Vacinas. A opinião de Machado de Assis

Crônica, 9 de dezembro de 1894

Quando Machado de Assis encontrou Epitácio Pessoa no Rio de Janeiro | JOTA  Info

“Tudo tende à vacina. Depois da varíola, a raiva; depois da raiva, a difteria; não tarda a vez do cólera-morbo.

O bacilo-vírgula, que nos está dando que fazer, passará em breve do terrível mal que é, a uma simples cultura científica, logo de amadores, até roçar pela banalidade. (…)

Todas as moléstias irão assim cedendo ao homem, não ficando à natureza outro recurso mais que reformar a patologia.

Não bastarão guerras e desastres para abrir caminho às gerações futuras; e demais a guerra pode acabar também, e os próprios desastres, quem sabe? obedecerão a uma lei, que se descobrirá e se emendará algum dia.


Sem desastres nem guerras, com as doenças reduzidas, sem conventos, prolongada a
velhice até às idades bíblicas, onde irá parar este mundo? Só um grande carregamento, ó doce mãe e amiga Natureza; só um carregamento infinito de moléstias novas.


Mas a vacina não se deve limitar ao corpo; é preciso aplicá-la à alma e aos costumes, começando na palavra e acabando no governo dos homens.

Já a temos na palavra, ao menos, na palavra política. Graças às culturas sucessivas, podemos hoje chamar bandido a um adversário, e, às vezes, a um velho amigo, com quem tenhamos alguma pequena desinteligência. Está assentado que bandido é um divergente. Corja de bandidos é um grupo de pessoas que entende diversamente de outra um artigo da Constituição.

Quando os bandidos são também infames, é que venceram as eleições, ou legalmente, ou aproximativamente. (…)

Conhecido o princípio, sabido que tudo deriva de um micróbio, inclusive o vício e a virtude, obtém-se pelo mesmo processo a eliminação de tantos males.

O boato tem sido descomposto de língua e de pena, é um monstro, um inimigo público, é o diabo, sem advertirem os autores de nomes tão feios, que o boato é a cultura atenuada do acontecimento. Daqui em diante a história se fará com auxílio da bacteriologia.


As eleições, – uma das mais terríveis enfermidades que podem atacar o organismo social, – perderam a violência, e dentro em pouco perderão a própria existência nesta cidade, graças à cultura do respectivo bacilo.

Aposto que o leitor não sabe que tem de eleger no último domingo deste mês os seus representantes municipais? Não sabe. Se soubesse, já andaria no trabalho da escolha do candidato, em reuniões públicas, ouvindo pacientemente a todos que viessem dizer-lhe o que pensam e o que podem fazer. (…)”

Vacize-se: Thomas Malthus ou Thanos, Imunidade de rebanho, Gripe Espanhola, Centro Municipal de adoção de cães e gatos, A Revolta dos Macacos, CORTA-JACA, Doenças que podem ser tratadas com Canábis Medicinal, Joaquim

الحرة نيوز – 3 أدوات تساعدك في التحقق من الأخبار والصور والحسابات المزيفة عبر الإنترنت

لا تعتبر الإشاعات والأخبار المزيفة أو المضللة أمرًا جديدًا، فهي موجودة منذ الأزل، لكن الجديد الآن هو سرعة انتشارها، حيث سهلت وسائل التواصل الاجتماعي انتشارها على نطاق غير مسبوق، وقد لمسننا مدى خطورتها خلال انتشار جائحة فيروس كورونا (COVID-19) التي ما زالنا نعاني منها حتى الآن. Mohamed Gamal

تزداد صعوبة الثقة في أي شيء تراه على الإنترنت، فهناك الأخبار المزيفة والحسابات الوهمية عبر منصات التواصل الاجتماعي، بالإضافة إلى التلاعب بالصور ومقاطع الفيديو لتبدو واقعية باستخدام تقنيات الذكاء الاصطناعي، مثل: تقنية DeepFakes.

