Índios

 https://youtu.be/nM_gEzvhsM0

Índios – Legião Urbana

Cifra: Principal – Tom: G

 

Intro Primeira Parte 3x: G  D

Intro Segunda Parte: Am7  D11  Bm  Em  Am  D7  Bm  Em7

Primeira Parte:

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
        D11
Ter de volta todo o ouro

Que entreguei a quem
      Bm7
Conseguiu me convencer 

Que era prova de amizade
      Em
Se alguém levasse embora

Até o que eu não tinha

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
      D11
Esquecer que acreditei 

Que era por brincadeira
     Bm7
Que se cortava sempre um pano de chão
    Em
De linho nobre e pura seda

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
      D11
Explicar o que ninguém 

Consegue entender
            Bm7
Que o que aconteceu ainda está por vir
       Em
E o futuro não é mais 

Como era antigamente

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
    D11
Provar que quem tem mais 

Do que precisa ter
       Bm7
Quase sempre se convence 

Que não tem o bastante
 Em
Fala demais por não ter nada a dizer

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
            D11
Que o mais simples fosse visto

Como o mais importante
Bm7
    Mas nos deram espelhos 
   Em
E vimos um mundo doente

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
      D11
Entender como um só Deus 

Ao mesmo tempo é três
        Bm7
E esse mesmo Deus foi morto por vocês
        Em
Sua maldade, então

Deixaram Deus tão triste

Segunda Parte:

C  G7M/B        Am7
   Eu quis o perigo
           D/F#          G
E até sangrei sozinho entenda
   D/F#                    Em
Assim pude trazer você de volta pra mim
        C
Quando descobri que é sempre só você
          D11       G        D/F#
Que me entende do início ao fim

Em
   E é só você que tem 
   C
A cura pro meu vício de insistir
          D11
Nessa saudade que eu sinto
                F11+      G
De tudo que eu ainda não vi

(repete segunda parte da intro)

Terceira Parte:

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
       D11
Acreditar por um instante 

Em tudo que existe
     Bm7
E acreditar que o mundo é perfeito
       Em
E que todas as pessoas são felizes

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
   D11
Fazer com que o mundo 

Saiba que seu nome
   Bm7
Está em tudo e mesmo assim
    Em
Ninguém lhe diz ao menos obrigado

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
D11
    Como a mais bela tribo
Bm7
    Dos mais belos índios
     Em
Não ser atacado por ser inocente

Segunda Parte:

C  G7M/B        Am7
   Eu quis o perigo
           D/F#          G
E até sangrei sozinho entenda
   D/F#                    Em
Assim pude trazer você de volta pra mim
        C
Quando descobri que é sempre só você
          D11       G        D/F#
Que me entende do início ao fim

Em
   E é só você que tem 
   C
A cura pro meu vício de insistir
          D11
Nessa saudade que eu sinto
                F11+      G
De tudo que eu ainda não vi

Final:

C
  Nos deram espelhos 
                   F11+  G
E vimos um mundo doente
                             (final)
Tentei chorar e não consegui

Intro Primeira Parte:

Parte 1

     G
E|-3---3--------5-x-7-----------------------|
B|-0-0-------0----x-------------------------|
G|-0-0-----0-0--5-x-7-----------------------|
D|-5-----0--------x-5-----------------------|
A|--------------3-x-------------------------|
E|------------------------------------------|
     ↓       ↓

Parte 2

     D            D11
E|-2---2-----0------------------------------|
B|---3----------3---3-----------------------|
G|-2-2-----2-0----0-------0-----------------|
D|-0------------4-4-----4-4-----------------|
A|-------0------5-----0---------------------|
E|------------------------------------------|
     ↓            ↓       ↓

Intro Segunda Parte:

Parte 1   

     Am7
E|---3-2-3----3-2-3----3-2-3----3-2-3-------|
B|-----1--------1--------1--------1---------|
G|-----0--------0--------0--------0---------|
D|------------------------------------------|
A|-0--------2--------3----------------------|
E|----------------------------3-------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 2

    D11
E|---5-3-5----5-3-5----5-3-5----5-3-5-------|
B|-----3--------3--------3--------3---------|
G|-----0--------0--------0--------0---------|
D|-----4--------4--------4--------4---------|
A|-5--------0--------5--------0-------------|
E|------------------------------------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 3

     Bm
E|---7-5-7----7-5-7----7-5-7----7-5-7-------|
B|-----0--------0--------0--------0---------|
G|-----7--------7--------7--------7---------|
D|------------------------------------------|
A|------------------------------------------|
E|-7--------7--------7--------7-------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 4

