Tim Maia – Racional

Tim Maia – Racional (Volumes 1 e 2) [Álbum Completo]Andre Kavernista

No disco de hoje temos uma mistura de funk, soul, MPB e um conceito que é um tanto confuso, o álbum Tim Maia Racional Volume I,  um disco conceitual e que se destaca por ter nosso querido gordinho em um momento de maior lucidez musical, este disco alias é uma das maiores provas de sobriedade do cantor, pois no ano de gravação do mesmo Tim Maia havia parado de beber e usar drogas, esse fator contribuiu e muito para a qualidade do disco. A História do Disco

Após o sucesso com vários clássicos (de seu primeiro disco, e dos posteriores), Tim Maia acabou mudando um pouco a sua visão sobre a vida, com isso passou a buscar respostas sobre o universo que estamos inseridos e qual o propósito de nossas vidas. Depois de ter contato com um livro chamado Universo em Desencanto, nosso querido Sebastião Maia passou por uma mudança radical, não só em suas atitudes, como também na parte musical.

No ano de 1974 Tim já tinha seu material pronto, e alguns músicos que gravaram esse disco afirmam que logo após o cantor ter contato com o livro, ele alterou letras, arranjos e nomes de canções. Como todos sabem, o ‘Síndico’ sempre foi um artista muito exigente e não poupava nem mesmo seus músicos, isso porque sua capacidade musical era muito grande, mesmo ele sendo um autodidata. Todos os arranjos feitos em seus discos eram criados por ele, que reproduzia o som com a boca e passava para os músicos.

O fim desse “aventura” se dá quando Tim Maia descobre que toda a verba que ele doava à instituição era desviada para o bolso dos líderes da seita (qualquer semelhança com os líderes religiosos de hoje em dia é pura coincidência, ok amiguinho?), ele fica muito puto e resolve destruir todas as cópias do “Projeto Racional” – por isso que hoje em dia é raro encontrar um vinil que seja da época, pois em grande parte ele tacou fogo.

Timze-se: 365 NUS, Análise m(m.n), TIMEOUT CONVIDA! | LOVE WILL TEAR US APART feat. MY LAST BIKE, O Último Cine Drive-in, CAMAZOTZ, O BATMAN DO MUNDO MAIA, Batata Frita, o Ladrão de Bicicleta, 11 músicas que falam de saudade, A igreja de todos os Deuses

A maconha como porta de entrada

Um dos argumentos, muito repetido nas mídias sociais, nas conversas do dia a dia e até mesmo por autoridades é a famosa frase: “A maconha é a porta de entrada para drogas mais pesadas”. Norberto Fischer


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Se alguém seguir a mesma lógica para verificar quantas pessoas haviam consumido, por exemplo, refrigerante em suas vidas antes de usar cocaína, possivelmente chegaríamos à conclusão de que a bebida doce a é porta de entrada, o que não faz nenhum sentido, assim como não faz no caso da maconha.

Anarquista

Nos últimos anos me deparei com três posicionamentos diferentes, os que defendem:

  • A completa proibição da maconha no Brasil, independente do uso, mesmo medicinal;
  • Regulamentação da planta, incluindo a descriminalização do uso recreativo;
  • Uso medicinal, mas o uso industrial e social deveriam ainda ser debatidos pela sociedade.

Hoje, por estar vivendo diariamente com a maconha medicinal no tratamento da Anny posso garantir que “a maconha é sim uma porta de ean Lefebvreentrada, mas para a qualidade de vida de muita gente, para uma vida em abundância e com saúde. Hemp Meds Brasil

“Um assunto tão delicado pede um amplo debate, consultando especialistas com posições diferenciadas. A questão da maconha medicinal, expressão bastante difundida na sociedade, não se mostra verdadeira, e os especialistas apontados por nós terão a capacidade de diferenciar o uso terapêutico do canabidiol, do uso indiscriminado e nocivo à saúde da maconha e suas 500 substâncias psicoativas”, pontuou Eduardo Girão no requerimento.