لذلك سنستعرض اليوم بعض الأدوات التي تساعدك في التحقق من الأخبار والصور والحسابات المزيفة عبر الإنترنت بسهولة:

1- أداة (Spot The Troll) للتحقق من الحسابات الوهمية:

تعتبر الحسابات الوهمية أو (الروبوتات الرقمية) Bots من أبرز المشاكل التي يعاني منها المستخدمون في تويتر ومنصات التواصل الاجتماعي المختلفة، حيث تعمل على توسيع نطاق وصول المحتوى بشكل مزيف من خلال زيادة إعادة التغريد، والإعجاب، وتستخدم للتأثير على الرأي العام حول مواضيع محددة، أو من أجل زيادة المتابعين للحسابات الفردية.

عند البحث عن أدوات تساعدك على التحقق من الحسابات الوهمية على منصات التواصل الاجتماعي ستجد لكل منصة أداة مثل: أداة (Circleboom) لتويتر، أو أداة (FakeFind) لموقع إنستاجرام، وهكذا، ولكن لا يوجد أداة تتيح لك التحقق من الحسابات الوهمية على جميع المنصات التي تستخدمها.

2- أداة NewsGuard للتحقق من الأخبار:

تُعتبر أداة (NewsGuard) من أشهر أدوات التحقق من الأخبار المزيفة، وهي تعتمد في عملها على فريق من الصحفيين وليس الخوارزميات.

توفر هذه الأداة تقييمات تفصيلية لأكثر من 5800 موقع إخباري، حيث يصنف  كل موقع على أساس تسعة معايير مختلفة، منها: هل الموقع ينشر محتوى مزيفًا باستمرار، وهل يتجنب العناوين الخادعة، وهل يضع الإعلانات بطريقة واضحة، هل هناك معلومات عن فريق العمل، وغير ذلك الكثير.

بناء على هذه المعايير تعطي الأداة معيار تقييم معين لتحديد التصنيف الكلي للموقع. ويحصل الموقع على تصنيف بلون أخضر إذا كان يفي بالمعايير الأساسية للدقة والمساءلة. بينما يظهر الموقع بلون أحمر إذا فشل في تلبية المعايير السابقة.

الأداة متاحة كإضافة لجميع متصفحات الويب، وأيضًا كتطبيق للأجهزة المحمولة سواء العاملة نظام أندرويد، أو نظام iOS.

3- أداة TinEye للتحقق من الصور:

تشبه أداة (TinEye) في عملها آلية البحث العكسي عن الصور في محرك بحث جوجل، فكل ما عليك فعله رفع الصورة التي تريد التحقق منها أو وضع رابط URL الخاص بها، كما يمكنك أيضًا ببساطة سحب الصور وإفلاتها لبدء البحث. 

وستقوم الأداة بفحص الصور عبر قاعدة بيانات الصور الخاصة بها التي تضم أكثر من 41 مليار صورة حتى الآن. كما تتيح لك إضافات (TinEye) البحث عن أي صورة ويب ببساطة عن طريق النقر بزر الماوس الأيمن على الصور في متصفح الويب الذي تستخدمه، كما أن لديها خيارات لفرز نتائج البحث وتصفيتها.

إضافة (TinEye) متاحة لمتصفحات: Firefox و Chrome و Opera. Al-Hurra News

Al-Hurraze_se: Water Crisis in Pakistan, A quem interessa uma região sem Estado, Meditação em 1 minuto, Piscina biológica sem cloro, RE 1.017.365

CAMAZOTZ, O BATMAN DO MUNDO MAIA

2.500 anos antes da DC Comics sequer existir, as pessoas já cultuavam um homem vestindo uma cabeça de morcego, que vivia da noite, com orelhas pontudas e uma capa que formava asas, esse era um deus ligado à morte e aos sacrifícios. Trata-se de Camazotz, o deus-morcego dos maias. ANDRÉ NOGUEIRA

Seu nome significa morcego da morte, pois seus atributos remetem a características do mundo das sombras, da noite e da escuridão, não há indícios de que os criadores do Batman teriam se inspirado na mitologia mexicana para criarem o álter ego de Bruce Wayne.

