Restaure Sua Fé na Humanidade Com Essas Pessoas Salvando O Planeta

Restaure Sua Fé na Humanidade Com Essas Pessoas Salvando O PlanetaFala Sério

Os humanos têm feito um péssimo trabalho em manter nosso planeta saudável mas algumas pessoas boas entre nós dão o exemplo de como devemos tratar o nosso planeta.

Salveze-se: Cataki, o “Tinder da reciclagem”, Coleta Seletiva e Reciclagem em condomínios, 5 DICAS PARA SER MAIS SUSTENTÁVEL NA IDA AO SUPERMERCADO, Lixo é dinheiro., Troque lixo por comida!?!, Nave Tierra, Lixo ou resíduos?

Florest Poult

O tratamento que a vasta maioria das fazendas de produção de ovos e galinhas oferecem aos animais é próximo à barbárie, com as aves vivendo amontoadas uma sobre as outras, e sendo submetidas a técnicas e condições análogas à tortura. A justificativa é a necessidade extrema das empresas de darem conta da demanda incessante por carne e ovos.

Massimo Rapella vive nos arredores montanhosos da cidade de Sondrio, no coração do Valtellina, um vale no nordeste italiano, que faz fronteira com a Suiça – e é num espaço de 2 hectares de floresta que vivem suas galinhas.

Inicialmente Massimo e sua esposa tinham somente 4 aves que alimentavam sua casa com ovos, mas hoje o produtor recolhe 1.300 ovos diários entre as árvores da floresta. Os ovos são colocados pelos animais em ninhos naturais, que as próprias galinhas fazem com matéria prima da floresta.

O produtor afirma que desde o início era visível a diferença que a liberdade e a alimentação natural – feita com folhas, nozes, minhocas e insetos – produziu nos animais desde o início. Penas mais brilhosas, animais mais vigorosos e ovos muito mais saborosos foram os efeitos que hoje tornam sua produção especial.

Vendendo diretamente para restaurantes e moradores locais, Massimo não procura maximizar sua produção, que varia de acordo com o temperamento das galinhas e a época do ano – e esse é o segredo da saúde dos animais e, consequentemente, de quem se alimenta dos ovos que suas galinhas produzem. Vivimetaliun

Poetize-se: Farm Hero Saga, real life, Fábula da galinha intrigueira, Plástico Pena, Muvuca, Neste Chão Tudo Dá, Medellín: agricultura urbana, Manual de agricultura urbana, Camarote.21 – Especial “Curiosidades Gastronômicas”

ÁRVORES COM FORMATOS INTRIGANTES

Como em um passe de mágica, a natureza altera a paisagem sem piedade e prova que nem a mais arrojada tecnologia consegue prever com exatidão a sua força e deter os seus momentos de fúria.

A natureza é mesmo uma autora bastante criativa, capaz de fazer brotar do solo criações incrivelmente surreais. Megacurioso

Mude conceitos, você pode e deve: DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, TERRA SEM MALES, O mar de Aral virou areia., Território, Índias, Árvore mágica e suas 40 faces, Brô Mc´s, Todo Dia Era Dia de Índio, De que lado você esta?, Reputação ilibada e notável saber jurídico., Cadê os Amarildos?, Homem planta uma árvore por dia por 40 anos em ilha remota, Cama, mesa e banho!

Cachimbo da Paz

Cachimbo da Paz – Gabriel O PensadorLetras.mus

A criminalidade toma conta da cidade
A sociedade põe a culpa nas autoridades
Um cacique oficial viajou pro Pantanal
Porque aqui a violência tá demais
E lá encontrou um velho índio que usava um fio dental
E fumava um cachimbo da paz
O presidente deu um tapa no cachimbo
E na hora de voltar pra capital, ficou com preguiça
Trocou seu paletó pelo fio dental
E nomeou o velho índio pra ministro da justiça
E o novo ministro, chegando na cidade
Achou aquela tribo violenta demais
Viu que todo cara-pálida vivia atrás das grades
E chamou a TV e os jornais
E disse: “Índio chegou trazendo novidade
Índio trouxe o cachimbo da paz”

Maresia, sente a maresia
Maresia, uh

Maresia, sente a maresia
Maresia, uh

Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Manda a fumaça do cachimbo pra cachola
Acende, puxa, prende, passa
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça

