Guia para quem vai a SP pela primeira vez na vida…e Sozinha!

Se você está com pouca grana ou está com dinheiro bem contadinho, invista no transporte público. O metrô de São Paulo funciona perfeitamente, são 104 quilômetros de extensão divididos em cinco linhas. Procure hospedagens que ficam próximas da estação, pois 90% dos lugares de SP usam estes locais como ponto de referência. Ou seja, a cidade é movida nos trilhos e sem contar que é uma forma de entender um pouquinho a rotina do paulistano e por R$ 4,40 (aceita em pagamento em dinheiro e PIX através do Whatsapp da companhia que gerencia o transporte, no qual dão os QR Code por mensagem e não precisa levar um monte de papel). Brechando em SP (2022)

Na República, por exemplo, você rapidamente vai conhecer importantes pontos boêmios de SP, como o SESC da 24 de março, a Galeria do Rock, o CopanViaduto do CháLargo do Paiçandu (foto acima)Teatro Municipal e os bares da região. 

Ao todo, são cinco linhas: Azul (a maior quantidade de estações), Verde (maior em extensão), Vermelha, Amarela e Lilás. O detalhe que todas elas se conectam entre si e os trens da região.

São Paulo é incrivelmente arborizada, principalmente nos bairros que tem uma circulação bacana de gente. Assim, a cidade fica fresquinha e não morremos de calor com o excesso de andança. Além disso, existem vários parques para visitar.

Umas das áreas verdes do Ibirapuera, que tem 10 portões de acesso, museus e acesso por vários bares.

Um local que me surpreendeu positivamente foi o Parque Ibirapuera, que é um espaço enorme de área verde, que une a prática esportiva, museus e atividades de lazer. O mais legal que funciona tanto durante o dia quanto a noite. Ele é ótimo para jogar futebol, praticar frescobol, tomar banho de sol e, inclusive, fazer aquele almoço gostosinho.  Ele é o parque mais visitado da América Latina. 

Lá tem restaurantes para você se alimentar bem e não necessariamente precisa ser health food.

Há também aparelhos de ginástica, quadras, playground, quiosques (inclusive para pedir comida do Ifood), ciclovia, maquininha de Red Bull (igual para tirar lata de Coca-Cola, sendo mais chique) e planetário.

A avenida Paulista, uma das principais via da cidade, aparece na mídia o tempo todo, poderíamos falar sobre os prédios dos importantes bancos, das principais empresas, a sede da Cásper Líbero (coincidentemente da TV Gazeta), do MASP (Museu de Arte de São Paulo) e entre outras coisas.

A Paulista é o novo e velho se encontrando. São paulistanos de nascença com os imigrantes juntos e conversando sobre amenidades. É poesia estampada na calçada. Pessoas almoçando no Burger King contando as horas para bater o ponto novamente.

É comprar aquela roupa na loja de Departamento, ir ao shopping para comprar o livro. Visitar aquele Mc Donald’s novo, que restauraram um casarão abandonado e deixaram quase uma atração da Disney. Além disso, eles vendem um sorvete com coca muito bom. 

Paulista é a cidade por si só, para quem quer viajar a trabalho e está sem tempo de fazer grandes passeios.

Beco do Batman pode parecer sinônimo de graffiti, mas, garota, calma, não é apenas um museu ao céu aberto, o pessoal realmente fez o local como um complexo cultural. 

No metrô, parei na estação de Vila Madalena e com o Uber cheguei ao local. De longe já dá para ver as cores e os motoristas dão dicas dos melhores restaurantes para almoçar. As cores em direção ao beco já dão os primeiros sinais que estamos chegando no local. 

A rua já está fechada para que pedestres possam andar em quase um quilômetro de graffitis vindos de artistas de SP e de vários países. Foi por causa dele que surgiu as pinturas do Beco da Lama, em Natal-RN. Além disso, o local é cheio de restaurantes com bons drinks, PFs ou pratos bem elaborados para sair com a família e os amigos. 

O trecho recebeu esse nome devido a um grafite do personagem homônimo da DC Comics há muitos anos, e acabou por se tornar um ponto de turismo devido a dezenas de grafites pintados em seus muros; atualmente conta até mesmo com visitas monitoradas realizadas na área.