A proposta analisada na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) foi uma iniciativa da ONG Rede Brasileira de Redução de Danos e Direitos Humanos (Reduc). Os representantes da ONG informam que o texto baseia-se em legislações já em vigor nos estados norte-americanos da Califórnia, Nova York e Oregon, assim como no Uruguai. Também garantem que o texto obedece à Convenção Única sobre Entorpecentes (ratificada pelo Decreto 54.216, de 1964) e à Convenção sobre Substâncias Psicotrópicas (ratificada pelo Decreto 79.388, de 1977), tratados internacionais assinados pelo Brasil junto à Organização das Nações Unidas (ONU). senado notícias

A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Luciana Boiteaux chamou a atenção para as dificuldades em debater sobre acesso a medicamentos derivados da cannabis, saúde e usos de substâncias que deveriam estar dentro da liberdade individual. “O Brasil é um dos países mais proibicionistas do mundo e isso faz mal à saúde. O Brasil importa o modelo da política de cannabis medicinal dos Estados Unidos e lá essa política tem passado por mudanças significativas, então, qual a dificuldade que temos em trazer esse debate para o país?”, disse. Luciana afirmou que não é só reduzir danos e impedir retrocessos, mas tentar avanços e mostrar que a política de drogas não só inclui grupo de cultivadores, mães e universitários. “É um cenário que até na América Latina o Brasil está muito atrasado”, concluiu.

Gulnar Azevedo, presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), ressaltou a importância de trabalhar para manter os avanços já conquistados na saúde pública e a relevância do SUS para a população. Gulnar aprofundou o argumento da acessibilidade aos medicamentos e saúde básica citando o caso de populações em área remota e indígenas. “Às vezes a condição financeira para comprar medicamentos não é o único problema, mas, essas pessoas também não têm nenhum acesso à assistência médica, e isso é muito grave”, disse. A médica lembra que o acesso a saúde melhorou bastante nos últimos anos, mas que infelizmente esse tempo não foi suficiente para que houvesse uma diminuição na desigualdade existente no país. Gustavo Mendelsohn de Carvalho, Julia Dias e Matheus Cruz (Agência Fiocruz de Notícias)

Jean Lefebvre – Hempadão

A maconha, além de tudo, pode ser também a porta de saida para as drogas! Existem diversos relatos de pessoas que eram viciadas em crack, cocaína, cigarro e álcool, que conseguiram se livrar do seu vício com a ajuda da cannabis, e não se pode culpar um ser humano por experimentar algo diferente, a curiosidade e necessidade de alterar a consciência, para alguns, é muito grande. Jean Lefebvre
Poetize-se: Comidinhas de Maconha, Ervas medicinais, Avaliação química, E agora???, Quase imortal!!!, Manual de Apicultura em Pequena Escala, A VERDADE por trás da proibição da MACONHA, Desenho de criança, Estupidez, Doenças degenerativas, Polícia 24 horas, Manual dos remédios tradicionais Yanomami, Suco de limão e Bicarbonato,

Álcool, drogas e Sacklers

https://g1.globo.com/bemestar/noticia/quem-e-a-familia-de-bilionarios-acusada-de-se-beneficiar-da-crise-de-drogas-nos-eua.ghtml

Tudo começa no final do século 19, quando Arthur, Mortimer e Raymon Sackler, três irmãos psiquiatras do Brooklyn, fundaram em Greenwich Village, em Nova York, uma pequena empresa de medicamentos.

Viram nela uma possibilidade de um negócio familiar e, em 1950, compraram, com os lucros, a Purdue Pharma, uma farmacêutica que, no início, gerava recursos com a venda de removedores de cera de ouvido, laxantes e o antisséptico de cor laranja iodopovidona, usado em cirurgias. 

