2020 eletrizante!

Os consumidores já mostraram que têm interesse neste tipo de combustível. Filipe Alves – 4gnews

Ainda que os carros elétricos estejam longe da perfeição, principalmente com o tempo de carregamento, acredita-se que o futuro seja promissor na área. Já são muitos os fabricantes a pensar lançar o seu modelo elétrico e como sempre, quanto mais concorrência melhor e mais barato o produto final será.

Os carros elétricos para 2020 para todos os gostos e feitios.

E E; Fiat 500e – ZEEV; Mini Cooper SE; Porsche Taycan; Citroen DS 3 Crossback E-TENSE; Peugeot e-2008; Peugeot e-208; Tesla Model Y; Volvo XC40 Recharge; Renault Zoe 2020; Seat Mii Elétric; Polestar 2; Audi e-Tron Sportback; Mazda MX-30; Lexus UX300e; Opel Corsa-e; Kia e-Soul 2020

Principais vantagens de um carro elétrico

  • O ambiente agradece com menos emissões de carbono
  • Condução mais silenciosa
  • Bom poder de arranque na maior parte dos casos
  • … .

Potenciais desvantagens de um carro elétrico

  • Poucos locais de carregamento
  • Demora no carregamento
  • Pouca autonomia (na maior parte dos casos)
  • Condução silenciosa pode ser uma desvantagem
  • Troca de bateria (pode ser necessário entre 3 a 10 anos)
  • Preço geralmente mais alto

Eletrize-ze: Conversão de veículos elétricos, Carro elétrico, 900 km com uma carga, Carro elétrico e a drogar da bateria, Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro

Conversão de veículos elétricos

componentes

Segundo a figura, observem:

Potbox: É o acelerador/potenciômetro.

DC/DC Converter: é o conversor DC – DC, isto é converte a tensão das baterias que o motor exige (72V ou mais) para os componentes eletrônicos do carrro que são os 12V. Deste modo não há a necessidade de deixar uma bateria exclusiva para este fim no veículo elétrico.

Contactor: é um dispostivo eletro-magnético para acionamento do motor.

Motor: na figura é o local destinado a instalação do motor.

Agora abaixo é uma figura muito interessante que é o circuito típico de instalação.

esquematipico

A maioria destas informações agradeço a pesquisa do Alfredo e para mais detalhes acessem o site dele, que é este aqui. O seu carro elétrico

Um carro elétrico é bem simples, separando em grandes blocos, teremos:

Motor Elétrico

1-Motor elétrico: propulsão do veículo. Devemos escolher bem esse item, pois além de ser um dos componentes mais caro é mais crucial no rendimento do automóvel;

Controlador

2-Controlador de potência: este será responsável quando o motorista acelerar, transmitir maior velocidade ao motor, em outras palavras, controlar o motor ou a aceleração do veículo, de modo bem, mas bem resumido é ele que fará o carro acelerar e também a ajudar o carro converter a energia mecânica em elétrica acionando o motor para funcionar para este fim. Para quem não conhece, o motor elétrico é um conversor de energia, quando aplicamos corrente elétrica ele transforma a energia elétrica em cinética (movimento) da mesma forma que ao movimentá-lo, ele transformará a energia cinética em energia elétrica, e assim poderemos carregar as baterias;

Conversor

3-Conversor DC-DC: para tornar o automóvel mais econômico, vamos retirar o conjunto alternador para carregar a bateria que server para a parte elétrica do carro tradicional, e com este conversor vamos converter a tensão do banco de baterias para a tensão de trabalho do conjunto elétrico do automóvel. Por exemplo, se tivermos um banco de baterias de 84V, teremos que ter um conversor DC-DC para 12v (84-12);

Bateria

4-Conjunto de Baterias: o combústivel elétrico do nosso veículo; O seu carro elétrico

Apesar da falta de incentivos, falta de estrutura, falta de interesse de fabricantes e preços elevados, tentar colocar a roda da mobilidade elétrica para girar “criando” um elétrico por conta requer, além de conhecimento técnico, enfrentar muita burocracia e gastos para regularizar o veículo, alterando o documento junto ao órgão de trânsito, informando de que se trata de um carro movido a baterias.
A Abravei (Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores), inclusive, tenta apresentar um projeto para normatizar a conversão, com certificação de órgãos de segurança e aval das montadoras, a ser apresentado ao Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) e ao MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços). UOL Carros

O Denatran publicou a Portaria 279/10 em abril de 2010, a primeira a tratar sobre o tema, autorizando a homologação de automóveis, camionetas, caminhonetes e utilitários convertidos para tração elétrica”, afirma Elifas Gurgel que decidiu montar seu próprio veículo movido a baterias, usando como base um Gol G4 2009.


