Motor elétrico para carros que pode ser instalado nas rodas dos veículos

A britânica Saietta Group criou um novo produto voltado para carros elétricos, que é focado no ganho de espaço e eficácia. A empresa inventou um novo motor, conhecido como AFT 140 (tração por fluxo axial). Valdemar MedeirosClick Petróleo e Gás

Após anos trabalhando no projeto para novos carros elétricos, a empresa está pronta para mostrar o AFT 140, um motor de imã permanente sem escova que é totalmente selado. O objetivo da nova tecnologia da Saietta é transformar os carros elétricos mais eficientes com uma única carga.

A inclusão do motor na roda dos carros elétricos também reduz a complexidade da unidade motriz, permitindo a redução no número de peças necessárias, ou seja, diminuindo o peso total do conjunto. Esta solução permite a maximização do espaço disponível para o chassis e tem a vantagem de se poder adaptar a todo o tipo de veículos.

A inclusão dos motores nas rodas também reduz a complexidade da unidade motriz e permite diminuir o número de peças necessárias algo que, consequentemente, diminui o peso total do conjunto. “Nós não pretendemos tornar-nos num fabricante de plataformas e apenas desenvolvemos um chassis para demonstrar o potencial do nosso inovador motor na roda. Nós queremos trabalhar com criadores de plataformas, complementando ao invés de competir com as suas inovações”, refere Wicher Kist, CEO da Saietta Group. SAPO

Para saber a eficácia do motor nas rodas dos veículos, a Saietta testou a tecnologia em um Renault Twizy. O teste foi feito em Amsterdã, colocando dois modelos Twizy para competir. Um possuía o motor AFT 140 e o outro não, fora isso nada foi alterado. Os veículos dirigiram indefinidamente através de uma gama diversificada de tráfego, temperatura, clima e até mesmo diversas superfícies de estradas, apenas para avaliar se o motor é eficiente ou não.

Para que os testes fossem feitos de forma limpa, cada um dos veículos foi equipado com um laptop que processava todos os dados de desempenho para a empresa New Eletric. O motivo de utilizar o Twizy nos testes é que ele é um veículo de transição perfeito com qual a Saietta pode medir o quanto de batida o seu novo motor elétrico pode aguentar.

Apesar de parecer uma grande novidade, sempre bom lembrar que há mais de 100 anos, entre 1900 e 1905, o Lohner-Porsche usava esse conceito, inicialmente nas rodas dianteiras e, depois, nas quatro rodas. Auto&Técnica

A ideia era tão boa que, quase 70 anos depois, a Boeing e a NASA aplicaram os princípios desse projeto no Lunar Roving Vehicle, o “jipe lunar” que fez parte do Projeto Apollo.

Trazida para os dias de hoje, esta ideia pode trazer diversos benefícios para os veículos sem emissões poluentes, pois os motores elétricos nas rodas do Protean Drive System anunciam ganhos consideráveis em nível do espaço e peso para estes automóveis.

Além disso, poderá transformar carros elétricos que já estejam nas ruas apenas com tração dianteira ou traseira, em automóveis com tração integral. Esta tecnologia apresentada pelos britânicos da Protean Eletric poderá ser a primeira utilização comercial desta tecnologia em veículos de passageiros (a Schaeffer e a Ford, por exemplo, criaram em 2013 protótipos do Fiesta com este sistema), embora já existam aplicações em viaturas pesadas.

Este é um “pacote completo”, que inclui o motor elétrico, o imã permanente e toda a eletrônica exigida para o seu funcionamento. No site da empresa consta que este sistema tem potência de 54 kW (72 cv), que pode ser elevada no máximo aos 75 kW (100cv), o que significa interessantes 200 cv de potência para um modelo com tração em duas rodas. Isto com dois motores elétricos nas rodas que tenham dimensões de 16,5 polegadas de diâmetro e 4,5’ polegadas de largura. Entre as vantagens estão desde a eliminação da transmissão e do eixo da transmissão, bem como a utilização mínima de fiação, o que ajuda a reduzir o peso. Segundo apuramos, um par destes motores elétricos nas rodas acusa apenas 72 kg na balança, marca inferior em 30 kg ao total de 102 kg, por exemplo, da motorização do BMW i3.

Entre os destaques do sistema estão também a eliminação das perdas friccionais de energia por meio da transmissão entre 6% e 8%, num modelo com duas rodas motrizes. Esta situação tem também o benefício de melhorar a capacidade de regeneração da energia nas acelerações e frenagens.

A empresa utilizou um protótipo do Volkswagen Golf para testes, com ajustes específicos para a suspensão, tendo constatado funcionamento com eficácia similar ao do e-Golf. A versão de produção deste componente será fabricada na China, inicialmente com volume baixo, situado entre 5 a 10 unidades por semana.

