DIA HISTÓRICO: Sexta Turma STJ autoriza cultivo individual da cannabis

DIA HISTÓRICO: Sexta Turma STJ autoriza cultivo individual da cannabis – MovReCam

Live com a advogado do Projeto MMJ comentando a decisão do STJ, no RHC 147.169/SP que abre um grande precedente para o cultivo para fins medicinais.

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Here’s more: 1ª Live MMJ – Chá das Mães Jardineiras – Farmácia Viva e Direito de Cultivo Doméstico4ª Aula do 3º Curso de Cannabis MedicinalCDB e Olímpiadas, as Cannalimpíadas!

BRANCA ALVES DE LIMA

Apesar de, infelizmente pouco conhecida, esta é “Branca Alves de Lima”, criadora da Cartilha CAMINHO SUAVE.

Branca nasceu em São Paulo em 1911 e faleceu em 2001, com 91 anos, injustamente esquecida, pois concebeu em meados do século passado, a cartilha ‘Caminho Suave’.  Mais de 48 milhões dos brasileiros adultos de hoje foram alfabetizados por ela. MGSNEWSTV

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A Cartilha Caminho Suave é o livro escolar de maior tiragem e circulação na história da educação brasileira. Sua autora não alcançou a mesma divulgação de seu impresso escolar, a despeito de, em cinco décadas, ser a responsável pelo sucesso de sua publicação. A história da professora normalista, alfabetizadora, autora e também empresária, pois criou uma editora com o mesmo nome da cartilha, se confunde com seu material didático, ou se apaga no meio de disputas do conhecimento tão próprias da história. As lacunas na história de Branca são grandes, no entanto, reunir fontes dispersas possibilitou conhecer alguns lugares ocupados pela professora em seu quase um século de vida. Branca foi uma mulher de seu tempo, fora de seu tempo. Diane Valdez – Universidade Federal de Goiás (UFG)

Devemos muito da alfabetização do nosso país a essa educadora. Por um dever moral espalhemos o nome e a história de Branca Alves de Lima! À sua memória, nosso carinho e gratidão pela vida dedicada à educação com amor e dignidade. Todos que aprenderam a ler e a escrever antes de meados da década de 90 lembram o quão agradável era, a cada semana, aprender com a cartilha uma silaba nova e todo um conjunto novo de palavras.

O falecimento de ‘Dona’ Branca não mobilizou o mundo educativo e nem a imprensa. Consegui localizar nada mais que um anúncio fúnebre sem pompa, um anúncio padronizado, silencioso, discreto e tímido em uma coluna intitulada “Falecimentos”, no rodapé de matérias sobre violência na capital:

“Prof. Branca Alves de Lima – dia 21. Professora e escritora, era autora da cartilha Caminho Suave. Filha do sr. Manuel Silveira Lima e de d. Isaura Alves de Lima, era irmã do dr. Álvaro Alves de Lima, de D. Henriqueta Alves de Lima e de Altair Alves de Lima Liguori, todos falecidos. Deixa cunhada e sobrinhos. A missa de sétimo dia será celebrada no dia 27 (sábado) as 7.30, na Igreja de Santo Agostinho, na Praça Santo Agostinho, Aclimação. (O Estado de São Paulo, 25 de janeiro de 2001, p. 11)”

Branca Alves de Lima, nasceu, viveu e morreu na capital, São Paulo, no entanto não foi possível encontrar dados sobre a infância e adolescência da menina que nasceu em um agosto de 1910, na região do Brás. Hoje sinônimo de comércio, a região do Brás foi palco de uma histórica luta operária na industrialização e homenageia um compatriota dos pais de Branca, português e proprietário de terras: Benemérito José Brás. Nas primeiras décadas do século XX, a região era rural e abrigava imigrantes, sobretudo italianos e portugueses. A outra moradia de Branca foi na região de Fagundes e depois Liberdade, onde morou até sua morte no ano de 2001. Planalto em Pauta

Na região do Brás, foi criado na década de noventa do século XIX o Grupo Escolar Romão Puiggari, uma escola de referência para os filhos dos imigrantes com dificuldade na língua. O espanhol Romão Puiggari foi professor da Escola Normal de São Paulo e, assim como Branca, foi autor de livros escolares. Acompanhado do professor Arnaldo Barreto, lançaram no ano de 1895, pela livraria Francisco Alves, a série de quatro volumes de seus livros de leitura da série Puiggari-Barreto, que conquistou em 1904 a medalha de prata na Exposição Universal nos Estados Unidos, conforme afirmou Valdez (2004). Neste Grupo Escolar, Branca foi professora, conforme será abordado posteriormente.

