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram. Gênesis 6:1,2.

A intervenção desses seres em nosso planeta, iniciada há 432 mil anos atrás, marca o início da idade conhecida pelos hindus como KALI YUGA, a idade do ferro, quando tudo no planeta atravessa um período de MÁXIMA DENSIFICAÇÃO DA ESFERA PLANETÁRIA, inclusive do próprio HOMEM, enquanto entidade FÍSICA. A duração do “reinado do homem FÍSICO” sobre o planeta é predeterminada em 120 CICLOS (ANOS-SAR) DE NIBIRU conforme podemos ver no seguinte cálculo:

As 120 órbitas (Shar/Ano) de NIBIRU x 3.600 anos de nosso tempo da Terra = 432 mil anos. Desse modo deduz-se que a criação do homem de barro centrado apenas no intelecto/ego e seu corpo físico tem um prazo predeterminado para durar exatamente 120 anos (órbitas-SHAR) de NIBIRU, e esse prazo finalizou, terminou em 21 de dezembro de 2012. Thoth3126


Porque a alma que sempre habitou A FORMA DE BARRO DO HOMEM, essa sim sempre foi criação de DEUS, é DIVINA EM ESSÊNCIA. O verdadeiro e primordial Criador, não possui atributo humano de qualquer tipo, para sentir alguma emoção como arrependimento, que é um sentimento que demonstra LIMITAÇÃO e ERRO e é inerente a seres em PROCESSO DE EVOLUÇÃO, como o homem e os seus deuses ancestrais.

Outros Dilúvios e Arcas: Mitologias de diferentes culturas falam sobre dilúvios que teriam encoberto a Terra e de sobreviventes que construíram uma embarcação a mando de um deus. Algumas versões modernas utilizam teorias ocultistas ou simplesmente não aceitas pela ciência para explicar o Dilúvio:

  • Caingangue – uma lenda dos índios brasileiros caingangue diz que, durante o dilúvio, as almas de seus ancestrais estavam ocultas no centro da Terra. Elas voltaram à superfície na região de Guarapuava, no Paraná, nas Montanhas Negras, ou Krinxy.
  • Escandinávia – nos Edas, os poemas nórdicos do século III, está escrito que a Terra surgiu num dilúvio do sangue de Ymir, durante uma guerra entre deuses e gigantes.
  • Kogi – os índios kogi ou kágabas, que habitavam a região da Sierra Nevada de Santa Marta, na Colômbia, referiam-se a um dilúvio de 4 anos para punir os seres que tinham tendências contrárias à natureza. O sacerdote Seizankuan construiu um barco mágico onde colocou todos os tipos de animais e outras pessoas. Depois de 9 séculos as águas baixaram e todos puderam ‘descer do céu’ onde tinham se refugiado.
  • Incas – Viracocha, o grande deus dos incas e criador do mundo, ficou descontente com os homens e mergulhou o mundo num dilúvio.
  • Babilônia – herdeira das tradições sumérias, a civilização babilônica falava do dilúvio, que destruiu a civilização formada pela união entre os filhos dos deuses e as filhas dos homens. Antes da enchente, os reis lunares reinariam por 432 mil anos.
  • Rig Vedas – os textos hindus também se referem a um dilúvio. Manu é o personagem a quem é dada a possibilidade de escapar construindo um barco gigantesco que, depois, encalha numa montanha.
  • Grécia – na mitologia grega, Zeus destruiu o mundo com um dilúvio devido à corrupção da humanidade. Deucalião é o nome do sobrevivente que construiu uma arca e flutuou 9 dias e 9 noites, chegando ao Monte Parnaso.
  • Polinésia – a luta entre Rangi e Papa, os pais dos homens e deuses, resultou em nuvens e furacões que arrasaram a Terra.

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Sioux – o ancião Coiote foi avisado de uma grande inundação e construiu um barco para escapar. Esse barco também ficou encalhado no alto de uma montanha, depois que as águas do mundo baixaram.
Maias – não falam de uma arca, mas do fim do mundo pelas águas. O mundo ou civilização destruída precedia a nossa atual.
Bororo – na versão dos índios brasileiros, Jokurugwa matou o espírito Jakomea que, para vingar-se, fez as águas inundarem a terra. Kokurugwa refugiou-se no alto de um monte e sobreviveu.
Faetonte – planeta ao qual se referem alguns textos antigos, também conhecido como Maldek, o astro que faltaria entre Marte e Júpiter. Uma catástrofe teria destruído o planeta e seus fragmentos caíram à Terra causando o dilúvio.
Cosmogonia Glacial – teoria elaborada por Hans Hörbiger, também chamada de Doutrina do Gelo Eterno (Welteislehre) e ligada às idéias nazistas.Preconizava uma série de destruições no planeta com a queda de sucessivas luas. A última catástrofe, há cerca de 13 mil anos, poderia ter causado o dilúvio.