Todo mundo experimenta o cachimbo da floresta
Dizem que é do bom, dizem que não presta
Querem proibir, querem liberar
E a polêmica chegou até o congresso
Tudo isso deve ser pra evitar a concorrência
Porque não é Hollywood, mas é o sucesso
O cachimbo da paz deixou o povo mais tranquilo
Mas o fumo acabou porque só tinha oitenta quilos
E o povo aplaudiu quando o índio partiu pra selva
E prometeu voltar com uma tonelada
Só que quando ele voltou, “sujou”
A polícia federal preparou uma cilada
“O cachimbo da paz foi proibido
Entra na caçamba, vagabundo, vamo pra DP
Êêê, índio tá fodido porque lá o pau vai comer”

Maresia, sente a maresia
Maresia, uh

Maresia, sente a maresia
Maresia, uh

Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Manda a fumaça do cachimbo pra cachola
Acende, puxa, prende, passa
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça

Na delegacia só tinha viciado e delinquente
Cada um com um vício e um caso diferente
Um cachaceiro esfaqueou o dono do bar
Porque ele não vendia pinga fiado
E um senhor bebeu uísque demais
Acordou com um travesti e assassinou o coitado
Um viciado no jogo apostou a mulher
Perdeu a aposta e ela foi sequestrada
Era tanta ocorrência, tanta violência
Que o índio não tava entendendo nada
Ele viu que o delegado fumava um charuto fedorento
E acendeu um da paz pra relaxar
Mas quando foi dar um tapinha
Levou um tapão violento e um chute naquele lugar
Foi mandado pro presídio e no caminho
Assistiu um acidente provocado por excesso de cerveja
Uma jovem que bebeu demais
Atropelou um padre e os noivos na porta da igreja
E pro índio nada mais faz sentido
Com tantas drogas por que só o seu cachimbo é proibido?

Maresia, sente a maresia
Maresia, uh

Maresia, sente a maresia
Maresia, uh

Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Manda a fumaça do cachimbo pra cachola
Acende, puxa, prende, passa
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça

Na penitenciária o índio fora da lei
Conheceu os criminosos de verdade
Entrando, saindo e voltando
Cada vez mais perigosos pra sociedade
“Aí, cumpádi, tá rolando um sorteio na prisão pra reduzir a superlotação”
Todo mês alguns presos tem que ser executados
E o índio, dessa vez, foi um dos sorteados
E tentou acalmar os outros presos
“Peraí, vamo fumar um cachimbinho da paz”
Eles começaram a rir e espancaram o velho índio
Até não poder mais e antes de morrer ele pensou
“Essa tribo é atrasada demais
Eles querem acabar com a violência
Mas a paz é contra a lei e a lei é contra a paz”
E o cachimbo do índio continua proibido
Mas se você quer comprar é mais fácil que pão
Hoje em dia ele é vendido pelos mesmos bandidos
Que mataram o velho índio na prisão

Maresia, sente a maresia
Maresia, uh

Maresia, sente a maresia
Maresia, uh

Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Manda a fumaça do cachimbo pra cachola
Acende, puxa, prende, passa
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça

Observe mais: VENDE-SE MACONHALUMINESCE™PRINCÍPIO DO OU NÃO, NAARA BEAUTY DRINK!!!COMIDINHAS DE MACONHA, I AM BRUCE LEE, INSTANTLY AGELESS ™ MEDINA SLATERO PODER DA MACONHAVIDACELL®BECAUSE I GOT HIGH, AMOR DO PAIRESERVE™BURGUESIA (VERSION ME)JEUNESSE, VERDADE OU MENTIRA?DEIXA EU FALARFUMAÇA LOUCA

Bandeirantes Modernos

Os sertanistas do Brasil Colonial, denominados bandeirantes, a partir do início do século XVI, penetraram nos sertões brasileiros em busca de riquezas minerais, sobretudo a prata, abundante na América espanhola, indígenas para escravização ou extermínio de quilombos.
A maioria dos bandeirantes eram formados por índios (escravos e aliados), caboclos (mestiços de índio com branco) e alguns brancos, que eram os capitães das bandeiras. (Wikipédia)

Veja também: Xeque Monte, A verdade pode estar no ovo, 35 verdades ditas sobre o Brasil, pelos olhos de um Turista, BBB por Antonio Barreto, Empoderamento dos recursos, Trator, Miniusina de energia, Porquê eu quis?, Saudação ao Sol, Ignorância e sucesso?, Quem paga o Carnaval!