O que temos de mais concreto é sua formação na Escola Normal do Brás, estabelecimento constantemente citado como formação máxima da professora. A Escola Normal do Brás, criada quase junto com o nascimento de Branca, 1912, faz parte de um projeto de expansão de escolas destinadas à formação de docentes para cumprir as exigências republicanas do ensino primário.

As escolas normais públicas surgiram no Império brasileiro, na primeira metade do século XIX, no entanto coexistiram, historicamente, com os conflitos do público com o privado, tornando-se espaços, muitas vezes, frágeis, efêmeros e repletos de continuidades e descontinuidades, consolidando-se, sobretudo, na segunda metade do Brasil oitocentista.

Em entrevista dada no ano de 1967, Branca registrou sua preocupação com o processo de alfabetização, que iniciou nos anos vinte quando frequentou essa Escola, Antes mesmo de concluir o curso, em 1929, já lecionava:

“Na Escola eu aprendi a ensinar pelo método analítico puro – hoje chamado global – e, em 1931, ingressei no magistério público e apliquei este método por cinco anos. Mas foi uma decepção; não tive os resultados esperados. Então resolvi ir modificando, por baixo do pano, passando a usar o analítico sintético, mas partindo da palavra (O Estado de São Paulo, 20 de agosto de 1967, p. 19)”

Com o diploma de normalista em mãos, aos dezenove anos, Branca iniciou sua jornada em escolas no interior de São Paulo. Em entrevista dada ao jornal O Estado de São Paulo, no ano de 1991, registrou que iniciou sua carreira profissional em uma escola rural de Jaboticabal, pois naquela época, segundo ela, no início da carreira era preciso lecionar, no mínimo, um ano na zona rural e aprovar, alfabetizando, no mínimo quinze alunos, para depois poder dar aulas em uma classe de uma boa escola urbana.

No ano de 1936, com vinte e cinco anos, a jovem professora lecionava em um grupo escolar de São José do Rio Preto, onde iniciou experiências de alfabetização com imagens associadas às sílabas, obtendo bons resultados.

O método analítico, também conhecido como “método olhar-e-dizer”, defende que a leitura é um ato global e audiovisual. Partindo deste princípio, os seguidores do método começam a trabalhar a partir de unidades completas de linguagem para depois dividi-las em partes menores. Por exemplo, a criança parte da frase para extrair as palavras e, depois, dividi-las em unidades mais simples, as sílabas.

Os métodos de alfabetização podem ser divididos em dois grandes grupos: os sintéticos, do micro para o macro (primeiro as letras, depois as sílabas e, em seguida, palavras e textos); e os analíticos, do macro para o micro, que partem da leitura da palavra e das frases para apenas depois destacar as sílabas e letras.

Na cartilha Caminho Suave o material apresenta inicialmente as vogais, depois forma encontros vocálicos e parte para a silabação.

Com o objetivo de orientar o trabalho a ser desenvolvido a cartilha era acompanhada por um Manual do Professor, aonde cada lição era antecedida de uma história associando os personagens às palavras-chave, seguida de orientações de como apresentar o cartaz correspondente à palavra-imagem.

Falar sobre a autora remete a outro espaço também ocupado, um longo tempo, por Branca: o de empresária em sua Editora Caminho Suave Limitada, criada especialmente para publicar seus livros de forma autônoma. Vale registrar que, pelo menos até o ano de 1965, consta na Cartilha que os direitos autorais são reservados à Editora e Distribuidora Branca Alves de Lima, nome da editora, fato que ressalta uma personificação sem igual.

Branca registrou que o tempo percorrido na carreira de professora, até alcançar o posto de autora, foi de cerca de duas décadas. No entanto, de autora para proprietária e empresária, o tempo encurtou para cerca de dois anos.