     Em
E|---7-5-7----7-5-7----7-5-7----7-5-7-------|
B|-----5--------5--------5--------5---------|
G|-----0--------0--------0--------0---------|
D|------------------------------------------|
A|------------------------------------------|
E|-0--------7--------0--------7-------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 5

     Am
E|---8-7-8----8-7-8----8-7-8----8-7-8-------|
B|-----8--------8--------8--------8---------|
G|-----0--------0--------0----0---0---------|
D|------------------------------------------|
A|-0----------------------------------------|
E|----------7--------8----------------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 6

     D7
E|---8-7-8----8-7-8----8-7-8----8-7-8-------|
B|-----7--------7--------7--------7---------|
G|-----7--------7--------7--------7---------|
D|-0-----------------0----------------------|
A|----------0-----------------0-------------|
E|------------------------------------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 7

     Bm
E|--10-8-10---10-8-10---10-8-10---10-8-10---|
B|-----7---------7---------7---------7------|
G|-----7---------7---------7---------7------|
D|------------------------------------------|
A|----------9-------------------9-----------|
E|-7------------------7---------------------|
       ↓         ↓         ↓         ↓

Parte 8

     Em7
E|--10-8-10---10-8-10---10-8-10---10-8-10---|
B|-----8---------8---------8---------8------|
G|-----7---------7---------7---------7------|
D|------------------------------------------|
A|-7------------------7---------------------|
E|----------7-------------------7-----------|
       ↓         ↓         ↓         ↓

Primeira Parte:

Parte 1

     Am7
E|---0---3----5--x--3---3-------------------|
B|---1-----------x--1---1-------------------|
G|---0--------5--x------0-------------------|
D|---2-----------x--------------------------|
A|-0---2---x--3--x--------------------------|
E|---------x-----x----3---------------------|
     ↓                  ↓

Parte 2

     D11
E|------------------------------------------|
B|---3---3-3-3----3---3-3-3-----------------|
G|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
D|---4---4-4-4----4---4-4-4-----------------|
A|-5---0--------5---0-----------------------|
E|------------------------------------------|
     ↓   ↑ ↓ ↑    ↓   ↑ ↓ ↑

Parte 3

     Bm7
E|------------------------------------------|
B|---3---3-3-3----3---3-3-3-----------------|
G|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
D|---4---4-4-4----4---4-4-4-----------------|
A|-2------------2---------------------------|
E|-----2------------2-----------------------|
     ↓   ↑ ↓ ↑    ↓   ↑ ↓ ↑

Parte 4

     Em
E|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
B|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
G|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
D|---2---2-2-2----2---2-2-2-----------------|
A|-----2------------2-----------------------|
E|-0------------0---------------------------|
     ↓   ↑ ↓ ↑    ↓   ↑ ↓ ↑

Final:

Parte 1 (2x)

E|-3-------2---0--------------------------------------|
B|-0-0-0---------0-0---3---1-------0------------------|
G|---0-0---2---0-0-0---------0-0-------2---0----------|
D|---0-0---------0-0---4---2-0-0---0---0---0----------|
A|-----------x-----------x-----------x---x---x--------|
E|-3-----3---x-3-----3---x-3-----3---x-0-x-3-x--------|
     ↑ ↓         ↑ ↓         ↑ ↓       

Parte 2

E|-3-------2---0---------------------------3----------|
B|-0-0-0---------0-0---3---1-------0-------3----------|
G|---0-0---2---0-0-0---------0-0-------2---0----------|
D|---0-0---------0-0---4---2-0-0---0---0---0----------|
A|-----------x-----------x-----------x---x-2----------|
E|-3-----3---x-3-----3---x-3-----3---x-0-x-3----------|
     ↑ ↓         ↑ ↓         ↑ ↓

Observe mais: FÁTIMA, SÓ POR HOJEYES OU SISTEMA DE MELHORAMENTO DA JUVENTUDEFalando sobre Pato FuRESERVE™Tarde VaziaNAARA BEAUTY DRINK!!! Sexo seguro!VIDACELL®O Estado Laico, CADÊ OS ÍNDIOS QUE ESTAVAM AQUI?CARNAVAL É PERFEIÇÃO!INSTANTLY AGELESS ™Que País É Esse?

E agora???