Na região central existe a Liberdade, fui no local no sábado e mal sabia que teria a presença de uma feira que traz não só os melhores artigos asiáticos, mas também produtos artesanais do Brasil e de outros países da América do Sul. Além disso, lá tem barraquinhas trazendo o melhor das comidas japonesas fugindo daquele tradicional sushi. Em volta da praça também tem os prédios e restaurantes alinhados com a temática da cultura, com livrarias vendendo mangá em japonês, cafés com doces customizados com personagens de anime e também uma rua com várias lojas importadas, inclusive mercadinhos com os produtos vindos do Japão, Coreia e China, para os curiosos levarem para os outros estados do Nordeste.

Uma experiência diferente em São Paulo foi assistir um concerto de música clássica, que tocava clássicos do rock and roll. E, o melhor, a luz de vela, o show se chama Candlelight e acontecem no tradicional Theatro São Pedro, construído no século XX, para receber concertos e óperas. A banda que se apresentou era o Sexteto de Cordas do Monte Cristo Coral e Orquestra, que eles tocaram os sucessos de Beatles e Rolling Stones.

As pessoas sempre pediam que eu fizesse um rápido guia sobre a via. E, realmente, ela é a minha cara, principalmente porque as ruas paralelas também tem o mesmo espírito de bares, boates, cinemas e teatros voltados para o público alternativo.

Tem muita coisa para se fazer na Augusta. Se você não quer festa, tem cinema com filmes que você não veria nas grandes redes do shopping, shows de bandas locais e famosas, restaurantes, bistrôs ou seja, o mundo inteiro está lá. E quanto mais avança os horários, mais gente. 

Museu da Língua Portuguesa fica dentro da Estação da Luz

Museu da Língua Portuguesa fica dentro da Estação da Luz e só chegar e pronto. Mata dois pontos turísticos em um, ele foi fundado em 2016 e reinaugurado em julho de 2021, no qual é dividido por três andares que falam sobre como português do Brasil teve influências não só de Portugal, mas de vários países e a contribuição da imigração no nosso vocabulário.

No meio de um bairro de luxo, existe o Museu da Imagem e do Som – MIS, em um prédio construído no final dos anos 60. O seu objetivo é armazenar dados de pessoas que contribuíram com a televisão, rádio, música e também no clipe. O acervo do MIS conta com mais de 200 mil itens relacionados à história da produção audiovisual brasileira. São fotografias, filmes (curtas, longas, vídeos e documentários), vídeos, cartazes, peças gráficas, equipamentos de imagem e som e registros sonoros e audiovisuais, além dos livros, catálogos, periódicos, CDs, DVDs, VHS, coleções, cuja coleta e criação esteve sempre ligada aos acontecimentos contemporâneos. Também conhecido pela exposição sobre o Castelo Rá-Tim-Bum, programa infantil de sucesso da TV Cultura.

A principal de duas exposições que visitei, sendo uma de graça, mostrava os trabalhos da cantora Rita Lee com a curadoria do próprio filho dela, que expôs roupas, discos, anotações e toda memória física de 60 anos de carreira da “Rainha do Rock do Brasil”.

A exposição gratuita é um coletivo de artistas que mostraram a vida das travestis, dos doentes de Covid-19 e da periferia de SP de uma forma crua, mas também usaram canais de omnichannel para que os visitantes pudessem expressar a sua opinião sobre os temas retratados. 

São Paulo tem muito museu e é uma das formas de passeio mais barata, quase todos cobram o preço de estudante (a meia-entrada), basta comprovar que você estuda, além de todos ficarem próximos de estações e paradas de ônibus.

Procura aqueles que são perto de sua hospedagem ou dos lugares que obrigatoriamente vai visitar.  Se você é do tipo de pessoa que curte passeios culturais, São Paulo vai fazer seus olhos brilharem. A capital paulista reúne uma série de museus e um acervo que não fica atrás de lugar nenhum no mundo.