Em 2014, comemorou-se o 75º aniversário do herói da DC, o Batman. Um designer mexicano, Christian Pacheco, inspirado na confluência entre o mito maia e a figura do herói morcego, criou uma nova roupa ao herói que chamou a atenção nas redes sociais.

Reprodução gráfica estilística de Camazotz

Camazotz era associado a um deus assassino. Nas poucas descrições conhecidas (representações em pedra, alguns códices maias e o livro Popol Vuh) ele é associado a uma criatura da noite, o mestre dos mistérios que ataca aqueles que invadem o submundo.

Seu culto remete a 200 a.C., provavelmente entre os zapotecas de Oaxaca, cuja cultura material já apresenta um deus híbrido entre homem e morcego e onde o animal já é associado à noite e ao ato sacrificial. Depois, a figura será apropriada pelo panteão quiche, comunidade maia guatemalteca, que aproximou Camazotz ao deus Zotzilaha Chamalcan, associado ao fogo.

Os templos para sua adoração, em formato de ferradura e apontados ao Oriente, possuíam altares feitos de ouro em que se cultuava o deus e seu poder de poder curar qualquer doença e cortar facilmente o fio da vida que nos conecta com nossas almas.

Uma das principais obras conhecidas dos maias, o Popol Vuh (uma narrativa mítica dos ciclos do tempo, permeada de mitologias, conselhos éticos e descrições da comunidade) descreve Camazotz e sua ligação com o mundo sóbrio das profundezas (o Xibalbá).

Nele, Camazotz é um nome associado aos monstros em forma de morcegos encontrados pelos gêmeos Hunahpú e Ixbalanque em sua travessia e julgamento no submundo, os gêmeos são atacados por morcegos monstruosos acompanhados pela figura de um homem-morcego chamado Camazotz.

MEAVE Batman 75 00

A Warner Entertainment convidou 33 artistas mexicanos para comemorar os 75 anos do Batman com uma intervenção artística no busto da armadura usada no filme Dark Knight Rises. Essas obras de arte seriam exibidas no MUMEDI, o museu mexicano de design e depois seriam leiloadas. Felipe TofaniPristina.org

A peça abaixo é a criada por Gabriel Martínez Meave e foi produzida usando um estilo pessoal da caligrafia gótica. Os textos que aparecem sobre a armadura são em latim e inglês e são frases de vários filmes do Batman.

Cartilha feita em parceria com o E-farsas ensina como reconhecer uma notícia falsa!

Cartilha feita em parceria com o E-farsas ensina como reconhecer uma notícia falsa!

O físico e ilustrador Newton Gonzales, em parceria com o E-farsas, elaborou uma cartilha ilustrada explicando de forma simples como reconhecer uma fake news!

O resultado de um estudo feito em parceria com o E-farsas, com dados do Nexo Jornal, da agência de Notícias Reuters Brasil e da Afp Checamos de alguns passos que devemos seguir para descobrir se uma notícia compartilhada na web é verdadeira ou falsa.

A cartilha ilustrada pode ser baixada no blog Nebulosa Bar e distribuída à vontade (pra você compartilhar discretamente no grupo da família no WhatsApp) e foi feita com base nos 18 anos de experiência que o E-farsas tem no assunto!

Entre em contato com o E-farsas

(11) 96075-5663 – t.me/efarsas

E-farzes-se: Veneno ecológico para matar ratos., VENENO ECOLÓGICO PARA MATAR RATOS.Santa manopla, ThanosFAKE X DISCERNIMENTO e CARTA 7 de PlatãoAMAZÔNIA E AS FAKE NEWS, OS INIMIGOS DE BOLSONARO, PT E PSDB, PRIVATIZAÇÃO E O CROCODILO DO FIDELPapai Noel dos Correios. + Fake NewsFake News JournalMatrix 4: ???Arango, cura câncer?!?

