inspirAR, o respirador e outros brasileiros!!!

Mulher sendo atendida em respirador antigo

Epidemia de poliomielite na década de 1950

Os respiradores são necessários, pois estima-se que aproximadamente 5% dos pacientes com covid-19 acabem sofrendo a chamada síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA), que é uma resposta inflamatória excessiva (dos pulmões) à infecção, neste caso viral, por coronavírus, explica Oriol Roca, médico associado do serviço de medicina intensiva do Hospital Vall d’Hebron, em Barcelona, esses dispositivos fazem isso de duas maneiras: fornecendo ao paciente mais oxigênio do que o ar ao seu redor e trabalhando como uma bomba capaz de superar a resistência da membrana que impede sua passagem. Arturo Wallace – BBC

Novo design do respirador.

Grandes empresas também se juntaram a equipes que trabalham com impressoras 3D para ajudar a preencher a lacuna, na Catalunha (Espanha), alguns colegas estão desenvolvendo um respirador 3D em colaboração com uma equipe de engenheiros”, diz Roca.

“Os respiradores têm de ser operados por pessoas. E por pessoas que entendem essa tecnologia, (…) eles exigem uma estratégia de uso, uma estratégia de ventilação que requer algum nível de experiência”, relata Gustavo Zabert, pneumologista da Clínica Pasteur em Neuquén, Argentina, e presidente da Associação Latino-Americana do Tórax.

Disponibilidade de respiradores na América Latina
País Respiradores Índice por 100.000 habitantes
Brasil 66.000 31,4
Argentina 8.500 19,3
Colômbia 5.300 10,6
Chile 1.600 8,8
Equador 1.200 7
México 5.000 3,84
América Central 1.500 2,5
Peru 270 0,8
Números não oficiais relatados por membros da Associação Latino-Americana do Tórax, ALAT.
 
 
British home appliances firm Gtech, which specialises in making vacuum cleaners, has made a prototype of a medical ventilator which founder Nick Grey says can be scaled to mass production within weeks. Made largely from off-the-shelf parts, the ventilator runs on compressed air and can be assembled with a simple production line.
 
No Brasil, o mini ventilador respiratório batizado de Breath4Life, criado dentro da aceleradora de startups do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O dispositivo, que pode ser integralmente criado em uma impressora 3D, foi desenvolvido pelas startups Hefesto e Anestech, e é inspirado no mini ventilador criado pelo médico nipo-brasileiro Kentaro Takaoka, em 1955. O respirador não depende de energia elétrica, é portátil e é acionado através do próprio fluxo de oxigênio fornecido aos pacientes. Mariana Ceccon, especial para HAUS. In: Gazeta do Povo
 
ventiladores-pulmonares-impressão-3d-design
 
“Na carência de ventiladores mais robustos, como os microprocessados disponíveis em UTI, o Breath4Life poderá ser usado. Ele é considerado um ventilador de entrada e de transporte, liberando os ventiladores mais robustos para pacientes mais graves”, explica o médico Diógenes Silva, diretor da Anestech.
 
 
“A válvula batizada de Charlotte foi impressa em 3D em poucos dias, custou menos de um euro. O projeto está publicado no site do Isinnova e pode ser acessado gratuitamente. Os bons resultados da adaptação estimularam que a marca esportiva francesa “Decathlon” suspendesse as vendas na máscara de snorkel Easybreath e fizesse a doação desses materiais em diversos países, como Estados Unidos, França, Itália, Espanha e também no Brasil.”
 
A empresa mineira Tacom, especializada em soluções de mobilidade, criou o projeto social inspirAR. A iniciativa pretende desenvolver respiradores inteligentes, de fácil manuseio, para unidades de saúde que necessitem. Paula SantanaEstado de Minas
 
Os equipamentos inteligentes estão ligados a uma central que é capaz de monitorar diversos leitos ao mesmo tempo  e, por isso, os respiradores dispensam a necessidade de pessoas operando-os presencialmente a todo momento,  o que libera os profissionais da saúde para atuarem no procedimento de ventilação mecânica e atenderem pacientes em estado grave. De acordo com a empresa, os aparelhos também reduzem o risco de contaminação dos médicos e enfermeiros, pois são capazes de isolar o ar contaminado, expirado pelo paciente, por meio de um sistema de exaustão a vácuo.
 
