Carteira de motorista grátis?

O sonho de tirar a carteira nacional de habilitação, às vezes, fica pelo caminho por conta do preço, que pode chegar a R$ 4 mil, dependendo da categoria. Alguns estados brasileiros, no entanto, estão com inscrições abertas para a chamada CNH Social, que permitirá a emissão gratuita do documento. Paulo Amaral/Jones Oliveira – Canaltech. 18 de Outubro de 2021 

A iniciativa faz parte de uma ação do Governo Federal em conjunto com a Associação Nacional de Detrans (AND) e conta, atualmente, com 9 estados ativos no programa, incluindo o Distrito Federal. Além da capital do país, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte já emitem a carteira de motorista gratuitamente.

São Paulo, por sua vez, ainda não aderiu ao programa que dá gratuidade para a emissão da CNH. Por enquanto, o governo do estado só oferece a 2ª via do documento sem custos, mas desde que a moradia do solicitante tenha sido atingida por “acidentes ou eventos da natureza”.

A situação pode mudar no futuro, já que tramita na Assembleia Legislativa (Alesp) o Projeto de Lei 318/19, de autoria do deputado Paulo Corrêa Jr. (DEM). O texto pede a gratuidade na emissão da primeira CNH para pessoas cuja renda familiar mensal não ultrapasse o valor de dois salários-mínimos.

Mesmo nos 9 estados em que a carteira nacional de habilitação é oferecida gratuitamente (só em sua 1ª emissão), há requisitos que precisam ser cumpridos para garantir o benefício ao futuro condutor. Apenas quem se enquadrar em uma das situações abaixo poderá procurar o Detran do estado participante do programa do Governo para buscar o benefício. Todos, seja qual for a condição em que se encaixem, precisam estar inscritos no CadÚnico.

  • Ter renda familiar de até dois salários mínimos;
  • Estar desempregado há mais de um ano;
  • Estar inscrito em algum programa social, como o bolsa família;
  • Pessoas com necessidades especiais;
  • Estudante de rede pública com bom desempenho escolar.

É importante ressaltar que, mesmo se o solicitante se encaixar em uma das exigências acima, ainda é necessário verificar junto ao Detran do estado em que reside quais os outros passos a seguir. Apenas depois de concluir todo o processo é que ele saberá se é, de fato, elegível para o benefício e se terá a CNH Social emitida pelo órgão. Auto Esporte – Band

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Lashon hará

Lashon hará (maledicência) é uma observação negativa verdadeira sobre outra pessoa. A Torá nos proíbe de fazer tal declaração ou de dar ouvidos a ela. Chabad.org

Os sábios nos ensinam que um judeu que fala lashon hará peca tão gravemente como um assassino, um adúltero ou um idólatra. Na época do Bet Hamicdash um judeu que falasse lashon hará era punido com tsaráat.

A lashom hara, fofoca, malidicencia, poderia também causar um sério dano a quem cometia tal ato, a tsaraat, o que nós chamamos de lepra vulgarmente. A Tsaráat aflige, progressivamente, a casa, as roupas e a pele da pessoa, a menos que purifique a sua forma de falar.Uma terrivel maldição espiritual toma conta da vida da pessoa que cometeu lashom hara. Analisando as escrituras

A palavra “lepra”, no original hebraico, é “tsaráat”. Ela significa mais coisas do que apenas uma doença física. Se você observar em Levítico 13: 2-28, verá a Bíblia lidando com o diagnóstico de, pelo menos, 21 aflições da pele, que são expressas por um termo que inclui tudo, o termo lepra. Se falasse de uma doença caracterizada pela brancura, conforme Êxodo 4:6, caracterizada por inchações, tumores ou manchas que desfigurassem a pele, provavelmente, seria lepra. Então, é claro que a descrição desses dois capítulos, provavelmente, incluía outras doenças da pele, além da lepra ou da hanseníase, conhecida hoje.

“Que diferença faz umas poucas palavras?”

D’us quer que todos os judeus vivam em paz uns com os outros. Julivan Santos – Bnei Noach

É muito difícil, e às vezes quase impossível, fazer teshuvá por haver falado lashon hará. Para fazer teshuvá, a pessoa deve sentir-se arrependida por haver falado lashon hará e decidir nunca mais repetir este falha. Mas não é suficiente. Ela deve também dirigir-se à pessoa sobre a qual falou e desculpar-se. É muito difícil procurar um parente ou amigo e dizer: “Falei lashon hará sobre você; por favor, perdoe-me!”

