Elisa de Oliveira Flemer e o Homeschooling

Elisa de Oliveira Flemer, 17 anos, passou em engenharia civil na Universidade de São Paulo (USP), foi a quinta colocada, porêm por ter estudado no formato homeschooling, e não ter documentos que comprovasse sua formação no ensino médio, ela não pôde se matricular. EuEstudanteCorreio Braziliense

Elisa foi impedida de entrar na USP por realizar "homeschooling" - Arquivo Pessoal

Elisa, que mora em Sorocaba, interior de São Paulo, adotou o modelo de estudar em casa em 2018 e estuda cerca de seis horas por dia seguindo um método próprio. A estudante relata que optou pelo homeschooling quando estava no primeiro ano do ensino médio ao perceber que tinha facilidade em estudar sozinha e detalha que nessa época aprendia a matéria apenas lendo o conteúdo da apostila minutos antes da aula. Simone Machado – UOL

Desde que começou a estudar em casa, Elisa tem prestado vestibulares para testar seus conhecimentos. A estudante já foi aprovada duas vezes em uma faculdade particular, onde devido ao seu desempenho conseguiu bolsa integral, tirou 980 na redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e por meio do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) conquistou o 5º lugar no curso de engenharia civil da Escola Politécnica da USP, em 2020.

“Para matrícula nos cursos de graduação da USP, é necessária a apresentação do certificado de conclusão do ensino médio, já que ainda não existe regulamentação sobre o homeschooling no Brasil”.

Adepta do homeschooling, modalidade ainda não regulamentada no Brasil, Elisa passou na Universidade de São Paulo (USP) em engenharia civil, foi aprovada no Centro Universitário Facens e ficou na lista de espera de quatro universidades nos Estados Unidos. Ela conta em seu perfil no Instagram (@elisaflemer) que a luta na Justiça para obter o diploma do ensino médio e, finalmente, conseguir se matricular em alguma instituição, continua. WILMA ANTUNES – Jornal Cruzeiro do Sul

No homeschooling, o processo de aprendizagem é feito fora de uma escola. A criança ou adolescente não frequenta uma instituição de ensino, seja ela pública ou particular. As aulas são lecionadas  em casa pelos genitores ou por professores particulares contratados. São Paulo para Criancas

Na educação domiciliar, a família assume por inteiro a responsabilidade de educar a criança ou jovem, sem a participação de uma instituição de ensino. Isabela Moraes – politize

O ensino em casa não é nenhum tipo de prática inovadora ou algo que se começou a pensar apenas nos últimos anos. É uma prática muito antiga, já existente há séculos, comum a diversas comunidades. Antes do conceito de escola e escolarização, o ensino já era praticado entre mentores e mentorados. elos

O conceito de homeschooling é caracterizado pela proposta de ensino doméstico ou domiciliar. Sua proposta vem de encontro à frequência das crianças numa instituição, seja ela escola pública, privada ou cooperativa. A modalidade é legalizada em vários países, como Estados Unidos, Áustria, Bélgica, Canadá, Austrália, França, Noruega, Portugal, Rússia e Nova Zelândia, que exigem uma avaliação anual dos alunos. Meu artigo – Brasil Escola

Por outro lado, em países como a Alemanha e a Suécia, homeschooling é considerado crime e há casos de pais multados, presos e que perderam a custódia dos filhos. O cenário internacional aponta ainda cerca de 63 países onde a homeschooling não é proibida expressamente por lei. No Brasil, a modalidade de ensino não está prevista em lei e é caracterizada como prática não legalizada, previsto no artigo 246 do Código Penal e ocorre quando o pai, mãe ou responsável deixa de garantir a educação primária de seu filho.

Em função da imposição legal à matrícula dos filhos, o próprio Poder Público, inclusive o Ministério Público, pode compelir judicialmente a matrícula de menores de idade em instituições de ensino. Além disso, os pais podem ser processados criminalmente por não levarem os filhos à escola, pelo crime de abandono intelectual, tipificado no art. 246 do Código Penal Brasileiro.