Consegui viajar e gastar apenas o necessário. Para que eu pudesse conciliar o turismo e não atrapalhar o curso, eu tive que fazer uma ampla organização, aqui vai algumas dicas:

  1. Monte a planilha com o que vai gastar diariamente;
  2. Pense no que vai comprar, principalmente se a única mala for a de mão e uma mochila;
  3. Comida em São Paulo é realmente caro, mas existem opções nutritivas e gastronômicas incríveis. Procure olhar Trip Advisor e o Google, o público não mente mesmo quando algo é ruim. Se você ver algum restaurante que tenha crítica de 1 estrela, observe bem essa crítica para saber se isto iria lhe incomodar ou não.
  4. Leve bateria portátil na sua bolsa, pois nunca se sabe quando vai pedir ajuda e celular não descarregar.
  5. Sempre observe os lados e não tenha medo de caminhar,  isso te ajuda a ter uma excelente memória fotográfica dos locais. 
  6. Se conhece alguém na cidade, peça dicas e converse sobre lugares interessantes para visitar. Afinal, ele sabe quais são os locais que vale a pena e o que não vale. 
  7. Vai encontrar alguém? Combine de se encontrar nas estações de metrô e lugares públicos. 
  8. Informe a localização para todos amigos de confiança, pais, irmãos e quem você confia para não se perder ou caso aconteça alguma coisa eles saberem onde você está.
  9. Procure hospedagens perto do transporte público e que tenha locais para fazer as principais refeições, farmácias para comprar remédios e um posto de saúde. 
  10. Cuide bem de sua saúde, principalmente se você está em uma cidade que o clima é totalmente diferente do seu. Alongue-se, use roupas leves, tênis e pequeno kit de sobrevivência para poder fazer longas caminhadas. 

Palavras PerdidasDia do turista!!!, Museu Pelé, Arte Fora do Museu, Aldeia360, Expedição pelas Nascentes do Rio Água Preta, Biblioteca a noite, Jaider Esbell e Bienal de São Paulo

CAMAZOTZ, O BATMAN DO MUNDO MAIA

2.500 anos antes da DC Comics sequer existir, as pessoas já cultuavam um homem vestindo uma cabeça de morcego, que vivia da noite, com orelhas pontudas e uma capa que formava asas, esse era um deus ligado à morte e aos sacrifícios. Trata-se de Camazotz, o deus-morcego dos maias. ANDRÉ NOGUEIRA

Seu nome significa morcego da morte, pois seus atributos remetem a características do mundo das sombras, da noite e da escuridão, não há indícios de que os criadores do Batman teriam se inspirado na mitologia mexicana para criarem o álter ego de Bruce Wayne.

Em 2014, comemorou-se o 75º aniversário do herói da DC, o Batman. Um designer mexicano, Christian Pacheco, inspirado na confluência entre o mito maia e a figura do herói morcego, criou uma nova roupa ao herói que chamou a atenção nas redes sociais.

Reprodução gráfica estilística de Camazotz

Camazotz era associado a um deus assassino. Nas poucas descrições conhecidas (representações em pedra, alguns códices maias e o livro Popol Vuh) ele é associado a uma criatura da noite, o mestre dos mistérios que ataca aqueles que invadem o submundo.

Seu culto remete a 200 a.C., provavelmente entre os zapotecas de Oaxaca, cuja cultura material já apresenta um deus híbrido entre homem e morcego e onde o animal já é associado à noite e ao ato sacrificial. Depois, a figura será apropriada pelo panteão quiche, comunidade maia guatemalteca, que aproximou Camazotz ao deus Zotzilaha Chamalcan, associado ao fogo.

Os templos para sua adoração, em formato de ferradura e apontados ao Oriente, possuíam altares feitos de ouro em que se cultuava o deus e seu poder de poder curar qualquer doença e cortar facilmente o fio da vida que nos conecta com nossas almas.

Uma das principais obras conhecidas dos maias, o Popol Vuh (uma narrativa mítica dos ciclos do tempo, permeada de mitologias, conselhos éticos e descrições da comunidade) descreve Camazotz e sua ligação com o mundo sóbrio das profundezas (o Xibalbá).

Nele, Camazotz é um nome associado aos monstros em forma de morcegos encontrados pelos gêmeos Hunahpú e Ixbalanque em sua travessia e julgamento no submundo, os gêmeos são atacados por morcegos monstruosos acompanhados pela figura de um homem-morcego chamado Camazotz.