Aline Gonçalves, engenheira eletricista e dona de uma empresa de painéis fotovoltaicos em Vila Velha (ES), está adaptando um Fusca 1972 para rodar apenas com baterias. “Percebi que há pouquíssima oferta ou quase inexistente no Brasil e os carros disponíveis possuem preços muito acima da realidade da da população”, relata.

Poetize-se: Aline Gonçalves Santos e o fusca elétrico, Volkswagen transforma Fusca em elétrico, Fusca híbrido, , , Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro, iEV20

Carro elétrico, 900 km com uma carga

Os alunos da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, desenvolveram um carro elétrico capaz de percorrer uma distância de 900 km com apenas uma carga, uma distância considerada entre Londres e Edimburgo, consegue ter esse desempenho com a mesma quantidade de eletricidade necessária para ferver água em uma chaleira elétrica.O veículo recebeu o nome de Helia e pode alcançar a velocidade máxima de 120 km/h. Com quatro passageiros, é possível chegar a 80 km/h. O alto desempenho e a eficiência energética do veículo vêm de sua estrutura ultraleve de fibra de carbono e da sua aerodinâmica, além de pneus com baixa resistência ao rolamento. R7A equipe da Eco Racing da universidade é composta por 20 estudantes e liderada pelo diretor do programa, o Xiaofan Zhang. O projeto foi desenvolvido em parceria com diversas fabricantes de automóveis e levou cerca de dois anos para ser finalizado

Carro elétrico e a drogar da bateria

Comprar uma bateria nova para um carro elétrico pode trazer uma desagradável surpresa, o melhor é prevenir, promovendo a longevidade do equipamento de origem, dizem os especialistas, que também sugerem a compra de elétricos com a opção do aluguel das baterias (quando possível) ou o recurso à aquisição de semi-novas. MAFALDA GANHÃO

O Automóvel Clube de Portugal (ACP) lembra que uma bateria dura, “em média”, 8 a 10 anos. Em média, neste caso, não é força de expressão, já que essa longevidade depende muito da forma como o carro for utilizado, isto é, do tipo de condução e do tipo de carregamentos a que se sujeitarem as baterias. Prevenir é verbo que os proprietários dos elétricos devem aprender a conjugar.

Privilegiar as cargas lentas é o primeiro conselho a dar a um condutor de um veículo elétrico, uma vez que os carregamentos menos potentes preservam mais a integridade das células das baterias. Mas, atenção: ao optar por carregamentos lentos, geralmente os domésticos, o automóvel nunca deve ficar ligado à tomada menos do que uma hora.

Não carregar ou descarregar as baterias totalmente é outro cuidado recomendado no artigo do ACP. Fixe o intervalo de 20% a 80% como referência: não deixar descer dos 20%, nem manter a bateria acima dos 80%. Reduz a autonomia, mas a opção prolonga a vida útil da bateria, garantem os especialistas.

Outros cuidados passam por evitar carregar o veículo de imediato se acabou de o conduzir sujeitando-o a temperaturas elevadas e estacionar sempre que possível num local fresco, mas de preferência numa garagem se por fresco estivermos a falar do típico frio do inverno. Expresso

Uma bateria pode custar o preço de um carro novo, Marco António, jornalista da revista “Turbo”, lembra que é um facto que o valor das baterias de lítio tem tendência a baixar. “Há menos de oito anos o valor era de 800 euros por quilowatt/hora, ao passo que agora ronda os 200 euros”, devendo continuar a descer, afirma.
A justificação apresentada, segundo o responsável da Nissan, foi a de que o preço das baterias depende de fatores internos e externos que a marca não pode controlar, e que afetam o preço a pagar pelos componentes.

A condução autônoma, o compartilhamento, emissão zero, motivos pelo qual sua ascensão meteórica após mais de um século de esquecimento desse tipo de automóvel, podem provocar um novo problema ambiental. Ricardo de Oliveira

O que pode fazer a diferença para mais ou para menos em termos de performance e também de alcance é a densidade em kWh e isso não está relacionado com o motor elétrico a bordo, mas com o pacote de baterias que o carro transporta, o maior custo de um carro elétrico e assim continuará por muito tempo.

