Massacre de Nanquim, e/ou O Estupro de Nanquim

Ao longo de um extenso histórico de guerras, invasões e acontecimentos bárbaros nos quais ambas as nações se envolveram, a revolta do povo chinês é com o fato de que os japoneses preferiram fechar os olhos para tudo o que fizeram, chegando a passar uma borracha, queimar e atenuar os eventos de seus livros históricos só para preservarem a imagem que gostariam de apresentar para o mundo e para as gerações futuras. JULIO CEZAR DE ARAUJO – MegaCurioso

Soldados japoneses durante a guerra em foto colorizada – Wikimedia Commons

Em 1937, o conflito entre soldados japoneses e chineses num dos acontecimentos denominado como O Incidente na Ponte de Marco Polo, foi o pretexto necessário para que o Japão colocasse em prática os seus projetos expansionistas. Valendo-se do estado de vulnerabilidade em que a China estava por conta da guerra civil das forças nacionalistas, o império do Sol Nascente deu início a uma invasão agressiva e em larga escala que foi fulminante.

No dia seguinte, em 13 de dezembro de 1937, o Exército Imperial Japonês, sob as ordens do general Asaka Yasuhiko, invadiu Nanquim e começou a matar todos no caminho, independente de idade e gênero. Foram seis semanas de massacre sistemático, o que incluía torturas e estupros de adolescentes e mulheres.

As atrocidades cometidas foram registradas em documentos oficiais e narradas pelos sobreviventes. Há relatos de chineses sendo enterrados vivos ou decapitados em praça pública.

Haviam competições bárbaras de homicídio entre os guerrilheiros, como a exposta pelo Japan Adviser, que confirmou que os suboficiais Mukai e Noda, apostavam qual deles alcançaria a primeira centena de cabeças decepadas em apenas um dia de massacre. Um deles atingiu a margem de 106 e o outro de 105. Todas as vítimas eram civis.

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, entidades chinesas e coreanas vêm exigindo que o Japão reconheça e peça desculpas formais pelos crimes de guerra cometidos durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa (1937-1945). PAULA LEPINSKIUol

No documentário Nanking (2007), um sobrevivente conta como viu a sua mãe ser morta a facadas e o seu irmão, apenas um bebê, atravessado por uma baioneta e atirado em um canto de sua casa. Outra sobrevivente narra como mulheres eram recrutadas para servirem como mulheres de conforto – as escravas sexuais que os japoneses dizem não terem existido.

O maior símbolo dessa ambiguidade é o Santuário Yasukuni, celebrando os militares mortos no país desde 1868. Lá militares japoneses condenados por crimes contra a Humanidade continuam a ser celebrados como heróis, recebendo ocasionais visitas de autoridades do Estado.

Na visão oficial da época do Império – e de nacionalistas ainda hoje – os japoneses eram os libertadores da Ásia contra imperialistas ocidentais. Seu exército se inspirava na tradição do bushido, o código de conduta dos samurais, pelo qual a brutal infâmia do Massacre e do estupro seria inaceitável.

Celebração da vitória / Crédito: Wikimedia Common

E a memória seletiva é quase oficial. No aniversário do fim da Segunda Guerra, em 2015, o presidente Shinzo Abe manifestou profundo remorso pelas ações do país. Mas, frustrando aos que exigem uma reparação mais formal, disse que não caberia às próximas gerações estarem predestinadas a se desculparem eternamente.

O MASSACRE DE NANKIM – Avesso da História. POLIS CONSULTORIA

Existem fatos históricos que os livros não contam, mas o AVESSO DA HISTÓRIA esta aqui para contar:

O Massacre de Nanquim, foi um episódio de assassinato em massa cometidos por tropas do Império do Japão contra a cidade de Nanquim, na China, durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa, na Segunda Guerra Mundial.

Após décadas de protestos, os chineses parecem dispostos a perdoar – ou esquecer. O silêncio do Presidente foi acompanhado por uma declaração de Yu Zhengsheng, Presidente da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês – um cargo decorativo, mas prestigiado.

Ele afirmou que os dois países deveriam investir em uma “cooperação pacífica e amigável” e “transmitir amizade para as próximas gerações”.

Uma vez um dos centros industriais mais prósperos e crescentes de toda a China, Nanquim levou décadas para se recuperar da destruição física causada pelos japoneses, enquanto socialmente jamais se reergueu. Por volta de 300 mil chineses foram brutalmente exterminados pelas tropas, entre soldados e civis. E, apesar de tudo, até hoje o Japão dá a outra face diante os eventos, alegando que os números e os fatos foram manipulados ou aumentados, sendo que nunca mostraram ao mundo a maioria de seus documentos da guerra.