Quem deixa de matricular crianças na escola no Brasil fere o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e a própria Constituição. Famílias que adotam a prática do homeschooling, estão sujeitas a ações de Conselhos Tutelares e de Ministérios Públicos pelo país.

Educação domiciliar

Entre 5 e 7 mil famílias já adotaram o homeschooling no Brasil, mesmo sua prática não sendo regulamentada. A Associação Nacional de Educação Domiciliar (ANED) é o órgão brasileiro responsável por levantar essa causa e incentivar a prática, dentro da legalidade, movimentando tanto pessoas quanto governo para que os debates acerca do assunto continuem existindo.

Atualmente, os empecilhos são muito mais políticos, culturais e ideológicos do que jurídicos. Vários tratados internacionais de direitos humanos assinalam que a família tem primazia na escolha da forma de educação a ser dada aos filhos.

A prática do homeschooling e unschooling têm como foco o ensino além da escola. Através de estudos domiciliares, sendo de responsabilidade dos pais ou professores tutores, o aluno se desenvolve a partir de metodologias e práticas de estudo próprias. Alguns argumentos de famílias que optam pelo ensino domiciliar dizem respeito a preferências religiosas, aos perigos da escola e a casos de bullying.

Os prós e os contras do homeschooling

Pode-se destacar alguns pontos negativos do homeschooling. Por exemplo, a falta de um controle de frequência e de conteúdo. Além da falta de convivência com pessoas variadas, com opiniões, religiões diferentes das pessoas da que compõem a família, podem ocasionar na criança problemas como não conseguir trabalhar em equipe no futuro e dificuldade de lidar com convicções diferentes.

É importante salientar que em episódios como violência doméstica e abuso sexual sofrido pelas crianças no ambiente familiar muitas vezes são identificados na escola, e no caso dos estudantes que os pais são adeptos ao homeschooling, os menores estão mais suscetíveis a estes tipos de crimes.

Em contrapartida, os que defendem a educação domiciliar acreditam que a criança em casa tem melhor aprendizado e melhores resultados em razão de fatores como a flexibilidade de horário, um planejamento individualizado de conteúdo, que possibilita focar nos problemas de aprendizagem específico que a criança possa apresentar e explorar seus potenciais e talentos.

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1º DE ABRIL – DIA DA MENTIRA

Dia da Mentira é uma tradicional data comemorativa celebrada em alguns países ocidentais, como o Brasil. Nesse dia é comum realizar brincadeiras com outras pessoas por meio da utilização de mentiras. Em países de língua inglesa, como os Estados Unidos e a Inglaterra, é comum também “pregar peças” em outras pessoas. escolaKids

Os historiadores não têm certeza sobre onde oficialmente surgiu o Dia da Mentira e, portanto, o que existe são apenas teorias. Há alguns levantamentos que mostram que brincadeiras parecidas com as realizadas no Dia da Mentira eram realizadas por povos da Antiguidade. Muitos historiadores apontam evidências que mostram menções ao Dia da Mentira na Idade Média. Um dessas menções é de um poeta chamado Eduard de Dene, também do século XVI, que escreveu um poema que sugere práticas parecidas com as do Dia da Mentira.

Nelson, personagem dos Simpsons, com o famoso bordão Ha-Ha (Foto: Reprodução/Fox)

A teoria mais aceita diz que o Dia da Mentira ou “April Fools’ Day” (Dia dos Bobos de Abril), como é conhecido nos países de língua inglesa, surgiu de uma mudança no calendário utilizado na França do século XVI. Esse século ficou marcado por inúmeros debates a respeito de mudanças no calendário, pois o que era utilizado na época, o juliano, estava bastante defasado.