“Procurei todas as grandes editoras da época, mas elas não acreditavam que o livro fosse vender”, revela. A solução foi pagar a edição inicial com sua poupança de 20 contos de réis, o suficiente para imprimir 5 mil exemplares. “Nos dois primeiros anos tive prejuízo, mas no terceiro comecei a ganhar dinheiro”. (O Estado de São Paulo, 05 de maio de 1991, p. 22)

Eu estava juntando dinheiro e já tinha vinte mil cruzeiros antigos e, com essa importância, mandei publicar cinco mil exemplares. Distribuí cerca de mil em propaganda e, depois, mandei imprimir mais cinco mil. (O Estado de São Paulo, 20 de agosto de 1967, p. 19)

A Editora Caminho Suave Limitada, ao que tudo indica, era uma empresa familiar. Além de Branca, que assumia a frente da empresa, o pai, Manoel, como já foi registrado, ocupou o cargo de sócio-diretor até o ano de 1977, quando faleceu, e seu cunhado, Ernani Liguori, de formação empresarial, casado com a irmã caçula de Branca, Altair Alves de Lima Liguori, assumia a responsabilidade de Gerente Comercial. Neste aspecto, certamente, a empresa abrigava outras pessoas da família, pois empresas familiares eram um modelo de administração tradicional e bastante comum no Brasil na primeira metade do século XX.

No ano de 1997, após ter seus livros recusados pelo Governo, Branca voltou a sinalizar como construiu seu modelo de ensino:

Na década de trinta, (…) a prática “em moda” para alfabetização se chamava processo analítico. Depois de 21 anos chegaram à conclusão que não funcionava e deram liberdade didática aos professores. Aí comecei a construir o meu sistema, de imagens. Fiz uma porção de cartazes. Mas, no começo, as figuras não eram associadas às letras. (Folha de São Paulo, 25 de novembro de 1997, p. 10).

Um dia estava olhando meus cartazes e tive um insight. Comecei a desenhar com giz em cima dos cartazes. No G, desenhei um gato e disse “Veja como a letra G se parece com um gato”. Depois, no F, desenhei uma faca. Percebi que as crianças, associando uma letra a uma figura, esqueciam menos. (Ibidem).

Os livros de Branca ficaram fora da aquisição e da distribuição pública. Distintas matérias da imprensa divulgaram o que parecia inesperado: a campeã de vendas estava fora do páreo, suas obras foram consideradas inapropriadas e não foram contempladas com nenhuma estrela. Branca ficou sem chão e sua editora foi fechada em 1997, dado que aponta a importância da compra dos livros de Branca de forma oficial.

O jornal Folha de São Paulo, no final do ano de 1997, trouxe dois textos, intitulados “Autora de Caminho Suave pesquisou palavras” e “Pioneira associou letras e imagens”, ilustrados com uma foto de cartilhas empilhadas sob a seguinte legenda: “Cartilhas Caminho Suave que não foram vendidas na sede da Edipro”. A matéria deu voz à professora Branca Alves de Lima, na época com 87 anos, ressaltando que sua Cartilha alfabetizou um quarto da população brasileira. Neste momento, sob a disputa entre o construtivismo e o ensino
tradicional, Branca declarou em tom crítico:

(…) ao final de diversos anos é que se vai chegar à conclusão se o construtivismo dá ou não resultados (Folha de São Paulo, 25 de novembro de 1997, p. 10).

Estão projetando, quase decretando, que os alunos não usem mais cartilhas (Ibidem).

Eu gostaria até de adotar (o construtivismo) para chegar a uma conclusão. Mas, hoje, eu escuto mal e enxergo mal (Ibidem).

Esta é a modesta e sincera homenagem que posso agora prestar como tributo de gratidão, a memória daquela que, sob moldes humaníssimos e quase maternos, abriu-me a réstea de luz da alfabetização da cartilha “Caminho Suave” de nossa educadora paulista, Branca Alves de Lima. Nelson Valente

Disponibilizamos o curso completo e gratuito de História do Brasil do período pré-colombiano aos dias atuais: São 15 vídeos ao todo.

Confira o primeiro da playlist: https://www.youtube.com/watch?v=2jh67KYXKIc

Suaze-se: Paulo Freire plagiou professor americano e destruiu a educação brasileira, Vovô Tech e outras aulas grátis para idosos, Marx escreve uma carta de repúdio ao professor, Quem ama, educa!?!, Olimpíadas Brasileiras de Astronomia e Astronáutica, Ausonia Donato, entre outras.

Os donos da ração!

Facebook

Dormem na cama dos pais até quando querem. Largam mamadeira e chupeta quando querem.

Só comem o que querem.
E dai? Que mal faz?

Anti-Social aos 11 anos.
Melhor celular a cada Natal.
Surdos com seus fones de ouvido.
Centenas de amigos virtuais.
Não pensam nos riscos.
Festa social? Se não for top, nem vou.
Alto grau de exigência.

