Frutas brasileiras estrangeiras

Maçã, laranja e até jaca…você sabia que essas frutas tão clássicas da nossa rotina não são brasileiras? Com clima tropical e dividido em 5 regiões, nosso país produz frutas de sabores bem diferentes e, o melhor, cheias de propriedades medicinais. Conquiste sua vida

O remédio está na natureza. O melhor ainda é consumir espécies nativas que crescem facilmente no nosso solo sem precisar de agrotóxicos que fazem mal à saúde”, diz a nutricionista Érica Moreira, que separou dez opções nacionais para levar direto para a sua cesta de frutas.

GOIABA: Rica em vitamina C, ajuda na imunidade, no antienvelhecimento celular e na cicatrização. Só com uma unidade dela você ultrapassa a sua necessidade diária de vitamina C. Tem propriedades antitumorais pela quantidade de licopeno, um potente fitoquímico, e é rica em vitamina A, o que ajuda na saúde da pele, cabelos, unhas e olhos. Também ajuda a neutralizar a pressão arterial por ser rica em potássio, consequentemente reduzindo o risco de infarto e de derrames.

ABACAXI: É muito conhecido por ser uma fruta que auxilia na digestão e isso acontece porque ele possui uma enzima chamada bromelina, que auxilia na quebra de proteína. Ele também é rico em cálcio e magnésio, dois minerais que são fundamentais para a formação de massa óssea. Doenças inflamatórias como eczema, dermatite, psoríase, acne e rosácea se beneficiam com o consumo do abacaxi por a fruta ter propriedades anti-inflamatórias.

MARACUJÁ: Fortalece o sistema imunológico por ser rico em vitamina A, C e ferro. Também é rico em vitamina B3, que protege a mucosa do estômago, e em potássio, o que contribui para regulação da pressão arterial, da contração muscular e do bom funcionamento dos rins. Estudos apontam que o consumo regular da fruta diminui risco de Parkinson, infertilidade, artrite e depressão. Além disso, é bem conhecido pelas propriedades calmantes que está na flor do maracujá.

PEQUI: Muito utilizado na culinária mineira e goiana como um complemento para o frango, ele é excelente para a saúde do coração por ser rico em gordura monoinsaturada – a mesma que está presente no azeite e diminui as taxas de colesterol. Melhora a pressão arterial por ser rico em potássio e é excelente para artrite e inflamações musculares. Um estudo feito com atletas mostrou que o consumo de pequi reduziu processos inflamatórios nas articulações e nos músculos.

CACAU: Ele tem vários fitoquímicos que o colocam como alimento funcional e como um potente antioxidante. É considerado um antidepressivo natural por ser rico em triptofano, substância que se converte em serotonina trazendo uma sensação de bem-estar e melhora no humor. Auxilia na boa saúde do coração devido a grande quantidade de polifenóis presentes neste superalimento.

GUARANÁ: Ele é muito conhecido como estimulante e tem efeito 4 a 7 vezes mais forte que o da cafeína. Também é considerado um excelente termogênico, ou seja, utiliza a gordura como fonte de energia. O guaraná ainda é rico em B3, que auxilia no controle de colesterol, e em selênio, um ótimo antioxidante.

MANDACARU: A fruta desse cacto é fonte de proteína e de gordura monoinsaturada (sementes). Ela tem alta concentração de fibras favorecendo o bom funcionamento do intestino, é fonte de vitamina C e também neutraliza os metais pesados.

PITOMBA: A fruta é fonte de vitamina C, A, Ferro e cálcio: uma combinação de nutrientes que estimula o sistema imunológico.

Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio

O suicídio pode ser definido como um ato deliberado executado pelo próprio indivíduo, cuja intenção seja a morte, de forma consciente e intencional, usando um meio que acredita ser letal. Também fazem parte do que habitualmente é chamado de comportamento suicida: os pensamentos, os planos e a tentativa de suicídio. Biblioteca Virtual em Saúde – MINISTÉRIO DA SAÚDE

É um comportamento com determinantes multifatoriais, resultado de uma complexa interação de fatores psicológicos e biológicos, inclusive genéticos, culturais e socioambientais. Dessa forma, deve ser considerado como o desfecho de uma série de fatores que se acumulam na história do indivíduo, não podendo ser considerado de forma causal e simplista apenas a determinados acontecimentos pontuais da vida do sujeito. É a consequência final de um processo.

Diversos fatores podem impedir a detecção precoce e, consequentemente, a prevenção do suicídio. O estigma e o tabu relacionados ao assunto são aspectos importantes. Durante séculos de nossa história, por razões religiosas, morais e culturais, o suicídio foi considerado um grande “pecado”, talvez o pior deles.

A prevenção deve ser também um movimento que leve em consideração os aspectos biológico, psicológico, político, social e cultural, no qual o indivíduo é considerado como um todo em sua complexidade.

O CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, email e chat 24 horas todos os dias.

Preveze-se: Gamers e o CVV,Setembro Amarelo, CVV nas mídias sociais, Setembro amarelo, 10 de Setembro é o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, Setembro Vermelho

CDB e Olímpiadas, as Cannalimpíadas!

Desde o surgimento da WADA, em 1999, os cannabinóides THC e CBD eram considerados de uso ilegal em competições esportivas oficiais, essa será a primeira Olimpíada onde atletas poderão se beneficiar dos efeitos do CBD em sua recuperação muscular e outros usos voltados ao esporte. Dr. Banz! 

Liberado pela Agencia Mundial Antidoping (WADA) em 2017 e retirado da lista de substâncias proibidas no esporte pela organização em 2018, o CBD já é uma realidade nas Olimpíadas de Tóquio deste ano. Atletas como o maratonista Daniel Chaves, que faz uso do CBD desde 2016 por conta uma depressão, afirma que a substância salvou sua carreira no esporte. João R. Negromonte – Sechat

De início, ele buscou ajuda nos remédios de tarja preta. “Não foi legal. Tomar aqueles medicamentos me deixava prostrado, por causa dos efeitos colaterais. Então parei de usá-los, mas não conseguia ficar estável”, relembra o corredor, que conheceu o óleo de canabidiol, também chamado de CBD, em 2018, por meio de um amigo que o utilizava para tratar dores resultantes de uma batida de carro. ANITA KREPP – piauí

Outros atletas brasileiros reforçam o time de Daniel, como o catarinense Pedro Barros, de 25 anos, considerado hoje o maior nome do skate brasileiro e Bruno Soares, tenista de 39 anos que faz uso do CBD há três anos.

O médico neurologista Renato Anghinah, professor da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) afirma também que não há relatos de efeitos colaterais relacionados com o uso da substância e que por isso, pode ser que cada vez mais atletas se interessem por esse medicamento.

Sha’Carri Richardson era a grande esperança dos Estados Unidos para acabar com o domínio da Jamaica na prova mais nobre do atletismo. O problema é que a norte-americana de 21 anos corre risco de ficar fora dos Jogos Olímpicos de Tóquio por ter testado positivo para o uso de maconha. Kauê Vieira – Hypeness

Os outros compostos da cannabis, porém, continuam vetados. Não à toa, Sha’Carri Richardson, velocista norte-americana favorita ao ouro em Tóquio, foi suspensa dos cem metros rasos por testar positivo para o THC, a parte psicoativa da cannabis, que exibe propriedades terapêuticas similares às do canabidiol, mas também causa euforia e, dado o nível de estimulação dos atletas é um composto que possivelmente não sairá da lista de substâncias proibidas no esporte nos próximos anos.

O maratonista Daniel Chaves: atleta diz que o canabidiol o ajudou a vencer a depressão
O maratonista Daniel Chaves: atleta diz que o canabidiol o ajudou a vencer a depressão – FOTO: CADU VIGILIA/DIVULGAÇÃO

O episódio reavivou um debate antigo: por que seguir proibindo o THC se hoje os cientistas já sabem que o consumo da substância não influencia no rendimento dos atletas? Tanto é assim que até a Casa Branca, ainda em cima do muro sobre a legalização da cannabis em todos os Estados Unidos, vem tentando uma reunião com a Wada para discutir o afrouxamento das regras sobre o uso da planta por esportistas.