A Lei de Drogas, de 2006, não listou quais substâncias são ilícitas, deixando isso a cargo do Ministério da Saúde e segundo o juiz Frederico Ernesto Cardoso Maciel, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF), como não existe uma justificativa oficial para a proibição do uso da maconha, a criminalização do uso da droga transgride o princípio da impessoalidade determinado pelo art. 37 da Constituição. “O ato administrativo, em especial o discricionário restritivo de direitos, diante dos direitos e garantias fundamentais e também dos princípios constitucionais contidos no art. 37 da Constituição da República devem ser devidamente motivados, sob pena de permitir ao Administrador atuar de forma arbitrária e de acordo com a sua própria vontade ao invés da vontade da lei”. Redação Pragmatismo

guerra-as-drogas-acabar-policia-bancos-traficantes

O impacto da legislação brasileira antidrogas no sistema prisional é prova cabal da falência do sistema repressor que criamos. O consumo de drogas não diminui, mas o número de presos por crimes relacionados às drogas aumenta ano após ano, e explodiu desde a promulgação da atual lei que trata do tema, em 2006. Lucia Nader e Rafael Custódio

cerebroforadagaiola

Somente a cidadania plena conduz à democracia. Não há outra forma de ser cidadão que não seja através da educação ideológica e política. Pragmatismo Político

legalizaruruguai

Veja tambén: FHC = THC, José Mujica maconheiro?, Scoring drugs, Quarto poder, Doenças degenerativas, Suco de limão e Bicarbonato, Vamos acabar com o domínio da Monsanto, O Coxinha – uma análise sociológica, Paulo Freire, Jesus Negão, Carmina Burana: Introduction (O Fortuna), Índice de Desenvolvimento Humano, Cadê os Amarildos?

Polícia 24 horas

Polícia 24h é um reality show que mostra a vida e os bastidores das ações políciais realizadas pela Polícia Militar do Estado de São Paulo. (Wikipédia)

policia24h

A comunidade, a Polícia de São Paulo e as histórias que nem sempre acabam bem, são 12 câmeras registrando ações que vão desde a mediação de problemas até situações de confronto desses homens que lutam pela segurança pública. (Grupo Bandeirantes)
policeartviolencia

Veja também: Quem é o povo?, Sua segurança?, Viabilidade???, Guarda Civil, O Combate a Corrupção nas Prefeituras do Brasil, Cantar, Arena, Problemas sociais, Bandeirantes Modernos, Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz – UMAPAZ, Justiça em trânsito, Empoderamento dos recursos, PARE ou DIMINUA?, Pare e pense, FHC = THC, Assédio moral (bullying, manipulação perversa, terrorismo psicológico)., Wikipédia

Andanças


Pipoca ou pororoca é um prato feito a partir de uma variedade especial de milho, o milho-pipoca (Zea mays everta), que estoura quando aquecido. A umidade interna do grão é convertida em vapor e a pressão estoura a casca externa, transformando a parte interna numa massa pouco consistente de amidos e fibras, maior do que o grão original. Wikipédia, a enciclopédia livre.

Veja também: Chás que Ajudam a Emagrecer, Ser ou não ser., Sua cara, A casa dos outros, Lixo ou resíduos?, De quem é o poder?, Leite de aveia, O ESPELHO ENEVOADO, Homem e o diabo, Ver dura?, Casas de Mediação, Arena, Princípio do ou não, Comer faz bem

Omissão.

“Una vez que se ha presenciado una injusticia,
no se puede alegar ignorancia como defensa para no actuar.
Tu tomas una decisión ética: actuar – o no.“

“Uma vez que tenha presenciado alguma injustiça,
não pode alegar ignorância pela falta de ação.
Você faz uma escolha ética; a de agir – ou não.”

“Once you have witnessed an injustice,
you cannot claim ignorance as a defence for inaction.
You make an ethical choice: to act – or not.” (Ben Metcalfe)

Veja também: Somos todos doadores, Algumas frases desses dias.Carta da Terra, Ser ou não ser., Andanças, Voto Nulo  O analfabeto político, Orçamento doméstico, A onda, Os cães, 1984!, I Have a Dream, Amor do pai, Bicicleta emprestada!, Quase imortal!!!, Em busca da onda perfeita., Deixa o menino brincar!, Faça uma Evolução, Em busca da onda perfeita., Queda Livre!

Brasileiro Reclama De Quê?

Tá Reclamando do Lula? Do Serra? Da Dilma? Do Arrruda? Do Sarney? Do Collor? Do Renan? Do Palocci? Do Delubio? Da Roseanne Sarney? Dos políticos distritais de Brasilia? Do Jucá? Do Kassab? Dos mais 300 picaretas do Congresso?

O Brasileiro é assim:

1. Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.

2. Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.

3. Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.

4. Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura.

5. Fala no celular enquanto dirige.

6. Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.

7. Pára em filas duplas, triplas em frente às escolas.

8. Viola a lei do silêncio.

9. Dirige após consumir bebida alcoólica.

10. Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.

11. Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas.

12. Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.

13. Faz “gato” de luz, de água e de tv a cabo.

14. Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.

15. Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto.

16. Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.

17. Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota fiscal de 20.

18. Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.

19. Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.

20. Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.

21. Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.

22. Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.

23. Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.

24. Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.

25. Freqüenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.

26. Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis, … como se isso não fosse roubo.

27. Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.

28. Falsifica tudo, tudo mesmo … só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.

29. Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.

30. Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.

E quer que os políticos sejam honestos …
Escandaliza- se com a farra das passagens aéreas …

Os políticos que aí estão foram eleitos por esse mesmo povo ou não?
Brasileiro reclama de quê, afinal?

“Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos …”

A mudança deve começar dentro de nós, nas nossas casas, nos nossos valores, nas nossas atitudes!

Email recebido.

Veja também: Michael Moore, Consulta CPF, Andanças, Omissão., Lixo ou resíduos?, Carta da Terra, Somos todos doadores, Quem paga o Carnaval!, Ficha Limpa!!!, Polícia 24 horas, Que País É Esse?, O de Otário, Impostômetro, Pedal sinalizado, A culpa é de quem!

Assédio moral (bullying, manipulação perversa, terrorismo psicológico).

O assédio moral (mobbing, bullying, harcèlement moral ou, ainda, manipulação perversa, terrorismo psicológico) caracteriza-se por condutas que evidenciam violência psicológica contra o empregado, expor o empregado a situações humilhantes (como xingamentos em frente dos outros empregados); exigir metas inatingíveis; negar folgas e emendas de feriado quando outros empregados são dispensados; agir com rigor excessivo e colocar “apelidos” no empregado são alguns exemplos que podem configurar o assédio moral. É toda e qualquer conduta abusiva (gesto, palavra, escritos, comportamento, atitude, etc.) que, intencional e freqüentemente, fira a dignidade e a integridade física ou psíquica de uma pessoa, ameaçando seu emprego ou degradando o clima de trabalho.

O assédio moral é repetitivo, tornam insustentável a permanência do empregado no emprego, causando danos psicológicos e/ou físicos (como doenças devido ao estresse) ao empregado. Algumas das novas políticas de gestão exigem que as pessoas assumam várias funções, tenham jornadas prolongadas, entre outros abusos. Para o empregado, não aceitar tais condições é correr o risco de ser demitido já que dificilmente faltam substitutos.

Algumas situações que podem identificar um empregado que está sendo assediado:
· isolamento dos demais colegas;
· impedido de se expressar sem justificativa;
· fragilizado, ridicularizado e menosprezado na frente dos colegas;
· ignorar a presença do(a) trabalhador(a), ou não cumprimentá- lo(a) ou, ainda, não lhe dirigir a palavra na frente dos outros, deliberadamente;
· chamado de incapaz;
· torna-se emocionalmente e profissionalmente abalado, o que leva a perder a auto-confiança e o interesse pelo trabalho;
· propenso a doenças;
· forçado a pedir demissão;
· instruções confusas e imprecisas ao(à) trabalhador(a);
· dificultar o trabalho;
· atribuir erros imaginários ao(à) trabalhador(a);
· exigir, sem necessidade, trabalhos urgentes;
· sobrecarga de tarefas;
· fazer críticas ou brincadeiras de mau gosto ao(à) trabalhador(a) em público;
· impor horários injustificados;
· retirar-lhe, injustificadamente, os instrumentos de trabalho;
· agressão física ou verbal, quando estão sós o(a) assediador(a) e a vítima;
· revista vexatória;
· restrição ao uso de sanitários;
· ameaças;
· insultos.

O assédio moral pode ser julgado por condutas previstas no artigo 483 da CLT. Os tribunais trabalhistas reconhecem o assédio quando caracterizado e comprovado por testemunhas, levando aos empregadores a pagarem indenizações elevadas. As empresas precisam se precaver, mediante orientação às chefias dos procedimentos para evitar quaisquer atitudes que possam caracterizar o assédio moral.

De modo que é indenizável, no plano patrimonial e moral, além de permitir a resolução contrato (“rescisão indireta”), o afastamento por doença de trabalho e, por fim, quando relacionado à demissão ou dispensa do obreiro, a sua reintegração no emprego por nulidade absoluta do ato jurídico.