Conseguem tudo o que querem.
E dai? Que mal faz?

Os pais não precisam brincar.
O celular faz isso.
Os pais não precisam buscar nas festas.
O Uber faz isso.
Os pais não precisam cozinhar.
O Ifood faz isso.
Os pais não precisam nem educar.

A escola integral faz isso.
E daí? Que mal faz?

Facebook

Nem pensam que tudo o que o filho quer é “um puxão de orelha” e uma bronca: “hoje não é dia de festa! Vai comer comida que presta!”

Criar filhos está “mais fácil”, mais cômodo, afinal, a criança resolve tudo com cliques na tela.
E daí? Que mal faz?

Ler para o filho? Cantar musica e fazer cafuné? Luxo para poucos. Os pais estão desconectados. Precisam de ajuda, mas só aceitam quando a bomba explode.

Pais e filhos sob o mesmo teto mas diálogo zero. Nem um filme juntos.

Mas sempre conseguem aquela selfie de família perfeita.

Afinal, o que importa é mostrar que é feliz.

Ter mil curtidas.
Mal sabem o que é um jogo de tabuleiro.

Pensar virou uma coisa que dói.

Fazer criança pensar parece que é fazê-la sofrer.

E o que você quer ser quando crescer?
Youtuber. Blogueira. Vlogueira.
Digital influencer.
Estudar, entrar na faculdade, se especializar… imagina!! Não sei esperar.
Não sei ouvir não.
Não sei o que é frustração e rejeição.
Culpa de quem?
Ops! Nao se pode falar nisso.
Não pode é mais nada.
Não pode dar palmada, nao pode falar alto, nem em pé com a criança.

Não pode castigá-lo. Não pode nem falar não.
E o tempo passando. Os filhos crescendo. Drogas e suicídio aumentando.

Querem tudo pra já.
Bem no esquema “venha a nós o vosso reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no Céu”. E aí do adulto que não disser “amém,”

Texto: Denise Dias Terapeuta

WhatsApp prepara opção de pausa para (longas) gravações de voz

Os fãs dos áudios gravados no app de mensagens devem contar em breve com uma útil novidade. Carsten Drees in: NextPit

Os colegas do site WABetaInfo descobriram que o Zap permitirá fazer uma pausa nas gravações das mensagens de voz. Com a ajuda de um botão de pausa, você pode interromper a gravação e continuá-la a qualquer momento, bastando tocar novamente no botão de gravação.

Para quem gosta de mandar áudios elaborados — ou simplesmente foi interrompido pelo caminhão do gás —, a novidade é uma mão na roda, já que acaba com a necessidade de gravar a mensagem em uma só tacada.

Ainda não se sabe quando o recurso será disponibilizado para todas as pessoas, mas a novidade foi descoberta na versão beta para iOS e já está em andamento para o Android.

A ferramenta garante acesso aos conteúdos das gravações sem precisar ouví-las. O site especializado explica que, além de nativa, a função não depende dos servidores do Facebook para funcionar. Ou seja, tudo é realizado diretamente no smartphone do usuário, com o auxílio do sistema de reconhecimento de fala do celular da Apple. tecnoblog

Há algumas semanas, informamos sobre a opção planejada para converter mensagens de voz em texto. Há alguns dias, WABetaInfo também informou que o WhatsApp finalmente quer tornar possível ouvir mensagens de voz enquanto você lê e digita mensagens em outras conversas no Zap ao mesmo tempo.

WhatsApp trabalha em ferramenta nativa para transcrição de áudios (Imagem: Reprodução/WABetaInfo)

O recurso funciona assim: depois que o usuário dá a permissão para o WhatsApp utilizar o reconhecimento de fala do iOS, será possível acessar um tela chamada “Transcrição” (em tradução livre), o conteúdo do áudio em forma de texto, ficará armazenado localmente para leituras futuras, separados em uma linha do tempo.

O WhatsApp ainda vai liberar outra novidade aos usuários em breve. Também nesta sexta-feira (10), o mensageiro anunciou os backups criptografados de ponta a ponta para incrementar a proteção das cópias de segurança que são guardadas na nuvem. A função chegará aos aplicativos de mensagens para Android e iPhone (iOS).