Matéria no The New Yorker. Como a família dos Sacklers, conhecida por sua generosidade e filantropia, está por detrás de uma das maiores tragédias contemporâneas produzidas por drogas farmacêuticas: a epidemia dos opioides?

http://madinbrasil.org/2017/10/a-familia-que-construiu-um-imperio-de-dor/

Mude conceitos, você pode e deve:  MANUAL

 PLANTAS AMAZÔNICASLUMINESCE™

 Procon divulga listas de empresas?Princípio do ou nãoJuan dos MortosO Amaranto Inca Kiwicha invade plantações de soja transgênica da Monsanto nos Estados UnidosAgrotóxicos da mesa nossa de cada dia.Ervas medicinaisA indústria farmacêutica está fora de controle?Na trave!Água mata?

Editado via celular.

Produtos para Consumo de Maconha

O Supremo pode até não ter se decidido ainda a discussão sobre a descriminalização do uso das drogas, mas o consumo da maconha já é liberado há algum tempo no Brasil. “A realidade é que nas regiões ricas da cidade a maconha já é legalizada”, diz Zé Gabriel, proprietário da Inca Headshop, uma loja de artefatos para fumar, inaugurada há um mês na Vila Madalena. “Só é proibida na periferia”. MARINA ROSSI – Além da Mídia

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Marcelo Evangelista Meneses, sócio da marca Bem Bolado Brasil, é outro empreendedor do ramo. O crescimento do mercado das head shops no Brasil tem duas razões principais: o fato de o brasileiro querer se livrar da indústria do cigarro e comprar o próprio tabaco; e a tendência de se assumir como consumidor de maconha. “A questão agora não é mais se a maconha vai ser ou não legalizada”, diz Meneses. “Mas sim, quando ela será”. El País

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Em 1994, após conhecer e ficar fascinado pelas lojas de adeptos ao fumo na Holanda, Alexandre Perroud cria a primeira Head Shop do Brasil, a ULTRA420.

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Sonhada e desejada por amigos que cultivam os mesmos interesses, a Bem Bolado nasceu em 2010. Bem Bolado Brasil

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“Se a pessoa pode consumir, é preciso ter ao menos uma fonte legítima do acesso [à droga]”. Para o ministro, “a vida privada é o espaço que vai da religião aos hábitos pessoas e em linhas de princípio ninguém tem nada com isso”, ministro Luís Roberto Barroso. MARINA ROSSI – El País

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Um dos maiores exemplos da relação entre maconha legal e sociedade já está em sua 4ª década de legalização com uma aprovação de mais de 70% de sua população. Estes e outros dados estão no compilado de pesquisas da ONG Transnational Institute e provam que a iniciativa dá MUITO certo. Smoke Buddies

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Empenhado em ajudar o usuário de cannabis desde a data de sua fundação, em 2002, o Growroom lança mais uma novidade para os cultivadores de primeira viagem. O e-book Guia de Cultivo Básico é mais um passo para levar o conhecimento do cultivo da cannabis a todas as pessoas que queiram e precisam plantar sua própria maconha.

Quer um argumento adicional para considerar uma mudança na atual política sobre drogas? Então vale analisar o impacto econômico da legalização da maconha para fins recreativos. Por exemplo, o Estado do Colorado, nos Estados Unidos, desde que legalizou a maconha não sabe o que fazer com tanto dinheiro. A maconha está gerando uma onda de novas empresas de tecnologia. O Vale do Silício já está atuando fortemente no ramo. Folha de S.Paulo – 

3* EXPOCANNABIS  URUGUAY SIEMBRA 2016 *  ENCONTRO  DE  CANNABIS  E  CÂNHAMO  DO  URUGUAI: USOS  MEDICINAIS, TERAPÊUTICOS  E  INDUSTRIAIS.

A publicidade está jogando alto, muito alto na legalização da droga. Camisetas, sedas e todos os tipos de produtos para explorar um mercado. E a qualidade? É garantida? Os consumidores não têm nenhuma maneira de saber que uma marca de maconha de uma celebridade é diferente do que eles poderiam comprar num saquinho plástico a partir de um traficante de drogas das esquinas. 

Investidores do país já se animaram com a notícia de que, em 2017 o Canadá irá legalizar o consumo da maconha, o que resultou em uma verdadeira “corrida do ouro” neste mercado muito rentável. Segundo estimativas, ele poderá girar em torno de US$ 3,08 bilhões e US$ 3,85 bilhões. 