“Acredito que já na Olimpíada de 2024 o THC será permitido. Tomara, pois vai melhorar a qualidade de vida de muita gente. Eu sou a prova dos benefícios que a cannabis pode trazer quando ministrada na quantidade certa”, afirma Chaves. Com a pandemia, a procura pelo CBD aumentou no Brasil. Muita gente começou a buscá-lo para neutralizar a insônia e outros distúrbios psíquicos trazidos pela crise sanitária.

O tratamento de Chaves é patrocinado pela USA Hemp, empresa que produz desde medicamentos até sais de banho à base de cannabis. Criada em 2014 por uma família de Goiás que se estabeleceu nos Estados Unidos há 25 anos, a companhia reserva 500 mil reais por ano para apoiar atletas e doar produtos a brasileiros de baixa renda que necessitam de tratamento canábico. “A história de superação do Daniel nos inspirou tanto que vamos lançar uma linha com seu nome”, diz a matriarca Corina Silva, CEO da empresa.

Cada vez mais, empreendedores do gênero buscam patrocinar atletas de alto rendimento no Brasil como parte de um plano de marketing, uma vez que a publicidade explícita de produtos de cannabis está proibida no país, assim como o seu plantio (já importação, venda e uso são permitidos desde 2015 por uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a RDC 17/15). Motivar um esportista a relatar sua experiência positiva com a erva pode ser um golaço.

Na verdade, o óleo nunca enfrentou grandes barreiras no universo desportivo. Ao contrário, foi recebido com curiosidade por boa parte dos atletas profissionais no mundo. Só que a maioria dos adeptos ainda teme tocar publicamente num assunto que é tabu há várias décadas.

Dr Banz - CBD legalizado nas Olimpíadas do Japão 2020

O fato é o seguinte, alguns atletas por medo de perder seus patrocínios usarão produtos com CBD, mas não vão divulgar. Mas outros atletas seres humanos maravilhosos, vão levantar a bandeira, vão divulgar e por consequência levarão nossa torcida pelas medalhas!

Hoje Chaves se considera um porta-voz dos benefícios da cannabis. Nascido e criado numa comunidade em Petrópolis, na serra fluminense, precisou bater um papo sobre o assunto com a mãe, que até então só relacionava a maconha a uma série de malefícios

Foi o triatleta amador Fernando Paternostro quem colocou a USA Hemp em contato com Chaves. Ele também fez a ponte entre quase cem outros esportistas e seus patrocinadores. Sócio da Atleta Cannabis com Peu Guimarães, Paternostro oferece toda a assessoria necessária para os interessados em aliar o esporte à erva. No mês retrasado, a empresa patrocinou o reality show de jiu-jitsu The New Star, exibido no YouTube. Treze dos dezesseis participantes tomaram CBD. Dois preferiram não experimentar o novo hype do esporte, e um foi desaconselhado a consumir o óleo por fazer uso de medicamentos controlados. 

Nos Estados Unidos, o uso de compostos da cannabis no contexto esportivo, seja na forma de óleo, cigarro, pastilha, bebida, creme, pomada e mesmo biscoito, vem se normalizando rapidamente. Vários atletas norte-americanos já admitem consumir a substância, como Megan Rapinoe, eleita melhor jogadora de futebol do mundo em 2019, e de sua companheira de equipe, Alex Morgan. De tão encantada com o tema, Morgan até criou a Just Live, marca de CBD feita por e para desportistas.

Mike Tyson também investe milhões em plantações da erva e promove debates sobre o assunto, que é especialmente interessante aos lutadores de boxe e MMA, não raro acometidos por problemas neurológicos devido às recorrentes pancadas na cabeça. Estima-se que pelo menos 30% desses atletas desenvolvam algum tipo de demência ou disfunção psicológica, como depressão e agressividade.

Foi o que aconteceu com o ex-companheiro da empresária Rose Gracie, cujo sobrenome é internacionalmente associado à prática do jiu-jitsu. “Vi meu então marido tentar o suicídio na minha frente. Ele lutava MMA na época e sofria de depressão. Quando conheceu a cannabis, passou a usá-la. Foi o que o salvou.”

Depois disso, Gracie fez parceria com uma marca norte-americana de produtos à base da erva e os colocou à venda em várias academias do grupo. A empresária virou uma espécie de consultora canábica dentro da própria família, que não estava muito confortável em relacionar o sobrenome de peso a algo que muitos enxergam como droga. Ela planeja abrir uma ONG para tratar com cannabis os atletas e ex-atletas que desenvolveram patologias decorrentes da luta.

De acordo com Gracie, cerca de 70% dos lutadores nos Estados Unidos já utilizam a erva recreativa ou terapeuticamente. A Comissão Atlética do Estado de Nevada (NSAC), que regulamenta algumas das lutas mais vistas no mundo, se juntou à Comissão de Boxe do Estado da Flórida e, no início de julho, decidiu acabar com as punições aos esportistas por uso de qualquer substância presente na cannabis.

No Brasil, o Sindicato de Atletas de São Paulo (Sapesp) será pioneiro na implementação de pesquisas sobre a planta com o intuito de oferecer maior conforto e apoio aos lutadores. A previsão é de que os estudos comecem ainda este ano. O presidente da instituição, Rinaldo Martorelli, já está testando em si mesmo o potencial da cannabis contra enfermidades como a dor no ombro que carrega desde os anos 1980, quando foi goleiro do Palmeiras. 

O médico Renato Anghinah, professor de neurologia na Universidade de São Paulo aposta que, a partir de 2022, as discussões acerca da cannabis irão avançar no mundo inteiro. “Cerca de 40% dos pacientes que tiveram Covid-19 se queixam de cansaço crônico e déficit de memória prolongados. Há indícios de que o CBD pode ajudar a vencer tais problemas, com poucos efeitos colaterais, como diarreia ou sonolência, mas nada muito intenso. Por isso, a tendência é que se abra um campo de estudos muito grande sobre o uso da erva em síndromes pós-Covid.”

Dr Banz - CBD legalizado nas Olimpíadas do Japão 2020

“Meu sonho é rodar o mundo disseminando informações sobre a planta enquanto me preparo para a Olimpíada de 2024. Quero levar o CBD às favelas do Rio, por exemplo, e dizer que se trata de um remédio de verdade. As comunidades quase não têm acesso a essas informações, e o Estado, quando pega um morador de lá com alguma quantidade de cannabis, só pensa em punir. Ninguém pergunta se o cara precisa daquilo para ficar estável psicologicamente.” Chaves planeja depois dos Jogos comprar um motorhome.

Olimpize-se: Que comecem os Doodle Champion Island Games!, Patrono do esporte brasileiro, Centro de Esportes Radicais, Toda bike importa, Capitão Fantástico, Canabidiol, o CBD, Os benefícios da cannabis no tratamento da Covid, Seus pés e sua saúde, Invista na cannabis ativa, Máquinas Voadoras, Van movida a energia solar ou com banheiro?!?

Conemo

O aplicativo Conemo (sigla para Controle Emocional) foi desenvolvido por pesquisadores da USP, do King’s College, de Londres, da Universidad Cayetano Heredia, no Peru, e da Northwestern University, nos Estados Unidos, com financiamento do National Institute of Mental Health (NIMH). Bruna Irala – Jornal da USP

Durante seis semanas, pessoas com doenças crônicas, como hipertensão e diabete, que apresentavam sintomas de depressão leve, participaram de um experimento para o tratamento do transtorno depressivo com o auxílio da tecnologia. O aplicativo Conemo (sigla para Controle Emocional) foi desenvolvido por pesquisadores da USP, do King’s College, de Londres, da Universidad Cayetano Heredia, no Peru, e da Northwestern University, nos Estados Unidos, com financiamento do National Institute of Mental Health (NIMH), para reduzir os sintomas da depressão dos pacientes por meio de uma série de sessões de ativação de comportamento, uma técnica da terapia cognitivo-comportamental que induz a pessoa a realizar atividades diárias prazerosas ou significativas para si. A intervenção digital conseguiu reduzir em 50% os sintomas de depressão nos pacientes que participaram do estudo. 