Uma pandemia simulada?!?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou em 28 de fevereiro de 2020:

Em 21 de fevereiro de 2020, a Comissão Nacional de Saúde da China informou que 36.157 pacientes foram designados como curados e receberam alta do hospital, as pessoas receberam tratamento e estão se recuperando da infecção pelo vírus. Michel Chossudovsky

De acordo com a Administração Nacional de Produtos Médicos da China, os hospitais estão usando o Favilavir, um medicamento antiviral, “como um tratamento para o coronavírus com efeitos colaterais mínimos”.

The Economist relata que “o coronavírus espalha o racismo contra e entre os étnicos chineses”

Liderados pela desinformação da mídia, há outra dimensão. Pânico nas bolsas de valores. O medo do Coronavírus provocou a queda dos mercados financeiros em todo o mundo.

Coronavírus, Evento 201, Pandemia, Wuhan, Guerra Biológica, Controle, Vacina, 5G

Em 18 de outubro de 2019, o Johns Hopkins Center for Health Security, Baltimore realizou uma simulação cuidadosamente projetada de uma epidemia de coronavírus chamada nCoV-2019. A simulação foi realizada apenas 2 meses antes do surto de COVID-19.



No Evento 201 Simulação de uma pandemia de coronavírus, um colapso de 15% dos mercados financeiros foi “simulado”. Não foi “previsto” de acordo com os organizadores e patrocinadores do evento, que incluiu a Fundação Bill e Melinda Gates, bem como o Fórum Econômico Mundial.

Coronavirus Epidemic: WHO Declares a “Fake” Global Public Health Emergency

A simulação realizada em outubro, intitulada nCoV-2019, foi realizada apenas 2 meses antes do surto de COVID-19. O que deve ser entendido é que os patrocinadores do “exercício de simulação” de John Hopkins são atores poderosos e conhecedores, respectivamente, nas áreas de “Saúde Global” (Fundação B. e M. Gates) e “Economia Global” (WEF).

O Johns Hopkins Center for Health Security, em parceria com o Fórum Econômico Mundial e a Fundação Bill e Melinda Gates, sediou o Evento 201, um exercício de pandemia de alto nível em 18 de outubro de 2019, em Nova York, NY. O exercício ilustrou áreas em que parcerias público-privadas serão necessárias durante a resposta a uma pandemia severa, a fim de diminuir as conseqüências econômicas e sociais em larga escala.

Recentemente, o Center for Health Security recebeu perguntas sobre se esse exercício de pandemia previu o atual novo surto de coronavírus na China. Para deixar claro, o Center for Health Security e os parceiros não fizeram uma previsão durante o exercício de mesa. Para o cenário, modelamos uma pandemia fictícia de coronavírus, mas declaramos explicitamente que não era uma previsão. Em vez disso, o exercício serviu para destacar os desafios de preparação e resposta que provavelmente surgiriam em uma pandemia muito grave. Agora não estamos prevendo que o surto do nCoV-2019 matará 65 milhões de pessoas.

Muitas publicações, além disso, assinalam que o novo coronavírus que assola a China teria sido criado pelos Estados Unidos e mostram como supostas provas algumas patentes antigas, mencionando o próprio Bill Gates como dono de uma delas. A AFP verificou essas postagens e você pode conferir a checagem em português e espanhol.

Em comunicados à imprensa publicados durante o encontro, o Centro para a Segurança de Saúde explicou que o Evento 201 era “um exercício multimídia de pandemia do qual participaram líderes governamentais, da política, de saúde pública e empresas globais que pertencem a indústrias-chave na resposta a pandemias e para que as economias e as sociedades se mantenham ativas durante um surto intercontinental grave e de transmissão rápida”.