Cheia de tecnologia e química, o dispositivo que armazena energia nesse tipo de automóvel já está preocupando o setor antes mesmo da prometida invasão dos veículos plugados. E aí podemos incluir também os plug-in hybrid. A pergunta agora é: o que fazer com a bateria de um carro elétrico?

Conforme os fabricantes de veículos vão elevando os investimentos na produção de baterias, um futuro mercado de reciclagem lentamente começa a ganhar forma.

A busca implacável por lítio já promete elevar em quatro vezes o consumo da principal matéria-prima das baterias e em 2025, os carros serão responsável por 90% da produção mundial. Lembre, todos os dispositivos eletrônicos modernos possuem baterias de lítio, desde os bilhões de smartphones até as calculadoras de mão. Todo esse universo de aparelhos que usam pequenas baterias desse elemento químico ficarão só com 10% de um todo.

Além disso, os preços do cobalto já subiram 80%, pois também é matéria-prima essencial na produção de baterias. A Volkswagen, por exemplo, já se adiantou em reservar um lote enorme dele para sustentar sua mega produção de baterias para a próxima década. Ainda não se fala em fim das reservas de lítio e a mais recentemente descoberta fica em Minas Gerais. A Bolívia, no entanto, tem as maiores reservas do planeta e pode enriquecer com essa com commodity no cenário internacional, sendo agora chamado de “petróleo branco”.

O banco Goldman Sachs o chamado de “nova gasolina”. Argentina e Chile, com seus desertos de sal, também possuem reservas enormes do metal e o trio de nações representam 60% das reservas mundiais conhecidas. No caso do cobalto, entre 50% e 60% das reservas mundiais estão no Congo. Ou seja, todo o mundo está de olho nesses quatro países. Em 2015, de acordo com a consultoria Roskill, US$ 2 bilhões foram consumidos nestes minerais.

O que fazer com baterias dos carros elétricos é desafio no setor

Mas, se as reservas ainda parecem longe do fim, já que nem se sabe se existem mais de lítio, por exemplo, o descarte das baterias é um motivo secundário nessas corrida do ouro elétrico. Empresas como a OnTo Technology dos EUA, começam a se preparar para um mercado de reciclagem. A companhia prevê um setor robusto em 2025. Sua aposta é produzir materiais para produção de eletrodos para novas baterias a partir de unidades expiradas ao invés de decompor cada elemento individualmente.

A Tesla, por exemplo, diz que usará baterias para abastecer de energia sua Gigafactory e pretende reciclar as células exauridas. A BYD, por sua vez, utiliza baterias em fim de vida útil para veículos em grandes acumuladores de energia estacionários, que terão funcionamento por muito mais tempo que os automóveis. Hoje, o tempo de vida das células atuais varia de 8 a 10 anos. Então, podemos esperar pelo aumento na reciclagem para além de 2025. notícias automotivas

Fonte: Folha/BBC/Galileu

Aline Gonçalves Santos e o fusca elétrico

Chegando praticamente sozinha em um mercado multibilionário controlado por meia dúzia de conglomerados internacionais, Aline brinca com sua situação: “me sinto uma sardinha no meio dos tubarões”. Gabriel Pietro

engenheira instalando motor elétrico fusca

No entanto, não teme a competição. Encara os desafios e quer popularizar essa nova realidade. “Quando eu me deparei com o valor de um veículo elétrico, eu percebi que a população brasileira não tinha condições de comprar. Eu não tenho condições de comprar, e eu queria muito um carro elétrico.”

A engenheira eletricista Aline Gonçalves Santos, 31 anos, moradora de Vila Velha (ES), desenvolveu um audacioso projeto tecnológico e conseguiu equipar seu Fusca de 1971 com um motor elétrico, estudou e elaborou por dois anos um estudo em que buscava identificar os componentes necessários para criar um motor elétrico para seu carro de meio século. A pesquisa é um passo adiante para adaptar os carros movidos a combustíveis fósseis no país.