Nanquize-se: Esquecimento, Google Street View Olímpiadas Japan e others app, Society 5.0, Extintion by Japan, A China será a nova dona de Hollywood, China e 11 milhões de plásticos, Doria visita sede da BYD na China e reforça que São Paulo terá 60 ônibus elétricos ainda este ano

Aura-Soma

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Nome: Jardim de Getsêmani.
Cor: Amarelo sobre verde.
Chakra correspondente: Chacra do coração e plexo solar.
Nota-chave: Sabedoria para acreditar no processo da vida.
Pensamento: Não tenho limites a não ser aqueles que estabeleço para mim mesmo.

Frasco da alma: A escolha das cores deste frasco indica que você tem como principais qualidades: Muita fé, idealismo, compreensão dos sofrimentos e necessidades da humanidade, força de vontade, sabedoria, amor à natureza. Você é um pioneiro da Nova Era hábil em compartilhar seu conhecimento, e possui muita ética, fruto de experiências em encarnações anteriores. A energia deste óleo é semelhante à prova de fé que Jesus passou em seus últimos momentos no Jardim de Getsêmani.

Carta do Tarô: No 07 – O Carro. Vitória, progresso, determinação, direcionamento, objetividade, metas a serem alcançadas, boas oportunidades, confiança.

Hexagrama do I Ching: 07 – O Exército. Para que a realização de nossos objetivos seja bem-sucedida devemos ter aliados que se conquistam através da generosidade para com eles. Os objetivos devem ser bem definidos e os aliados devem ter plena consciência dos mesmos, assim poderá haver uma unidade e força de convicção que conduz à vitória.

Principais obstáculos à realização do potencial da Alma: Egocentrismo, desonestidade (consigo mesmo), agir contra os próprios princípios, obstáculos de origem emocional, medos, ansiedade, desconexão consigo mesmo e dos seus próprios sentimentos, falta de fé.
Resumo das qualidades que podem ser colocadas a serviço de todos: Fé, ética compaixão, determinação, objetividade, pioneirismo, força de vontade, generosidade.

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Projeto Pardo vs. Projeto Branco

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“Durante cinco meses fiquei documentando as consequências da Copa. Existem várias: remoções, forças armadas e PMs nas comunidades, corrupção, projetos sociais fechando. Eu descobri que todos os projetos e mudanças são por causa de pessoas como eu – um gringo – e também uma parte da imprensa internacional. Eu sou um cara usado para impressionar.

Em março, eu estive em Fortaleza para conhecer a cidade mais violenta a receber um jogo de Copa do Mundo até hoje. Falei com algumas pessoas que me colocaram em contato com crianças da rua, e fiquei sabendo que algumas estão desaparecidas. Muitas vezes, são mortas quando estão dormindo à noite em área com muitos turistas. Por quê? Para deixar a cidade limpa para os gringos e a imprensa internacional? Por causa de mim?”

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Caso Para-Sar, o Atentado ao Gasômetro

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Caso Para-Sar, também conhecido como Atentado ao Gasômetro, diz respeito a um plano arquitetado em 1968 pelo brigadeiro João Paulo Burnier para desacreditar os terroristas de esquerda oposicionistas ao regime militar que então governava o Brasil. Consistia em empregar o esquadrão de resgate Para-Sar na detonação de explosivos em diversas vias públicas do Rio de Janeiro, atentados esses com potencial para provocar milhares de mortes e que seriam atribuídos a movimentos de esquerda. Na fase secundária da missão, o clima de caos proporcionado pelas tragédias seria usado para encobrir o sequestro e assassinato de quarenta figurões da política brasileira, entre eles Carlos Lacerda, Jânio Quadros e Juscelino Kubitschek.
O plano acabou abortado após a denúncia do oficial do Para-Sar Sérgio Ribeiro Miranda de Carvalho, que se recusou a cumprir as ordens de Burnier e levou o caso a seus superiores. Na sindicância resultante aberta pelo brigadeiro Itamar Rocha, 37 testemunhas comprovam a acusação. Burnier, no entanto, negou ter planejado o crime, sendo absolvido após o processo chegar aos gabinentes do ministério da Aeronáutica e da presidência da República. Itamar e Sérgio, por sua vez, acabaram afastados dos quadros da Aeronáutica. Wikipédia, a enciclopédia livre.
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A guerra do vintém