Na pista, os protótipos com duas e-wheels traseiras (total de 109 cv) mostraram uma aceleração brilhante e enorme estabilidade, combinadas com uma agilidade fora do comum: mérito do controle independente dos motores. A ativação do controle de estabilidade é instantânea, pois ele é ligado ao powertrain elétrico, e não aos freios: a e-wheel reage em 5 a 10 milésimos de segundo, em comparação com 60 a 80 milésimos de um freio hidráulico. Tambores ou discos desaparecem das rodas traseiras: há apenas um pequeno tambor que funciona como freio de estacionamento, já que a desaceleração é con ada aos motores elétricos. Emilio BrambillaMotor Show

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Concentrador Solar Luminescente

Pesquisadores da Universidade Estadual do Michigan, EUA, desenvolveram painéis solares completamente transparentes, que podem ter inúmeras aplicações na arquitetura e também em outros campos, como por exemplo no desenvolvimento de automóveis, um concentrador solar luminescente transparente, que pode ser colocado sobre uma superfície transparente como uma janela, por exemplo. Pode colher energia solar sem afetar a passagem da luz. bastanteinteressante

A tecnologia utiliza moléculas orgânicas que absorvem comprimentos de onda de luz que não são visíveis ao olho humano, como a luz infravermelha e ultravioleta.

Yimu Zhao, estudante e doutorada em engenharia química e ciência dos materiais, e Richard Lunt, professor assistente de engenharia química e ciência dos materiais – Fotografia: por GL Kohuth

“Se as células puderem ser feitas de forma a durarem muito tempo, estes dispositivos poderão ser integrados em janelas de modo relativamente barato, já que grande parte do custo da energia fotovoltaica convencional não é da própria célula solar, mas dos materiais em que é aplicada, como o alumínio e o vidro. O revestimento de estruturas existentes com células solares eliminaria parte desse custo de material.” New York Times

O material é ajustado para captar ondas no campo do ultravioleta e do infravermelho, convertendo depois essa energia em eletricidade, graças a pequenos filamentos de células fotovoltaicas presentes no seu interior, por conta disso não há perda nenhuma de visibilidade — já que nenhum humano consegue ver acima do ultravioleta ou abaixo do infravermelho.

De acordo com Richard Lunt, que liderou os experimentos, as células solares transparentes registraram eficiência na casa dos 5%. A efeito de comparação, a eficácia de painéis tradicionais fica entre 15 e 18%. A principal diferença entre os dois, no entanto, é a possibilidade de se aplicar a cobertura transparente em uma área maior e mais diversa. Guilherme Eler, de SUPERExame

Blocos de vidro que geram energia solar são desenvolvidos por pesquisadores na Inglaterra.

Na Inglaterra, pesquisadores da Universidade de Exeter desenvolveram blocos de vidros com pequenas células solares integradas. Esta invenção foi batizada de “Solar Squared”. Os responsáveis pelo invento garantem que os blocos contam com isolamento térmico e também permitem que a luz natural entre nas casas e edifícios.
Fabricados com tecnologia que garante máxima absorção solar, os blocos possuem outra vantagem: eles podem ser utilizados tanto em novas construções quanto em reformas. Portal Solar

Sistema fotovoltaico transparente de gel de silício

Semicondutor que explora a propriedades do silício. Os fotões, que compõem os raios solares, atingem os átomos de silício presentes no gel, provocando energia cinética (é como um impulso que gera movimento e este se transforma em energia elétrica dentro da estrutura cristalina do silício, que atua como semicondutor).

É aplicado entre o vidro duplo, através de uma injeção do gel no espaço do vidro duplo, mas se for num vidro simples, este é pulverizado.

Sistema fotovoltaico transparente de base orgânica

Determinados tipos de polímeros. As novas células solares consistem em dois elétrodos no meio dos quais se coloca uma camada de semicondutor orgânico.

Este tem a função de absorver a energia solar incidente e gerar eletrões, quando estes são recolhidos pelos elétrodos é produzida a corrente elétrica.

Sistema fotovoltaico transparente de grafeno

O grafeno é composto por uma única camada de átomos de carbono, e devido a ser transparente, não bloqueia a absorção de luz solar. Mas este não adere à base da célula, como tal, ainda há investigadores a tentar modificar a superfície que é impura. Portal Energia

Miniusina de energia

Die Solarsiedlung von Westen

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O nome UGES é uma abreviação de Unidade Geradora de Energia Sustentável e a criação é fruto do trabalho dos engenheiros Mauro Serra e Jorgea Marangon. A tecnologia é simples e pode ser utilizada em qualquer caixa d’água, independente de seu tamanho. CicloVivo

Materiais usados no projeto: Leandro Fellipe – Mini gerador de energia portátil!

Um pedaço de madeira medindo 16,0 x 6,0 cm;
Um pequeno motor de impressora;
Um parafuso de ¼ de polegada com 6,0 cm com uma porca e duas arruelas;
Um mecanismo de ventilador;
Uma cantoneira para cortina;
Seis parafusos para madeira;
Parte de um freio de bicicleta;
Uma rolha;
Fios;
Conectores boca de jacaré;
Fita isolante;
Ferramentas:

Alicate;
Ferro de solda;
Estanho;
Pasta para soldar;
Chave Philips;
Chave de fenda.

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