Ademar Vieira, amazonense e suas tirinhas!!!

Vieira’s stories are really touching, and explore really difficult themes of parenting, social injustice, economic inequality, the difficulties of quarantine, and death itself, especially in the face of the current pandemic. They’re truly realistic and heartbreaking, so set up some tissues beside you—it may squeeze a tear or two. Bored Panda

Instagram: Ademar Vieira

Os desenhos de Ademar Vieira, que já rodaram o mundo, contam histórias que dispensam qualquer tipo de legenda, normalmente falando sobre injustiças sociais, desigualdade e problemas comuns do dia a dia. Leonardo Ambrosio – Mistério do Mundo

Looking at the stories, it’s no surprise that Vieira worked as a screenwriter. But what’s surprising is how talented he is at illustrating these narratives without using a single word. The fact that his silent narratives express a whole world of emotions, themes, and ideas is remarkable.

Ademar fez muito sucesso com seus desenhos que tratavam do tema da quarentena, que tocam de assuntos super delicados com uma destreza ímpar.

Por conta do sucesso de seus desenhos na Internet, o amazonense foi entrevistado pelo portal europeu ‘BoredPanda‘, onde teve seus desenhos compartilhados. “Eu comecei a fazer os desenhos de forma despretensiosa, somente como uma forma de exorcizar meus demônios durante uma fase bem difícil que eu estava vivendo no começo de 2020. E quando eu postei as tirinhas, eu percebi que muitas pessoas se identificaram com elas. Eu recebei um grande feedback e então continuei a expor as coisas que eu estava sentindo, e a audiência foi ficando maior. Quando me recuperei, estávamos na pandemia do coronavírus, o que significa que todo mundo estava vivendo uma fase ruim. Então em continuei expondo os problemas das pessoas ao redor do planeta.

Ademar gave Bored Panda an exclusive interview about his works and background in general. “I started making the strips unpretentiously, just as a way to exorcise my demons during a very difficult phase that I was going through in early 2020 and when I posted, I realized that many people identified with them themselves. I received good feedback and then I continued to expose the things I was feeling and the audience got bigger. When I recovered from the bad phase, we were in the coronavirus pandemic, meaning everyone was going through a bad phase, so I continued to explore the problems people around the world were going through. Now I have used the strips to express my opinions on some issues that I consider relevant, whether personal, social, or political.”

Uma de suas tirinhas mais compartilhadas entre os portais estrangeiros está a história intitulada “Mãe”, que fala sobre um dos piores problemas do nosso país na atualidade, a falta de cuidado e preservação com a nossa Floresta Amazônica.

“Hoje, no meu país, há notícias diárias sobre os incêndios provocados na Amazônia e no Pantanal, duas de nossas maiores reservas de biodiversidade. Isso nos afeta, mas não da mesma forma que afeta os animais. Talvez, por meio da arte, possamos ver as coisas por outra perspectiva”, disse o autor.

“I couldn’t believe it when a comic strip of mine went viral in Latin America in June this year. I received 100 thousand likes and gained 20 thousand followers in one week. Famous people and profiles came to talk to me and congratulate me and that left me in the clouds, but it also brought the weight of responsibility. Now, I was no longer making strips just for me and my friends, people from different countries were also seeing me. I was very happy that the public showed me a path to be followed as an artist and I want to follow that path to see what else is good.”

Aquatume

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Aquatume era uma hábil articuladora política, ao chegar no Brasil continuou. Chegando ao Brasil ela foi batizada a força, marcada com ferro quente nos seios . Foi levada ao Recife e vendida como escrava reprodutora. Já no Recife ela descobriu a existência de um lugar chamado Quilombo dos Palmares. E então começou a articular um movinto já que o Engenho onde morava era muito violento. Ela revoltou-se contra a Casa Grande atraindo em torno de 200 pessoas que marcharam rumo ao Quilombo dos Palmares.

Integrando a luta pela liberdade, em nome da sua ancestralidade de reis livres e contra a violência que sofreu nas mãos dos Portugueses. Ela teve filhos uma chava Sabina que foi mãe de Zumbi dos Palmares. Fonte Pretos Top de Linha Facebook

Aquaze-se: Xokleng, Preconceitos, padrões, estigmas e outras anomalias, Dia da consciência negra e dos seres humanos,

Borba Gato, em chamas.