Na França da segunda metade do século XVI, o Ano-Novo era comemorado tradicionalmente em 25 de março, pois o início da primavera era enxergado como o momento da renovação de um ciclo. A comemoração de Ano-Novo acontecia até o dia 1º de abril, mas, em 1563, o rei francês Carlos IX propôs a mudança do Ano-Novo francês para 1º de janeiro.

Essa mudança proposta pelo rei francês foi aprovada no Parlamento, ficando conhecida como Édito de Roussillon. Com esse édito, oficializou-se a mudança do Ano-Novo na França para o dia 1º de janeiro. Acontece que muitos se recusaram a seguir a nova data e continuaram realizando sua celebração de Ano-Novo no período citado (25 de março a 1º de abril).

Essas pessoas começaram a ser alvos de zombaria na sociedade francesa e passaram a ser chamadas de Poisson d’Avril, expressão em francês que significa “tolos de abril”. A partir daí, acredita-se que a prática de realizar brincadeiras e zombarias com as pessoas em 1º de abril fortaleceu-se e, posteriormente, espalhou-se pelo mundo.

Prankze-se: Jeunesse, Verdade Ou Mentira?, Um Monte de mentiras, Agro será mesmo?, Onde estão os humanos?!?, Let’s go exploring!, O VALIOSO TEMPO DOS MADUROS., GENTE HONESTA E ESFORÇADA, OS DESVIANTES E OS COM SÍNDROME DE MANADA, Cartilha feita em parceria com o E-farsas ensina como reconhecer uma notícia falsa!

Guernica

Guernica é uma das obras mais famosas de Pablo Picasso, que pertence ao movimento artístico das vanguardas europeias, o cubismo. O quadro do pintor cubista retrata o horror do bombardeio da cidade de Guernica durante a Guerra Civil Espanhola. A história por trás dessa obra e o evento retratado fazem dessa pintura uma denúncia contra o horror que aconteceu alguns anos antes da Segunda Guerra Mundial.  Culturalizando

Pablo Picasso nasceu no ano de 1881 na Espanha, porém o espanhol passou a maior parte de sua vida vivendo na França. Ele é considerado o fundador do movimento artístico cubismo. Pablo Picasso estudou na Escola de Belas Artes da Espanha e também conseguiu entrar na Academia Real de Belas Artes. Suas obras foram expostas em algumas edições da Exposição Universal de Paris.

Esse bombardeio de Guernica ocorre no contexto histórico da Guerra Civil Espanhola. De um lado estava pessoas do espectro político da esquerda como comunista, lenistas e até mesmo os anarquistas e do outro lado estava a direita, liderada por Francisco Franco.

Nesse conflito deu pra perceber como seria uma segunda grande guerra no campo político. Viu-se nesse conflito a atitude de “pagar pra ver” das democracias italiana e britânica, o engajamento feroz dos estado fascista na Itália e do nazismo na Alemanha, que também aconteceria na Segunda Guerra Mundial.

Nas eleições que aconteceram em 1936, a Frente Popular, que era de esquerda, conseguiu a maioria das vagas nas eleições, porém, a direita e a extrema direita fascista não ficaram contentes com esse resultado e armaram um golpe político que foi mal sucedido. Isso provocou uma insurreição militar em 1936 que levou a população camponesa e os revolucionários a lutarem contra esses militares que queriam se perpetuar no poder na Espanha.

O lado direito, os chamados nacionalistas, do conflito recebeu o apoio dos nazistas e fascistas italianos, que enviaram armas e aviões para ajudar. E na lado esquerdo, os republicanos, que sofre de uma divisão política interna e da falta de militares para combater, já que estes foram lutar ao lado dos nacionalistas. Francisco Franco leva para a luta ao lado dos nacionalistas as tropas marroquinas.

Os países europeus como a França e o Reino Unido não ajudam os republicanos, pois veem esse conflito como uma revolução comunista. Porém a Itália sob o regime fascista e a Alemanha nazista participam ativamente dessa guerra, alguns dizem que nesse momento podemos ver o poderio militar desses dois países, além desses dois estarem testando as armas que usariam depois na Segunda Guerra Mundial.

