Elegância, eu?

A elegância no comportamento

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.

É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca. 

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas.

Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É possível detectá-la em pessoas pontuais.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete.

É elegante não ficar espaçoso demais.

É elegante você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer…

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.

É elegante retribuir carinho e solidariedade.

É elegante o silêncio, diante de uma rejeição….

Sobrenome, joias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.

É elegante a gentileza; atitudes gentis falam mais que mil imagens…

Abrir a porta para alguém? É muito elegante.

Dar o lugar para alguém sentar? É muito elegante.

Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma…

Oferecer ajuda? Muito elegante.

Olhar nos olhos ao conversar? Essencialmente elegante.

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

A saída é desenvolver em si mesma a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigo não tem que ter estas frescuras”.

Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la. 

Educação enferruja por falta de uso.

E, detalhe: não é frescura.

Martha Medeiros

Editado via celular.

Tem que casar!!!

Quase no fim de uma entrevista coletiva, um repórter fez a seguinte pergunta aos três políticos presentes:
– Senhores, se fossem solteiros, com quem os senhores gostariam de se casar?

O primeiro a responder foi o Aécio Neves:
– Eu me casaria com a Gisele Bündchen, a mulher mais bonita e elegante do Brasil!!!

Então, um bêbado, lá no fundo, batendo palmas, grita:
– É isso aí !!!! Muito bom, vai casar pela beleza e elegância, é isso mesmo, muito bom !!!

Logo após, o José Serra deu a sua resposta:
– Eu me casaria com a Monica novamente, pois eu a amo e ela me ama!!!

O bêbado, mais uma vez :
– Muito bem, é isso ai! Vai casar por amor, valeu!!! Muito bom!!!

E então, o Presidente Lula, demagogo como sempre, deu a sua resposta:
– Eu me casaria com o Brasil, meu coração pertence a esta país!!!

O bêbado, lá de trás, aprontando um baita estardalhaço na platéia, gritou:
– É isso aí, muito bom mesmo! Isso é que é um homem honrado: Fudeu , tem que casar…!!!

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