Um artigo descrevendo o projeto, Effect of a Digital Intervention on Depressive Symptoms in Patients With Comorbid Hypertension or Diabetes in Brazil and Peru: Two Randomized Clinical Trialsfoi publicado em maio na revista científica JAMA.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a depressão como uma doença incapacitante caracterizada por uma tristeza constante e falta de interesse e prazer em realizar atividades do dia a dia ou que anteriormente foram prazerosas.

Segundo o responsável pelo projeto, o professor de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), Paulo Rossi Menezes, a ideia principal desse tipo de abordagem é “ampliar o acesso de pessoas com doenças crônicas e sintomas de depressão a algum tipo de cuidado que possa melhorar a vida delas sem precisar recorrer diretamente ao especialista, psicólogo ou psiquiatra.”

O aplicativo foi instalado em celulares entregues aos pacientes para uso restrito do experimento. As informações coletadas foram armazenadas em uma nuvem de dados de modo que os profissionais de enfermagem integrantes do projeto puderam acompanhar o progresso dos pacientes.

Duas cidades integraram a pesquisa: São Paulo, no Brasil, e Lima, no Peru. Em São Paulo, o estudo contou com a participação de 20 unidades de saúde da família na Zona Leste do município, com 880 pacientes ao todo. Metade fez parte do grupo controle. Eles receberam apenas o tratamento de rotina, ou seja, acompanhamento clínico e uso de medicamentos, mas sem o auxílio do aplicativo. A outra metade utilizou o aplicativo durante as seis semanas do projeto e recebeu tratamento clínico, quando necessário. Em Lima, 420 pessoas participaram da pesquisa, sendo 210 em cada grupo. O experimento com o aplicativo durou seis semanas, com três sessões de 10 minutos por semana.

 Se, por exemplo, o paciente deixasse de interagir com o aplicativo ou perdesse sessões, um enfermeiro entrava em contato para auxiliá-lo a dar continuidade às atividades. 

Ao final de três meses, os pesquisadores observaram uma maior proporção de pessoas com redução importante de sintomas no grupo que usou o aplicativo, em comparação ao grupo controle.

De acordo com o pesquisador, o resultado permitiu evidenciar que o aplicativo é, de fato, “uma ferramenta que ajuda pessoas nessa condição e pode ser utilizado sem a necessidade de um acompanhamento clínico especializado, o que amplia muito o acesso de pessoas a esse tipo de cuidado”.

A previsão dos responsáveis pelo aplicativo Conemo é de que uma nova versão será disponibilizada nas lojas de aplicativos de celulares em três meses, tanto para uso da população em geral, quanto para uso de profissionais de saúde, de forma que o seu acesso seja ampliado a um público maior e possa auxiliar no tratamento de outras pessoas.

Mais informações: e-mail pmenezes@usp.br, com o pesquisador Paulo Menezes Rossi

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A inteligência emocional em 15 frases

  1. “Quando eu digo controlar emoções, me refiro às emoções realmente estressantes e incapacitantes. Sentir as emoções é o que torna a nossa vida rica”. Daniel Goleman.

Nossas emoções moldam nosso caráter, nossa maneira de ser e como os outros nos veem.

  1. “Todo aprendizado tem uma base emocional”. Platão.

Não existe um único momento em nosso dia a dia em que estejamos livres de emoções, ainda que não saibamos identificá-las. Tudo o que aprendemos em nossa vida está, em parte, determinado pelo nosso estado emocional de base e sua origem.

  1. “Não existe correlação entre QI e empatia emocional. Eles são controlados por diferentes partes do cérebro”. Daniel Goleman.

Não existe relação direta entre o que entendemos por inteligência acadêmica e inteligência emocional. Uma pessoa pode ser altamente inteligente e se destacar na escola, mas, no entanto, não se destacar em sua vida pessoal.

15 frases que nos ajudarão com a inteligência emocional
Imagens cortesia de nuvolanevicata e Alta Oosthuizen
  1. “A confiança, como a arte, nunca tem todas as respostas, mas está aberta a todas as perguntas”. Earl Gray Stevens.

Somente fazendo as melhores perguntas podemos obter as melhores respostas. Isso é determinado com base em nossa consciência sobre o que pensamos, dizemos e fazemos na frente dos outros e de nós mesmos.

  1. “Quem não compreende um olhar, tampouco entenderá uma longa explicação”. Provérbio Árabe.

Esta frase é uma das melhores definições de empatia que existem. Sabemos que a empatia é um dos principais pilares da inteligência emocional. Sentir-se como os outros se sentem e saber como usar isso é tão importante quanto o autoconhecimento.

  1. “As emoções são contagiosas. Todos sabemos disso por experiência. Depois de um bom café com um amigo, você se sente bem. Quando encontra um balconista rude em uma loja, se sente mal”. Daniel Goleman.

Podemos neutralizar nossos sentidos, mas não somos capazes de escapar de nossos sentimentos e emoções. Façamos o que façamos nos sentiremos bem ou mal em diferentes graus, atendendo aos diferentes níveis de um mesmo estado contínuo.

  1. “O cérebro emocional responde a um evento mais rapidamente do que o cérebro pensante”. Daniel Goleman.

E isso é porque, como disse Blaise Pascal: “O coração tem razões que a própria razão desconhece”.

  1. “Não esqueçamos que as pequenas emoções são as grandes capitãs de nossas vidas, e as respeitamos sem perceber”. Vincent Van Gogh.

Sentir e entender porque, como, onde, quando e o que podemos fazer é a única maneira de conduzirmos nossas vidas sem o prejuízo que as emoções podem nos causar.

  1. “Cuide de suas próprias emoções e nunca as subestime”. Robert Henri.

As emoções são armas poderosas que podemos usar a nosso favor ou contra nós.

  1. “Esteja ciente de que, neste momento, você está criando. Você está criando seu próximo momento com base no que sente e pensa. Isso é o que é real”. Doc Childre.

Na verdade, nossa realidade atual é baseada em cada segundo que passa e caminha diante de nós, moldando o nosso futuro.

  1. “Use a dor como uma pedra em seu caminho, não como uma área para acampar”. Alan Cohen.

Esvazie o seu interior de ausências presentes, recolha a pedra e leve-a até a próxima estação para que saiba que é capaz de avançar. Para expressar isso mais claramente: até um pé na bunda é capaz de nos empurrar para frente.

  1. “É importante compreender que a inteligência emocional não é o oposto de inteligência, não é o triunfo do coração sobre a cabeça, é a interseção de ambas”. David Caruso.

A verdade é que o coração nos diz o que precisa ser feito, mas a razão nos diz o que devemos evitar e nos ajuda a entender. Manter o coração e a razão trabalhando juntos deve ser nossa maior aspiração.

  1. “A diferença essencial entre a emoção e a razão é que a emoção leva à ação, enquanto razão leva a conclusões”. Donald Calne.

Sentimentos nos ajudam a avançar conforme desenvolvemos uma melhor forma de interagir com eles. Assim, conhecer a nós mesmos em ambos os aspectos nos encoraja a sermos mais eficazes ao tomar decisões e ao direcionarmos as nossas vidas.

  1. “Como seres humanos, todos queremos ser felizes e livres da miséria, todos aprendemos que a chave para a felicidade é a paz interior. Os maiores obstáculos à paz interior são as emoções perturbadoras como raiva, o apego, o medo e a desconfiança, enquanto o amor e a compaixão são as fontes de paz e felicidade”. Dalai Lama.

Há emoções saudáveis ​​e não saudáveis, ​ que nos capacitam e que não nos capacitam. Devemos dar as boas-vindas à alegria, a tristeza, a surpresa e ao tédio, enquanto devemos evitar a ira, a vingança, o ódio e a depressão.

  1. “A verdadeira compaixão não significa apenas sentir a dor de outra pessoa, mas ser motivado a eliminá-la”. Daniel Goleman.