Essa guerra foi marcada por massacres de ambos os lados do conflito, e o bombardeio de Guernica é um exemplo da crueldade que foi a Guerra Civil Espanhola.

O governo republicano espanhol, na figura de Francisco Largo Caballero, encomenda um mural para Pablo Picasso, que será exibido no pavilhão espanhol na Exposição Universal de Paris em 1937.

O artista hesita em fazer esse mural, num primeiro momento, mas acaba aceitando a encomenda e começa a trabalhar nessa obra. Porém, Picasso fica sabendo sobre o bombardeio de Guernica e decide fazer um mural de contestação política contra o fascismo que estava tomando conta da Espanha.

Neste bombardeio a Guernica, a maioria da população que se encontrava nesse lugar eram de mulheres e crianças, pois os homens estavam participando dos conflitos em outros lugares.

Um relato de um sobrevivente, que saiu nos jornais Times e The Bew York Times, chamou a atenção do artista. Então ele resolveu chamar a obra de Guernica, e durante sua confecção ele deixava as pessoas verem o andamento do seu trabalho nesse mural.

Pablo Picasso fez questão da sua obra ser o mais fosca possível, sem nenhum tipo de brilho, por isso ele usou uma tinta especial para esse trabalho. O artista queria denunciar o que os militares estavam fazendo em seu país natal, a Espanha.

Guernize-se: Cinismo e Arte, Os Estoicos e a arte de viver, Coleção de arte japonesa de Van Gogh, para download, Estocolmo, Arte ou Metrô!!!, Arte mecaniza vida?, Ilustração ou obra de arte?!?, (Arte) Contemporânea – Surrealismo

CURA

E as pessoas ficaram em casa.
E leram livros e ouviram.
E descansaram e se exercitaram.
E fizeram arte e brincaram.
E aprenderam novas maneiras de ser.
E pararam.
E ouviram fundo.
Alguém meditou,
Alguém orou,
Alguém dançou,
Alguém conheceu sua sombra.
E as pessoas começaram a pensar de forma diferente.
E pessoas se curaram.
E na ausência de pessoas que viviam de maneiras ignorantes,
Perigosas, sem sentido e sem coração,
Até a Terra começou a se curar.
E quando o perigo terminou,
E as pessoas se encontraram,
Lamentaram pelas pessoas mortas.
E fizeram novas escolhas.
E sonharam com novas visões.
E criaram novos modos de vida.
E curaram a Terra completamente.

ESTE POEMA FOI ESCRITO EM 1869

Kathleen O’Meara

Nascimento: 1839, Dublin, Irlanda
Falecimento: 10 de novembro de 1888, Paris, França

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Cure-se: Tipos de amor by Greece, O que acontece quando amamos?, Love vigilantes, Algumas coisas podem esperar!, Paenitet Amicus, Dia da Gratidão, PK, Eu sou todo mundo?

Dia Internacional dos Direitos Humanos

No dia 10 de dezembro de 1948, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu a Declaração Universal dos Direitos Humanos no Palais de Chaillot, em Paris, França, é considerado o documento mais traduzido da história moderna, a Declaração foi criada para servir como uma base para os direitos humanos em todo o mundo, como “o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações”. Julia Di Spagna – Guia do Estudante

Durante a Segunda Guerra Mundial, milhões de pessoas foram mortas, enfrentaram situações precárias, fome e tiveram diversos direitos violados. Para evitar tragédias dessa magnitude, líderes de mais de 50 países se reuniram para criar uma organização que tivesse como premissa garantir a paz mundial.A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em Paris, por meio da Resolução 217 A (III), estabelecendo a proteção universal dos direitos humanos.
A Secretaria Nacional de Proteção Global (SNPG), do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos – (MMFDH), defende valores que são as raízes para o bem comum, a paz e a inclusão, reafirmando o compromisso de proteger os direitos de todas as pessoas, buscando sua universalização, em linha com a DUDH de 1948.