A ferramenta é opcional e oferece mais segurança aos arquivos que são enviados para o Google Drive (Android) e iCloud (iPhone). O mensageiro vai criptografar os backups com uma chave única e aleatória de 64 dígitos. Dessa forma, a cópia de segurança só poderá ser acessada com a credencial ou com uma senha criada pelo próprio usuário.

Voze-se: Alternativas Whatsapp, Whatsapp usando a força da mente, O chip do WhatsApp, Caiu Zuck, Busca no Google: truques e dicas., Contagem pública dos votos, Cartilha feita em parceria com o E-farsas ensina como reconhecer uma notícia falsa!

O salto de paraquedas mais alto da história

Um número sem precedentes de oito milhões de pessoas entrou no YouTube em 14 de outubro de 2012 para testemunhar o momento que mudou tudo, O pára-quedista austríaco Felix Baumgartner completou um salto de pára-quedas de 38.969,4 metros, batendo oito recordes mundiais e a barreira sonora no espaço de apenas três horas. Guinness World Records Limited 2021

Cinco anos de planejamento escrupuloso, o projeto Red Bull Stratos de US $ 20 milhões (12,45 milhões de dólares) fez história naquele dia, sinalizando um enorme avanço no conhecimento do mundo sobre a forma como o corpo lida com condições extremas perto do espaço.

Felix Baumgartner’s supersonic freefall from 128k’ – Mission Highlights. Red Bull

After flying to an altitude of 39,045 meters (128,100 feet) in a helium-filled balloon, Felix Baumgartner completed a record breaking jump for the ages from the edge of space, exactly 65 years after Chuck Yeager first broke the sound barrier flying in an experimental rocket-powered airplane. Felix reached a maximum of speed of 1,357.6 km/h or 843.6 mph(Mach 1.25) through the near vacuum of the stratosphere before being slowed by the atmosphere later during his 4:20 minute long freefall. The 43-year-old Austrian skydiving expert also broke two other world records (highest freefall, highest manned balloon flight), leaving the one for the longest freefall to project mentor Col. Joe Kittinger.

Felix buscou alturas ainda maiores e resolveu quebrar o recorde de 52 anos de Joseph Kittinger (EUA) para o maior salto de pára-quedas em queda livre. Com isso, o desafio final da Red Bull e da Baumgartner foi posto em movimento.

Space Jump-Col. (Ret.) Joe Kittinger. National Museum of the U.S. Air Force

As jets flew higher and faster in the 1950s, the Air Force became increasingly worried about the safety of crews who had to eject at high altitude. Joe Kittinger was the first man to test a newly designed suit that protected pilots upon ejection.

GoPro: Red Bull Stratos – The Full Story. GoPro

October 14, 2012, Felix Baumgartner ascended more than 24 miles above Earth’s surface to the edge of space in a stratospheric balloon. Millions across the globe watched as he opened the door of the capsule, stepped off the platform, and broke the speed of sound while free falling safely back to Earth. Felix set three world records that day—and inspired us all to reach beyond the limits of our own realities, and reimagine our potential to achieve the incredible.    GoPro was honored to be a part of this epic achievement, with seven HERO2 cameras documenting every moment. From the airless freeze of outer space, to the record-breaking free fall and momentous return to ground—see it all through Felix’s eyes as captured by GoPro, and experience this incredible mission like never before. No one gets you closer than this.

Em 24 de outubro de 2014, o executivo do Google, Alan Eustace (EUA) caiu para a Terra de 41.422 metros (135.898 ft), e quebrou o recorde de Felix para o maior salto de pára-quedas em queda livre.

O cientista da computação de 57 anos quebrou o recorde de Baumgartner, ao pular de um balão na estratosfera terrestre. Sem grande orçamento, ajuda tecnológica ou divulgação publicitária, Eustace bateu o recorde do austríaco por 2 quilômetros. Canaltech

Record-Breaking Near-Space Dive Leaps from 135,000 Feet | VideoVideoFromSpace

Alan Eustace dove from a high-altitude balloon soaring at approximately 135,000 feet. Felix Baumgartner held the record at 128,000 feet. FULL STORY: http://goo.gl/tF50aY

Inicialmente, o salto foi computado como a 41,43 quilômetros de altura, mas foi posteriormente corrigido pela Federação Mundial de Esportes Aéreos. O recorde do vice-presidente do Google foi reconhecido pela Associação de Paraquedismo dos Estados Unidos.