A empresa busca reduzir os custos para iniciar a produção em massa. Marco também explica que a Tacom aguarda a homologação da Anvisa para que a fabricação em escala industrial comece, conta Marco Antônio Tonussi.
 
Respiradores inteligentes da Tacom sendo testados(foto: Tacom/Reprodução)
 

Empregados voluntários da General Motors (GM) no Brasil estão consertando respiradores hospitalares, equipamento que é utilizado para ajudar pacientes em estado grave a respirar, já foram recebidos 91 aparelhos defeituosos. Desses, 37 foram consertados e devem voltar para os hospitais nos próximos dias, após calibragem. Segundo a fabricante de automóveis, foram mapeados mais de três mil respiradores que não estão em operação no país devido a defeitos. Aline Leal – Agência Brasil

A ação faz parte de uma força-tarefa promovida pelo Ministério da Economia, General Motors, Associação Brasileira de Engenharia Clínica (Abeclin), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), entre outras entidades. De acordo com a GM, mais de 65 funcionários voluntários – treinados pelo Senai – estão participando da operação.

“Estamos realizado os reparos nas nossas instalações em Gravataí (RS), Joinville (SC), São Caetano do Sul (SP), São José dos Campos (SP) e Indaiatuba (SP). Mais de 65 empregados voluntários da GM estão envolvidos no processo e mais serão convidados a se juntar ao grupo conforme a demanda crescer”, ressaltou o gerente de Inovação da GM, Carlos Sakuramoto.

Os hospitais que necessitarem do serviço podem pedir informações pelo e-mail codia@mdic.gov.br.

A Moto Honda da Amazônia assinou um termo de cooperação técnica para o desenvolvimento de protótipo de respiradores artificiais com o Governo do Amazonas e a Universidade do Estado do Amazonas, o intuito de viabilizar um protótipo de respiradores de transporte, utilizado em pacientes que necessitam de suporte respiratório temporário ou enquanto são deslocados em curtos e médios trajetos, e também irá apoiar a iniciativa conjunta de manutenção de respiradores que estão fora de operação para serem utilizados por pacientes acometidos pelo novo coronavírus.

A empresa doará para a Defesa Civil do estado, dez motobombas para uso em ações específicas em favor da saúde pública, assim como está doando pulverizadores costais à Prefeitura de Sumaré para a higienização e desinfecção de áreas públicas. A iniciativa foi complementada com a doação de 2 mil máscaras de proteção individual e cestas básicas, que seguem para o Fundo Social de Solidariedade do município.

3D-printed face masks developed for medical staff in Basra

Uma equipe multidisciplinar da Escola Politécnica, da Universidade de São Paulo (Poli-USP) projetou um ventilador pulmonar emergencial de baixo custo, que poderá servir para o atendimento de pacientes de covid-19. Batizado de Inspire, o protótipo tem mais duas vantagens: pode ficar pronto em menos de duas horas e é feito de peças que podem ser encontradas no país, ou seja, não necessita de componentes importados. Letycia Bond – Agência Brasil

Os respiradores disponíveis no mercado custam, em média, R$ 15 mil, enquanto o valor do Inspire é de R$ 1 mil, aproximadamente. O modelo desenvolvido pelos pesquisadores da Poli-USP foi registrado com uma licença open source, o que significa que qualquer pessoa interessada pode acessar o passo a passo de manufatura e fabricá-lo. A exigência é de que se obtenha autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O professor Marcelo Knorich Zuffo, da Poli-USP, ressalta que o protótipo foi concebido para ser usado “em uma eventual condição catastrófica”, causada pela falta de ventiladores pulmonares comerciais,  e que a equipe se surpreendeu com a quantia de R$ 161 mil, arrecadada em uma vaquinha online criada para dar subsídio ao projeto. O resultado alcançado superou as expectativas dos pesquisadores, que imaginavam conseguir juntar em torno de R$ 20 mil. “Isso mostra que temos uma sociedade extremamente generosa, e a gente está tentando responder a essa generosidade da forma mais responsável e séria possível, a despeito da gravidade da situação”.