O monumento, inaugurado em 1963, exalta o bandeirante acusado de homicídios e estupro de indígenas. Yahoo Notícias

No dia em que são realizadas manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), um grupo de 15 pessoas ateou fogo em uma estátua em homenagem ao bandeirante Borba Gato na avenida Santo Amaro, zona sul de São Paulo. Jovem Pan

“Manuel de Borba Gato fez fama e fortuna na segunda metade do século 18 percorrendo os sertões brasileiros à caça de indígenas para escravizar. Era também um fugitivo da lei e contrabandista de ouro”, conta o historiador Laurentino Gomes.

“Era também fugitivo da Lei e contrabandista de ouro, acusado de matar dom Rodrigo de Castelo, fidalgo português administrador-geral das Minas”, diz o jornalista, autor da trilogias 1808, 1822 e 1889.

Borba Gato foi um dos mais importantes representantes das bandeiras expedições custeadas pela Coroa portuguesa para ocupar e explorar territórios no interior do Brasil.

“Em 28 de agosto de 1682, Borba Gato tinha se acobertado com seu bando na região do Rio das Velhas, em Minas Gerais. Em troca da localização das minas, o rei de Portugal não apenas anistiou o bandeirante como lhe cumulou cargos e honrarias. Num piscar de olhos, Borba Gato deixou de ser um criminoso fugido da lei e foi imediatamente promovido a fidalgo e guarda-mor das Minas de Caetés”, explicou o escritor em uma publicação feita no ano passado no Twitter.

O monumento aparenta não ter sofrido grande dano. Uma bandeira com os dizeres “Revolução Periférica” também foi estendida no local. Ontem (23),  o coletivo  divulgou um vídeo perguntando: “Você sabe quem foi Borba Gato?” em seu instagram.

Obra do escultor Júlio Guerra, que nasceu no bairro, a estátua faz homenagem ao bandeirante Borba Gato e foi inaugurada em 1963. São 10 metros de altura em concreto, com peso de 20 toneladas. Correio 24 horas

Assinada pelo artista plástico Júlio Guerra (1912-2001), a escultura com 13 metros de altura (incluindo o pedestal) levou seis anos para ficar pronta. 

Este não foi o primeiro ato contra o monumento. Em 2016, a estátua de Borba Gato foi atacada com um banho de tinta.

Grupo incendeia estátua de Borba Gato, na zona sul de São Paulo

Os bombeiros chegaram ao local por volta das 14h e deram início ao combate às chamas. “O fogo foi controlado em poucos minutos, mas a estátua ficou chamuscada e com algumas rachaduras na perna”, disse a fotojornalista Thais Haliski, que estava no local no momento do início das chamas. Brasil de Fato

Ze-se: Direito dos bandeirantes e para que servem as leis., Cãolho math, Ausonia Donato, entre outras., Um Caranguejo Elétrico, Bandeirantes Modernos, Cavalo louco, I AMazonia, Joaquim, O Brasil visto do Céu, O último Tanaru, Nenhuma gota a mais!!!

O Brasil gay

HISTÓRIA DO BRASIL LGBT – EDUARDO BUENO. Buenas Ideias

A homossexualidade existe desde que o mundo é mundo, em todas as comunidades humanas das quais se tem registro. Muito mais recente do que a homossexualidade é a repressão dessas práticas, que só se tornou sistemática a partir do avanço da Santa Inquisição que, não satisfeita em perseguir só europeus, veio ao Novo Mundo espalhar terror e retrocesso. Neste episódio, Eduardo Bueno relembra as histórias de homossexuais, travestis, transexuais e hermafroditas dos primórdios do Brasil, presentes tanto nas tribos indígenas como nos grupos dos colonizadores portugueses e espanhóis. Afinal, a luta pela igualdade de gênero e pelos direitos da comunidade LGBT mais e mais é cada vez mais atual – e o canal Buenas Ideias está na chuva para se molhar.

Bueze-se: Jesuis Gay, Museu Transgênero de História da Arte, Nossa Senhora de Guadalupe, Quebrada Queer, O último Tanaru, ,

TODOS PRECISAMOS DA UTOPIA

Imagem Movimento Frank Zappa

“Quero a utopia, quero tudo e mais;
Quero a felicidade nos olhos de um pai;
Quero a alegria muita gente feliz,
Quero que a justiça reine em meu país.
Quero a liberdade, quero o vinho e o pão;
Quero ser amizade, quero amor, prazer;
Quero nossa cidade sempre ensolarada, 
Os meninos e o povo no poder, eu quero ver.