O nosso coração não permite a opção dos outros se sentirem mal. Na medida do possível devemos tentar evitar todo o sofrimento dos quais tivermos conhecimento. A mente é maravilhosa

Emoze-se: Neurocientistas explicam que o esquecimento constante é um sinal de inteligência extraordinária, Avós da Razão, Neon, QI: a história de uma farsa, A Teoria de Tudo

Gatoterapia

A gatoterapia é um tratamento para os problemas de ansiedade, estresse e depressão.  Melhora a qualidade de vida e cria uma conexão muito especial entre o felino e seu dono. Além disso, de acordo com vários estudos, as pessoas que sofrem de algum tipo de cardiopatia mostram uma progressiva melhoria após conviver com um gato. Acordo Coletivo

É bastante curioso que a mesma pesquisa realizada com cães tenha demonstrado resultados completamente diferentes. Os donos de cachorros, diferentemente dos donos de gatos, continuaram se mantendo na média. Isso significa que pessoas que possuem gatos têm menos chances de falecer por causa de um infarto do que as que não têm.

Os felinos costumam ser bastante recomendados para pessoas que vivem sozinhas, principalmente no caso dos idosos. Inclusive, pessoas que sofrem algum tipo de demência, como o Alzheimer, podem ter lembranças ao fazer carinho nos gatos, retardando a degeneração neuronal que sofrem. O ronronar do animal, por sua vez, estimula algumas terminações nervosas fundamentais na hora de se lembrar de histórias passadas.

Durante centenas de anos, os gatos foram tratados como seres infernais. Acreditava-se que eles eram os fiéis companheiros das bruxas, mensageiros do azar e enviados do diabo. O caráter indomável e imprevisível deles era temido tanto por pessoas comuns quanto por pessoas poderosas. Em algumas civilizações a presença dos gatos, no entanto, sempre foi sagrada. No Egito eles eram venerados por serem os protetores do deus mais importante.

Lendas à parte, a história dos gatos como animais domésticos também foi bastante curiosa. Diferentemente dos cachorros, utilizados como guardiões de ovelhas e caçadores, os gatos no início se mantiveram selvagens. Segundo estudos recentes, acredita-se que eles mesmos tenham decidido se aproximar dos humanos ao perceber que estes lhes proporcionariam comida.

Mulher idosa com seu gato

BENEFÍCIOS DA GATOTERAPIA

Melhora os sintomas da depressão e do estresse

Os felinos provocam uma notável melhoria nas pessoas que sofrem de transtornos de estresse, ansiedade e depressão. O ronronar é muito relaxante, estimula a concentração e cria um ambiente muito acolhedor.

Ajuda no tratamento do Alzheimer, do autismo e do TDAH

Como mencionamos anteriormente, os gatos são usados como terapia complementar em casos de autismo, Alzheimer ou TDAH. Embora cientificamente não existam pesquisas que apoiem esse uso, são conhecidos milhares de casos nos quais a presença dos gatos melhorou a qualidade de vida dos seus donos.

Representa uma companhia

Para uma pessoa que vive sozinha, o gato é a melhor opção. Ele é um animal muito independente quando quer, mas também muito carinhoso. Às vezes ele vai ser tão irritante que você vai desejar que não estivesse ali!

Uma oportunidade de conferir responsabilidade às crianças

Ter um gato em casa é uma grande responsabilidade para as crianças porque elas vão precisar cuidar, dar comida e educar o animal, o que nem sempre é uma tarefa fácil. É importante conversar com as crianças sobre o tema para que elas tenham consciência da importância das tarefas que devem realizar.

Não se esqueça de deixar claro que um animal NÃO é um brinquedo.

Não exigem muitos cuidados

Ao contrário de outros animais, os gatos não precisam de muitos cuidados além de vacinas ou alimentação. Eles são seres muito limpos e quando aprendem a utilizar a caixa de areia, vão utilizá-la sempre. Eles mesmos se banham e não exigem constante atenção.

Entretanto, é bom dar banho nos gatos de vez em quando. Também é preciso garantir que a alimentação oferecida seja adequada e não se esquecer de fazer consultas periódicas com o veterinário. Lembre-se de que um gato saudável representa um ser humano saudável.

Gatoze-se: Centro Municipal de adoção de cães e gatos, Dia do gato, Comedouro para cães e gatos com garrafas PET, 12 gatos, 12 artistas, São Francisco Gatos de Assis, Gato ‘estudante’, Vlog do Gato do Mal, 11 fotos de gatos que traduzem perfeitamente sua relação com dinheiro., Capa de disco com gatos.

Cogumelos mágicos para a dor crônica

A Universidade da Califórnia, em San Diego, lançou um programa para investigar se os cogumelos mágicos são um bom tratamento para a dor crônica. DaBoa Brasil

Enquanto os Estados Unidos estão tomando medidas para regular alguns produtos psicodélicos, como a psilocibina (que faz a “mágica” dos “cogumelos mágicos“), os pesquisadores estão tentando encontrar a utilidade terapêutica desses produtos. Estudos clínicos já descobriram que a psilocibina pode tratar a ansiedade e a depressão ou ajudar a combater vícios em opioides, álcool ou nicotina.

No ano passado, os pesquisadores lançaram ensaios clínicos que investigaram como a psilocibina pode ajudar a tratar distúrbios alimentares, lesões cerebrais, diabetes ou outras doenças.

DaBoa-Brasil-Legalizando-A-Informação-blog-O-uso-da-psilocibina-contra-a-dor-crônica

Seu trabalho, que está sendo publicado na revista regional Anesthesia & Pain Medicine, gira em torno de encontrar a psilocibina como um possível medicamento para a dor crônica. Com base no que pode ser lido no relatório, os pesquisadores descobriram que os psicodélicos podem estabelecer áreas de conectividade funcional no cérebro, o que pode ajudar a reverter as mudanças nas conexões neurais comumente vistas em pacientes com dor crônica.

“As condições de dor neuropática, como a dor nos membros fantasmas, geralmente são difíceis de tratar”, disse Timothy Furnish, professor clínico associado de anestesiologia e medicina da dor na Universidade da Califórnia, em um comunicado. “A possibilidade de os psicodélicos poderem reorganizar as vias de dor no cérebro promete um tratamento muito mais durável do que os atuais medicamentos”.

Estrutura química de Psilocibina

Psilocibina é um enteógeno, estando seu consumo substâncias estudadas há pouco mais de um século, ganhando popularidade, como os estudos de Drs. Timothy Leary e Richard Alpert na Universidade de Harvard (Harvard Psilocybin Project) na década de 1960 sendo culturalmente associado ao movimento hippie, junto ao LSD. Não foi tão popular quanto o mesmo apesar de produzir efeitos similares. Wikipédia, a enciclopédia livre.

Contrapropaganda sobre a Cannabis

A campanha contra a maconha começou lá pelos anos 1930, nos Estados Unidos. Por aquela época, a lei seca, que proibia a venda de bebidas alcoólicas no país, estimulava o consumo da erva. Até que governantes e empresários, ligados a princípios morais e comerciais declararam guerra à Cannabis. Acabar com o cânhamo significava eliminar um adversário na disputa pela indústria do papel e plástico. A pressão levou o país a proibir, em 1937, o uso e venda de Cannabis nos Estados Unidos. Cannabis & Saúde

A proibição só começou a perder espaço primeiro na Califórnia, onde o uso medicinal de Cannabis se tornou legal em 1996, e atualmente, a maioria dos estados já regulamentou o uso terapêutico da planta.

Os primeiros registros sobre o uso da maconha com fins medicinais são atribuídos ao imperador ShenNeng da China por volta de 2737 AC, que prescrevia chá de maconha para o tratamento da gota, reumatismo, malária e, por incrível que pareça, memória fraca. AMA+ME – Associação Brasileira de Pacientes de Cannabis Medicinal

A popularidade da maconha como remédio se espalhou pela Ásia, Oriente Médio e costa oriental da África. Seitas hindus, na Índia, usavam maconha para fins religiosos e alívio do estresse. Médicos da antiguidade prescreviam maconha para tudo, desde o alívio para dor de ouvido, até para as dores do parto. Estes médicos também advertiam que o uso excessivo da maconha poderia provocar impotência, cegueira e alucinações (“ver demônios”).

histórita

A maconha foi trazida ao Brasil por escravos africanos, ainda durante o período colonial. Disseminou-se entre os índios, e mais tarde entre brancos, tendo sua produção estimulada pela coroa. Até a rainha Carlota Joaquina habituou-se a tomar chá de maconha, depois que a corte portuguesa se mudou para o Brasil.

