Substância de membrana celular é encontrada no espaço

Ainda não é bem a confirmação de vida extraterrestre, mas já é algo bem importante. Astrônomos encontraram, no espaço, uma substância que, na Terra, integra uma das muitas misturas usadas na construção de membranas celulares. É a etanolamina, componente crucial do fosfolipídeo mais simples. André Lucena – Olhar Digital

Todas as células terrestres são feitas de membranas fosfolipídicas. Elas conseguem encapsular e proteger moléculas da vida em compartimentos chamados protocélulas. Agora, a etanolamina foi encontrada no espaço por Víctor Rivilla, do Centro Espanhol de Astrobiologia, em Madri, e sua equipe.

O time de cientistas analisou a luz de uma nuvem interestelar de gás e poeira, chamada Sagitário B2, a apenas 390 anos-luz do centro da Via Láctea. A região já era conhecida por ser um rico reservatório de moléculas orgânicas, gelo e poeira. A nova descoberta sugere que o espaço está repleto de todos os elementos precursores da vida.

Isso porque, antes, astrônomos já haviam detectado também em nuvens de gás interestelares aminoácidos, formadores das proteínas e equipamento para a vida. Esses substância também podem dar origem aos ribonucleotídeos, moléculas capazes de armazenar informações na forma de DNA.

 “This has important implications not only for theories of the origin of life on Earth, but also on other habitable planets and satellites anywhere in the Universe,”, disse a equipe de astrônomos. No nosso planeta, a vida começou há 4,5 bilhões de anos, apenas algumas centenas de milhões de anos após a formação do Sistema Solar.

A fórmula química da etanolamina é NH2CH2CH2OH. Para encontrar a substância, a equipe de Víctor Rivilla simulou o espectro que ela deve produzir em baixas temperaturas como as da nuvem. O resultado encontrado pelo time sugere que a molécula é muito mais difundida pelo espaço.

A etanolamina espacial foi descoberta na nuvem molecular G+0.693-0.027, localizada no centro da Via Láctea. Imagem: V.M. Rivilla y C. Briones (CAB) / cámara IRAC4 a bordo del Telescopio Espacial Spitzer (NASA)

“A etanolamina poderia ter sido transferida da nebulosa proto-solar para planetesimais e corpos menores do Sistema Solar e, posteriormente, para o nosso planeta”, acreditam os astrônomos. O que leva à formação de células dos primeiros ancestrais terrestres.

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The origin of life is one the great unanswered questions in science. One piece of this puzzle is that life started on Earth 4.5 billion years ago, just a few hundred million years after the formation of the Solar System, and involved numerous critical molecular components. How did all these components come to be available so quickly? The Physics arXiv Blog – Astronomy

One potential explanation is that the Earth was seeded from space with the building blocks for life. The idea is that space is filled with clouds of gas and dust that contain all the organic molecules necessary for life.

But there is another crucial component for life – molecules that can form membranes capable of encapsulating and protecting the molecules of life in compartments called protocells. On Earth, the membranes of all cells are made of molecules called phospholipids. But these have never been observed in space. Until now.

The new discovery suggests ethanolamine is much more widespread. On Earth, it forms the hydrophilic head of phospholipid molecules that self-assemble into cell membranes. Rivilla and colleagues say its discovery in interstellar clouds suggests “ethanolamine could have been transferred from the proto-Solar nebula to planetesimals and minor bodies of the Solar System, and thereafter to our planet.” That could have led to the formation of cells in the prebiotic soup from which our earliest ancestors emerged.

Of course, none of this ultimately answers the question of how life began on Earth. But the work does show that there is no longer any mystery about where the building blocks of life might have come from. “These results indicate that ethanolamine forms efficiently in space and, if delivered onto early Earth, it could have contributed to the assembling and early evolution of primitive membranes.,” say Rivilla and co. The question now is: what happened next?

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DENTE DE LEÃO

No Capão Redondo, ninguém sonha em ser médico

Cintia Santos Cunha é estudante da Universidad de Ciencias Médicas de la Habana (Cuba), conseguiu uma vaga por meio da UneAfro Brasil (União de Núcleos de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora) e afirma ,“Medicina é um curso impensável para as pessoas de onde eu venho e como eu sou, negra, mulher e pobre”. Geledes
https://www.youtube.com/watch?v=HjjmphNNhMk
Marina Corradi, médica, formada pela Universidade Latino Americana que prepara, em Cuba, profissionais de saúde de vários países, e faz mestrado na Unicamp em saúde coletiva.
Médica de família no posto de saúde da cidade de Juatuba, em Minas Gerais, um município que tem 30 mil habitantes onde ela atende a população rural, passou quatro anos trabalhando na área administrativa da Secretaria de Saúde porque o diploma de Cuba não tem revalidação imediata no Brasil, como tem na Espanha, deu entrada na papelada junto à Universidade do Ceará e esperou a revalidação, que veio quatro anos depois.marina_corradi
A maneira de criar infraestrutura é com o médico, não dá pra esperar a situação ideal para o profissional vir. A população continua sem atendimento, não dá para esperar um médico decidir ir para a cidade que não tem shopping e onde celular não funciona. (Marina Corradi)
A situação traz uma necessidade para os médicos repensarem seus posicionamentos, as condutas, porque não quer tem quem queira, não somos exclusivos e nem os únicos. Existem médicos que topam ir prá onde a gente não quer ir.
A população, as autoridades e a cultura são, para ela, medicalocênticas. Marina acha que a profissão é sobrevalorizada. O médico é apenas mais um integrante da equipe e não figuras diferenciadas. Geledes

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