In: Coração Civil – de Milton Nascimento

A palavra “utopia” tem origem grega e é formada pelo u (prefixo de negação) e topos (lugar), representando, assim, o ‘não-lugar’ ou ‘o lugar que não existe’. O termo foi cunhado pelo humanista inglês Thomas More que, em 1516, chamou sua história de uma imaginária viagem até uma ilha idealmente governada chamada Utopia. HELOISA LIMAO sentido do ser

Esta Utopia apresentava uma realidade exemplar, justa e sem falhas. No livro, ela resultava em um sistema político ideal, uma sociedade perfeita com indivíduos bons que criavam e viviam em uma comunidade igualitária, harmoniosa e feliz. Diante da ameaça de censura política e religiosa, o autor resolveu colocar a ação em um mundo fictício, na desconhecida ilha Utopia, onde a liberdade era o bem mais precioso a ser resguardado.

E o que é liberdade para mim?

Primeiro, é uma bela palavra que emociona. Porque sempre penso que todos deveriam ter a liberdade de pensar, de escolher, de amar e de percorrer todas estas possibilidades tão fantásticas.

Assim, me entristece ver que para que pouquíssimos sejam “felizes”, uma esmagadora maioria seja alijada de uma vida mais plena, feliz e ‘utópica’.

Muitos filósofos já escreveram sobre a liberdade da mesma forma como falamos dela – a de fazer o que gostamos, de trabalhar naquilo que apreciamos, de escolher o homem ou a mulher com a qual queremos nos relacionar, de decidir em paz entre ler um livro, comprar uma bicicleta ou casar.

Se fôssemos verdadeiramente livres, o que faríamos com essa liberdade? Certamente a usaríamos para nos expressarmos, nos relacionarmos e para fazermos o que honestamente desejamos. Sem subjugar ninguém e sem mostrar submissão a quem quer que fosse.

Ser o que se quer“. A frase é curta, mas traduz uma perspectiva difícil. A liberdade deveria ser a maior prerrogativa de todo ser independente e que tivesse vontade de superar seus obstáculos.

No mundo criado por Georges Orwell, no sempre tão atual livro 1984, as pessoas são condicionadas a pensar que “a liberdade é escravidão“. Como agora, em pleno século XXI, ainda o são.

No entanto, sem a autoridade sábia e benevolente de uma verdadeira e solidária comunidade, a ideia de liberdade estará sempre baseada nos dogmas de uma determinada classe social, naquilo que a família ‘crê’, nas doutrinas religiosas, nos programas de televisão, nas exigências do mercado de trabalho ou no projeto político e sombrio do momento. Ou seja: em tudo aquilo que não inclua uma coletividade desinteressada.

E foi pensando em todas estas questões que me vi inspirada a contar a história de uma comunidade que há tempos conheci: Užupis.

Lá nos idos de 1995, um grupo de artistas e intelectuais residentes da cidade de Vilnius, capital da Lituânia, construiu e levantou uma estátua de Frank Zappa. Dois anos depois, no ‘dia dos insetos’ – primeiro de abril de 1997 – o bairro boêmio da cidade se declarou uma República Independente, contando, naquela altura, com um ‘exército’ de 17 homens.

Pouco depois, foram criadas quatro bandeiras nacionais (uma para cada estação do ano) assim como elaborada uma constituição que logo mais explicarei.

Passados mais de vinte anos, a ‘república’ ainda não foi invadida e permanece como um glorioso hino à liberdade.

O nome Užupis quer dizer “do outro lado do rio” que, no caso, é o Rio Vilnia, o mesmo que deu nome à Vilnius.

Esta área por muito tempo ficou isolada do restante da cidade por conta deste rio que formava uma divisória natural. Até que, no século XVI, alguns moradores da cidade resolveram construir duas pontes e ali passaram a viver.

Durante muitos anos a região foi povoada por judeus que foram perseguidos em tempos de guerras e mortos durante a ocupação nazista. Depois de alguns anos, passou a ser habitada por marginais, mendigos, desabrigados em geral, prostitutas e, posteriormente, também por artistas e boêmios.

Até março de 1990 tratava-se de um território absolutamente abandonado. Logo depois, essas mesmas pessoas revitalizaram todo aquele espaço pintando paredes, criando e fixando esculturas modernas, promovendo encontros culturais e musicais, dentre outras atividades artísticas. E tudo isso se desenrolou sem nenhum tipo de interferência política, justamente por tratar-se de uma zona totalmente negligenciada pela administração local.