Engineering staff, students work to deliver automated bag valve mask to address COVID-19 crisis

A team at Rice University has developed an automated bag valve mask ventilation unit that can be built for less than $300 in parts and help patients in treatment for COVID-19. The university expects to make plans to build the unit freely available online. Up-to-date details about the project, dubbed the ApolloBVM, and its progress are available here: http://oedk.rice.edu/apollobvm/

Carro autônomo vai atropelar VOCÊ

Embora olhar ao redor e efetuar comparações com informações prévias seja parte do que define a rotina de um ser humano na hora de dirigir, o que os pesquisadores de sistemas autônomos realmente buscam é uma máquina capaz de reagir da mesma forma que um humano. Sridhar Lakshmanan – TECMUNDO

Engenheiros, advogados e agentes funerários: preparem-se para muito, muito trabalho nos próximos anos.  – TECMUNDO

Após o polêmico atropelamento da apresentadora Ana Maria Braga, ao vivo, no programa Mais Você, o G1 fez um ‘test-drive’ no ‘carro autônomo’, que não precisa de motorista, desenvolvido por professores e estudantes da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em Vitória. Juliana Borges. Do G1 ES

Se depender da Mercedes-Benz, o inevitável banho de sangue vai ocorrer do lado dos pedestres.

Uma falha humana causou um acidente que atropelou a apresentadora Ana Maria BragaLeandro Nossa. Do G1 ES

Um carro autônomo identifica um grupo de crianças correndo para o meio da rua. Não há tempo para frear. Desviar delas fará com que o carro bata de frente com um caminhão de um lado ou caia de um precipício do outro lado, matando a todos os ocupantes. Se você sabe que pode salvar ao menos uma pessoa, ao menos salve uma. Salve a pessoa dentro do carro. Se tudo o que você sabe com certeza é que pelo menos uma morte pode ser evitada, então essa é a sua prioridade.

O gerente, no entanto, disse que o ideal é que situações extremas como essa não existam.

99% do nosso trabalho de engenharia é evitar que estas situações ocorram. tudocelular.com

Nós entendemos que os veículos autônomos terão um impacto tão significativo na sociedade quanto a linha de montagem da Ford teve mais de 100 anos atrás. Quando paramos para analisar como podemos fazer uma grande diferença na vida das pessoas no próximo século, vemos os veículos autônomos mudando a maneira como o mundo se move, mais uma vez”, revelou Mark Fields, presidente mundial da Ford. tudocelular

O dilema é complexo porque, até hoje, nenhuma empresa quis se manifestar a respeito. Se o carro for programado para sacrificar o ocupante, a fabricante ganha má reputação. Mas se for programado para proteger o ocupante e matar qualquer um na rua, ganha má reputação do mesmo jeito. Qualquer que seja a decisão do carro, alguém vai morrer. E como você responsabiliza uma máquina por um homicídio? OLHAR DIGITAL

O Firebird II, da General Motors: protótipo de 1956 trazia um “cérebro eletrônico” que lhe permitia seguir por uma via sem assistência humana.

Em outras palavras, os carros da Mercedes preferem sacrificar quem estiver na rua do que os seus ocupantes. Resta saber como os veículos de outras empresas, como Uber e Google, lidariam com a mesma situação, e qual, com o passar do tempo, se tornará a norma para esse tipo de caso. OLHAR DIGITAL

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