Nos textos sagrados do judaísmo existem termos que não são facilmente traduzíveis. Isto é o que acontece com a palavra teshuvá que é traduzida como arrependimento, mas na realidade se trata de uma ideia mais complexa e profunda. Conceitos

Durante o tempo de teshuvá é necessário adotar uma postura espiritual baseada no remorso e no arrependimento pelos pecados cometidos. Em outras palavras, os danos causados devem ser reparados para não serem cometidos novamente. Pode-se dizer que neste processo de introspecção há um julgamento sobre si mesmo. Não se trata de uma simples autocensura, mas de pensar em suas próprias ações com o objetivo de aliviar o espírito. Neste diálogo interior existe, por sua vez, um diálogo com Deus.

Para um fiel católico, quando se realiza uma ação indevida ou um pecado é necessário obter o perdão de Deus. Assim, através do sacramento da confissão, os fiéis confessam seus pecados e por meio da ação do Espírito Santo, o sacerdote lhe concede o perdão pelos pecados cometidos.

No entanto, o pedido de perdão só faz sentido quando existe a vontade de não cometer o mesmo erro novamente. Em outras palavras, só existe validade quando há um propósito sincero de arrependimento pelos pecados cometidos.

A palavra “teshuvá” vem da raiz hebraica “shub” que significa “voltar-se, retornar”. A palavra “teshuvá” significa literalmente “resposta, volta, retorno” e aponta para ideia de “voltar a um lugar” assim como tem também o sentido de “resposta”. A raiz “shub” está presente em toda a Escritura, mas a palavra “teshuvá” aparece somente na Brit Hadasha! Mário Moreno – Shemaysrael

Lashon hara [also known as leshon ha-ra or loshen horoh] [is] scandal-mongering. Lashon hara is considered to be prohibited by the Bible on the basis of Leviticus 19:16, “You shall not go up and down as a slanderer [in some translations: talebearer] among your people,” and is frequently condemned in the Book of Proverbs. My Jewish Learning

The rabbis [of classical Judaism in late antiquity], in inveighing against it, often resorted to hyperbolic language, e.g. in saying that slander, talebearing, and evil talk were worse than the three cardinal sins of murder, immorality, and idolatry. 

The most thorough discussion of the halachic and moral aspects of lashon hara is in Israel Meir Kagan’s Hafetz Hayyim.

O lashom hara esta presente no oitavo mandamento, “não levantarás falso testemunho contra teu próximo” e vemos também que Jesus nos ensinou a não fazermos ao próximo o que não queremos que façam a nós, e ainda nos disse que da mesma forma que perdoamos, somos perdoados. Mas devido a pouca importância que se da a este pecado, ele parece supérfluo, banal.

A teshuvá completa pela grave falha de lashon hará é muito difícil. Por isso, devemos ser cuidadosos para evitar este pecado.

Teshuváze-se: Essênios, eventos externos, Rivers Of Babylon by Boney M., A FÁBULA DO PORCO ESPINHO, Judas e a PNL, Insensatez, A igreja de todos os Deuses, LEIS DA GRATIDÃO

Bienal de São Paulo

A 34ª edição convocou para a megaexibição cinco artistas indígenas brasileiros: Daiara Tukano, Sueli Maxakali, Jaider Esbell, Uýra e Gustavo Caboco. Acima, obra de Esbell no lago do Ibirapuera. Jotabê MedeirosAmazônia Real

Bienal de São Paulo é histórica com arte indígena
(Foto: Cícero Pedrosa Neto/Amazônia Real)

A Bienal de São Paulo, ao completar 70 anos, convocou para sua megaexibição (que se abre neste sábado, 4, às 10 horas, no Parque do Ibirapuera) a maior quantidade de artistas indígenas de sua história. São cinco brasileiros – Daiara Tukano, Sueli Maxakali, Jaider Esbell, Uýra e Gustavo Caboco – e quatro estrangeiros.