MEAVE Batman 75 00

A Warner Entertainment convidou 33 artistas mexicanos para comemorar os 75 anos do Batman com uma intervenção artística no busto da armadura usada no filme Dark Knight Rises. Essas obras de arte seriam exibidas no MUMEDI, o museu mexicano de design e depois seriam leiloadas. Felipe TofaniPristina.org

A peça abaixo é a criada por Gabriel Martínez Meave e foi produzida usando um estilo pessoal da caligrafia gótica. Os textos que aparecem sobre a armadura são em latim e inglês e são frases de vários filmes do Batman.

The Art of the Brick: DC Super Heroes

Pelas barbas do profeta, Batman! Desembarca na Oca – Museu da Cidade de São Paulo, no Parque Ibirapuera, a maior exposição de LEGO do mundo: “The Art of the Brick: DC Super Heroes“. Catraca Livre

Crédito: DivulgaçãoCoringa foi criado por Jerry Robinson, Bill Finger e Bob Kane e apareceu pela primeira vez em Batman #1

A mostra do artista plástico norte-americano Nathan Sawaya recria mais de 100 heróis e vilões da DC Comics, todos montados a partir de um dos brinquedos mais clássicos da história!

Nos 1.800 m² da Oca se encontram cerca de dois milhões de bloquinhos coloridos, transformados em esculturas tamanho real de Batman, Super-Homem, Mulher Maravilha, Coringa, Arlequina e um impressionante Batmóvel de 5,5 metros!

Crédito: DivulgaçãoFlash é um nome compartilhado por diversos super-heróis da DC Comics. Criado pelo escritor Gardner Fox e pelo artista Harry Lampert, o Flash original estreou em Flash Comics #1 (1940)
Anote aí: você tem de 13 de setembro a 3 de novembro para conferir as obras de pertinho, com ingressos a R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada). Clique aqui para comprar seu ingresso.


Mais pecinhas: LEGO e sua turbina eólica de cana, AUDIOTECA SAL E LUZ, Fusca de Lego, HO’OPONOPONO, Palavras que não podem ser traduzidas, HORA DO CÓDIGO, FALANDO SOBRE LIBRAS, BIBLIOTECA WEB, Coleta seletiva de lixo, Impressora braile feita em LEGO, Stanley Kubrick, GOVERNO ABERTO, MANUAL DE REDAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

Os índios(enas) nos gibis.

Hoje 10 de Dezembro é o Dia Internacional dos Povos Indígenas, pensando nessa data comecei a lembrar dos personagens que tem etnias indígenas nos quadrinhos e não são poucos não, os índios estão muito bem representados, desde quadrinhos de velho oeste até super herois. sociedade do quadrinho

Confiram logo abaixo alguns personagens clássicos que marcaram e ainda marcam presença nas HQ’S.  

PÁSSARO TROVEJANTE

Pássaro Trovejante (Thunderbird em inglês) é o codinome de John Proudstar nascido em uma tribo Apache em uma reserva em Camp Verde, Arizona. Como um adolescente, Proudstar descobriu que ele possuía a capacidade mutante de sentidos sobre-humanos, força, velocidade, resistência e força. ,  foi um dos mutantes recrutados por Ciclope e Charles Xavier com o intuito de integrar os Novos X-Men, que salvariam a equipe original, Garota Marvel, Fera, Homem de Gelo e Arcanjo da ilha viva de Krakoa, que estava drenando suas energias. Vitorioso nessa missão, Proudstar prosseguiu com os X-Men, até ser morto em sua segunda aventura, num combate aéreo contra o vilão Conde Nefária. James Proudstar, seu irmão caçula, dotado de super-força e resistência iguais às do irmão, integrou os Satânicos e a X-Force, com os codinomes Pássaro Trovejante II e Apache respectivamente.

 

BRAVE STAR

BraveStarr é  um índio americano, que pode invocar os poderes dos “animais-espírito”. Adicionalmente, usa como armas pistolas laser.

Os poderes dos “animais-espírito” são:

  • Olhos de Falcão: Permite enxergar a grandes distância
  • Ouvidos de Lobo: Super-audição
  • Força do  Urso: Super-Força
  • Velocidade do Puma: Super-Velocidade

BraveStarr tem como parceiro um alienígena com aparência de cavalo cibernético, que consegue falar e ficar sob duas patas. possui como arma um rifle de energia que chama de Sarah Jane. Saiu em série mensal em formatinho pela Editora Abril em 1988.