Em Portugal, a Assembleia da República reconheceu a grande importância da Declaração Universal dos Direitos do Homem ao aprovar, em 1998, a Resolução que vigora até hoje, na qual deixou instituído que o dia 10 de dezembro deveria ser considerado o Dia Nacional dos Direitos Humanos. Calendarr
O dia 10 de dezembro é também marcado pelo entrega do Prémio Nobel da Paz.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos é considerada o documento mais traduzido da história moderna. Está disponível em mais de 360 línguas, e novas traduções ainda estão em fase de elaboração. Amarolina Ribeiro – Brasil Escola

Mensagem oficial da alta-comissária para os direitos humanos das Nações Unidas:

Este foi um ano de grande ativismo – particularmente por parte dos jovens. É especialmente apropriado que, neste ano, nós destaquemos o Dia Internacional dos Direitos Humanos durante a Conferência da ONU em Madri para defender a justiça climática. Estamos em dívida de gratidão com os milhões de crianças, adolescentes e jovens adultos que estiveram se levantando e se manifestando cada vez mais alto em relação à crise enfrentada pelo nosso planeta.

Com razão, esses jovens estão apontando que o que está em jogo é o futuro deles e daqueles que ainda não nasceram. São eles que terão que enfrentar todas as consequências das ações ou a falta delas por parte de gerações mais velhas, que hoje administram governos e empresas e que são responsáveis por tomar decisões de seus países, regiões e do mundo como um todo.

Não se pode, obviamente, deixar que os jovens sozinhos enfrentem a emergência climática, ou até mesmo as tantas outras crises de direitos humanos que têm causado hoje turbulência simultânea em diversos países ao redor do mundo. Todos devemos permanecer juntos, em solidariedade, e agir com princípio e urgência.

Nós podemos e devemos defender cuidadosamente os princípios universais de direitos humanos que promovem a paz, justiça e o desenvolvimento sustentável. Um mundo com menos direitos humanos é um mundo que caminha para trás em direção a um passado sombrio, quando os poderosos podiam atacar os oprimidos com pouca ou nenhuma restrição moral ou legal.

Contudo, entre os muitos desafios de direitos humanos que surgiram ao longo das duas primeiras décadas do século XXI, a emergência climática global representa, talvez, a maior ameaça mundial aos direitos humanos que enfrentamos desde que testemunhamos a Segunda Guerra Mundial. Do direito à vida, à saúde, à comida, à água e ao abrigo, aos nossos direitos de sermos livres de discriminação, ao desenvolvimento e à autodeterminação, os impactos dessa crise já podem ser sentidos.

Nós temos o dever de garantir que a voz dos jovens seja ouvida. A Declaração Internacional de Direitos Humanos adotada pela Assembleia Geral da ONU em 10 de dezembro de 1948 foi um acordo assinado pelos Estados-membros para proteger os direitos humanos de todos – e isso inclui tornar possível que as gerações futuras defendam a dignidade, a igualdade e os direitos humanos.

Todos os seres humanos têm o direito de participar de decisões que têm impacto nas suas vidas. Para garantir que tomadas de decisão sejam mais efetivas, construindo maior confiança e harmonia em suas nações, os líderes de todas as sociedades devem ouvir seus povos – e agir de acordo com as suas necessidades e demandas.

Alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet. Foto: ONU/Jean Marc Ferré.

Alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet. Foto: ONU/Jean Marc Ferré.

Nada resume esses objetivos – que são o fio condutor do sistema internacional dos direitos humanos – de maneira mais clara e sucinta do que o Artigo 1 da Declaração Universal, que afirma de maneira corajosa e correta que “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. Eles são dotados de razão e consciência, e devem agir em conjunto em espírito de irmandade”.