Naquela altura, alguns artistas escolheram o trabalho de Frank Zappa (cantor, guitarrista e produtor da vanguarda norte-americana) como representante da “Republika” e começaram a coletar assinaturas para sua fundação. Apesar da total irrelevância de Zappa para a Lituânia, as pessoas aceitaram a ideia e deram uma enorme demonstração de apoio que deixou as autoridades muito perplexas.

E foi assim que, em 1997, Užupis declarou a sua independência.

Inicialmente levada como uma brincadeira, a ação foi ficando séria – o que levou à eleição de um ‘presidente’, à criação de uma moeda própria, uma bandeira e um hino nacional. Hoje, conta com representantes em vários países do mundo (incluindo o Brasil). Atualmente, além de residências, bares, restaurantes e lojas, possui feiras e exposições de arte ao ar livre.

A história de Užupis é um conto bizarro e, ao mesmo tempo, estranhamente encorajador acerca do que pode acontecer quando um grupo de libertadores encontra um espaço para edificar seus projetos.

Perguntei a um artista local se a concepção de Užupis inicialmente era a de um espaço, um estado ou um estilo de vida.

Tentamos ainda perseguir uma certa utopia“, explicou. “Reconhecendo que a implementação de todas as utopias anteriores foi uma experiência miserável, não buscamos mudar o mundo, mas simplesmente torná-lo mais agradável. Queremos criar um pequeno país onde possamos ser bons. Onde se pode aposentar-se e desaparecer. ‘Escapar’, em algum momento da vida. Uma vez passada a ponte sobre o rio, encontramo-nos em segurança no nosso país mítico. Se todos nós somos uma espécie de exilados, então, em certo sentido, Užupis é uma metáfora.

O espírito de Zappa nos persuadiu a declarar a independência do resto de Vilnius“, completou.

Sua constituição (traduzida em diversas línguas) é muito bonita e feliz para não ser compartilhada. Veja:

1. Homens e Mulheres têm o direito de viver nas margens do rio Vilnia e o rio Vilnia tem o direito de correr por entre todos eles.
2. Homens e Mulheres têm direito à água quente, ao aquecimento no inverno e a um telhado.
3. Homens e Mulheres têm o direito de morrer, não sendo, no entanto, uma obrigação.
4. Homens e Mulheres têm o direito de cometer erros.
5. Homens e Mulheres têm o direito de ser únicos.
6. Homens e Mulheres têm o direito de amar.
7. Homens e Mulheres têm o direito de não ser amados, mas não necessariamente.
8. Homens e Mulheres têm o direito de ser medíocres e desconhecidos.
9. Homens e Mulheres têm o direito de caminhar lentamente.
10. Homens e Mulheres têm o direito de amar e cuidar de um gato.
11. Homens e Mulheres têm o direito de cuidar de um cão até que um deles morra.
12. Um cão tem o direito de ser cão.
13. Um gato não é obrigado a amar o seu dono, mas deve ajudar em tempos de necessidade.
14. Algumas vezes, Homens e Mulheres, têm o direito de não ter consciência de seus deveres.
15. Homens e Mulheres têm o direito de estar em dúvida, mas isso não é uma obrigação.
16. Homens e Mulheres têm o direito de serem felizes.
17. Homens e Mulheres têm o direito de serem infelizes.
18. Homens e Mulheres têm o direito de ficar em silêncio.
19. Homens e Mulheres têm o direito de ter fé.
20. Ninguém tem o direito à violência.
21. Homens e Mulheres têm o direito de apreciar a sua insignificância.
22. Ninguém tem o direito de ter desígnios sobre a eternidade.
23. Homens e Mulheres têm o direito de compreender tudo.
24. Homens e Mulheres têm o direito de não compreender nada.
25. Homens e Mulheres têm o direito de ter qualquer nacionalidade.
26. Homens e Mulheres têm o direito de celebrar ou não celebrar o seu aniversário.
27. Homens e Mulheres devem lembrar-se do seu nome.
28. Homens e Mulheres podem partilhar o que possuem.
29. Ninguém pode partilhar o que não possui.
30. Homens e Mulheres têm o direito de ter irmãos, irmãs e pais.
31. Homens e Mulheres podem ser independentes.
32. Cada um é responsável pela sua liberdade.
33. Homens e Mulheres têm o direito de chorar.
34. Homens e Mulheres têm o direito de ser mal interpretados.
35. Ninguém tem o direito de culpar outra pessoa.
36. Homens e Mulheres têm o direito de ser um indivíduo.
37. Homens e Mulheres têm o direito de não ter direitos.
38. Homens e Mulheres têm o direito de não ter medo.
39. Não se anulem;
40. Não retruquem;
41. Não se rendam.