“Art. 1º Fica vedada no âmbito dos órgãos, repartições ou entidades de administração centralizada, autarquias, fundações, empresas públicas ou sociedades de economia mista, do Poder LEGISLATIVO, EXECUTIVO OU JUDICIÁRIO, inclusive concessionárias ou permissionárias de serviços estaduais de utilidade ou interesse público, o exercício de qualquer ato, atitude ou postura que possa caracterizar como assédio moral no trabalho, por parte do superior hierárquico, contra funcionário, servidor ou empregado, e que implique em violação da dignidade desse ou sujeitando-o a condições de trabalho humilhantes e degradantes.”

Nesse sentido, calha mencionar a lição de Luiz Salvador:
“Assim, o lesado por assédio moral pode pleitear em juízo além das verbas decorrentes da resilição contratual indireta, também, ainda, a indenização por dano moral assegurada pelo inciso X do art. 5º da Lex Legum, eis que a relação de trabalho não é de suserania, é de igualdade, de respeito, de intenso respeito, cabendo frisar que a igualdade prevista no art. 5º da CF não restringe a relação de trabalho à mera dependência econômica subordinada: assegura ao trabalhador o necessário respeito – à dignidade humana, à cidadania, à imagem, honradez e auto-estima.”

ASSÉDIO MORAL – CONTRATO DE INAÇÃO – INDENIZAÇÃO POR DANO MORAL – A tortura psicológica, destinada a golpear a auto-estima do empregado, visando forçar sua demissão ou apressar sua dispensa através de métodos que resultem em sobrecarregar o empregado de tarefas inúteis, sonegar-lhe informações e fingir que não o vê, resultam em assédio moral, cujo efeito é o direito à indenização por dano moral, porque ultrapassa o âmbito profissional, eis que minam a saúde física e mental da vítima e corrói a sua auto-estima. No caso dos autos, o assédio foi além, porque a empresa transformou o contrato de atividade em contrato de inação, quebrando o caráter sinalagmático do contrato de trabalho, e por conseqüência, descumprindo a sua principal obrigação que é a de fornecer trabalho, fonte de dignidade do empregado. (TRT – 17ª Região – RO 1315.2000.00.17.00.1 – Ac. 2276/2001 – Rel. Juíza Sônia das Dores Dionízio – 20/08/02, in Revista LTr 66-10/1237).

No caso do Recurso Especial, a Carta Magna é clara, atribuindo ao Superior Tribunal de Justiça competência para julgar as causas decididas, em única ou última instância, pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados, do Distrito Federal e Territórios, quando a decisão recorrida:
a) contrariar tratado ou lei federal, ou negar-lhes vigência;
b) julgar válido ato de governo local contestado em face de lei federal; ou;
c) der a lei federal interpretação divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal (art. 105, III).
FONSECA, Rodrigo Dias da – juiz do Trabalho do TRT da 18ª Região, ex-juiz do Trabalho do TRT da 23ª Região, pós-graduado em Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho pela Universidade Federal de Goiás.

O denominado dano moral é contemplado na Constituição Federal/88, em seu artigo 5º, incisos V e X, com vistas à reparação decorrente de ofensas à imagem, intimidade, vida privada e à honra das pessoas. Tais direitos elencados pela Carta Magna encontram-se abrangidos pelos chamados ‘direitos de personalidade’, previstos nos artigos 11 a 21 do Código Civil – aplicado supletivamente à seara do direito do trabalho, por força da previsão do artigo 8º, parágrafo único da CLT – enfim, contempla-se a reparação por dano ao indivíduo, à pessoa. (Sônia Mascaro Nascimento – Mestre e Doutora em Direito do Trabalho pela Universidade de São Paulo, membro do Instituto Ítalo-brasileiro de Direito do Trabalho, advogada e consultora.)

Fonte: Guia Trabalhista, MTE, Assédio moral e seus efeitos jurídicos, Assédio moral, Assédio moral coletivo

SALVADOR, Luiz. Assédio moral: doença profissional que pode levar à incapacidade permanente e até à morte. Revista Bonijuris, Curitiba, v. 15, n. 470, p. 13-17, jan. 2003.

Veja também: O que é ASSÉDIO MORAL, Os cinco princípios de bem viver, Sexo seguro!, FORDISMO??, En+coleira+ar, Amostras grátis, é possível., REVENGE!, Biblioteca Web, Candidato Caô Caô, Por que estamos nas ruas, De Quem é a Culpa?, Reputação ilibada e notável saber jurídico., Estrito cumprimento do dever