O cantor acaba de anunciar que sua marca, a Willie’s Reserve, será vendida livremente nos estados do Colorado, Washington e outros locais que liberaram o uso da maconha para fins recreativos.

“Tudo isto é inspirado na minha própria experiência de toda uma vida de menstruações difíceis e do fato que a cannabis era, literalmente, a única coisa que me aliviava”, disse a Whoopi Goldberg

A lei

“A Constituição garante a liberdade de manifestação do pensamento. Não é crime defender a legalização do uso de maconha, desde que se respeite o limite da razoabilidade. Se tais acessórios e objetos transmitirem a ideia de que a criminalização é ilegítima, não há apologia a crime”, diz o advogado Gamil Föppel, mestre em Direito Penal, doutor em Direito Penal Econômico, e integrante da comissão de juristas nomeada pelo Senado Federal para a reforma do Código Penal e da Lei de Execuções Penais.

Não há como prever, muitas vezes, como o público reagirá a uma campanha publicitária. Nem sempre as ações de marketing saem como o planejado, seguindo à risca o roteiro pensado. Às vezes é falta de sorte da marca, mas em outras tantas é falta de bom senso mesmo. exame.com.br

 À primeira vista, sexo, drogas e rock and roll têm pouco a ver com religião. Mas, na prática, as coisas estão bem conectadas. Um novo estudo da Universidade de Utah, em Salt Lake City, nos Estados Unidos comprovou que transar, se drogar, ouvir música e rezar ativam as mesmas regiões do cérebro. Pâmela Carbonari – Brasil Post

 Em 2013, os eleitores de Colorado e Washington decidiram votar pela liberação da maconha, para uso tanto recreativo quanto medicinal. Do lado latino, os olhos do mundo se voltaram para o Uruguai que durante todo o ano de 2013 realizou assembleias populares para construir um consenso em torno da regulamentação da maconha e de sua comercialização, controlada pelo Estado. Revista Forum

 

Um garoto de classe média pode passar a vida inteira sem ser abordado por um policial, mas se isso vier a acontecer e for pego por porte de qualquer tipo de droga, terá rapidamente um advogado constituído pela família para evitar que durma sequer uma noite na delegacia. Revista Forum (outra maconha)

“A ideia por trás dessas iniciativas é isolar os usuários de cannabis, que correspondem a 80% do uso de drogas atualmente consideradas ilegais, do acesso aos traficantes. Porque a pessoa chega para comprar uma droga e encontra outras drogas acessíveis e, com isso, você corta parte desse fim. Além disso, há a questão da violência social do tráfico, da repressão ao tráfico e algumas das injustiças do sistema de justiça criminal que muitas vezes penaliza usuários pobres como traficantes, porque não são capazes de conseguir uma boa defesa. Brasil247
A despeito de ter uma imagem internacional de um país moderninho, o Brasil tem o péssimo hábito de ser sempre um dos últimos do planeta a tomar decisões de caráter libertário. Foi assim com o fim da escravidão e até com a aprovação do divórcio. Tem sido assim com o aborto e a legalização da maconha. Renato Rovai, na Revista Fórum

Observe maisFHC = THCJOSÉ MUJICA MACONHEIRO?VENDE-SE MACONHACOMIDINHAS DE MACONHAO PODER DA MACONHANAARA BEAUTY DRINK!!!MACONHA FAZ MAL.PROPRIEDADES CURATIVAS DO LIMÃOLUMINESCE™ CELLULAR REJUVENATION SERUMBE MY EYES APPQUEM MATOU O CARRO ELÉTRICO?INSTANTLY AGELESS ™TUMBLER VW BUG CONCEPTÍNDIO EDUCAVIDACELL®DEPRESSÃO MASCULINAREMÉDIO QUE CURA QUALQUER DOENÇASISTEMA NACIONAL DE POLÍTICAS PÚBLICAS SOBRE DROGASRESERVE™A HISTÓRIA DO JARDINEIRO DE OXALÁLEGALIZE JÁSUPERNATURAL

10 razões para legalizar as drogas

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Por Juan Carlos Hidalgo

1. A legalização colocaria fim a parte exageradamente lucrativa do negócio do narcotráfico, ao trazer para a superfície o mercado negro existente.