A primeira criação:

Na bíblia deus resolve criar o homem, conforme podemos ver no capítulo 1 do Gênesis (o Gênesis é uma cópia do documento ENUMA ELISH, o épico sumério da criação ), que relata a 1ª criação do HOMEM E DA MULHER AO MESMO TEMPO, também é interessante de se notar que deus fala no plural porque deve estar acompanhado de “outros deuses”, conforme segue descrito no Gênesis, Capítulo 1, versículos 26 a 28:

  • E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou deus o homem à sua imagem; à imagem de deus o criou; homem e mulher os criou. E deus os abençoou, e deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra. Gênesis 1:26-28

A segunda criação: Em torno de 430.000 a.C. marca o início da interferência dos “deuses” de Nibiru e de “deuses” de outros planetas e sistemas solares na história da disputada Terra. Período em que o grande continente de Atlântida estava consolidando sua ocupação pelos descendentes da 3ª raça raiz, os lemurianos, que finalmente haviam se separado sexualmente de hermafroditas (ainda com os dois sexos-polaridades no mesmo “corpo”- muito menos denso dos que ocupamos atualmente) para seres que se expressavam em dois sexos em corpos diferentes, masculino e feminino em corpos individuais.

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Essa 3ª raça raiz se deslocou antes do afundamento completo do continente Lemuriano nas águas do Oceano Pacífico para o que viria a ser conhecido como a Atlântida, no hoje Oceano Atlântico norte, um momento registrado em Gênesis, e aqui Deus muda para O SENHOR DEUS, e nessa criação o HOMEM-ADÃO esta sozinho e dele surge a mulher EVA (momento da separação das polaridades criando dois “corpos” com sexos que se complementam, masculino e feminino), conforme segue no Gênesis, Capítulo 2, Versículos 7 e 18 a 23,:

  • E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. Gênesis 2:7

Mude conceitos, você pode e deve: DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, Árvore mágica e suas 40 faces, TERRA SEM MALES, O mar de Aral virou areia., Território, Índias, MANTRA, Que País É Esse?, Brô Mc´s, OS MACACOS ENTRARAM NA IDADE DA PEDRA, De que lado você esta?, Reputação ilibada e notável saber jurídico., Cadê os Amarildos?, Águas de março, TERRA OCA, Cama, mesa e banho!

Rockefeller

A Comunicação Empresarial surgiu nos Estados Unidos, em 1906. Naquele ano, em Nova Iorque, Ivy Lee decidiu deixar o jornalismo de lado para montar o primeiro escritório de Relações Públicas do mundo, mudou de atividade com o objetivo de recuperar a credibilidade perdida pelo poderoso empresário John D. Rockfeller. Cláudio Amaral

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“Crises são criadas pelos governos para manter as pessoas em um perpétuo estado de desequilíbrio físico, mental e emocional. Confundirão e desmoralizarão à população para evitar que decidam seu próprio destino.”

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Rockefeller, além de um grande filantropo, foi o inventor das Assessorias de Imprensa, tudo isso tinha um grande objetivo, além de “fazer o bem para o próximo”: melhorar sua imagem, corroída por políticas monopolistas detratórias, junto à sociedade. Um Pouco de Prosa

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No dia 20 de abril, na cidade mineira de Ludlow, Colorado, um grupo de pessoas inocentes foram cruelmente assassinadas por seguranças armados que faziam a proteção das minas de carvão. Ao todo, duas mulheres, doze crianças e seis mineiros. Revoltados, mineiros armados destruíram as instalações das minas e o que encontravam pela frente. Mais pessoas viriam a morrer. O levante se prolongou por uma dezena de dias e inflamou a indignação americana. A causa única era que as empresas mineradoras operavam como universos autônomos, com suas próprias leis e polícia. Tudo o que estivesse associado à palavra sindicato era considerado maldito por se constituir numa ameaça à propriedade privada. Francisco Viana

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Seven Ages of Rock

Sete Eras Rock

Documentário de sete episódios que conta a história do Rock’n Roll explorando épocas e vertentes chaves da história da música: do estouro do electric blues britânico ao indie rock contemporâneo, passando pelo rock psicodélico do fim dos anos 60, a explosão do punk de 70 e a ascensão do grunge. As Aventuras de um Educador Chinês no Brasil

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O Livro de Eli

O Livro de Eli (The Book of Eli) de 2010, dirigido por Albert Hughes e Allen Hughes, escrito por Gary Whitta e estrelado por Denzel Washington, Gary Oldman, Mila Kunis e Jennifer Beals.

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“A besta que viste foi e já não é, e há de subir do abismo, e irá à perdição; e os que habitam na terra (cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo) se admirarão, vendo a besta que era e já não é, mas que virá.” (Apocalipse 17:8)

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