Quando será a nova crise hídrica?!?

“Não podemos culpar só São Pedro, os reservatórios que estão aí foram construídos na década de 50 e 60. Aumentou a população e continuamos com o mesmo número de reservatório, isso já não é suficiente. Se não chove, você entra em uma crise, porque você não tem água para abastecer a todos”, explica Tércio Ambrizzi à jornalista Marilu Cabañas, da Rádio Brasil Atual, é um dos autores presentes no Livro Branco da Água, que trata da crise hídrica e a seca de 2014 e 2015, no estado de São Paulo, organizado pelo pesquisador .

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) nega risco de nova crise hídrica e racionamento. Especialistas veem melhorias no sistema de abastecimento, mas falam que é preciso avaliar chuvas que começam em setembro e outubro.

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REPRESA ATIBAINHA, NA CIDADE DE NAZARÉ PAULISTA, NO INTERIOR DE SÃO PAULO, QUE INTEGRA O SISTEMA CANTAREIRA (FOTO: LUIS MOURA/ESTADÃO CONTEÚDO)

O Sistema Cantareira, maior reservatório de água da Região Metropolitana de São Paulo, que abastece cerca de 7,5 milhões de pessoas por dia, está em estado de alerta, isso ocorre quando a capacidade do reservatório fica abaixo de 40% e a vazão precisa ser reduzida de 31 mil litros de água por segundo para 27 mil litros por segundo.

De acordo com a empresa, foram 34 intervenções de pequeno, médio e grande portes realizadas para aumentar a segurança hídrica. As principais obras foram:

  • Interligação Jaguari-Atibainha, com transferências de 8,13 mil litros cúbicos por segundo do reservatório Jaguari, do rio Paraíba, para o reservatório Atibainha, do Cantareira;
  • Interligação Rio Grande para o Sistema Produtor Alto Tietê (SPAT), com transferência de 2,63 mil litros cúbicos por segundo da Billings para o SPAT;
  • Sistema São Lourenço, que amplia a oferta de água nova (é um novo sistema, não existia em 2014/15) tratada em até 6.400 litros de água potável por segundo, atendendo uma área que antes era abastecida principalmente pelo Cantareira – é uma quantidade de água a mais suficiente para abastecer toda a cidade de Curitiba. Bárbara Muniz Vieira, G1 SP, São Paulo
cantareira

desmatamento na floresta amazônica é também diretamente relacionado a falta de chuva no país, devido ao fenômeno dinâmico dos “rios voadores” que leva umidade a várias regiões da América do Sul. O processo ocorre da seguinte forma:

  • O vapor de água formado nas águas tropicais do oceano Atlântico encontra-se e é alimentado pela umidade da floresta amazônica.
  • Toda essa umidade atravessa a Amazônia até encontrar o paredão da Cordilheira dos Andes.
  • Ali, uma parte da umidade transforma-se em chuva e alimenta nascentes de grandes rios, como o Rio Amazonas.
  • A outra parte, é direcionada para as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil, ocasionando as chuvas. Toda Matéria

“Com a possibilidade de maior ocorrência de eventos climáticos extremos, devido a intensificação das mudanças climáticas, temos que avaliar se temos capacidade adaptativa frente a tais eventos e quais são os gargalos que impedem que se atinja a segurança hídrica”, disse Bruno Peregrina Puga ao Nexo.

Boizinhos do #ÉTãoTrágico!

Chegou a hora de conhecer melhor os Boizinhos do #ÉTãoTrágico! Nessa corrida pela destruição ambiental, cada um deles representa um projeto de lei que pode ser aprovado a qualquer momento no Congresso. Pressione o presidente da Câmara dos Deputados (@oficialarthurlira) e do Senado (@rodrigopacheco ) para impedir que essas propostas absurdas cruzem a linha de chegada! Existe Guarani em SP

É tão trágico! – Greenpeace Brasil

Instagram: indios_do_brasil

Boizinhos do #ÉTãoTrágico!