Salteze-se: Queda Livre!, Queenstown – Nova Zelândia, Oito filmes que retratam o suicídio, Na Natureza Selvagem (spoiler), CONSTELAÇÕES INDÍGENAS

Olho negro

Gabriela Orsini – Metropolitana Fm

Se você olhar para o céu em uma noite estrelada e encontrar a Constelação de Telescópio, vizinha da Constelação de Sagitário, estará olhando para o buraco negro mais próximo da Terra já encontrado – até agora. Ele está situado a apenas 1.000 anos-luz de distância, e sua descoberta foi anunciada nesta quarta-feira (6) em um estudo publicado na revista Astronomy & Astrophysics. Daniele CavalcanteCanaltech

Análise do “Olho de Horus” como representação de um Buraco Negro.
Lente GravitacionalIchi.Pro

Negroze-se: Olhos Azuis, Outros olhos, CONSTELAÇÕES INDÍGENAS, A Teoria de Tudo, Jesus Negão, Infinito paralelo, Via Láctea pelo navegador

130 mil itens são descartados por semana em depósito da Escócia

Olhar Digital – Facebook

Durante o ano de 2020, a Amazon destruiu mais de 2 milhões de produtos falsificados. De acordo com a empresa, apesar da facilidade de cadastro de produtos que ela oferece aos seus parceiros, os seus centros de distribuição buscam identificar produtos não originais e proteger o consumidor. Além disso, destruição do material também evita que ele volte a ser vendido. tudo celular

Mas ao que parece, a empresa mais valiosa do mundo também produz um desperdício de produtos chocante em escala semanal, mesmo em tempos de grande preocupação ambiental com o efeito estufa e consequente colapso dos oceanos.

Uma investigação da emissora de televisão britânica ITV revelou que um depósito da Amazon na cidade de Dunfermline, na Escócia, destrói mais de 130.000 itens não vendidos por semana.

Segundo um ex-funcionário da empresa, entre o material “descartado” estão produtos muito desejados como MacBooks, TVs, joias, fones de ouvido, livros e máscaras PFF2 para prevenção do coronavírus.

Os trabalhadores, de acordo com o colaborador não identificado, têm uma meta semanal de separar 130.000 itens para “descarte”. Pelo menos metade desses produtos são destruídos ainda embalados, enquanto a outra metade, embora constituída de itens devolvidos por clientes, ainda apresenta em boas condições de uso mesmo fora das caixas.

E essa não é uma exclusividade da unidade de Dunfermline. Em 2019, repórteres franceses descobriram que a Amazon destruiu mais de 3 milhões de produtos em apenas um ano em dos armazéns na França.

A informação foi revelada por um ex-funcionário da gigante do e-commerce. Ele filmou um dos 24 centros de distribuição que operam no Reino Unido e capturou a chamada “zona de destruição”. Lá, a empresa descarta milhares de produtos nunca usados. Entre eles estão Smart TVs, notebooks, drones, secadores de cabelo, fones de ouvido de última geração, livros, milhares de máscaras seladas. tecmundo

“A nossa meta era destruir 130 mil itens por semana. Não há razão para o que é destruído: aspirador de pó, MacBooks e iPads; no outro dia, 20 mil máscaras [faciais] de Covid ainda fechadas foram destruídas”, conta.

De acordo com o ex-funcionário — que não quis se identificar na reportagem —, todos esses itens são separados em caixas com a marcação “destruir”.

Antes de saber da investigação, o diretor da Amazon no Reino Unido, John Boumphrey, contou à ITV News que a quantidade que a empresa destrói é “extremamente pequena”.

Após a reportagem, Boumphrey afirmou: “Estamos trabalhando para uma meta de descarte zero de produtos e nossa prioridade é revender, doar para organizações de caridade ou reciclar quaisquer produtos não vendidos. Nenhum item é enviado para aterro no “Reino Unido”. Como último recurso, enviaremos itens para recuperação de energia, mas estamos trabalhando muito para reduzir o número de vezes que isso acontece”.

Descarteze-se: Cataki, o “Tinder da reciclagem”, Caroço de abacate vira talher biodegradável no México, Organizando a casa, Lixo ou resíduos?

Nunca atrapalhou!?!