De acordo com a descrição fornecida no vídeo do evento, o vírus fictício usado no exercício foi denominado Síndrome Pulmonar Associada ao Coronavírus (CAPS, na sigla em inglês). A história criada para a simulação relata que o vírus, que se espalhou pelo mundo, começou no Brasil, onde foi transmitido de porcos para humanos, provocando sintomas respiratórios que iam desde leves gripes a pneumonias severas.

El evento 201 simula un brote de un nuevo coronavirus zoonótico transmitido de murciélagos a cerdos a personas que eventualmente se vuelve eficientemente transmisible de persona a persona, lo que lleva a una pandemia severa. El patógeno y la enfermedad que causa se basan en gran medida en el SARS, pero es más transmisible en la comunidad por personas con síntomas leves. Beatriz Talegón

La enfermedad comienza en granjas porcinas en Brasil, de manera silenciosa y lenta al principio, pero luego comienza a propagarse más rápidamente en entornos de atención médica. Cuando comienza a extenderse eficientemente de persona a persona en los barrios de bajos ingresos y densamente poblados de algunas de las megaciudades de América del Sur, la epidemia explota. Primero se exporta por transporte aéreo a Portugal, Estados Unidos y China y luego a muchos otros países. Aunque al principio algunos países pueden controlarlo, continúa extendiéndose y reintroduciéndose, y finalmente ningún país puede mantener el control.

No hay posibilidad de que haya una vacuna disponible en el primer año. Existe un medicamento antiviral ficticio que puede ayudar a los enfermos pero no limitar significativamente la propagación de la enfermedad.

Como toda la población humana es susceptible, durante los primeros meses de la pandemia, el número acumulado de casos aumenta exponencialmente, duplicándose cada semana. Y a medida que se acumulan los casos y las muertes, las consecuencias económicas y sociales se vuelven cada vez más graves.

El escenario termina a los 18 meses con 65 millones de muertes. En ese momento la pandemia comienza a disminuir debido a la disminución del número de personas susceptibles. La pandemia continuará hasta que haya una vacuna efectiva o hasta que el 80-90% de la población mundial haya estado expuesta. A partir de ese momento, es probable que sea una enfermedad infantil endémica. Diário 16

O objetivo da simulação não era provocar medo, eles esperavam que isso servisse como uma experiência de aprendizado, destacando tanto o impacto potencial de uma pandemia quanto as lacunas atuais na preparação para esse tipo de problema, foi criada uma lista de sete ações que os líderes dos setores públicos e privados podem executar para ficarem prontos caso um cenário semelhante ao do Event 201 aconteça. Olhar Digital

Notificação de casos de doença pelo coronavírus 2019 (COVID-19). Plataforma IVIS

Simulize-se: Simulação de Estupro?!?, Simulador Solar, IMPRESSORA BRAILE FEITA EM LEGO, FAZENDA SOLAR, Projeto oferece coleta de lixo orgânico por assinatura e devolve adubo ou hortaliças,

É ao morrerem que se tornam santos.

SOBRE GUGU LIBERATO

(Alexandre De Oliveira Périgo)

Ultimamente, relinchos e ameaças virtuais batem em mim e voltam.
Destarte cometi o crime inafiançável de escrever que Augusto Liberato foi um apresentador absolutamente sem talento e sem carisma que dedicou sua vida à alienação do povo brasileiro, foi um dos incubadores do fascismo que hoje nos assola, foi um propagador de fake news como a entrevista mentirosa com falsos líderes do PCC e foi também um dos responsáveis pela impregnação da cultura machista que mata milhares de mulheres todos os anos; escrevi que Liberato recebeu por tais desserviços somas milionárias como prêmio, que culminaram em um patrimônio de cento e cinquenta milhões de reais, comentei também que o cidadão, após ajudar a destruir o Brasil, resolveu covardemente morar no exterior, em uma mansão de quase setecentos metros quadrados, gozando da segurança e dos privilégios que a maioria esmagadora de seus compatriotas não desfruta, em alguma parte, por suas ações calhordas.

