Joilson Santos e Hélio Haus

Joilson Santos de 54 anos é pedreiro e vive em Feira de Santana, na Bahia e a esposa Jaqueline se envolveram nas classes ao lado das filhas Isabele, de 8 anos, e Iasmim, de 10. Em março deste ano, ele passou a encontrar tempo entre uma obra e outra para praticar balé ao lado das filhas, que são autistas. Vivimetaliun

A dança é parte de um método de tratamento, conhecido como Ballet Azul – a cor representa o autismo. Há muitos relatos sobre a melhora no comportamento das crianças diagnosticadas com o transtorno do espectro autista após a prática de balé, embora ainda não exista uma comprovação científica de sua eficácia.

Aos 80 anos, Hélio Haus faz horas e horas de balé todos os dias e mostra que nunca é tarde para fazer o que se gosta. Vivimetaliun

Sua paixão pela dança começou aos 75 anos, quando se matriculou no Centro de Movimento Deborah Collker, no Rio de Janeiro. A história de dedicação do idoso viralizou após ser compartilhada no Facebook pela professora de dança Camile Salles.

Balize-se: Dia da baderna, A bailarina Baderna, LUMINESCE™, SÍNDROME DE ASPERGER: CARACTERÍSTICAS, A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS, NAARA BEAUTY DRINK!!!, PESSOAS ABSORVEM ENERGIA DE OUTRAS, Rick & Morty & Você, um personagem da 4ª temporada?!?

Olney Alberto São Paulo

O “cineasta maldito do sertão”, como assim ficara conhecido Olney São Paulo entre os amigos, jornalistas e críticos traz, essa marca em sua trajetória pelo fato de ter produzido um filme nunca exibido comercialmente. Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações
“Eu sou um jovem que tem inclinação invulgar para o cinema. Porém, como neste mundo aquilo que desejamos nos foge sempre da mão, eu luto com incríveis dificuldades para alcançar o meu objetivo”. Filhos Ilustres da Bahia
chegou ao fim.
Na impossibilidade de realizar produções cinematográficas escreveu sobre casos e fatos, alguns verídicos, outros imaginários, transformando-os em novelas e contos, escritos em estilo cinematográfico, abordando temas nordestinos – o misticismo, a magia do seu povo, personagens e histórias do sertão reconstruídas em narrativa linear, encadeada à moda do cancioneiro popular -, registrando o linguajar regional do catingueiro. Recanto das Letras

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