O médico Pedânio Dioscórides, greco-romano, considerado o fundador da farmacologia, publicou sua obra “De Materia Medica”, a principal fonte de informação sobre drogas medicinais, desde o início do século I até o século XVIII. Dentre as mais de mil substâncias vegetais descritas e distribuídas em grupos terapêuticos, a maconha medicinal era indicada como tratamento eficaz para dores articulares e inflamações.

O artigo do PhD. EA Birch na revista The Lancet de 1889, uma das principais revistas médicas do mundo, delineou a aplicação da Cannabis Sativa L. para o tratamento de dependência ao ópio. A erva reduziu o desejo do ópio e agiu como um antiemético. Nos anos seguintes a maconha consolidou-se como medicamento nos EUA e na Europa.

Marijuana Propaganda Feeding God

No reclame dos anos 50, com produção que lembra o Além da Imaginação (uma série do fim daquela mesma época), o jovem Marty é convencido pelos amigos a experimentar maconha, fica tão chapado que resolve abrir uma garrafa de refrigerante simplesmente quebrando a embalagem, começa a sangrar, porque engoliu pedaços de vidro, mas nem percebe, porque estava muito louco. Depois de quase morrer, ele começa a usar heroína. A mensagem da campanha é que a maconha é a porta de entrada para drogas mais pesadas e a morte.

Consumida como hábito popular por árabes, chineses, mexicanos e afrodescendentes, minorias que eram socialmente discriminadas na época, a maconha passou a ser vista preconceituosamente por uma elite moralista, muitas vezes estimulada pela indústria concorrente do cânhamo (raça da espécie Cannabis Sativa L. que produz poucos canabinoides e alto teor de fibras). A fibra do cânhamo, natural e muito resistente, é forte concorrente para indústria do petróleo, algodão e das fibras sintéticas.

O cânhamo no início do século XX foi o material utilizado para confecção do tecido da maioria das telas dos utilizadas pelos grandes artistas. Na expansão do imperialismo, os europeu navegaram com velas e cordas produzidas a partir de fibras de cânhamo, por outro lado, o “prazer” proporcionado pelo uso recreativo e ritualístico da maconha, além de ser concorrente da poderosa indústria do álcool, sofreu preconceito religioso, moralista e social.

história2

A propaganda das cigarrilhas Grimault, em 1905, anunciava que a maconha medicinal serviria para tratar desde “asmas e catarros” até “roncadura e flatos”.

A tese de 1924 no qual o consumo da maconha era um mal foi fortalecida por Pernambuco Filho, um médico brasileiro que nunca havia defendido essa afirmação anteriormente, em conferência promovida pela “Liga das Nações” em Genebra, associando o uso maconha ao danoso uso do ópio, um dos maiores problemas de saúde pública da época, mas sua fala foi muito importante no proibicionismo mundial nos anos seguintes, segundo Prof. Dr. Elisaldo Carlini (UNIFESP).

Professor Carlini com Juliana Paolinelli e Katiele Fisher, associadas da AMA+ME, no Fórum: Visões interdisciplinares da maconha, (http://www.unicamp.br/unicamp/eventos/2015/06/02/visoes-interdisciplinares-da-maconha) ocorrido em junho de 2015.

Crazy orgies, conversations with Satan, permanent insanity, and murder: These were the calamities that could befall marijuana users of the early 20th century — according to anti-marijuana propaganda, the product of belligerent Federal Bureau of Narcotics Commissioner Harry J. Anslinger’s 1930 one-man “call to arms” campaign against the drug. All That’s Interesting

Marijuana Crime Film

But it wasn’t long before he was a man without a cause. In 1933, just three years after Anslinger’s appointment, Prohibition was repealed — and the purview of the Federal Bureau of Narcotics began to shrink.

With alcohol off the table, the department’s business was limited to narcotics like cocaine and heroin — drugs used by a very small percentage of the population. Chasing them down wasn’t going to result in fame or glory any time soon.

His anti-marijuana propaganda had strong racial undertones. He persecuted jazz musicians, saying that weed was leading them to make the devil’s music. Under his influence, the term “cannabis” was replaced with the Spanish word “marijuana” — a shift he used to link the drug and its usage to Latinos.

The anti-marijuana fervor only escalated throughout the latter half of the 20th century, and since Richard Nixon formally declared a war on drugs in 1971, the US government has spent around $1 trillion fighting — however nominally — the illegal drug trade.

Em convenção de 1961, a ONU determinou que as drogas são ruins para a saúde e o bem-estar da humanidade e, portanto, eram necessárias ações coordenadas e universais para reprimir seu uso. Com isso o uso medicinal da maconha foi fortemente suprimido, deixando pacientes e cientistas longe da maconha. Essa proibição contribuiu para o enriquecimento da indústria bélica interessada na manutenção de conflitos armados e deu início à guerra contra as drogas.

A American Medical Association (AMA), uma centenária associação de médicos americanos, em um desenho psicodélico nos anos 60, coloca o uso de Cannabis como normal ou cool, mas, numa narração cafona, apresenta os “fatos”: bagunça o pensamento, causa dependência psicológica “e” abre caminho para outras drogas.

Em 2009, a AMA, enfim, reconheceu os benefícios terapêuticos da Cannabis e requisitou ao governo americano que retirasse a Cannabis da lista de substâncias controladas do tipo 1. “Com o objetivo de facilitar a condução de pesquisas clínicas e desenvolvimento da medicina canabinoide.”

Nos anos 90, é mais elaborado e tem um público-alvo bem definido: os pais. Eles encontram um grupo de mães, o florista, o açougueiro, todo mundo dá bom dia, oferece um café e … um baseado. A idéia, aparentemente, é incentivar a conversa com os filhos, porque eles enfrentam esse perigo em qualquer esquina.

O praticante de artes marciais pronto para quebrar uma tábua, cria até um bom suspense, depois de exercícios de respiração e muita pose, ele erra o golpe e a tábua bate em sua cabeça. A mensagem é que a maconha te deixa lento. Mas não é só isso. O filme termina dizendo que os efeitos da Cannabis fumada podem durar até um mês.

O sistema endocanabinoide começa a ser elucidado pela ciência. Após a descoberta dos canabinoides internos, produzidos pelo próprio corpo humano, anandamida (N-araquidoniletanolamida) e 2-araquidonilglicerol (2-AG), dos receptores de canabinoides CB1 e CB2, e das enzimas relacionadas ao metabolismo dos mesmos, um sistema especializado se consolida. A comunidade científica focou na investigação do seu potencial clínico, com resultados encorajadores em muitas áreas. Os receptores canabinoides são identificados em várias células e sistemas, além do sistema nervoso central, e a ciência avança na área da imunologia e oncologia.

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O lançamento do livro Maconha em 2007, Cérebro e Saúde, dos neurocientistas Renato Malcher-Lopes e Sidarta Ribeiro. O livro se somou aos contínuos esforços de grupos brasileiros, sobretudo os ligados ao CEBRIDE, no sentido de divulgar para o público o entendimento do sistema endo canabinoide e seu potencial medicinal. O livro foi de grande impacto tanto no meio acadêmico quanto junto ao publico em geral, tendo sua primeira edição completamente esgotada, e servindo como um dos pilares para o desenvolvimento do roteiro do documentário Cortina de Fumaça, de Rodrigo Mac Niven.