Não ri de sua morte, não fiz piadinhas com o acidente que o matou, não desrespeitei a família enlutada. Nada disso. Eu sou o tipo de comunista que acredita na utopia da revolução armada, porém que não se orgulha nem um pouco por ser a violência o único caminho para a derrubada da burguesia e a tomada popular do poder. A vida merece respeito. Toda vida merece. Mesmo a dos maiores canalhas.

Minhas críticas a Augusto Liberato foram contextuais, jamais destrambelharam para ofensas pessoais, mesmo porque não o conheci; pode ter sido um bom pai, um ótimo filho, não sei – e isso pouco importa. Meu foco foi exclusivamente destacar seu desserviço ao povo de meu país.

Foi aí então que a avalanche teve início.

Quando uma postagem atinge certo número de curtidas e de compartilhamentos no Facebook, a bolha estoura. E o que vem após esse estouro cheira mal, muito mal.

Fui xingado de tudo que era possível e imaginável. Disseram que eu era um “monstro que não respeitava a dor alheia”, um “oportunista que queria somente aparecer”, um “urubu que não respeitava o morto” e um “recalcado com inveja do sucesso do apresentador falecido”. Chamaram minha mulher de puta, minha mãe de vaca, meus filhos de animais. Daí para baixo.

Entretanto minha motivação para escrever essa reflexão não foram as ofensas; já mencionei que tenho o couro curtido. O que me chamou a atenção com os comentários ofensivos que recebi às centenas foram quatro aspectos conjunturais.

O primeiro é o luto e a moralidade seletivos da parcela mais conservadora do país. Para essa gente, rir e fazer piadas das mortes da esposa e do neto de Lula são práticas aceitáveis e até estimuladas. No entanto, essas mesmas gentes de bem, ao lerem uma mera crítica contextualizada às ações em vida de um apresentador de TV alguns dias após seu passamento, tomam para si as dores da família do morto com uma fidelidade perdigueira, passando a taxar de “monstruoso” e de “insensível” qualquer um que ouse fazer referências que não sejam loas ao defunto. Adicionalmente, aqueles que atualmente qualificam como “fim dos tempos” qualquer performance artística com algum grau de sensualização, em especial se assistida por crianças, passaram com a morte de Liberato a relativizar moralmente os quadros televisivos altamente erotizados promovidos pelo apresentador no passado, como eram os concursos de beleza com meninas de menos de dez anos e as banheiras com mulheres seminuas a serem bolinadas por homens de sunga na busca de sabonetes. A moral e os bons costumes dessa gente conservadora proveram hipócritas concessões travestidas com ares de “nostalgia” às putarias televisivas de Liberato nas tardes de domingo; tudo era “divertido”, “engraçado” e aceitável, afinal de contas, “isso faz muito tempo” – como se houvesse anacronismo nas críticas ao machismo recente dos programas do SBT.

O segundo é a sacralização do morto. Criticar o comportamento de alguém que morreu recentemente é, para boa parte dos brasileiros em geral, indesculpável. Partir desta para melhor veste inexoravelmente de qualidades os maiores crápulas. Se os canalhas envelhecem como disse Nelson Rodrigues, é ao morrerem que se tornam santos.

O terceiro é o despreparo retórico e conceitual do brasileiro médio para o debate; no imaginário coletivo de boa parte dos nossos, debater equivale a uma competição, uma verdadeira rinha de galo retórica. Não há troca de ideias nem provocações que levem a reflexões, nada disso; há tão somente uma luta, onde o vencedor, orgulhoso de sua inteligência, veste os louros da vitória e o perdedor, humilhado publicamente, a quem resta apenas retirar-se com o rabo entre as pernas. Também não é necessário arcabouço algum para a construção de argumentação. Opiniões, por mais despreparadas e pueris que sejam, devem ser religiosamente respeitadas. Um simples “eu acho que” derruba anos e anos de dedicação e de estudo sobre um tema. Sem nenhum constrangimento.