2. A legalização reduziria dramaticamente o preço das drogas, ao acabar com os altíssimos custos de produção e intermediação que a proibição implica. Isto significa que muita gente que é viciada nestas substâncias não teria que roubar ou prostituir-se com o fim de custear o atual preço inflacionado destas substâncias.

3. Legalizar as drogas faria com que a fabricação dessas substâncias se encontre dentro do alcance das regulações próprias do mercado legal. Abaixo da proibição, não existem controles de qualidade ou vendas de doses padronizadas.

4. O narcotráfico tem estendido seus tentáculos ao cenário político dos países. A legalização acabaria com esta nefasta aliança do narcotráfico e o poder político.

5. Legalizar as drogas acabaria com um fonte importante de corrupção, a qual aumenta em todos os níveis do governo devido ao fato de uma substancial parte de toda a classe de autoridades tem sido compradas, subornadas e extorquidas por narcotraficantes, criando um grande ambiente de desconfiança por parte da população quanto ao setor público de forma geral.

6. Os governos deixariam de desperdiçar bilhões de dólares no combate as drogas, recursos que seriam destinados a combater os verdadeiros criminosos: os que violam os direitos dos demais (homicidas, fraudadores, estupradores, ladrões etc).

7. Com a legalização se acaba com o pretexto do Estado de violar nossas liberdades civis com o fim de levar a cabo esta guerra contra as drogas. Grampos telefônicos, buscas, registros legais, censura e controle de armas são atos que atentam contra nossa liberdade e autonomia como indivíduos.

8. Legalizar as drogas desativará a bomba-relógio em que se converteu a América Latina, especialmente os países andinos, América Central e México. Isto tem levado a uma intervenção crescente por parte dos EUA, país que desde quase mais de uma década vem fortalecendo sua presença militar na região de uma maneira nunca vista desde o fim da Guerra Fria.

9. Em uma sociedade onde as drogas são legais, o número de vítimas inocentes produzidas pelo consumo e venda de entorpecentes seria reduzido substancialmente. Grande quantidade de pessoas que nunca consumiram essas substâncias ou que não estão relacionadas com essa atividade se veem prejudicadas ou perdem a vida devido as “externalidades” da guerra contra as drogas: violência urbana, abusos policiais, confiscos de propriedades, revistas e buscas equivocadas, entre muitos outros casos.

10. A legalização conduzirá a sociedade a aprender a conviver com as drogas, tal e como tem feito com outras substâncias como o álcool e o cigarro. O processo de aprendizagem social é extremamente valioso para poder diminuir e internalizar os efeitos negativos que derivam do consumo e abuso de certas substâncias.

Veja também: UM “DEVOGADO” E… DUS BÃO!‏, O crime compensa, Hemp Car, Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas, Patrocinadores da Copa, 3º opção, Advogados, Não Foi Acidente, Deixa eu Falar, E agora???, Gente ridícula

Pessoas criativas são mais propensas à depressão e dependência química

Para o professor Michel Reynaud, chefe do departamento de psiquiatria e dependência no hotel Paul Brousse em Villejuif, Paris, existe uma ligação entre talento criativo, depressão e dependência.

“Os artistas são muitas vezes pessoas mais sensíveis, sentem mais intensamente as emoções. Isso acontece geralmente com escritores, poetas, músicos, atores, de muita qualidade, mas por trás de seres muitas vezes ansiosos, deprimidos, bipolares”, observa.