Com 253 atletas, o Brasil tem a maior delegação das Paralimpíadas de Tóquio 2021. A expectativa do País para esta edição dos Jogos Paralímpicos é expandir seu quadro de medalhas, composto de 301 no total, sendo 87 de ouro, 112 de prata e 102 de bronze. O Povo

A primeira medalha brasileira foi obtida em Toronto 1976. Os responsáveis foram Robson Sampaio de Almeida e Luiz Carlos da Costa, dupla que angariou a prata na modalidade lawn bowls, parecida com a bocha e praticada na grama. Quatro anos antes, o Brasil estreava nas Paralimpíadas, durante a edição de 1972, em Heidelberg, Alemanha.

A presença e o impacto do País nos Jogos Paralímpicos foram crescendo ao longo do tempo. Na edição de Atlanta, em 1996, o País logrou 21 medalhas, um crescimento de 200% em relação às sete medalhas conquistadas na edição anterior, Barcelona 1992.

As Paralimpíadas de Tóquio 2021 dão oportunidade para diversos tipos de pessoas se destacarem esportivamente, de acordo com suas habilidades e aptidões físicas. Em Tóquio, serão disputadas 22 modalidades, que por sua vez se dividem em provas específicas, delimitadas por gênero, peso, distância, dentre outros requisitos. O Povo

Veja as modalidades das Paralimpíadas de Tóquio

  1. Atletismo
  2. Badminton
  3. Basquetebol (em cadeira de rodas)
  4. Bocha
  5. Canoagem
  6. Ciclismo (estrada e pista)
  7. Esgrima (em cadeira de rodas)
  8. Futebol de 5
  9. Goalball
  10. Hipismo
  11. Judô
  12. Levantamento de peso
  13. Natação
  14. Remo
  15. Rugby (em cadeira de rodas)
  16. Taekwondo
  17. Tênis de mesa
  18. Tênis (em cadeira de rodas)
  19. Tiro esportivo
  20. Tiro com arco
  21. Triatlo
  22. Vôlei sentado

Os Jogos Paralímpicos, no formato como conhecemos hoje, acontecem desde 1960, ano em que o evento foi sediado em Roma, na Itália. Porém, a origem das Paralimpíadas teve início em 1939, quando o neurologista alemão de origem judia Ludwig Guttmann organizou um conjunto de competições esportivas para homens com deficiências resultantes do tempo de combate na Segunda Guerra Mundial. O Povo

Este evento aconteceu em 28 de julho, mesmo dia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres, a 56 quilômetros de Stoke Mandeville, onde Guttmann atuava. A partir de então, as competições entre pessoas com deficiências passaram a ocorrer anualmente e se tornaram internacionais em 1952, quando atletas dos Países Baixos participaram.

O tênis de mesa é um dos poucos que está desde a primeira edição dos Jogos Paralímpicos, em Roma-1960. Na Itália, foram disputadas apenas os torneios de simples e de duplas, tanto no feminino quanto no masculino. Isso mudou em 1972, quando começaram as competições por equipes. Surto Olímpico

Paraze-se: Os sem medalha, CDB e Olímpiadas, as Cannalimpíadas!, Google Street View Olímpiadas Japan e others app, Semana da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, Brasil termina Parapan em 1º lugar e faz a melhor campanha da história

Tupi-Guarani, a Criação do Mundo

Tupi-Guarani, a Criação do MundoConhecimentos da Humanidade

Tupi-Guarani, os GêmeosConhecimentos da Humanidade

Nessa continuação do mito Guarani, conheça os gêmeos Guaracy e Jacy.

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Roteiro e Edição: Bruno Lanaro

Apresentação: Bruno Lanaro e Léo Lousada

Para quem quiser aprofundar:

– Aporte a la Etnografía de los guaraní del Amambái, Alto Ypan.

– León Cadogan – Cosmovisión Tevyterã

– Friedl Paz Grünberg – Kuarahy e Jasy em busca da origem

– Spensy Kmitta Pimentel

– Índios do Brasil

– Julio Cezar Melatti

– Literatura Guarani del Paraguay

– Rubén Bareiro Saguier

– Terra Madura: Fundamento da Palavra Guarani

– Graciela Chamorro

– Teología Guaraní

– Graciela Chamorro

– Portal Povos Indígenas no Brasil

– pib.socioambiental.org

– Povos Guarani na Fronteira Argentina, Brasil e Paraguai

– Marta Azevedo, Antonio Brand, Egon Heck, Levi Marques Pereira, Bartomeu Melià

– Palestra: O Céu Tupi-Guarani de Tamires Cristina de Souza

– Cosmovisão Tupi-Guarani e Antroposofia

– Heloisa Oliveira