O quarto e último é sobre a força da televisão na formação do inconsciente coletivo nacional. Isso não pode ser subestimado. O Brasil inteiro vem sofrendo uma verdadeira lobotomia midiática nos últimos cinquenta anos que cobra um alto preço, inclusive dentro do dito campo progressista. Seguramente por conta disso tomei porrada de centenas de pessoas sedizentes de esquerda e defensores aguerridos das práticas de Liberato. Cheguei, não sem tristeza, a ler uma pessoa filiada ao PSOL chamando-me de “elitista” por criticar Liberato, pois o apresentador “fazia parte da sua infância” e “promovia a divulgação da cultura popular”. Bloqueei, sem exageros, mais de duzentas pessoas que foram desproporcionalmente agressivas em minha postagem; o desalento é que seguramente mais da metade delas usava “Ciro 2022” ou “Lula Livre” como fotos de capa.

O texto é grande, mas a conclusão é simples: somos ainda reféns da hipocrisia comportamental e dos ditames televisivos. E uma realidade maturada por décadas não muda de um dia para o outro. O importante é seguirmos em frente, ainda que a passos curtos e sem parar durante a caminhada. Temos problemas para muito além dos milicianos que estão no poder. Será preciso reeducar os brasileiros sem a presença da metástase midiática burguesa. E não podemos nunca nos esquecer: nadar contra a maré traz gosto de água salgada na boca.

Santifique-se: O POVO BRASILEIRO, Patrono do esporte brasileiro, Gugu Liberato, EU ESCOLHI VOCÊ, 400 Nudes, O bom moço do Brasil, Território Político – A Força da Ação Coletiva, As gémeas marotas

O globo pisou na lua

“Acabei de postar aí uma matéria sobre o Merval Pereira. Palestra por 375 mil reais, tá legal? Tá ok? 375 pau uma palestra no Senac, tá ok? Façam matéria agora. Se vocês não fizerem nenhuma matéria sobre isso amanhã no jornal eu não dou mais entrevista pra vocês, tá legal? Tá combinado? Toda a imprensa. Tá combinado? E tem mais nome também, eu só botei um nomezinho hoje. Não estou perseguindo ninguém. Agora, gastar dinheiro público pra palestras, aí é brincadeira. Fica escrevendo o tempo todo lá críticas, criticar mas mostrar que é uma pessoa isenta, né? Imprensa isenta. Se não fizerem matéria escrita amanhã nos jornais, não tem mais entrevista pra vocês aqui, tá legal?” Gilberto Dimenstein – Catraca Livre

Fato ou Fake: 5 dicas de como checar uma mensagem falsa. Roney Domingos – G1

A VERDADE por trás da proibição da MACONHA


A produção de fake news parece coisa do século 21, mas a história da maconha revela que esta planta já sofre há quase 100 anos com um bombardeio de notícias falsas.
Boa parte das mentiras utilizadas como motivo para proibir a maconha já foram desqualificadas pela ciência, mas seguem sendo utilizadas até hoje, inclusive nos discursos políticos e médicos. Neste contexto, o questionamento de argumentos falaciosos é fundamental na luta pela legalização. O livro “Maconha: mitos e fatos” da socióloga Lynn Zimmer e do farmacologista John P. Morgan é uma ótima fonte de leitura sobre todo esse arcabouço de tolices que dizem sobre a erva.
Provavelmente o mito mais famoso sobre a maconha é história de que ela destrói neurônios.

O que é fato nesta questão dos efeitos neurológicos é que a maconha afeta a memória de curto prazo (responsável por armazenar informações de rotina do dia-a-dia), mas de forma temporária. Passado o efeito da erva, a capacidade de memorizar informações volta ao normal, sem provocar danos permanentes.

E tem aquela história, que muitos certamente já ouviram, da maconha ser porta de entrada para outras drogas. Mentira feia!