A 34ª Bienal de São Paulo estava prevista para 2020, mas teve de ser adiada por conta da pandemia. O tema desta edição é a frase “Faz escuro mas eu canto”, verso do poeta amazonense Thiago de Mello, do poema “Madrugada Camponesa”, publicado em livro em 1965. No total, a mostra reúne mais de 1.100 trabalhos de 91 artistas de todos os continentes.

Além das obras dos cinco artistas indígenas, a Bienal de São Paulo faz uso de alguns cantos rituais tikmũ’ũn em suas instalações. A reprodução dos cantos é uma continuidade da exposição “Vento”, que ocupou o Pavilhão Ciccillo Matarazzo em novembro de 2020. Os Tikmũ’ũn, também conhecidos como Maxakali, são um povo originário que habitou uma vasta região entre os atuais estados de Minas Gerais, Bahia e Espírito Santo. Chegou à beira da extinção nos anos 1940, por investidas violentas dos brancos, e foi forçado a abandonar suas terras. Seus cantos têm a função de organizar a vida nas aldeias, tratando de coisas do cotidiano – plantas, animais, lugares, objetos, saberes, cosmologia.

Há uma diferença fundamental no grupo de artistas dessa bienal para os de seleções passadas: a organização não trata a delegação dos indígenas na 34ª Bienal como um tipo de concessão. “São artistas que estão representando a si mesmos, que atuam em seu próprio nome”, afirmou o curador-adjunto da mostra, Paulo Miyada. “E não se trata mais de uma inserção passageira”, vaticinou, acrescentando que a ocupação dos ambientes expositivos é agora um lugar permanente para a criação dos povos originais, conquistada progressivamente ao longo dos últimos anos.

Aleluia

Oxalis acetosella

É uma planta herbácea perene da família Oxalidaceae . Floresce de abril a maio. Ela cresce principalmente na vegetação rasteira. (fonte:  https://fr.wikipedia.org ) – therapeutes Magazine

Cuidado, em altas doses esta planta é venenosa (contém ácido oxálico).

O termo “aleluia” é de origem hebraica, vinda da palavra “Halleluyah” que traz o significado de “Louvor a Deus”, pois une as palavras “Hallelu” (louvor) e “Yah” (Deus). Portanto, se une a definição do dicionário sobre a ideia do louvor, mas trazendo uma interpretação mais especifica baseado nos termos bíblicos: Louvor a Deus. Miguel Leme – Projeto Gospel

É olhando para a tradução literal da palavra que entendemos ainda que a expressão correta é “aleluia” e não “aleluias”, pois se a palavra significa “Louvor a Deus”, quando acrescenta a um “s”, a palavra se torna automaticamente “Louvor aos deuses” e no conceito cristão entendemos que o louvor deve ser rendido apenas ao Deus Trino – Pai, Filho e Espírito Santo (1º Samuel 2.2, Isaías 25.1, Salmos 16.2, Salmos 150.6, Salmo 103,1, Lucas 4.8, Romanos 11.36).

“Aleluia”, do latim halleluia tem raízes hebraicas e significa “louvai a Deus”. É mais comumente encontrada como uma espécie de antífona, que se repete ao fim dos Salmos. Também está no livro de Tobias, onde aparece como um hino de louvor para ser entoado na nova Jerusalém:

“Suas praças serão pavimentadas de mosaicos e rubis, e em suas ruas cantarão: Aleluia!”(Tobias 13, 22). Philip KosloskiAleteia

O conceito de aleluia é proveniente do hebreu Hallelu Yah que também tem sua etimologia no latim Aleluiuye. O termo tem diversos usos, embora o mais comum se refere à interjeição usada no cristianismo e no judaísmo para expressar alegria pelo louvor a Deus. Por exemplo: “Glória a Deus! Aleluia “. Aleluia, de qualquer maneira, muitas vezes inclue implicitamente o destinatário de louvor, que seria Deus. Isto significa que quando alguém expressa “Alleluia” pode ser entendido está indicando “Aleluia ao Senhor” ou similar. O que é?

Aleluiaze-se: TUTORIAL – Como Tocar Aleluia no Violino + Partitura (Hallelujah), Davi e Golias, Leonard Coen, Thomas Malthus ou Thanos, Gregory House M. D., Heal The World, CAMAZOTZ, O BATMAN DO MUNDO MAIA, E…que Deus nos ajude!!