Infelizmente, Frank Zappa morreu dois anos antes de ter a chance de ver, no centro da cidade antiga de Vilnius, a estátua em sua homenagem erguida.

Mas nós todos continuamos vivos para refletirmos sobre este peculiar exemplo. Possível, desde que construído a partir do que genuinamente temos. E junto a quem verdadeiramente confiamos e amamos.

Afinal, o mundo é muito desconfortável para a maioria das pessoas – ainda que haja espaço e condições para todos viverem em equilíbrio.

Todos sonham com um lugar onde possam viver em paz, onde se possa manter o sentimento de harmonia, que é a unidade entre homens e alegria.

Então, deve haver um pequeno pedaço de terra onde a vida, desta forma, seja possível, não?

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Consciência Negra

Consciência Negra é uma expressão que designa a percepção histórica e cultural que os negros têm de si mesmos. Também representa a luta dos negros contra a discriminação racial e a desigualdade social. TodaMateria

Dia da Consciência Negra é comemorado em todo território nacional. Esta data foi escolhida por ter sido o dia da morte do líder negro Zumbi, que lutou contra a escravidão no nordeste. Zumbi dos Palmares, nascido livre num quilombo (povoado formado por escravos fugidos), lutou até a morte para defender seu povo contra a escravidão.

A data foi estabelecida pelo projeto Lei n.º 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. No entanto, somente em 2011 a lei foi sancionada (Lei 12.519/2011) pela então presidente Dilma Rousseff.

Qual é a importância do movimento negro no Brasil?

Os primeiros africanos trazidos para o Brasil como escravos chegaram aqui em 1532 e o fim do tráfico negreiro deu-se em 1850, pela Lei Eusébio de Queiroz. Após a abolição formal da escravidão no dia 13 de maio de 1888, a busca pela igualdade por direitos dos negros jamais cessou.

O Dia Nacional da Consciência Negra é em 20 de novembro

Conscientize-se: The policeman, negro e da periferia?!?, Alejandro Restrepo em chumbo negro, Consciência Negra, Macunaíma, Preconceitos, padrões, estigmas e outras anomalias, Brincadeiras ao ar livre

As Aventuras de Raul Seixas Na Cidade de Thor

As Aventuras de Raul Seixas Na Cidade de Thor – Raul Seixas

Tá rebocado meu compadre
Como os donos do mundo piraram
Eles já são carrascos e vítimas
Do próprio mecanismo que criaram

O monstro SIST é retado
E tá doido pra transar comigo
E sempre que você dorme de touca
Ele fatura em cima do inimigo

A arapuca está armada
E não adianta de fora protestar
Quando se quer entrar
Num buraco de rato
De rato você tem que transar

Buliram muito com o planeta
E o planeta como um cachorro eu vejo
Se ele já não aguenta mais as pulgas
Se livra delas num sacolejo

Hoje a gente já nem sabe
De que lado estão certos cabeludos
Tipo estereotipado
Se é da direita ou dá traseira
Não se sabe mais lá de que lado

Eu que sou vivo pra cachorro
No que eu estou longe eu tô perto
Se eu não estiver com Deus, meu filho
Eu estou sempre aqui com o olho aberto

A civilização se tornou complicada
Que ficou tão frágil como um computador
Que se uma criança descobrir
O calcanhar de Aquiles
Com um só palito pára o motor

Tem gente que passa a vida inteira
Travando a inútil luta com os galhos
Sem saber que é lá no tronco
Que está o coringa do baralho

Quando eu compus fiz Ouro de Tolo
Uns imbecis me chamaram de profeta do apocalipse
Mas eles só vão entender o que eu falei
No esperado dia do eclipse

Acredite que eu não tenho nada a ver
Com a linha evolutiva da Música Popular Brasileira
A única linha que eu conheça
É a linha de empinar uma bandeira

Eu já passei por todas as religiões
Filosofias, políticas e lutas
Aos 11 anos de idade eu já desconfiava
Da verdade absoluta

Raul Seixas e Raulzito
Sempre foram o mesmo homem
Mas pra aprender o jogo dos ratos
Transou com Deus e com o lobisomem

