Feminismo não, ser humano!?!

Circula nas redes sociais uma cena em que uma mulher critica o feminismo durante um programa sob o olhar atônito de Fernanda Gentil. Legendas dizem que se trata de uma entrevista dada ao vivo no “Se Joga”, da Globo. É #FAKE.

Mais um indício de que o vídeo foi tirado de contexto é o fato de que, desde o final de agosto, Fernanda Gentil, que aparece nas supostas gravações, não apresenta mais o Se Joga. O programa foi cancelado. GUSTAVO QUEIROZpiauí

Na verdade, o que Simone de Beauvoir queria nos dizer é que existem inevitáveis dependências entre nosso corpo e nossa mente, e que se a experiência corporal condiciona a forma pela qual enfrentamos o mundo, no caso da mulher isso tem um efeito maior, pois são as significações sociais dadas a essa forma de nos relacionarmos com nossos corpos e sua importância para nos desenvolvermos como pessoas aquilo que estrutura uma sociedade profundamente desigual. MÁRIAM MARTÍNEZ-BASCUÑÁN – El País

Entre outras coisas, a contribuição dessa pensadora genial, a mais ilustre moradora do Quartier Latin parisiense, foi situar a reflexão sobre o corpo no centro do feminismo: se toda existência humana, segundo ela, é definida por sua localização, a corporalidade da mulher e os significados sociais que se lhe atribuem condicionam sua existência.

Camille Paglia não é uma mulher rotulável. A professora da University of Arts na Filadélfia, no Estado americano da Pensilvânia, critica abertamente os rumos do feminismo contemporâneo e algumas mulheres relacionadas ao movimento, que classifica como “loucas” e “neuróticas”. Apontada como feminista e antifeminista, Camille defende um protagonismo feminino genuíno. “A verdadeira libertação das mulheres ocorre por meio do empoderamento de si mesmas, de suas vozes, de suas mentes.” Capitu – Estadão

O que estou alertando às mulheres é que não se pode forçar um homem a ser como uma mulher. Essas mulheres, que frequentaram Princeton, Yale e Harvard, estão acostumadas com esse tipo de homem. Aqueles que entram nessas escolas já foram treinados sobre como você deve se comportar em relação a essas mulheres privilegiadas, de classe média alta. Elas esperam que todos sejam assim.

Na história, quando você tem essa aparição de androginia, transexualidade e transgênero, é geralmente um sintoma do colapso de uma civilização. É quando aparecem o declínio e a decadência. Se pudéssemos viajar no tempo para o Império Romano, encontraríamos pessoas muito tolerantes, muito sofisticadas em termos da sexualidade, que eram bastante abertas tanto à heterossexualidade quanto à homossexualidade. Era nisso que a elite educada de Roma acreditava também. Então, o que aconteceu? Houve um vácuo moral, um vácuo ético. O resultado final disso? Religiões que a princípio eram muito pequenas, vindas da Palestina, se espalharam por todo o mundo Mediterrâneo.

Foi o homem que construiu este mundo com seus escritórios, empresas, organizações e permitiu que as mulheres fossem financeiramente autossuficientes pela primeira vez na história. Isso não só no passado. É também o homem que está constantemente fazendo o trabalho sujo que mantém esse mecanismo fantástico da moderna sociedade industrial e pós-industrial. Essa falta de gratidão ao homem é um veneno terrível no feminismo contemporâneo. A liberdade moderna das mulheres vem deste mundo que o homem criou.

O feminismo não pode ser um lugar para as mulheres que têm ódio ao homem e problemas terríveis em suas vidas privadas. Movimentos políticos costumam atrair pessoas loucas e fanáticas e, a longo prazo, isso tende a ser uma praga. Isso realmente aconteceu na primeira onda do feminismo.

Corpoze-se: Feminismo, vai estudar!?!, Feminista versus World, Tag das séries by PARAÍSO NUBLADO, GENTE HONESTA E ESFORÇADA, OS DESVIANTES E OS COM SÍNDROME DE MANADA, AYU BRAZIL VS FEMINISTAS

Muda Mooca

Você sabia que a zona leste é a área menos verde da cidade? Dado que ela é a maior região em extensão de São Paulo, isso diz muito sobre nossa cidade, que a pesar de ter o melhor parque do mundo eleito pelo The Guardian, o Ibirapuera, e muitas outras áreas verdes, ainda tem muito que crescer (literalmente) quando a isso. Pensando nisso, um grupo de moradora da região criou o Muda Mooca. Letícia Genesini – São Paulo Saúdavel

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Muda Leopoldina – @mudaleopoldina  · Comunidade

Tudo começou com o advogado Danilo Bifone que vendo que a cidade precisava de mais verde plantou uma árvore. Mas ele não parou por aí. Primeiro ele plantava meio que escondido, na surdina da noite. Até que descobriu que para plantar em calçadas da cidade um morador não precisa de nenhuma autorização, apenas precisa seguir o manual técnico da prefeitura. Dito, e feito, de lá pra cá foram mais de 20mil árvores plantadas. Claro que ele não fez tudo sozinho. Outros moradores se mobilizaram e criaram o movimento Muda Mooca.

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Muda Mooca – @mudamooca  · Comunidade facebook

“A maior dificuldade não é achar muda, quebrar calçada ou destinar o entulho, mas convencer o morador a deixar plantar na frente da casa dele. Tem muita gente que não quer árvore na frente de casa. É uma visão meio higienista de que faz sujeira. Reclamam da folha que cai sem enxergar a poluição da cidade, sem ver os benefícios para a umidade do ar, a melhora na sensação térmica”, contou em entrevista ao Estadão.