Além disso, produtos com o álcool e as drogas, geralmente disponíveis em seu ambiente – “meio de divertimento, festivo, de dinheiro” – são vistos como facilitadores da expressão artística. Megacurioso

Veja também: Quase imortal!!!, Comida para o espírito, Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas, Rebeldia, O teste de Turing, Coletores de sementes, A tua mente, Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, Violentamente pacífico, Lâmpadas fritas

Fumaça Louca

Fumaça Louca – Ventania

oh oh oh oh oh oh oh oh oh… oh oh oh oh oh oh oh oh ohhhh

Quantas noites sem durmir olhando da minha janela
Luzes da cidade viajo o pensamento
Madrugada adentro enquanto muitos dormem
Quando os loucos atearam fogo aceleraram a mente
Viajaram na fumaça louca
Que passando a todos foi de boca em boca
No silêncio sinto esta fumaça me lavar o rosto
Maquinar meu cérebro fazendo louco
Me indagando a noite pela lucidez
Como posso eu parar na noite pra dar mais um trago
Se eu vivo esta lucidez tão louco
Só por mais um pouco eu vou pirar de vez
São os olhos de um poeta louco que contempla a noite
Na palavra certa de um pensamento
Só por um momento de inspiraçao
Quantas noites sem durmir olhando da minha janela
Luzes da cidade viajo o pensamento
Madrugada a dentro enquanto muitos dormem

oh oh oh oh oh oh oh oh oh… oh oh oh oh oh oh oh oh ohhhh

Quantas noites sem durmir olhando da minha janela
Luzes da cidade viajo o pensamento
Madrugada adentro enquanto muitos dormem
Quando os loucos atearam fogo aceleraram a mente
Viajaram na fumaça louca
Que passando a todos foi de boca em boca
No silêncio sinto esta fumaça me lavar o rosto
Maquinar meu cerebro fazendo louco
Me indagando a noite pela lucidez
Como posso eu parar na noite pra dar mais um trago
Se eu vivo esta lucidez tão louco
Só por mais um pouco eu vou pirar de vez
São os olhos de um poeta louco que contempla a noite
Na palavra certa de um pensamaneto
Só por um momento de inspiraçao
Quantas noites sem durmir olhando da minha janela
Luzes da cidade viajo o pensamento
Madrugada adentro enquanto muitos dormem….

oh oh oh oh oh oh oh oh oh… oh oh oh oh oh oh oh oh ohhhh
ventania

Veja também: FHC = THC, Só Pra Variar, Doenças degenerativas, Banana, A importância do Doutorado, Repo man, O Livro de Eli, A indústria farmacêutica está fora de controle?, DIA DA ÁRVORE, Ruas de Belém, Eu sou o meu Deus., Me lave por favor!, O dízimo da educação!

José Mujica maconheiro?

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O Uruguai criou polêmica em todo o mundo ao se tornar o primeiro país a legalizar a maconha. Essa foi a solução encontrada pelo presidente José Mujica para combater a violência e o narcotráfico. Jornal da Band

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Chico Lopes solto depois de pagar fiança de R$ 300. (Senado Federal)

Veja também: Legalize Já, Ervas medicinais, FHC = THC, Saudação ao Sol, Comida de gente, Convite à Filosofia, Chás que Ajudam a Emagrecer, Paulo Freire, Jesus Negão, Umbrella Corporation, Piada sem sabor!, Sorvete de cachaça, Casa da árvore

Legalize Já

Legalize Já – Planet Hemp

(Riff Principal)
Digo foda-se as leis e todas regras
Eu não me agrego a nenhuma delas
Me chamam de marginal só por fumar minha erva
Porque isso tanto os interessa
Já está provado cientificamente
O verdadeiro poder , que ela age sobre a mente
Querem nos limitar de ir mais além
É muito fácil criticar sem se informar
Se informe antes de falar e legalize ganja