A Marcha da Maconha, com a liberação pelo Superior Tribunal Federal foi um movimento vanguardista de excepcional impacto na discussão sobre as politicas que regem o uso da maconha no Brasil. O tema do uso medicinal sempre esteve presente neste movimento, que o levou às telas do programa Fantástico em 2011, onde pela primeira vez, uma enquete televisionada recebeu a maioria dos votos favorável à regulamentação da maconha no Brasil.

história4

A garotinha americana com 5 anos de idade, portadora de síndrome de Dravet, Charlotte Figi, (que determina epilepsia refratária), tem sua historia de sucesso no controle de crises convulsivas, com o uso de um óleo rico em CBD, produzido a partir de uma cepa de Cannabis Sativa L., que acabou recebendo seu nome, amplamente divulgada pela imprensa americana. O poder da internet espalha mundialmente o sucesso de Charlotte.

Anny Fisher, garotinha brasileira com 5 anos de idade, portadora da síndrome CDKL5 (que também determina um quadro de epilepsia refratária), tem sua historia de sucesso no controle de crises convulsivas, com o uso de um óleo rico em CBD, apresentada no programa Fantástico, a primeira paciente a conseguir na justiça o direito a importação do óleo. Juliana Paolinelli, portadora de dor neuropática; Gilberto Castro, portador de esclerose múltipla; Thais Carvalho, portadora de câncer de ovário, contribuem para conscientização do poder medicinal da maconha para a nossa sociedade.

O primeiro Congresso Internacional de Drogas, Lei, Saúde e Sociedade, organizado em 2013 por uma grande parceria entre a UnB, Conselho Federal de Psicologia, Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos, Associação Brasileira de Estudos de Psicoativos, Rede Pense Livre e a Coordenação de Saúde Mental do Ministério da Saúde, reuniu mais de 40 oradores vindos da Argentina, Brasil, Canadá, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, Portugal e Uruguai, além de profissionais de diversas áreas, ativistas, usuários e pacientes, tiveram pela primeira vez, voz e lugar de destaque num evento deste porte.

história5

O congresso ocorreu no Museu Nacional da República, e foi considerado o maior congresso sobre inovação de política de drogas já realizado na América Latina, teve enorme impacto político, aproximando todos os seguimentos envolvidos entre si e destes com os agentes políticos, abrindo espaços importantes de discussão junto ao Congresso Nacional, SENAD e Ministério da Saúde, o evento também contribui para a consolidação de uma rede interdisciplinar, que culminou com a criação da Plataforma Brasileira de Políticas Sobre Drogas, fundada formalmente em 2014.

A sociedade brasileira organiza-se em grupos de pacientes, que buscam seu alívio no tratamento com maconha medicinal. Pacientes portadores de doenças graves, muitas vezes incapacitantes, após superarem o preconceito em relação à maconha, descobrem a luz no fim do túnel. Portadores de esclerose múltipla, dores neuropáticas, transtornos psiquiátricos, doenças neurodegenerativas e sindrômicas (Parkinson, Alzheimer e Tourette), estagio avançado de doenças inflamatórias e autoimunes (Lupus, Chron, Artrites) e alguns tipos de câncer, são só alguns exemplos de pacientes que tem sua qualidade de vida muito favorecida com o uso da maconha medicinal.

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O custo humano potencial, de ignorar a evidência por tanto tempo, é difícil de prever. Dos 3 milhões de pessoas nos Estados Unidos com epilepsia, um número estimado de 500 mil não são ajudados por medicamentos atuais, de acordo com The American Epilepsy Society. Cerca de 50.000 morrem a cada ano por causa das convulsões, dados de 2015.

Fakemp-se: A maconha como porta de entrada, Milton Friedman, Gustavo Guedes, A VERDADE por trás da proibição da MACONHA, História da Maconha, Medical Hemp, Piauí autoriza produção de óleo de canabidiol, Fibra de “maconha” na produção têxtil, Hemp Car, Plantas Alimentícias Não Convencionais, alternativaS?!?, A história do jardineiro de Oxalá

INTRODUÇÃO A FERMENTAÇÃO SELVAGEM

A fermentação selvagem transforma e preserva os alimentos através da ação de bactérias e começou a fermenta-los há milhares de anos, motivados pela necessidade de preservar os alimentos. O interesse de algumas pessoas em alimentos fermentados deve-se por causa da alquimia e sabores interessantes que são criados e outros pelos inúmeros benefícios. Jardim do Mundo

A fermentação selvagem está baseada em criar as condições para que organismos naturalmente prosperem e proliferem. Ela não necessita de alta tecnologia. Faz parte de rituais ancestrais que nós humanos temos realizado através das gerações. É uma conexão com a magia do mundo natural e com nossos antepassados, os quais através de suas práticas e observações nos permitem desfrutar ainda hoje os benefícios de todas essas transformações.fermentação selvagem

A regra é deixar que a natureza realize o processo em que as culturas de micro-organismos já presentes nas frutas e vegetais fermentem o alimento, com o mínimo de interferência externa possível.

Mais de 70% das células responsáveis pelo nosso sistema imunológico se encontram no intestino, por isso ingerir fermentados é uma das melhores formas de prevenir várias doenças. Além de aumentar a imunidade e equilibrar a microbiota intestinal, o consumo de alimentos fermentados oferece outros benefícios:

– Facilitam a digestão dos alimentos, pois os micro-organismos fermentadores degradam açúcares e proteínas em moléculas menores.

– Aumentam a biodisponibilidade de nutrientes, pois no processo de fermentação muitos fatores antinutricionais são degradados. Além disso, a fermentação pode aumentar a concentração de vitaminas e minerais.

– Melhoram a imunidade, pois alimentos fermentados são ricos em bactérias probióticas, essenciais para o bom funcionamento do sistema imunológico da mucosa do sistema digestório, ajudando na produção de anticorpos que combatem agentes patogênicos.

– Favorecem o processo de detoxificação, pois os alimentos fermentados são excelentes quelantes de toxinas e metais pesados, facilitando sua eliminação pelo organismo.

– Auxiliam a modular o humor, podendo prevenir ou tratar depressão e ansiedade.

– Contribuem para a reposição da microbiota intestinal após o uso de antibióticos.

A fermentação básica de vegetais envolve apenas dois ingredientes: vegetais e sal. Especiarias adicionam variedade. Use vegetais e especiarias orgânicas para evitar produtos químicos que possam interferir no processo de fermentação. E use sais minimamente processados ​​e livres de aditivos. O sal marinho (não refinado) contém cerca de 84 elementos/minerais importantes na saúde humana, que são eliminados ou extraídos para a comercialização durante o processo na produção do “sal” refinado.

O sal de mesa comum, por exemplo, NÃO é uma boa escolha. Provavelmente contém iodo e agentes antiaglomerantes que podem inibir o processo de fermentação. Os sais colhidos naturalmente que não são submetidos aos processos comerciais comuns oferecem os melhores resultados.

Recomendamos sais marinhos ou sal rosa do Himalaia que são extraídos com métodos naturais e ecológicos. Dado pouco ou nenhum processamento adicional, eles retêm minerais e outros componentes naturais benéficos para nossa alquimia.

Água limpa também é essencial para uma fermentação bem-sucedida. Água diretamente da torneira NÃO é uma boa escolha. O cloro ou cloramina que as estações municipais de tratamento de água adicionam ao suprimento de água para matar bactérias nocivas também mata as bactérias benéficas da fermentação. Infelizmente, muitas águas engarrafadas, apesar de serem rotuladas como “água de nascente”, podem conter o mesmo cloro e cloraminas que inibem o processo que estão na água da torneira. A água boa e testada do poço funcionará – desde que não contenha minerais como enxofre e ferro que podem afetar o sabor dos alimentos fermentados.

A melhor opção aqui é ferver a água de deixar descansar em um recipiente destampado por 1 hora.

fermentados

No passado as técnicas de fermentação eram amplamente utilizadas para estocar vegetais e frutas para o inverno, para tornar a comida mais digerível, para tirar as toxinas, para melhorar seu sabor ou para produzir álcool.

A fermentação é um processo lento e artesanal, não é de se estranhar que produtos fermentados naturalmente tenham sumido nas últimas décadas. A indústria foi muito eficiente em convencer as pessoas de que esses alimentos significariam comida estragada. Com isso, fomos desaprendendo a preparar e apreciar uma infinidade de itens que fazem parte de culturas alimentares e, de quebra, trazem enormes ganhos para a saúde.