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Muda Ipiranga – @mudaipiranga  · Comunidade

O desafio do Muda Mooca é o mesmo que de muita gente que decide arregaçar as mangas e melhorar a cidade. Um exemplo que já contamos aqui é a Horta da City Lapa criada por Neide Rigo.

Outros movimentos similares nasceram em espelho ao Muda Mooca, como o Muda Ipiranga, o Muda Itaim, o Muda Itaquera e o Muda Leopoldina. Assim, pouco a pouco São Paulo vem mudando para uma cidade mais verde!

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Muda Itaim – Comunidade

Para acompanhar o trabalho do Muda Mooca, siga-os no facebook.

Mudeze-se: MANUAL PARA A VIDA, Manual dos remédios tradicionais Yanomami, Manual sobre os usos de plantas amazônicas, Manual de agricultura urbana, Manual de Apicultura em Pequena Escala, Flowers pants, Alimento em até 60 dias

Receita contra a depressão

» Cedo ou tarde, a vida desanda. Dia desses, você se queixava de que a vida está, sem meias palavras, uma merda: vai mal nos estudos, vai mal no namoro, vai mal na família. Caos.

Pior: as coisas que dão errado têm o mau hábito de se agruparem logo à frente, na curva do caminho, fora da vista imediata. Os pequenos demônios do dia a dia são ridículos e fracos, mas sabem disso. Então, andam em bando.

Quando o vigésimo problema insignificante dá as mãos para a vigésima primeira bobagem cotidiana, você explode.

Com o rosto inchado, volta-se a mim em busca de solução. Uma solução, enfim, para a vida. Uma estrela que guie até o porto mágico dos sonhos de menina: queria ser tanta coisa, antes de crescer, e agora só quer sobreviver e se lamentar por conta de tudo o que não foi.

Então, sem dó, mas com ternura, eu digo: esqueça os seus planos, menina.Enterre os ideais. Vem viver a vida no presente, no tempo presente, dos homens presentes, de mãos dadas! Prestar atenção nas alegrias do dia a dia, mesmo as mínimas, e batizá-las, conhecer seu nome e causa. Então, a felicidade.

E você ri: que felicidades?, que alegrias? Meu dia é dor após dor, sofrer após sofrer.

Mas ostra feliz não faz pérola, menina, e a solução que trazemos é trágica: fazer da dor algo belo, da angústia a reflexão, do fracasso a nova perspectiva, do muro o apoio ou pináculo da vida. 

Olha o mundo. Depois, garota, esquece o que está fora dele. Está fora do mundo o ontem, o ano passado. Está fora do mundo o amanhã possível, o sonho imaginado. Pare de comparar a vida que é à vida que poderia: o futuro é a negação do presente. Só o que existe agora, existe.

E tantas coisas maravilhosas, ainda que doam, que muito doam demais, existem agora.

O conhecimento, por exemplo, é uma alegria doída – a cada dia saber um pouquinho mais.

Mesmo o saber da catástrofe é belo. « RENATO ESSENFELDER

Enxergue mais: HAKUNA MATATAPlano Municipal de Educação em Direitos HumanosMeditação em 1 minutoRECEITA CONTRA A DEPRESSÃODEPRESSÃO MASCULINAO SENHOR DO LABIRINTOPESSOAS CRIATIVAS SÃO MAIS PROPENSAS À DEPRESSÃO E DEPENDÊNCIA QUÍMICA

Queenstown – Nova Zelândia

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A paisagem do lago e das montanhas faz com que o local seja adequado para todos os tipos de aventuras. Há oportunidades para a prática de esqui no inverno e atividades como bungy jump, paraquedismo, canyon swinging, passeio de barco a jato, passeios a cavalo e rafting em rio durante todo o ano.

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Nada se cria, tudo se copia!

Cinco casos de fraude científica – incluindo plágio e fabricação de dados – foram divulgados nesta terça pela Fapesp, fundação pública que financia a pesquisa científica no Estado de São Paulo. Desde o lançamento do Código de Boas Práticas Científicas, em 2011, é a primeira vez que a instituição expõe conclusões de investigações. A medida é inédita no Brasil. Estadão

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“É importante que os recursos para pesquisa não caiam em mãos erradas. A divulgação dos nomes ajudará a coibir as violações de boas práticas”. (Sérgio Pena, um dos autores do guia Rigor e Integridade na
Condução da Pesquisa Científica, da Academia Brasileira de Ciências – ABC)

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O Brasil apareceu no mapa da fraude cientifica mundial pela primeira vez com o caso de Denis de Jesus Lima Guerrater por ter forjado onze artigos anulados pela Elsevier, maior editora científica do mundo, conforme publicou a revista Piauí, de 2011. (olhar direto)

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“Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”, Lei de Lavoisier. Sobrevivendo na Ciência

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Super Trunfo

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Super Trunfo
Super Trunfo é um jogo de cartas colecionáveis distribuído no Brasil pela Grow, que consiste em tomar todas as cartas em jogo dos outros participantes por meio de escolhas de características de cada carta, ex velocidade, altura, longevidade). O jogo comporta de dois a oito participantes e tem classificação livre, podendo ser disputado por qualquer pessoa alfabetizada. (Wikipédia, a enciclopédia livre.)

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