8 cuidados que você precisa ter com os pets durante o outono

O outono se estende de 20 de março a 21 de junho. Com a chegada da estação, “as drásticas mudanças climáticas, como ventos fortes e queda gradual da temperatura, podem impactar negativamente na saúde de cães e gatos, dando início a problemas respiratórios, oftalmológicos e articulares, além do aumento de casos de desidratação e ataques de parasitas, como carrapatos”, afirma Lucas Bonoto, professor do Curso CPT. Pitacos e Achados

Veja os principais cuidados com os pets no outono

– Proteger os pets com agasalhos e roupinhas, principalmente os animais com pelo curto;
– Dar maior atenção aos animais idosos, mais suscetíveis a doenças crônicas nessa época;
– Garantir aos pets um local quente e aconchegante, com cobertores secos e limpos, colocados na caminha onde dormem;
– Manter o local onde os pets dormem, seco e limpo, para evitar o acúmulo de poeira e ácaros;
– Fornecer aos pets água fresca e limpa, à vontade, para mantê-los hidratados;
– Manter os pets bem nutridos, com ração de qualidade, fornecida em porções diárias, conforme o peso dos animais;
– Garantir que o local onde os pets dormem esteja livre de ventos fortes e chuvas.

Umidade do ar – Devido à redução da umidade do ar, é comum surgir problemas respiratórios, pois vírus e bactérias agem nessa época, causando sintomas como tosse, febre, espirro e até falta de apetite. Em casos assim, o ideal é procurar um médico veterinário.

Passeios e caminhadas – Diferente do verão, em que os passeios eram ideais pela manhã e ao fim da tarde, no outono, nesses horários, há ventos gelados e neblina. O recomendável é sair com o pet após as 10h ou antes das 17h, quando a temperatura está mais amena

Hidratação – Com temperaturas mais baixas, os pets tendem a beber menos água. Assim, muitos sofrem de desidratação. Para evitar a situação, pode-se oferecer alimentos com maior teor de água, como melão e melancia, e sempre deixar água fresca e limpa disponível.

Osteoartrose – Doenças crônicas nas articulações têm os sintomas acentuados no outono e ainda mais no inverno. A Osteoartrose é notada pelo tutor quando o pet demonstra dor na região da coluna e um médico veterinário precisa ser consultado.

Imunização – Para cães, as vacinas mais recomendadas são contra Cinomose e Bordetella, que afetam o sistema respiratório. Para os gatos, vacinas contra Calicivirose Felina, Rinotraqueíte Infecciosa Felina e Clamidiose, sempre com acompanhamento veterinário.

Higienização dos olhos – Com o clima mais seco, a lubrificação dos olhos dos pets é reduzida, o que os torna mais vulneráveis à bactérias e vírus oculares, em especial animais com olhos protuberantes, como os cães da raça pug. Com ajuda de um profissional, pode-se usar um colírio adequado para a limpeza e hidratação.

Parasitas – Como o solo fica mais seco, é comum o aumento populacional de carrapatos e pulgas, com isso não expor os pets a áreas de capim, mato e locais focos de parasitas é o recomendado.

Bem-estar – Em como todas as estações do ano, é preciso manter o local onde o pet dorme seco e limpo, para evitar o acúmulo de poeira e ácaros, assim como proporcionar um local livre de ventos fortes e chuvas, com cobertores secos e limpos. Para os animais com pelo curto, o ideal é usar agasalhos e roupinhas para proteção. (Com informações do Agrosolo e Granvitapet).

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Ensaio sobre a cegueira hídrica

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1. O abastecimento do precioso líquido será feito de modo a atender apenas às necessidades mais elementares, como a preparação de alimentos, tomar uma breve ducha e escovar os dentes. Para descarregar a privada, fazer a limpeza da casa e dar banho no cachorro, o jeito será contar com a água das chuvas.
2. Restaurantes serão obrigados a baixar as portas. Não haverá água para lavar tanta louça. Outros estabelecimentos podem vir a ser obrigados a restringir o uso de seus banheiros.
3. Empresas que dependem do uso intensivo de água começarão a se preparar para sair de São Paulo, já que não há previsão para o término da crise. Vão em busca de melhores condições hídricas.
4. Depois do colapso do Sistema Alto Tietê, que abastece a zona leste de São Paulo, a água potável passou a ser um bem raro e caro. Bandidos já fazem sequestros-relâmpagos de caminhões-pipa cheios, a fim de vender a carga em condomínios fechados. Uma carga de 15 mil litros de água pode facilmente ser repassada por R$ 2.500.
5. O tráfico de água campeia. Em Itu, durante o apogeu da falta d’água, em setembro de 2014, quadrilhas comercializavam a água que deveria ser distribuída gratuitamente à população. É previsível que o mesmo ocorra por aqui.
6. Todos os 50 mil poços em funcionamento na cidade de São Paulo serão “confiscados”, mesmo os localizados em terrenos privados. Só o Estado estará autorizado a explorá-los.
7. Moradores de casas humildes terão de ir trabalhar sem tomar banho e com a mesma roupa do dia anterior. Quando eles chegaram em casa, não havia água; quando saíram, a água ainda não havia voltado. E a caixa d´água nem chegou a encher por causa da redução da pressão.
8. Haverá creches que interromperão os serviços por falta de água, gerando um efeito cascata. Se as crianças não puderem ir para a creche, a mãe terá de faltar no emprego.
9. Começarão os pedidos de socorro por parte de idosos, acamados, e de gente com deficiência de mobilidade, que não conseguirão colocar uma lata enorme de água na cabeça e levá-la para casa.
10. Surgirão aqui e ali focos de desidratação, atingindo principalmente indivíduos de terceira idade e crianças até 4 anos, mais vulneráveis.
11. Já se esperam protestos. Em Itu, vizinho de São Paulo, até donas de casa colocaram fogo nas ruas. “Aqui em São Paulo, vai haver um escalonamento de manifestações e de violência porque a água mexe com a questão da dignidade. Quantos dias nós aguentamos sem poder dar descarga?”, pergunta Marussia Whately. A tropa de choque da PM dará show de truculência, como sempre. Conta D’Água

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LEI Nº 9.433, DE 8 DE JANEIRO DE 1997, institui a Política Nacional de Recursos Hídricos.

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