Nenhum país, nenhuma comunidade será poupada pelas mudanças climáticas, à medida que elas se intensificam. Já é possível ver comunidades mais vulneráveis sofrendo terríveis danos. Pessoas estão perdendo suas casas, meios de subsistência – e vidas. A desigualdade está se aprofundando, e mais pessoas estão sendo forçadas a se deslocar. Devemos agir com rapidez e com princípio, para garantir que menos danos afetem os seres humanos e nosso mundo.

Danos climáticos não serão travados por fronteiras – e reações baseadas em um nacionalismo hostil, ou considerações financeiras de curto prazo, não irão apenas falhar: elas vão destruir o nosso mundo. As lutas por justiça climática e direitos humanos não são uma disputa política. Não se trata de uma discussão de direita ou esquerda: trata-se de direitos – e erros.

Não é apenas a preocupação em relação à alta velocidade da crise climática que está levando milhões de pessoas a se levantarem e exigirem ações. Em todas as regiões, pessoas estão encontrando suas próprias vozes para falar sobre desigualdade e instituições repressivas. Me sinto inspirada pela coragem, clareza e princípios de todas essas pessoas, algumas muito jovens, que estão se levantando pela paz, com o objetivo de corrigir os erros de nossa era e criar maior liberdade e justiça. Eles são a expressão viva dos direitos humanos.

Políticos de todos os lugares devem ouvir esses chamados. E, como resposta, precisam desenvolver políticas mais efetivas e com princípios.

Nós temos o direito de vivermos livres sem qualquer tipo de discriminação. Nós temos o direito de ter acesso à educação, saúde, oportunidades econômicas e um padrão de vida decente. Nós – todos nós – temos o direito de participar de decisões que afetam nossas vidas. Isso é sobre nosso futuro, nossos meios de subsistência, nossas liberdades, nossa segurança e nosso ambiente. E não é somente nosso futuro, mas também o futuro das nossas crianças, nossos netos e bisnetos.

Precisamos nos mobilizar ao redor do mundo – de maneira pacífica e poderosa – para avançar em um mundo com direitos, dignidade e escolhas para todos.

Aqueles que tomam decisões entenderam essa visão com clareza em 1948. Será que entendem isso agora? Eu peço aos líderes mundiais que demonstrem uma verdadeira liderança e visão de longo prazo, deixando de lado os interesses políticos nacionais estreitos, para o bem de todos, inclusive deles mesmos e de todos seus descendentes.

Humanize-se: O que é ser defensor dos direitos humanos, afinal?, Dia Internacional dos Direitos Humanos, Principais aspectos dos Direitos Humanos, Direitos Humanos?!? Vai lá!!!, Ouvidoria Municipal de Direitos Humanos, DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DAS ÁRVORES, A gente sempre soube., Barulho D’água, Jeguatá: Caderno de Viagem

Alexandra Baldeh Loras

Alexandra Baldeh Loras é ex-consulesa da França em São Paulo e considerada hoje uma das líderes francesas mais influentes. Jornalista formada na tradicional Sciences Po, é uma ativista engajada na discussão sobre a representação da população negra na mídia e na educação e os efeitos que isso tem na construção da identidade negra, especialmente das crianças.

Inspiração é a palavra de ordem. Segundo a ex-consulesa, uma importante forma de combater o racismo é trabalhar a autoestima das crianças, resgatando narrativas sobre protagonistas negros que realizaram importantes feitos na história da humanidade. “Somos responsáveis por reconstruir e reequilibrar a história, mostrando toda a contribuição à civilização dos afrodescendentes”.