Taoze-se: Yanomami isolados sob sério risco de ataques por garimpeiros, Lixo ou resíduos?, Muvuca, Vamos plantar água? , Reuso de água na Semana do Químico, LAMENTO DE UM RIO…, Água, sua linda, Manual dos remédios tradicionais Yanomami

República dos bananas

O acampamento produzia anualmente mais de 7,2 mil toneladas de alimentos, gerando trabalho e renda para mais de 5 mil pessoas, segundo o MST. Juliana Almirante – Metro1

A ação de reintegração de posse foi deflagrada pela Polícia Federal em favor da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), para desocupação de uma área de aproximadamente 1727 hectares.

Banalize-se: Embalos de bananas, Banana power verde, 1ª Feira de Economia Solidária e Agricultura Familiar, Conheça 13 maneiras de reaproveitar sobras e cascas de frutas e vegetais, Banana, tumblr, Banana Republic, Gastronomia Funcional

Amazonas decreta situação de emergência

Nos sete primeiros meses de 2019, o estado do Amazonas registrou 1.699 focos de calor, informou a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), tendo 80% (1.372) ocorrido no mês de julho, quando se iniciou o período de estiagem na região. GreenMe

O governo do Amazonas decretou situação de emergência em razão de queimadas e do que chamou de “impacto negativo do desmatamento” na região metropolitana de Manaus e na região sul do estado. Uol

Dados do Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), sistema do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que visa ajudar o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) a combater o desmatamento, mostram que a derrubada de mata na Amazônia em julho deste ano teve crescimento de 278% em relação ao mesmo mês do ano passado.

O diretor-presidente do Ipaam (Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas), Juliano Valente, afirmou que os dados consolidados pelo instituto e pela Sema são abastecidos a partir da tecnologia e dos satélites do Inpe.

“O satélite identifica os focos de calor e queimada. Essa detecção verifica áreas de 30 metros de extensão a 1 metro de largura. Com base nisso, há uma coleta de dados diariamente e a gente faz a verificação desses dados na nossa base cartográfica. Os dados são sempre representativos, uma boa base de indícios e hoje considerados como provas para autuações”, afirmou.

O órgão de fiscalização mantém uma estrutura que monitora os focos de incêndio a partir as imagens de satélite, dos dados cartográficos, de licenciamento e de cadastro rural do estado, ao cruzar todas essas informações, afirmou Valente, o Ipaam consegue identificar quais focos são ilegais e abastece com informação o Comitê Estadual de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais, Controle de Queimadas e Monitoramento da Qualidade do Ar, formado por órgãos estaduais e federais, como Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Ibama, Ipaam e Sema. Rosiene Carvalho
A indefinição sobre o Fundo Amazônia – criado em 2008 para financiar projetos de redução do desmatamento – fez com que governadores dos estados da Amazônia busquem parcerias com doadores internacionais para combater o desmatamento. Os estados com as mais altas taxas de desmatamento começam a negociar diretamente com doadores internacionais. As ações do Fundo Amazônia, que financia ações de prevenção e combate ao desmatamento, apoia projetos de uso sustentável da floresta com recursos que vêm de doações – a maior parte da Noruega (93,8%) e da Alemanha (5,7%). Gazetaweb

Prevenindo queimadas

Para prevenir as queimadas é importante:

  • não atear fogo, exceto com autorização
  • não acender fogueiras
  • não usar fogo na agricultura, seja para limpar o terreno que para renovar a pastagem
  • não lançar bituca de cigarro em nenhuma hipótese, em nenhum lugar. Além de poluir, ela pode não estar bem apagada e pode alcançar alguma vegetação e pegar fogo.
  • não soltar balões, além de perigoso é crime!

Mude conceitos, você pode e deve: Eduardo Góes Neves, A CARTA DE DEUS À POPULAÇÃO DO BRASIL!, Frans Krajcberg, DARWIN CADÊ VOCÊ?, LOGUN EDÉ, Amazônia, 381 novas espécies, e há muitas mais!!!, HORA DO CÓDIGO, INICIE UM ABAIXO-ASSINADO, OLHA O CÉU, O povo munduruku voltou!, ECO-GRAFITE, TERRA OCA, Bandeirantes Modernos, Chico Mendes