Brinquedos transplantados

Cerca de 14 mil pessoas esperam por um transplante no Japão, mas apesar disso, apenas 300 delas conseguem os órgãos necessários a cada ano. Para chamar a atenção para o problema e estimular a população a falar sobre isso desde os primeiros anos de vida, foi criada a organização Second Life Toys, que promove “transplantes de órgãos entre brinquedos”. Hypeness

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Pessoas que tenham brinquedos em desuso podem doá-los à instituição para que partes deles sirvam para consertar brinquedos de outras crianças. Após o transplante, a criança que recebe o brinquedo transplantado escreve uma carta de agradecimento ao doador, mostrando que cada transplante oferece uma nova vida e muita felicidade para quem recebe a doação. Vivimetaliun

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Engenheiro conserta brinquedos quebrados em Mato Grosso do Sul

Tranzplante-se: Brincadeiras ao ar livreIndígenas doam alimentosDia Mundial do Doador de SangueCórnea feita de células-tronco “reprogramadas”80 atividades para crianças: simples, divertidas, de baixo custo e todas dentro de casaCotação de histórias no InstagramLAGARTO-TATU (Cordylus cataphractus)

Indígenas doam alimentos

Os povos indígenas de Bribi, em Talamanca de Limón, pertencentes às comunidades Amubri, Suiri, Cuaska, Coroma, Sepeque, Yorkim e Bambu, doaram 970 cachos de banana, 150 quilos de mandioca e um saco de limões para a população do país, num gesto de empatia e amor ao próximo. Luiza FletcherO Segredo

A responsável por coletar esses alimentos nas comunidades e distribuí-los é a organização independente de trabalho voluntário Fundação Lloverá, em parceria com a Associación Costa Rica Azul, iniciativa de cidadania para revitalizar a economia do país, fazendo um trabalho exemplar ao aproximar as comunidades indígenas do restante da população, através de uma atitude tão bonita quanto a doação.

A Lloverá Comida Foundation está atuando desde o começo da crise em Porto Rico pela plataforma #SúperSolidario. A Soma de Todos AfetosFABÍOLA SIMÕES

De norte a sul do Brasil, camponeses do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizam uma campanha de solidariedade para apoiar aqueles que já sofrem com a falta de alimento por consequência da pandemia do novo coronavírus. No Paraná, mais de 35 toneladas (35 mil quilos) de alimentos produzidos por famílias acampadas e assentadas foram distribuídas em oito cidades. Brasil de Fato

Feijão, arroz, leite, mandioca, banana e uma dezena de variedades de grãos, tubérculos, frutas e legumes foram arrecadados por mais de dez comunidades do MST, de todas as regiões do estado. A maior parte das doações é fruto do trabalho de agricultoras e agricultores que vivem em acampamentos.

Quer e pode contribuir? Ecoa reuniu no site locais, coletivos e instituições que estão recebendo doações pelo país, pessoalmente ou via transferências e financiamentos coletivos. A lista será atualizada diariamente durante o período de enfrentamento à Covid-19. Se tiver uma indicação, marque os nossos perfis @Ecoa_UOL no Twitter ou Instagram, ou envie mensagem para ecoa-uol@uol.com.br com a palavra “Doação” no campo assunto.

MTST – O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto criou um fundo solidário para ajudar na compra de alimentos e itens de higiene para distribuir para a população de pessoas sem-teto. Para doar: acesse vaka.me/947032

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) – A associação nacional de entidades que representam os povos indígenas reivindicou ao governo federal a elaboração de um Plano de Ação Emergencial voltado para a prevenção e o atendimento aos territórios indígenas. Em meio à pandemia do coronavírus, a associação também criou uma vaquinha online para arrecadar fundos para a compra de alimentos e medicamentos, que serão distribuídos nas aldeias. Para doar: acesse http://vaka.me/952341

Conselho Indígena de Roraima (CIR) – Comunidades indígenas estão preocupadas com o avanço do coronavírus em Roraima. Por isso, o conselho lançou uma campanha de arrecadação de fundos para a compra de alimentos e itens de higiene, que serão distribuídos em comunidades localizadas em áreas de difícil acesso e que mais necessitam de assistência. Para doar: depósito ou transferência bancária. Banco do Brasil – Agência 2617-4 conta: 8198-1.

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O ‘mercado grátis’ que está ajudando a combater o desperdício na Nova Zelândia

A Free Store, ou mercado grátis, foi criada pelo artista Kim Paton para ser um projeto temporário, de duas semanas de duração, reunindo sem suas prateleiras alimentos em perfeita qualidade que, por motivos diversos, tornaram-se excedentes em supermercados e padarias, e se tornariam parte da estatística do desperdício. Sete anos depois felizmente a iniciativa se tornou permanente, e já possui quatro lojas na Nova Zelândia.

