31 Brutally Honest Illustrations By Gerhard Haderer Show What’s Wrong With Today’s Society

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Art isn’t created just to please our eyes; it also transfers ideas and provokes thought on social problems. Austrian cartoonist Gerhard Haderer has been producing satirical illustrations and cartoons for adults for decades now, highlighting the awful problems with society. Greta JaruševičiūtėBoredPanda

Satirical Illustrations
Did you know that a couple of years ago, there were more selfie related deaths than shark related deaths?

Gerhard Haderer had even faced the court for one of his brutally honest books, The Life of Jesus. It triggered violent reactions, because of the society problems discussed in it, in Europe, especially from the Catholic Church. The story culminated in 2005 when Haderer was convicted in Greece for insulting the religious community and was given a six-month suspended sentence in absentia. A few months later, however, this verdict was corrected on appeal, and Gerhard Haderer was acquitted.

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this happens so much at live concerts, just put the damn phone down and enjoy the experience!

The artist developed his realistic style when working as a graphic designer and illustrator for advertising agencies early in his career. It wasn’t until a cancer operation in 1985 when Gerhard abandoned his commercial dreams and became a freelance caricaturist and satirical illustrator, mainly focusing on social issues.

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Actually even a put-on smile can lift your mood, say neuro-scientists.
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Children missing childhoods.
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This I do not understand. I like reading books in paper but there is nothing wrong with electronic editions. If anything, they are more eco friendly. It is still the same activity just different medium.
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Well, at least it looks like they’re all getting along.
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I’ve heard it said, how ironic it is that often times today, family time is getting everyone to put down their small screens and all look at the same big screen for a while.
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same with our used clothes which we graciously “donate”
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I’m not seeing this as a “fast food/obesity” thing, more like a CEO or corporate leader just greedily eating funds. Fat in wealth kind of thing
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you can roll a piece of shit in glitter, it’s still a piece of shit.
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Our governments today
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“I thought that there would be more fish.”
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Tinder date wile you go on tinder
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tis the season
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He can’t escape his reality, even in his day-dreams…
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I immediately thought that the commando in the middle thinks in black and white, and reality is all sorts of colors.
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Hose it down. Drone freak.
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could someone translate?
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Oh god I’m reading this on the toilet at work
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Might be the smartest move?
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George Orwell – Animal Farm: ”Twelve voices were shouting in anger, and they were all alike. No question, now, what had happened to the faces of the pigs. The creatures outside looked from pig to man, and from man to pig, and from pig to man again; but already it was impossible to say which was which.”
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Context, variation on Albrecht Dürer’s Praying Hands.
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Cannot unsee!
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VEGAN?
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Enough money you can do anything.
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Not sure how many people knew this, but there is a forth monkey in this series. See no evil, hear no evil, speak no evil and do no evil.
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No!!! How will you get the ball back now!
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As the crisis of 29
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this would be even better with teachers.
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Holidays…so many people leaves at same time…so they get stuck on the road..,and they spend half of their vac waiting on the car…sad…reality

Hadererze-se: OS CARTUNS DA CONSCIÊNCIA, 20 comics para quem entende a loucura do mundo de hoje, Os índios nos gibis., TURMA DA MÔNICA TOY, ESQUENTA PARA AS OLIMPÍADAS DO JAPÃO, Cats In Different Art Style, Ficha Limpa!!!

Reuso de água na Semana do Químico

Palestra Reuso de água Semana do Químico CRQ 06/2021Jamur Gerloff

A reutilização ou o reuso de água ou o uso de águas residuárias não é um conceito novo e tem sido praticado em todo o mundo há muitos anos. Cetesb – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo

Existem relatos de sua prática na Grécia Antiga, com a disposição de esgotos e sua utilização na irrigação. No entanto, a demanda crescente por água tem feito do reuso planejado da água um tema atual e de grande importância.

Neste sentido, deve-se considerar o reuso de água como parte de uma atividade mais abrangente que é o uso racional ou eficiente da água, o qual compreende também o controle de perdas e desperdícios, e a minimização da produção de efluentes e do consumo de água.

Dentro dessa ótica, os esgotos tratados têm um papel fundamental no planejamento e na gestão sustentável dos recursos hídricos como um substituto para o uso de águas destinadas a fins agrícolas e de irrigação, entre outros.

As águas de chuva são encaradas pela legislação brasileira hoje como esgoto, pois ela usualmente vai dos telhados, e dos pisos para as bocas de lobo aonde, como “solvente universal”, vai carreando todo tipo de impurezas, dissolvidas, suspensas, ou Simplesmente arrastadas mecanicamente, para um córrego que vai acabar dando num rio que por sua vez vai acabar suprindo uma captação para Tratamento de Água Potável. Claro que essa água sofreu um processo natural de diluição e autodepuração, ao longo de seu percurso hídrico, nem sempre suficiente para realmente depurá-la.

Reuze-se: Método Kabyle, Water Crisis in Pakistan, O mar de Aral virou areia., Tapetes do fundo do mar e reflexão sobre preservação dos oceanos, Ranking da poluição plástica nos oceanos

PÁTRIA MADRASTA VIL

‘PÁTRIA MADRASTA VIL’

Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência… Exagero de escassez… Contraditórios?? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.

Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.

O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e friamente sistematizada – de contradições.

Há quem diga que ‘dos filhos deste solo és mãe gentil.’, mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil; está mais para madrasta vil.

A minha mãe não ‘tapa o sol com a peneira’. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra… Sem nenhuma contradição!

É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!

A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.

Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)… Mas estão elas preparadas para isso?

Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.

Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos…
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente… Ou como bicho?

Clarice Zeitel Vianna Silva, 26, estudante da Faculdade de Direito da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro – RJ), concorreu com outros 50 mil estudantes universitários, foi a Paris receber um prêmio da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) por uma redação sobre ‘Como vencer a pobreza e a desigualdade.’ A redação intitulada ‘Pátria Madrasta Vil’, foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da UNESCO.

Veja também: Cabeças de bagre, Brasileiro Reclama De Quê?, A onda, Inside Job, Carta da Terra, UNESCO BR, Mundo Vestibular, Os cães, 1984!, Opção de escolha?, Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz – UMAPAZ, Convite à Filosofia, Saramago, Estrito cumprimento do dever, Impostômetro, Problemas sociais, O analfabeto político, Carlos Marighella, Ficha Limpa!!!, O Combate a Corrupção nas Prefeituras do Brasil, Incêndio, apenas 4° andar é salvo., O mundo dos espertos, Carta à Sra. “Presidenta” da República, Bandeirantes Modernos