Alexandra conta que é frequente, durante recepções em eventos e jantares no Consulado, que os convidados passem direto por ela, imaginando tratar-se de uma funcionária indicando o caminho para a festa, e não da consulesa os recepcionando, conforme determina o protocolo francês. Iolanda Barros – afreaka


O racismo é muito mais forte no Brasil do que em qualquer lugar por onde passei. Aqui nós não somos minoria. Pelo contrário, somos uma maioria. Então o problema é muito mais grave. Em outros lugares do mundo a questão racial pode ser tratada com descaso, por estar relacionada a uma pequena parte da população. Mas aqui é totalmente diferente. Há quem diga que o racismo no Brasil é velado. Não é velado de jeito nenhum. Estamos num País que ainda está numa dinâmica de feudalismo que, inclusive, choca os gringos. Uma dinâmica de ricos e pobres, em que os mais abastados são servidos pelos mais pobres, sem ninguém questionar. Aliás, ninguém questiona o uniforme branco das babás por aqui, que nada tem a ver com higiene. Tem a ver, sim, com o período da escravidão, quando as mulheres escravizadas trabalhavam na casa-grande. Elas tinham que se apresentar sempre de branco, limpinhas, para se diferenciar dos negros escravizados que trabalhavam no campo. Esse uniforme já era uma questão de status. Em nenhum outro país as babás estão vestidas de branco, só no Brasil. Geledés

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DAS ÁRVORES

“A árvore é um ser vivo fixo que, em proporções comparáveis, ocupa dois ambientes distintos, a atmosfera e o solo. Raízes se desenvolvem no solo, que captam água e minerais. A coroa cresce na atmosfera, que captura dióxido de carbono e energia solar. Por este motivo, a árvore desempenha um papel fundamental no equilíbrio ecológico do planeta”.
Este é o primeiro artigo da Declaração dos Direitos das Árvores, que representa um marco em defesa destes monumentos milenares, lendários e majestosos, preciosos para as nossas vidas, e contra o desaparecimento das florestas em todos os cantos do globo.

Muguets para você!!!

As celebrações dedicadas a Flora, deusa romana das flores e também protetora da natureza, aconteciam no dia 1º de maio e fazia parte do ritual ofertar muguet em sua homenagem. Já na cultura celta, as flores muguets representavam amuletos que afastavam os maus espíritos e eram oferecidas aos deuses no primeiro dia de maio, pois eram quando iniciavam a contagem regressiva para o verão. Alliance França Campinas

http://1.bp.blogspot.com/-o7_MuL4_cB0/U2Ie4FXw1WI/AAAAAAAAZLk/hOEFHdLRDOA/s1600/muguet2.jpg
Le muguet est la fleur emblématique du Premier mai en France .
Signe de politesse et de délicatesse, la tradition d’offrir un bouquet de muguet remonterait a la Renaissance et signifiait que vous souhaitiez beaucoup de bonheur a la personne qui le reçoit .
Si le muguet possède 13 petites clochettes ou plus, l’heureux qui recevra la fleur aura en plus la félicité éternelle.

Le muguet du 1er mai est aussi associe historiquement a l’esprit de revendication et commémore la lutte syndicale a cette date précise pour la journée de huit heures de travail.

Depuis 1947 , le premier mai est un jour férié et le muguet est plus que jamais la fleur qui représente ce jour , autant pour sa portée politique que pour ses vertus porte-bonheur.

C’est ma provence

Editado via celular

Luiz Ruffato

Luiz Ruffato (Facebook). Página oficial de Luiz Ruffato (autorizada pelo autor e administrada por Lia Machado)

“As velhas palavras sempre já pronunciadas se repetem, contando sempre a mesma velha história, de século em século, retomada uma vez mais, e sempre nova…”.