Mude conceitos, você pode e deve: FALANDO SOBRE PATO FU, Cambalache, HOJE., MEDIEVAL CLASSIC ROCK, Aluga-se, IRÔNICO, MEDICINAL VIBES, VIRTUDE, INSTANTLY AGELESS ™, EU SOU O MEU DEUS., KID VINIL, BECAUSE I GOT HIGH, Só Pra Variar, RUMI, SAADI, HAFIZ (POEMS AND QUOTES), MONÓLOGO AO PÉ DO OUVIDO / BANDITISMO POR UMA QUESTÃO DE CLASSE

Adriana Plens e o Tanque Grande

https://m.youtube.com/channel/UCMpZentw-Q8GgvycrFTozww
Entre os séculos XVI e XVII, antes que se iniciasse o Ciclo do Ouro em Minas Gerais, o território atualmente ocupado pelo município de Guarulhos, na Grande São Paulo, foi o principal polo de produção aurífera do País. O levantamento desse patrimônio – que inclui longos túneis escavados na rocha para o fornecimento de água destinada à lavagem do cascalho na lavra do ouro – foi realizado pelo Projeto de Inventário e Pesquisa Arqueológica de Guarulhos (Pipag), coordenado pela arqueóloga Cláudia Regina Plens e apoiado pela Fapesp por meio de um acordo de cooperação com o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat).


A imagem do município de Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo, ficou fortemente associada à urbanização descontrolada que se seguiu à construção, em meados da década de 1980, do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos Governador André Franco Montoro. A cidade, que é a segunda mais populosa e tem o segundo maior Produto Interno Bruto (PIB) no Estado de São Paulo, possui um patrimônio arqueológico-histórico que remonta ao primeiro século da colonização portuguesa.
Há construções belíssimas escondidas no meio da mata, a força de trabalho empregada na mineração e nas obras de infraestrutura era constituída por índios escravizados, a pesquisadora estima que os habitantes originais da área faziam parte do tronco Jê.
Um importante patrimônio remanescente dessa época é o Tanque Grande, um complexo de estruturas voltadas para a mineração, construído por mão de obra indígena escravizada por volta de 1600.
Situado no ponto de confluência de dois rios do Sistema Cantareira, o Tanque Grande represava grande volume de água, que era conduzida por gravidade ao local da lavra através de canais a céu aberto e túneis escavados na rocha que somavam cerca de nove quilômetros de extensão. Jornal da USP

Uma reportagem, com a participação de Plens, foi produzida no local pela TV Cultura e pode ser vista em:

www.youtube.com/watch?v=96ER7jF1rNI.

Silêncio, aulas?

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Será? 28 de aprill, 2017!!!

OMO AJUDAR A GREVE GERAL NO DIA 28 DE ABRIL:

EXCETUANDO CASOS DE URGÊNCIA,
– NÃO VÁ A NENHUM MERCADO,
– NÃO VÁ A FARMÁCIAS,
– NÃO MARQUE CONSULTAS PARA ESSA DATA,
– NÃO VÁ A PADARIAS,
– NÃO VÁ A RESTAURANTES DE QUALQUER ESPÉCIE,
– NÃO COMPRE NENHUM MÓVEL, ELETRODOMÉSTICOS, ELETRÔNICOS,
-NÃO VÁ A NENHUM SHOPPING MESMO QUE  SEJA SÓ PARA A PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO,
– NÃO VÁ A LOTÉRICAS,
– NÃO VÁ A BANCOS,
– NÃO PAGUE NENHUMA CONTA, 
– NÃO ABASTEÇA SEU CARRO JUSTO NESSE DIA,
– NÃO VÁ A ACADEMIAS,
– NÃO VÁ A ESCOLA/FACULDADE OU CURSOS DE QUALQUER ESPÉCIE,
– NÃO VÁ A AÇOUGUES E,
ESSAS COISAS DEVEM SER EVITADAS MESMO QUE VOCÊ NÃO VÁ TRABALHAR.

* CONTRIBUA PARA O SUCESSO DA GREVE GERAL, POIS, É A SUA APOSENTADORIA E SUAS GARANTIAS TRABALHISTAS QUE SERÃO CORTADAS SE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA E DA CLT FOREM APROVADA.
É HORA DE MOSTRARMOS QUEM MANDA NESSE PAÍS. 
REPASSE PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS, POSTE NAS REDES SOCIAIS.  É HORA DA MOBILIZAÇÃO. Whatsaap

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