Um dos males mais perversos do capitalismo e do mercado como regulador é sem dúvida o desperdício. São diversos os motivos, de controle de preços e mercados, custos diversos, publicidade ou outras intervenções que fazem com que quase metade da comida produzida no mundo seja jogada no lixo, alcançando cerca de 1,3 bilhões de toneladas desperdiçadas anualmente. Vivimetaliun

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Editado via celular.

O #diadedoar

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O #diadedoar é um movimento, uma mobilização nacional para termos um país mais generoso e solidário, em especial para com as organizações da sociedade civil.

O #diadedoar é organizado pelo Movimento por uma Cultura de Doação, uma coalização de organizações e indivíduos que promovem a cultura de doação no país, e ao qual qualquer um pode se juntar: https://www.facebook.com/groups/culturadedoacao/.

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The Street Store

Na Cidade do Cabo, África Do Sul, uma iniciativa simples e inovadora para lidar com a questão habitação, alguns cabides de papelão foram suficientes para estimular a doação de roupas e sapatos, beneficiando 3500 moradores em apenas um dia. ANDRÉ NICOLAU

The Street Store
The Street Store

Inspirado em ação realizada na África do Sul, The Street Store se multiplicou por SP e todo Brasil. São Paulo abriga 15.905 pessoas em situação de rua.

Doações: onde e quando

– Alecrim Restaurante
Rua Pais da Silva, 10, Chácara Santo Antônio, tel. (11) 5181-0520

– Ateliê Laços de Ternura
Rua Dom Antônio de Melo, 58, Luz, tel. (11) 3311-6198

– Barão de Itararé
Rua Peixoto Gomide, 155, Baixo Augusta, tel. (11) 3237-2047

– Drogaria Vieira
Rua Vieira de Morais, 370, Campo Belo, tel. (11) 5093-3002

– Manzana Bar
Av. Casa Verde, 2800, Casa Verde, tel. (11) 3951-0166

– Palace Carmelita
Rua Dom Francisco de Sousa, 165, tel. (11) 99914-0061, próximo ao Metrô Luz (Segunda a sexta, 10h30 às 16h00)

– Restaurante São Benedito
Praça Benedito Calixto, 78, Pinheiros, tel. (11) 3062-9678

– Restaurante Puro Sabor
Rua Afonso Celso, 961, Saúde, tel. (11) 5579-8297

– Rosa Costureira
Av. Aratãs, 383, Moema, tel. (11) 5543-8018

– Tampopo Hair Cutting Team
Rua da Consolação, 3444, Jardins, tel. (11) 3061.2628

– Unique Lavanderia
Al. dos Anapurus, 1631, Moema, tel. (11) 5041-9121

– Soho Hair
Rua Cardoso de Almeida, 1051, Perdizes, tel. (11) 3673-4965

MODA ÉTICA - LUCIANA DUARTE
MODA ÉTICA – LUCIANA DUARTE

Uma iniciativa internacional chamada The Street Store aterrissou no Brasil e ganha cada vez mais força. A ideia é simples: doar roupas a quem não tem. A diferença é que as peças são penduradas em cabides de papelão na rua, como se fosse uma grande loja a céu aberto, e os moradores de rua têm a oportunidade de se sentir “fazendo compras”. Huffpost Brasil – De Larissa Baltazar

Somos todos doadores

A legislação brasileira sobre o processo doação transplante estabelece que somos todos doadores de órgãos desde que após a nossa morte um familiar (até segundo-grau de parentesco) autorize, por escrito, a retirada dos órgãos.
Não é necessário nenhum registro em documento.
Lei que dispõe sobre a remoção de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante é a Lei 9.434, de 04 de fevereiro de 1997, posteriormente alterada pela Lei nº 10.211, de 23 de março de 2001, que substituiu a doação presumida pelo consentimento informado do desejo de doar. (Sistema Nacional de Transplantes)

Associação Brasileira Pela Doação de Órgãos e Tecidos (ADOTE) é uma organização não governamental, sem finalidade econômica, fundada em 20 de novembro de 1998, em Pelotas, RS, sua força de trabalho é constituída de voluntários e/ou mantenedores.

Veja também: Adoro essa parte da anatomia femimina., Eu sou o meu Deus., RIQUEZA APÓS OS 40, Sucos caseiros cheios de saúde., EU LEVO UMA VIDA DE CACHORRO!, Saúde nossa de cada dia!, A Melhor plástica de todas!!!, Saudação ao Sol, PÁTRIA MADRASTA VIL

Se sentindo só? Anúncios de solteiros.

Anúncio para solteiros publicado nos EUA, pelo Atlanta Journal, Atlanta, Georgia.