Em um mundo de plantação de notícias falsas – como era na época, como é agora -, como estabelecer uma relação com o real? Lendo os clássicos – por Luiz Ruffato

Um Escritor na Biblioteca com Luiz Ruffato – BibliotecaPR

Seu romance Eles eram muitos cavalos, de 2001, ganhou o Troféu APCA oferecido pela Associação Paulista de Críticos de Arte e o Prêmio Machado de Assis da Fundação Biblioteca Nacional. Wikipedia

Mude conceitos, você pode e deve: LE LIVROS, BIBLIOTECA WEB, CAMARÁ BLUES – UM ENSAIO AUDIOVISUAL DANIEL CHOMA, O LIVRO DE ELI, PHILIP K. DICK, NAARA BEAUTY DRINK!!!, A RAINHA DE MAIO, TORNE-SE UM MENDIGO., LUMINESCE™, 10 LIVROS QUE ENSINAM AS CRIANCAS CUIDAR DO PLANETA, MEDICINA TRADICIONAL YANOMAMI ON-LINE, THE JOLLY BOYS, VIDACELL®, PROJETO DIVAS, LIVROS PARA COLORIR MARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL (MROSC), RESERVE™, 7 LIVROS DE FICÇÃO CIENTÍFICA QUE TODO HOMEM DEVERIA LER, EMOCIONARIO, LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Liberté, Égalité e Fraternité

A França é um país localizado na Europa Ocidental. Destaca-se por ser o maior país da União Européia e o terceiro maior da Europa, ficando atrás apenas da Ucrânia e da Rússia. As cores nacionais da França são azul, branco e vermelho, que representam os ideais da Revolução Francesa: Liberdade (Liberté), Igualdade, (Égalité) e Fraternidade (Fraternité). Site de Curiosidades
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Primeiras fotos eróticas coloridas da humanidade

Os daguerreótipos eram fotografados originalmente em preto e branco e a coloração era feita à mão, com pincéis, surgiram e começaram a ser comercializados, em 1839, as primeiras imagens eróticas passaram a ser clicadas. O processo se tornou muito popular em países como França e Inglaterra, que souberam bem como usar a nova técnica em prol de suas vidas sexuais. Hypeness

A primeira fotografia colorida de objetos reais, “Paisagem do Sul da França” (método dicromato) – Louis Ducos du Oron em 1877, o ano. oUtRas Imagens

Enxergue mais: PIN-UP400 NUDES, EMVWELLCOME BOXERVILLE (ADULTO)EVOLUSEXSEXO ORAL, É ASSIM QUE SE FAZ!VIDACELL®SEXO SEGURO!, O BRASIL CORRE O RISCO DE PERDER ATÉ 60 DIFERENTES LÍNGUAS INDÍGENAS, INSTANTLY AGELESS ™TURA SATANAPEIXE-BOI MARINHORAPE MEAI WEIWEI: NEVER SORRYNAARA BEAUTY DRINK!!!OUTROS OLHOSCOMEÇOU O CARNAVAL!JEUNESSE, VERDADE OU MENTIRA?SANTA BUCETALUMINESCE™ CELLULAR REJUVENATION SERUMSINTOMAS CÂNCER DE MAMA,

Um ‘atentado de Nice’ a cada 5 dias

Historicamente o Rio de Janeiro é assim. Secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame

A cada 5 dias, o número de vítimas da violência no Rio de Janeiro bate o total de 84 mortos no atentado que aconteceu em Nice, na França, na data 14/jul/2016. 

Elizabeth Cristina de Assis Ribeiro e Kayla Assis Ribeiro, filha mais velha, estavam entre as vítimas fatais do ataque terrorista de Nice. HuffPost Brasil

Mohamed Lahouaiej Bouhlel dirigia o caminhão que atingiu uma multidão em Nice, na França, (84 pessoas, de acordo com a mídia francesa e com a rede americana CBS. HuffPost Brasil

O ataque aconteceu quando a multidão comemorava o feriado da Tomada da Bastilha, maior festa nacional francesa. 

O pânico começou pouco após às 22h30 do horário local (17h30 no Brasil), logo após milhares de pessoas assistirem à queima de fogos na orla de Nice, as famílias caminhavam pela famosa via Promenade des Anglais. BBC

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Horrible Histories

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http://vimeo.com/101143821

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