Cogumelo depre

Pesquisas na área de saúde buscam cada vez mais métodos alternativos para tratamentos de diversas doenças. Após anos de estudos sobre a maconha, hoje seus efeitos são reconhecidamente benéficos para várias doenças. E agora, é hora de olhar pra outras substâncias e entender a possibilidade de utilizá-las como recursos terapêuticos seguros para a população.

Um estudo conduzido pela King’s College, uma universidade de Londres, utilizou a psilocibina, o princípio ativo dos cogumelos alucinógenos, para observar seus efeitos em pessoas com depressão. A pesquisa, que variou doses de 10mg, 25mg e um placebo, observou resultados positivos em um grupo de 89 pacientes. Vivimetaliun

Denver é a primeira cidade dos EUA a descriminalizar uso cogumelos alucinógenos

“Os resultados desse estudo reafirmam clinicamente e dão segurança para o desenvolvimento da psilocibina como um tratamento para pacientes com problemas de saúde mental que não foram melhorados ou amenizados com terapias convencionais, como antidepressivos, entre outros”, afirmou James Rucker, um dos chefes da pesquisa no King’s College, em um comunicado oficial de imprensa.

Segundo o estudo publicado, a psilocibina ‘relaxa‘ áreas do cérebro onde as estruturas psíquicas graves que causam depressão e a ansiedade, fazendo com que o sujeito se desvincule dos típicos pensamentos e bloqueios relacionados aos comportamentos depressivos. Além da depressão, Parkinson e Mal de Alzheimer são outras doenças em que alguns cientistas enxergam potencial para o tratamento através dos cogumelos alucinógenos. Yuri Ferreira

Alucinize-se: Óleo de Marijuana, Mapa do envenenamento de alimentos no Brasil,

A blogueirinha e a Joana

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2825413017520908&id=173920672670169

Gabriela Pugliesi, a blogueirinha fit, postou no seu instagram que não tem nada melhor do que: “acordar, meditar, alongar, fazer atividade física, ir pra crioterapia e depois fazer drenagem!” Numa Segunda-feira. Não, ela não está de férias!

Ela recebe pra fazer atividade física, pra publicar as marcas que a patrocinam, pra divulgar a massagista, pra dizer que a vida é “mara” e que ela é muito feliz.

Ela também diz que Cúrcuma e Magnésio são “mara” e que fazem bem “pra tudo”. E aí, a Joana (nome fictício) vê isso.

Ela, Joana, acorda cedo, passa um café rapidinho, corre pro trabalho, come no refeitório do serviço, chega em casa depois das 19h, pega seu material de estudos e corre pro inglês. Volta, come qualquer coisa, e dorme porque “todo dia ela faz tudo sempre igual, se sacode às 6h da manhã”. Então, a Joana que é uma pessoa normal, começa a se sentir fracassada. Triste. Talvez seja falta de cúrcuma ?

Ela não consegue acordar, meditar, alongar, treinar, fazer crioterapia e drenagem.
Enquanto a blogueira faz drenagem, ela já está na segunda reunião. Entregando o quarto relatório do dia. E nem 10min de meditação ela consegue fazer!

E o que que essas blogueiras fazem pra humanidade, além de demonstrar uma vida fictícia que NINGUÉM normal pode ter?

E aí vemos jovens cada dia mais depressivos, pessoas cada vez mais imediatistas, profissionais mais frustrados e, a vida real, que era pra ser a vida realmente boa, mesmo com os seus tropeços, vai sendo vista como uma vilã cruel.

Umas semanas atrás, um “coach de life style” se matou. Um tal de Coach Bueno.
Desses que tinham a vida plena na rede social. Mas a vida real, que é boa mesmo com seus percalços, pesou. E ele não aguentou. Vejam só: a maioria dos influenciadores digitais se consultava com ele.
E ele? Se consultava com quem?

Em tempos de cúrcuma, magnésio, vida “mara”, água com limão de manhã, crioterapia, meditação e life style… eu fico com o churrasco, o arroz (pode até ser com açafrão!) com feijão, a vida em família, a religião, a atividade física moderada, e um brigadeiro, que nunca matou ninguém de decepção.

(Texto: Valéria Araujo)

Algumas coisas podem esperar!

Santos Futebol Clube


O Suicide Awareness Voices of Educations (SAVE), organização dedicada à prevenção do suicídio, apresenta alguns alertas de comportamento, como dormir muito pouco ou demais, exibir mudanças extremas de humor, isolamento, mostrar raiva ou demostrar desejo de vingança, agir com ansiedade, agitação ou imprudência, dizer que está desesperançoso ou que não tem propósito na vida. Portal da Cidade de Louveira

A genética, a poluição e até os agrotóxicos podem ser considerados como catalisadores de transtornos mentais, também existem fatores como estresse, mudanças bruscas na rotina e acontecimentos que desestabilizam o ser humano, como a perda de familiares. Os jovens são mais afetados por estarem ainda com o cérebro em desenvolvimento.

Se você está passando por um momento difícil, o Centro de Valorização da Vida (CVV) conta com telefones que oferecem auxílio 24 horas, sem custo. Ligue 188 e peça ajuda. Você vai ser acolhido, você vai ser ouvido. Ligue 188 ou converse através do CHAT.

Compartilhar sobre o quão suscetíveis podemos ser, e dividir nossos medos e fraquezas nos afeta profundamente, mas é uma das melhores maneiras de diminuir o fardo das aflições. A campanha do Setembro Amarelo acontece desde 2014, através de uma parceria entre CVV, Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), e visa intensificar a prevenção do suicídio. Blog Netion

Também é possível pedir ajuda através do site, clicando AQUI.


A cor e o mês para a campanha não foram escolhidos à toa, o amarelo representa a chama da vida e a esperança, já setembro, foi escolhido por ser o mês com maior índice de suicídios no mundo e em comemoração ao dia 10 de setembro (Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio).

Setembro Amarelo é uma campanha organizada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em conjunto com a Associação Médica Brasileira (AMB), o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Federação Nacional dos Médicos (FENAM) e outras entidades como o Centro de Valorização à Vida (CVV).


No Brasil, é possível receber assistência gratuita nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), em algumas universidades, e entidades que prestam serviço social e acompanhamento psicológico e psiquiátrico. Além disso, o Centro de Valorização da Vida (CVV) é referência em apoio e assistência emocional, recebendo até 800 mil ligações por ano através do telefone (141). TV Gazeta

Eduardo Vilas-Bôas!!!

O general Eduardo Vilas-Bôas, ex-comandante do Exército e atual assessor do Gabinete de Segurança Institucional do Palácio do Planalto, está com uma doença neuromotora e corre o risco de não falar mais. Ele conheceu o uso medicinal do canabidiol e cedeu uma entrevista falando em “hipocrisia social” ao mencionar as dificuldades de quem precisa do acesso ao tratamento. Facebook – Veja a matéria completa no link: http://bit.ly/2Zzx9WW

“Eu não entendo por que ao mesmo tempo que tem gente lutando aí, defendendo a legalização da maconha, está tão difícil se obter esses medicamentos para efeito medicinal. Eu acho, de certa forma, até uma hipocrisia social e vejo a luta de algumas pessoas que dependem disso para minimizar sintomas de efeitos de algumas doenças que têm dificuldade”, disse o general com dificuldade para respirar. defesanet

Ele afirmou que vai abrir um instituto com sua filha Adriana para ajudar pessoas que sofrem com doenças incapacitantes, assim como ele. Do UOL, em São Paulo 03/08/2019 21h30
O uso da cannabis para produção do medicamentos nos Brasil é criticado pelo ministro da Cidadania, Osmar Terra. Em 23 de julho, o ministro disse que pode encerrar as atividades da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) caso o órgão aprove regras sobre cultivo de Cannabis no Brasil para o fim.