A tática mais utilizada por defensores da teoria da porta de entrada e listar usuários de maconha que passaram a usar cocaína. É tipo de conexão tão absurda como dizer que pessoas que andam de bicicleta vão despertar um desejo incontrolável de andar de moto.
Em 1937, o diretor do Departamento de Narcóticos dos EUA, Harry Anslinger (um dos maiores lobistas pela proibição da cannabis), escreveu em artigo que “inúmeros homicídios, suicídios, roubos, agressões, assaltos e invasões de residências” são relacionados a insanidade provocada pelo uso de maconha. Nesta mesma época jornais abusavam do sensacionalismo ao relatar crimes supostamente cometidos por pessoas sob efeito da maconha. Infelizmente parte da imprensa segue trabalhando da mesma forma.
O crime mais comum entre usuários da erva é fato de estarem comprando e portando algo ilegal. Carta Capital

Mude conceitos, você pode e deve: MANUAL PLANTAS AMAZÔNICAS, Funcional Obsoleto, Produtos para Consumo de Maconha, Hemp Car, Álcool, drogas e Sacklers, Como a indústria do fumo enganou as pessoas?, A onda, BEBER MENOS

Papai Noel dos Correios. + Fake News

A Campanha Papai Noel dos Correios acontece há 29 anos em todo o país e tem o objetivo principal de enviar carta-resposta às crianças que escrevem ao Papai Noel, atendendo, dentro do possível, aos pedidos de presentes de natal das crianças em situação de vulnerabilidade social. Em seu portal, os Correios informam que, além de estimular a redação de cartas manuscritas pelas crianças, a campanha dissemina os valores natalinos como solidariedade.

Em nota, os Correios esclareceram que a campanha deste ano ainda não começou. “Ela será lançada oficialmente na próxima terça-feira (6). O evento será realizado no Edifício Sede dos Correios, em Brasília. Esclarecemos que as datas e a operação da campanha podem variar em cada Estado. Todas as informações sobre o Papai Noel dos Correios 2018 estarão disponíveis no hotsite, que será divulgado no dia do lançamento da campanha”, informava a nota. Instituto Mongeral Aegon


A campanha ocorre, normalmente, nos meses de novembro e dezembro de cada ano. Datas e pontos de adoção de cartas, de entrega dos presentes nas agências e da entrega dos presentes às crianças são divulgados em blog específico. As unidades da federação (UFs) possuem datas diferentes e os pontos de adoção, também são definidos por cada UF. As informações completas de cada ano, estarão no blog, no endereço http://blog.correios.com.br/papainoeldoscorreios, a partir de novembro do mesmo ano.
IMPORTANTE: Fique atento(a), a informação oficial é a do site dos Correios (www.correios.com.br).

Nos Correios você pode pegar umas das 17 milhões de cartinhas de crianças e ser o papai noel delas. Têm pedidos inacreditáveis. Tem crianças pedindo um PANETONE, uma blusa de frio para a avó, caderno, lápis e borracha para estudar.
É só pegar a carta e entregar o presente nos Correios. O próprio Correios se encarrega de fazer a entrega! Se puderem DIVULGAR seria ainda melhor … ❤

Descubra onde esta a Fake News e ganhe um sachê do INSTANTLY AGELESS ™.

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Editado via celular.

Fake News Journal

Notícias falsas sempre existiram, mas se intensificaram com o surgimento das redes sociais, elas não são piadas, uma obra de ficção ou uma peça lúdica, são mentiras com artifícios que lhe conferem uma aparência de verdade. As fake news podem ser o alicerce de uma nova forma de negócio baseada na mentira. Eduarda Toledo

Mude conceitos, você pode e deve: MídiaNinja, Quarto poder, Urna fraudetrônica, Um Monte de mentiras, Idiotas do limbo, Vergonha alheia!!!, REVENGE!, Carta à Sra. “Presidenta” da República, Empoderamento dos recursos, Carta de um policial nos protestos de São Paulo, COURAGE ?