Feminina, solteira, procura companhia masculina, aspectos étnicos sem a menor importância.  Sou uma menina bem humorada que adora brincadeiras de todo tipo.  Adoro longas caminhadas nos bosques, andar de caminhonete em sua companhia para caçadas, acampamentos e pescarias, e/ou ficar noites inteiras, gostosas, ao ar livre, deitada com você junto a fogueiras.  Jantares à luz de velas me farão comer na sua mão.  Estarei na porta de entrada, a sua espera quando você chegar de um dia cansativo de trabalho, usando tão somente o que a natureza me deu….  Telefone para (404) 875-6420 e chame  por Annie.
Estarei lhe esperando…..
 

Mas de150 homens ligaram para a Sociedade Humanitária de Adoção de Cães de Atlanta, em busca de mais informações.

Veja também: Ser ou não ser., EU LEVO UMA VIDA DE CACHORRO!, Lixo! Eu?, Eternidade., Somos todos doadores

MORADOR DE RUA CUIDA DE 11 CÃES

Morador de rua cuida de 10 cães

Rogério é um morador de rua que vive numa carroça coberta com 10 cães, entre eles, alguns encontrados em condições extremas – espancados pelos antigos donos, jogados pela janela de um caminhão, doentes, abandonados e esfomeados, largados ao léu, amarrados em  postes etc. 

Vive de doações de ração, remédio e comida. Os cães são muito bem tratados, mas dependem do amor e do carinho que o Rogério tem por eles, e da caridade daqueles que o conhecem e admiram.

Ele fica próximo a pontos de ônibus na avenida Georges Corbusier, após a rua Jequitibás (região do Jabaquara, em São Paulo), os cães não atrapalham ninguém, são super-educados e simpáticos (todos castrado(a)s) e passam boa parte do dia dentro da carroça.

Ele é muito querido pelos comerciantes da região, mas o problema é durante a madrugada, quando bêbados no volante, e garotos usuários de droga na região, tem sido uma constante ameaça. Rogério já foi espancado por jovens drogados e chegaram a jogar álcool nele enquanto dormia com os cães dentro da carroça, por sorte não tiveram tempo de acender o fósforo, pois um dos cães latiu e o avisou do perigo. 
                  
Ele é um exemplo de como uma pessoa pode se doar. Alguém na condição dele, poderia ter escolhido outros caminhos, mas Rogério demonstrou coragem e decidiu perseverar. Além de ser uma pessoa de muito valor, faz caridade prá deixar muito bacana por aí no chinelo. Sua presença ilumina os lugares por onde passa, mas ele já está cansado e também não é mais tão jovem assim.
Assim, é diante de tudo isso peço que ajudem a divulgar esta história para que o Rogério possa conseguir uma oportunidade que lhe propicie melhores condições de moradia e de vida, em qualquer cidade, para que ele possa cuidar não somente dos seus, mas de outros tantos cães abandonados por esse Brasil, e que precisam de muitos cuidados e de carinho. Já lhe ofereceram abrigo, mas desde que os cães ficassem para trás, e o Rogério recusou, pois para ele, estes cães são como filhos; são sua familia.
                                                                                        
Outro dia ele estava levando todos os cães para um pet shop para tomar banho – eram 11 cachorrinhos felizes – eram originalmente 10, mas agora apareceu mais um, um fox paulistinha que eu não conheci porque no momento que conversamos estava no banho. Ele disse que havia passado remédio contra pulgas nos cachorros, e que o tal remédio é meio melado, e então teve que dar banho em toda a tropa. Perguntei quanto ele iria gastar para dar banho em toda aquela tropa de cachorros,  e ele, sorrindo como sempre, disse que a moça do pet shop o ajudava e não cobrava nada. Santa alma! Aí eu perguntei a ele – e você? Onde toma banho? E ele me respondeu que tomava banho no posto de gasolina da esquina, banho frio, gelado mesmo. Disse que como era nordestino, estava acostumado.

As vezes faltam palavras que possam definir a grandeza de uma alma como esta, que mesmo não tendo quase nada para si, dá o pouco que tem para minorar o sofrimento desses pobres animais de rua. Muito mais importante dos que as aparências, a riqueza, e o poder ostentado pelas pessoas, são suas atitudes e seus valores éticos e espirituais.

São muitas as agressões que ele e os cachorros vêm sofrendo, e que vão desde assalto e espancamento, até atentados contra a  vida como esfaqueamento e atropelamento. Enfim, é muito sofrimento para alguém que luta tanto. Na região todos o conhecem e apreciam, tanto que na última vez que uma turma veio bater nele porque queriam roubar suas coisas, o dono de um bar próximo saiu para enfrentar os safados e começou a dar tiros, colocando todos em fuga. Assim, mesmo, o Rogério passou dois dias no hospital por conta dos machucados recebidos, e se não fosse pela intervenção do dono do bar, os cachorros já seriam órfãos.

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