A guerra do vintém

Exploradas por militantes republicanos, manifestações contra taxa sobre transporte urbano tumultuam capital do Império e deixam mortos e feridos pelas ruas.
José Murilo de Carvalho

No dia 28 de dezembro de 1879, a capital do Império viu algo inédito desde 1863, quando o Brasil rompeu relações com a Inglaterra por conta da Questão Christie: a multidão protestando na rua. A manifestação aconteceu no campo de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, em frente ao palácio imperial. Cerca de cinco mil pessoas, lideradas por um militante republicano, o médico e jornalista Lopes Trovão, reuniram-se para entregar a d. Pedro II uma petição solicitando a revogação de uma taxa de 20 réis, um vintém, sobre o transporte urbano, ou seja, bondes puxados a burro. O vintém era moeda de cobre, a de menor valor da época. A polícia não permitiu que a multidão se aproximasse do palácio. Enquanto os manifestantes se retiravam, o imperador mandou dizer que receberia uma comissão para negociar.
(…)
O novo imposto e a taxa atingiram diretamente duas categorias, os funcionários públicos e os usuários de bondes. Em 1870, a capital tinha 192 mil habitantes na área urbana, dos quais 11 mil funcionários públicos, entre civis, militares e eclesiásticos, já que naquela época o catolicismo era a religião oficial do Estado. Havia quatro grandes companhias de ferro-carris urbanos, ou de bondes, como ficaram conhecidos: a Botanical Garden Co., que cobria a zona sul, saindo da rua Gonçalves Dias, a Cia. de São Cristóvão, concentrada na zona norte, com ponto final no Largo de São Francisco, a Ferro-carril de Vila Isabel, que partia da Praça Tiradentes, e a Cia. de Carris Urbanos, que atendia ao centro, incluindo a zona portuária.
(…)
Desse clima de insatisfação, tiraram vantagem os agitadores republicanos. Ao que parece, na demonstração de São Cristóvão estavam presentes, sobretudo, pessoas de melhor situação social, certamente muitos funcionários públicos. Na do dia 1º, teria entrado em ação a massa dos usuários mais pobres, acrescida da tropa barra-pesada do centro e da zona portuária. Não por acaso, os líderes do movimento perderam o controle da multidão nesse dia.

Embora legal, a taxa do vintém era profundamente impolítica, como se dizia na época. O ministro fora alertado para as possíveis reações. Mas Afonso Celso era tão competente quanto teimoso. Pagou por isso alto preço em 1880, como pagaria em 1889, por ocasião da proclamação da República. A reação da polícia foi infeliz em 28 de dezembro, ao não negociar a audiência com o imperador, e imprudente em 1º de janeiro. A do Exército, simplesmente desastrada.
(…)
Mas a revolta não foi republicana, afirmaram seus próprios líderes. Muitos interesses feridos nela se fundiram, de grandes e de políticos, de gente miúda e de simples cidadãos. Uma grande explosão social, detonada por um pobre vintém.

José Murilo de Carvalho é professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), membro da Academia Brasileira de Letras, do IHGB e da Academia Brasileira de Ciências e autor de D. Pedro II: ser ou não ser. São Paulo: Cia. das Letras, 2007.

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Sua segurança?

Proteção – Plebe Rude

Será verdade, será que não
Nada do que eu posso falar
e tudo isso pra sua proteção
Nada do que eu posso falar

A PM na rua, a guarda nacional
Nosso medo sua arma, a coisa nao tá mal
A instituição está aí para a nossa proteção
Pra sua proteção

Tanques lá fora, exército de plantão
Apontados aqui pro interior
E tudo isso pra sua proteção
Pro governo poder se impor
A PM na rua nosso medo de viver
O consolo é que eles vão me proteger
A única pergunta é: me proteger do que?
Sou uma minoria mais pelo menos falo o que quero apesar repressão
…é para sua proteção…
…é para sua proteção…

Tropas de choque, PM’s armados
Mantêm o povo no seu lugar
Mas logo é preso, ideologia marcada
Se alguém quiser se rebelar
Oposição reprimida, radicais calados

Toda angústia do povo é silenciada
Tudo pra manter a boa imagem do Estado!
Sou uma minoria mais pelo menos falo o que quero apesar da RAM!
…é para sua proteção…
…é para sua proteção…
Armas polidas e canos esquentam
esperando pra sua função

Exército brabo e o governa lamenta
que o povo aprendeu a dizer “Não”
Até quando o Brasil vai poder suportar?
Código Penal não deixa o povo rebelar

Autarquia baseada em armas – não dá!
E tudo isso é para sua segurança.
para sua segurança.

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