Portador de ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), doença neuromotora degenerativa, Villas Bôas foi diagnosticado com a doença em dezembro de 2016 e, com perda dos movimentos de forma acelerada, está sob o risco de perder a fala. Respeitado por militares, pela sociedade civil e classe jurídica, o general falou sobre as consequências da depressão, doença que o assola desde 2001. Poder360

Poetize-se: FHC = THC, José Mujica maconheiro?, Scoring drugs, Quarto poder, Doenças degenerativas, Suco de limão e Bicarbonato, Vamos acabar com o domínio da Monsanto, O Coxinha – uma análise sociológica, Paulo Freire, Jesus Negão, Carmina Burana: Introduction (O Fortuna), Índice de Desenvolvimento Humano, Cadê os Amarildos?, Ricardo LSD Boechat Doidão

Amigos são melhores que morfina

Os amigos ajudam a suportar melhor a dor e afastar a depressão pra longe da gente, porque quando estamos na companhia deles, muitas endorfinas são liberadas em nosso corpo. As endorfinas são substâncias úteis para nos trazer sensações de bem-estar, gratificação e para regular o nosso estado de ânimo. greenMe

O experimento no qual o estudo foi baseado, publicado na revista Scientific Reports, busca uma conexão entre a depressão, o nível baixo de endorfinas com o fato de ter poucos amigos, segundo Katerina Johnson, coordenadora do estudo, a resposta é sim.
“Os estudos sugerem que a quantidade e a qualidade das nossas relações sociais afetam nossa saúde física e mental e pode até ser um fator determinante quanto tempo vivemos. Portanto, compreender por que os indivíduos têm tamanhos diferentes de redes sociais e os possíveis mecanismos neurobiológicos envolvidos é um tópico de pesquisa importante. Como uma espécie, nós evoluimos para prosperar em um ambiente social rico, mas nesta era digital, as deficiências em nossas interações sociais pode ser um dos fatores negligenciados que contribuem para o declínio da saúde da nossa sociedade moderna. Notícia Alternativa

Los neurocientíficos creen que nuestro cerebro está genéticamente programado para ser sociables. No podía ser de otra forma si nuestros antepasados querían sobrevivir ya que en aquel ambiente hostil era muy difícil que una persona pudiese defenderse por sí sola de los peligros que le acechaban.
El mecanismo elegido por la naturaleza para asegurarse de que seamos sociables es el sistema opioide endógeno, en particular la β-endorfina, que desempeña un papel esencial en las relaciones interpersonales. JENNIFER DELGADO SUÁREZ

Enxergue mais: CVV, 57 anos!!!, DIA DO VOLUNTARIADO,DEPRESSÃO MASCULINA, LIPPY E HARDY, WHERE IS MY MIND, A MEDITAÇÃO E SEU CERÉBRO, ESSA NOITE NÃO, POSITIVIDADE, JUSTIÇA DE MIERDA, Liberdade Privatizada, THE STREET STORE, Goodall MORRE EM PAZ, Segunda temporada de ’13 reasons why’ (trilha sonora), Setembro Amarelo,você nunca esteve sozinho?, Suicídio indígena

Edited by cell

Another Day In Paradise

INTRO: /

  • F#m7
  • E
  • Bm7

/ (4x)

  • VERSE
  • 1
  • F#m7
  • E
  • Bm7

She calls out to the man on the street

  • F#m7
  • E

‘Sir can you help me?

  • F#m7
  • E
  • Bm7

It’s cold and I’ve nowhere to sleep

  • F#m
  • E

Is there somewhere you can tell me?’

  • VERSE
  • 2
  • F#m7
  • E
  • Bm7

He walks on… doesn’t look back

  • F#m7
  • E

He pretends, he can’t hear her

  • F#m7
  • E
  • Bm7

Starts to whistle as he crosses the street

  • F#m
  • E

She’s embarrassed to be there…

F#m

  • Cm#7

Oh, think twice

  • Bm7
  • Cm#7

Cause it’s another day for you and me in Paradise

  • F#m
  • Cm#7

Oh, think twice

  • Bm7
  • E
  • Bm7
  • E
  • Bm7
  • Fm#7

Cause it’s another day for you… you and me in Pa – ra – dise

  • BRIDGE
  • 1

/ (

  • F#m7

)

  • E
  • Bm7

/ (2x)

{Just think about it}

/

  • F#m7
  • E
  • Bm7

/ (2x)

  • VERSE
  • 3
  • F#m7
  • E
  • Bm7

She calls out to the man on the street

  • F#m7
  • E

He can see shes been crying

  • F#m7
  • E
  • Bm7

She’s got blisters on the soles of her feet

  • F#m7
  • E

She can’t walk but she’s trying…

CHORUS
BRIDGE 1

  • BRIDGE
  • 2
  • E
  • F#m
  • E
  • A

Oh, Lord… is there nothing – more… anybody… can do?

  • E
  • F#
  • E
  • A

Oh-oh-oh, my Lord… there – must – be something… you can say

  • F#m
  • E
  • Bm7

You can tell from the lines on her face

  • F#m7
  • E

You can see that she’s been there

  • F#m7
  • E
  • Bm7

Probably been moved on from ev-e-ry-place

  • F#m7
  • E

Cause she didn’t fit in there…

CHORUS
BRIDGE 1

  • ENDING

(Repeat to end)
(

  • Bm7

)

  • F#m7
  • E
  • Bm7

It’s just another day for you and me

  • F#m7
  • E
  • Bm7

In paradise (it’s just a…)

Cifra

Ayahuasca e formação neural

Uma pesquisa publicada na Revista Brasileira de Psiquiatria, já havia mostrado que a bebida pode ser eficiente na redução dos sintomas de depressão. Segundo os dados do estudo, 24 horas após a ingestão do chá, os voluntários relataram diminuição dos sintomas depressivos em cerca de 62%, em média. Esse efeito estaria relacionado a harmina, uma espécie de antidepressivo natural, presente em grandes quantidades na ayahuasca. uol
O efeito depende da inibição de uma proteína conhecida como DYRK1A, cujo gene localiza-se no cromossomo 21, é bastante ativado no cérebro de pessoas com Síndrome de Down e pacientes com Alzheimer.
O estudo faz parte da tese de doutoramento de Vanja Dakic, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Morfológicas da UFRJ, orientada pelo professor Stevens Rehen, pesquisador do IDOR (Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino) e ICB-UFRJ.
A Ayahuasca é conhecida em diferentes culturas pelos seguintes nomes: yajé, caapi, natema, pindé, kahi, mihi, dápa, bejuco de oro, vine of gold, vine of the spirits, vine of the soul e a transliteração para a língua portuguesa resultou em hoasca. Também é conhecida amplamente no Brasil como “chá do Santo Daime” ou “vegetal”. Na linguagem Quechua, aya significa espírito ou ancestral, e huasca significa vinho ou chá (Luna & Amaringo, 1991; Grob et al., 1996). Este nome, tanto se aplica à bebida preparada por meio da mistura da Banisteriopsis caapi e da Psichotria viridis, quanto à primeira das plantas. Apesar das variações acerca das plantas usadas, farmacologicamente, boa parte delas são similares. santodaime.org

Sief Hamza

Sief Hamza é um talentoso artista que vive na cidade do Cairo, no Egito. Há um ano e meio ele estava com depressão até que começou a desenhar, foi uma forma confortante encontrou para sair da escuridão. “Tem muitas formas de fazer isso, a minha foi pela arte. Espero que todos se sensibilizem”, disse. Vivimetaliun

Editado via celular

Couve amigo

Os principais elementos presentes ma composição da couve responsáveis pela proteção do corpo, podemos citar a vitamina A, vitaminas do complexo B (como é o caso da B1, B2, B3 e B5), vitamina C, vitamina K, além de fibras, proteínas, carboidratos, cloro, cálcio, ferro, enxofre, silício, magnésio, fósforo e sódio (este pouca quantidade).

A couve é um vegetal herdado da cultura de Portugal, originário do Mediterrâneo e da Ásia Menor, que acabou ganhando o mundo pelas suas propriedades medicinais e terapêuticas. editor master

Setembro Amarelo,você nunca esteve sozinho?

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