SALADA DE MAIONESE GOURMET PARA DOMINGOS

Confiram a receita e como fazer uma deliciosa salada de maionese, mesclando tradição com gourmetização em um sabor inigualável.

Ingredientes:

3 ovos;

5 batatas;

1 tomate;

2 cenouras;

2 colheres de maionese;

1/2 cebola cortada em cubos;

1 pitada de orégano;

1/2 limão;

Azeite à gosto;

Sal à gosto;

Modo de Preparo:

Cozinhar a batata e cenouras até amolecer. Cozinhar os ovos. Amassar as batatas, cenouras e ovos em um recipiente.

Picar o tomate em cubos, picar as azeitonas, picar as cebolas e colocar no mesmo recipiente.

Regar com azeite, limão, sal e a maionese. Misturar tudo e pronto.

Mude conceitos, você pode e deve: Comida esperta, Fome, Vegeta, Comida de gente, Alzheimer, Comida de tubarão, Cadeia plástica, Nunca comer., MORADOR DE RUA CUIDA DE 11 CÃES, A história das coisas, São Paulo Tokyo

Nelson Ned d’Ávila Pinto

nelsonned

Um homem com um vozeirão grave, apesar de seu um metro e doze de altura (característica que gerou umas 800 mil piadas e tornou seu nome um dos principais sinônimos para “anão”). Já reparou?

Nasceu em Ubá e desde cedo se interessou por música. Nos anos 60 começou a se apresentar e gravar discos, inclusive nos países da América Latina, onde é extremamente popular. Com repertório voltado para a música romântica, seus shows atraem multidões em estádios e teatros. CliqueMusic

A trajetória artística começava a deslanchar e Nelson passou a participar de programas da TV Itacolomi, como o ‘Cirquinho do Bolão’ e o ‘Clube do Pererê’, e a cantar nas rádios Guarani e Inconfidência. Na ocasião da entrevista, questionado sobre suas lembranças de Belo Horizonte, o artista ficou pensativo, mas logo disse: “Aldair Pinto, radialista da Inconfidência’’. Foi ele quem te lançou? E Nelson respondeu, categórico: “Não. Quem me lançou foi Deus”. (Com informações de Ana Clara Brant) EM Digital

Veja também: Tudo Passará, Alzheimer, Assédio moral (bullying, manipulação perversa, terrorismo psicológico)., Scoring drugs, Clarice Lispector do Samba, Clara Nunes., Águas de março, Meu nome é Jonas, Cantar, Mídia Ninja, Arte Fora do Museu, Outros olhos, O tempo chegará, A chegada de Lampião no Inferno, O Estado Laico

Cidadão

Cidadão – Zé Ramalho

Tá vendo aquele edifício moço
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição
Eram quatro condução
Duas prá ir, duas prá voltar
Hoje depois dele pronto
Olho prá cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
“Tu tá aí admirado?
Ou tá querendo roubar?”
Meu domingo tá perdido
Vou prá casa entristecido
Dá vontade de beber
E prá aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio
Que eu ajudei a fazer…

Tá vendo aquele colégio moço
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento
Ajudei a rebocar
Minha filha inocente
Vem prá mim toda contente
“Pai vou me matricular”
Mas me diz um cidadão:
“Criança de pé no chão
Aqui não pode estudar”
Essa dor doeu mais forte
Por que é que eu deixei o norte
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava
Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer…

Tá vendo aquela igreja moço
Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo
Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também
Lá foi que valeu a pena
Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse:
“Rapaz deixe de tolice
Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asa
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar”

Hié! Hié! Hié! Hié!
Hié! Oh! Oh! Oh!

Veja também: Na trave!, Carta de um policial nos protestos de São Paulo, Batman – O Livro dos mortos, Mão Santa, Assédio moral (bullying, manipulação perversa, terrorismo psicológico)., Brasileiro Reclama De Quê?, Candidato Caô Caô, Miniusina de energia, Omissão.

Minha Alma (A Paz Que Eu Nao Quero)

O Rappa

A minha alma tá armada e apontada
Para cara do sossego!
(Sêgo! Sêgo! Sêgo! Sêgo!)
Pois paz sem voz, paz sem voz
Não é paz, é medo!
(Medo! Medo! Medo! Medo!)

As vezes eu falo com a vida,
As vezes é ela quem diz:

“Qual a paz que eu não quero conservar,
Prá tentar ser feliz?”

As grades do condomínio
São prá trazer proteção
Mas também trazem a dúvida
Se é você que tá nessa prisão

Me abrace e me dê um beijo,
Faça um filho comigo!
Mas não me deixe sentar na poltrona
No dia de domingo, domingo!

Procurando novas drogas de aluguel
Neste vídeo coagido…
É pela paz que eu não quero seguir admitindo

É pela paz que eu não quero seguir
É pela paz que eu não quero seguir
É pela paz que eu não quero seguir admitindo

Veja também: PRESÍDIOS NO REGIME MILITAR, Instituto Alana, Sua segurança?; Clarice Lispector do Samba, Clara Nunes., Que País É Esse?, Saramago, Justiça em trânsito, Carlos Marighella