A engenheira executou diversos testes em seu veículo antes de lançar a startup MeuVeb. Com a ajuda de uma equipe de eletricistas e mecânicos, e um investimento inicial de R$ 60 mil, Aline conseguiu equipar seu Fusca com o motor elétrico.
Dois anos de pesquisas e muito quebra-cabeças viraram dois dias: este é o prazo para Aline transformar qualquer carro movido a gasolina/etanol em um veículo elétrico. Dois dias! Por R$ 45 mil, preço do kit comercializado pela startup, isso é possível. Razões Para Acreditar

Eficiência: roda 50 quilômetros a uma velocidade de 50 km/h. Amigos do Fusca – Facebook
O kit é composto por motor elétrico, 15 células de bateria de lítio e um display que informa ao condutor algumas informações do sistema, como a temperatura da bateria. Apesar da adaptação universal, inicialmente os veículos antigos de chassi Volkswagen foram escolhidos para as modificações.AutoVídeos
“É um carro urbano, dentro da proposta de popularizar o veículo elétrico. Um estudo apontou que a velocidade média em Vitória é de 30km/h, portanto, o Fusca está excelente. As pessoas ficam mais tempo com o pé na embreagem do que no acelerador”, disse a Aline, que está recebendo propostas de parcerias de paraguaios e chineses para o aprimoramento do motor. Ademilson RamosEngenharia é

Foto: Jefferson Rocio/Mec Show 2018
“A nossa proposta é galgar para chegar a carros mais novos”, contou a engenheira, que participa nesta semana de mais uma etapa da InovAtiva Brasil, o principal programa de aceleração em larga escala para negócios inovadores do país, em São Paulo. Seu mentor é o Nelson Nishiwaki, referência em consultoria no mercado automobilístico brasileiro e auditor da Toyota. Índice Moqueca – Aline Diniz
Poetize-se: DAD VW, BUMBLEBEE ERA UM FUSCA???, SAUDAÇÃO AO SOL, CANCERIANO SEM LAR, ROLÊ DE NATAL VOLKS CLUB MOOCA, EM BUSCA DA VERDADE, KUMSCA, A CORRIDA DE MOTOS MAIS INSANA QUE VOCÊ JÁ VIU, DIA DO FUSCA., MONTE SEU FUSCA, HO’OPONOPONO, EMV, VOLKSWAGEN SP2 CLÁSSICO, A INVASÃO DO BRASIL

900.000 km de elétrico

A Tesla e os seus carros têm estado a acumular recordes em várias áreas, num mercado cada vez mais competitivo, mais que as provas e os números teóricos, os carros da marca falam por si. O Tesla mais usado do mundo tem mais de 900.000 quilómetros.

O Tesla de Hansjörg Gemmingen, um Tesla Model S P85+ está perto de alcançar a meta do milhão de quilómetros.

A lista de veículos desta lista é grande e com valores também muito elevados, @gem8mingen não tem apenas um carro nesta lista. Conta ainda com um u Roadster original com uma bateria RO80. Este carro conta já com 600 mil quilómetros.

Outro ponto destes carros face à concorrência é a sua manutenção, importa salientar que ambos os carros tiveram já as baterias trocadas pela marca. Também o carregador do Model S foi igualmente alvo de uma mudança, ao abrigo da garantia. Não é normal um carro percorrer estas distâncias livre de problemas. pplware

A título de curiosidade, refira-se que 15 dos carros listados na conta Tesla Miles pertencem a uma empresa de transporte. Outro registo assinalável foi o realizado por um Model X, da rede de táxis californiana Tesloop. Equipado com uma bateria 90D, circulou “apenas” 598 mil quilómetros.

A marca que tem enfrentado vários dissabores técnicos (e ataques da concorrência) em redor dos seus produtos, apesar dos problemas técnicos identificados nas primeiras gerações, os Model S e Model X revelaram-se muito fiáveis, mesmo em usos tão intensivos como os serviços de transporte público.

A listagem da conta Tesla Miles assim o comprova, com o 47.º utilizador (e último da lista) a assinalar mais de 260 mil quilómetros em estrada com o Model S. Aquela Maquina

Enxergue mais: NIKOLA TESLA, QUEM MATOU O CARRO ELÉTRICO?, Telhas fotovoltaicas, IMPRESSORA BRAILE FEITA EM LEGO, MOVIDA A ÁGUA,VIAGEM NO TEMPO, TURBINA EÓLICA CASEIRA, FUSCA HÍBRIDO, VIABILIDADE???, Tesla surf, FUSCA ELÉTRICO – RESGATE DE CARROS CLÁSSICOS, 8 palestras do TED com imigrantes que criaram empresas incríveis