(Refrão)
Legalize já, legalize já
Porque uma erva natural não pode te prejudicar

(Riff Principal)
O álcool mata bancado pelo código penal
Onde quem fuma maconha é que é marginal
E por que não legalizar ? e por que não legalizar ?
Estão ganhando dinheiro e vendo o povo se matar
Tendo que viver escondido no submundo
Tratado como pilantra, safado, vagabundo
Só por fumar uma erva fumada em todo mundo
É mais que seguro proibir que é um absurdo
Aí provoca um tráfico que te mata em um segundo
A polícia de um lado e o usuário do outro
Eles vivem numa boa e o povo no esgoto
E se diga não às drogas, mas saiba o que está dizendo
Eles põe campanha na tevê e por trás vão te fudendo
Este é o planet hemp alertando pro chegado
Pra você tomar cuidado com os porcos fardados
Não falo por falar eu procuro me informar
É por isso que eu digo legalize ganja
São dez mil anos de uso
sem se quer uma morte
Se me chamar de otario
fala se se fode
PlanetHemp-Usuario-620

Veja também: Ervas medicinais, FHC = THC, Aquela Paz, Cheirando Cola, Não Foi Acidente, O mundo dos espertos, Sintomas Câncer de Mama, Carta de um policial nos protestos de São Paulo, Conhecimento Ancestral, Sugestão de desintoxicação ayurvédica após os excessos., Hortas e temperos, Só um minuto!

Minha Alma (A Paz Que Eu Nao Quero)

O Rappa

A minha alma tá armada e apontada
Para cara do sossego!
(Sêgo! Sêgo! Sêgo! Sêgo!)
Pois paz sem voz, paz sem voz
Não é paz, é medo!
(Medo! Medo! Medo! Medo!)

As vezes eu falo com a vida,
As vezes é ela quem diz:

“Qual a paz que eu não quero conservar,
Prá tentar ser feliz?”

As grades do condomínio
São prá trazer proteção
Mas também trazem a dúvida
Se é você que tá nessa prisão

Me abrace e me dê um beijo,
Faça um filho comigo!
Mas não me deixe sentar na poltrona
No dia de domingo, domingo!

Procurando novas drogas de aluguel
Neste vídeo coagido…
É pela paz que eu não quero seguir admitindo

É pela paz que eu não quero seguir
É pela paz que eu não quero seguir
É pela paz que eu não quero seguir admitindo

Veja também: PRESÍDIOS NO REGIME MILITAR, Instituto Alana, Sua segurança?; Clarice Lispector do Samba, Clara Nunes., Que País É Esse?, Saramago, Justiça em trânsito, Carlos Marighella

FHC = THC

Droga é qualquer substância que introduzida em um organismo modifica suas funções, podendo ocasionar dependência química e/ou psíquica, é um termo que abrange uma grande quantidade de substâncias naturais ou sintéticas. Por exemplo o carvão, aspirina, fumo (nicotina), álcool (etanol) e o café (cafeína).

Fernando Henrique Cardoso, 80 anos, presidente da República entre 1995 a 2002.

“Em sociedades abertas e democráticas a opinião se forma neste entrechoque de idéias.”

No dia 2 de junho de 2011, entregou ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, uma proposta de revisão na política de combate às drogas. Um problema que afeta a todos e precisa ser enfrentado em seus múltiplos aspectos.


A sua peregrinação foi registrada no documentário QUEBRAMDO O TABU, dirigido por Fernando Grostein Andrade.

A importância do debate de questões que envolvem valores e comportamentos deve ser primeiramente discutida pela sociedade, antes que as decisões cheguem aos governos e parlamentos. A regulação de drogas como a maconha tem o objetivo de reduzir o poder do narcotráfico, preservar a saúde e a segurança das pessoas, oferecer tratamento e reabilitação (a redução do dano e a redução do consumo), investir na informação e prevenção para reduzir o consumo de drogas.

Fonte: Revista Época

“Breaking the Taboo”, versão internacional narrada por Morgan Freman, a versão em espanhol é narrada por Gael Garcia Bernal.

maconhacristovambuarque

Veja também: Scoring drugs, Por que Pinga?; Como a indústria do fumo enganou as pessoas?, Brasileiro Reclama De Quê?, Carnaval é Perfeição!, Reign Over Me, Meu nome é Jonas, Minha Alma (A Paz Que Eu Nao Quero), Hemp Car, Hora do Planeta, BEBER MENOS, Eu sou o meu Deus.