 

AMERICAN EAGLE

Águia Americana é um super-herói  da Marvel Comics, ele apareceu pela primeira vez na revista Marvel Two-in-One Annual #6 (Outubro de 1981). Criado por Doug Moench e Ron Wilson. Seu verdadeiro nome é Jason Strongbow e ele pertence a tribo Navajo. Em sua primeira história ele lutou contra o Garra Sônica ao lado de Ka-zar.

 

 

FORGE

Forge é uma personagem do universo  X-Men da Marvel Comics. Foi criado pelo escritor Chris Claremont e pelo artista John Romita.

Forge é um índio Cheyenne que aprendeu a controlar um considerável poder místico com Nazé, o xamã da tribo. Além disso tem a capacidade mutante de, tecnomentalmente, projetar e construir qualquer tipo de aparelho ou equipamento, o que faz com que possua uma inteligência fora do comum e uma de suas mãos é tecna-transmorfa, ou seja, pode se transformar em qualquer ferramenta ou objeto tecnológico.

 

MOONSTAR

Moonstar é uma mutante que anteriormente tinha uma habilidade psiempática para criar imagens tridimensionais dos conceitos visuais de dentro da mente de si mesma e aos outros. Seu talento permitiu-lhe manifestar as emoções das pessoas como ilusões realistas.

Danielle Moonstar cresceu feliz com seus pais até seus 10 anos. Até que passou a ter pesadelos, ela não sabia mas estava sonhando os maiores medos das pessoas. Em uma noite, um desses pesadelos mostrou a morte de seus pais e logo em seguida eles desapareceram nas montanhas. Acreditando em suas mortes, Dani passou a sonhar que tinha que se vingar derrotando o Urso Espiritual, um assustador Urso gigante que ela acredita ser o assassino de seus pais. Nos 5 anos seguintes, foi criada pelo seu avô, um chefe e xamã cheyenne chamado Águia Negra, vivendo em paz e descobriu um outro dom seu: Sua forte empatia com os animais.

Como os sonhos da neta continuavam a se manifestar, Àguia Negra contatou seu velho amigo, o Professor Charles Xavier, para que ele treinasse Danielle,

 

SILVER FOX

Raposa Prateada é uma personagem da Marvel, foi amante do Wolverine, Kayla Silverfox, era membro de uma tribo indígena conhecida como Blackfoot. Por volta de 1910 ela se apaixona pelo mutante chamado Logan e divide com ele uma cabana em uma remota comunidade no Canadá. Outro integrante dessa comunidade, é  chamado  de Dentes de Sabre. Em um determinado momento, Dentes-de-Sabre ataca  Raposa Prateada, aparentemente raptando-a e levando-a a morte.

 

 

TUROK

Turok é um indígena  dos quadrinhos, o filho da Idade da Pedra).

Turok era um nativo americano Pré Colombo o qual, junto a seu irmão Andar, eram caçadores num vale isolado (conhecido como “Vale Perdido”) habitado por dinossauros, chamados em sua linguagem de “honkers”. Outros inimigos são tribos de homens das cavernas. Em suas lutas, Turok e o irmão fazem uso de seus conhecimentos de flechas envenenadas e domínio do fogo que guardam em segredo dos habitantes primitivos.

 

 

JACK TIGER

Jack Tigre é um índio navajo de poucas palavras e é o parceiro mais sério de Tex. No decorrer das aventuras, é comum vê-lo se expressar com seu monossilábico “ugh”, o qual assume os mais diversos significados, dependendo do contexto.

Irmão de sangue de Tex e representado nos quadrinhos com cerca de 40 anos, com olhos e cabelos negros, Jack Tigre é também um exímio explorador, capaz de descobrir a pista mais remota, deixada por quem quer que seja. Grande caçador e profundo conhecedor das tradições de seu povo, foi Tigre (como é também conhecido) o instrutor do filho de Tex,  Kit Willer, ensinando a este com maestria o uso do arco e flecha, as primeiras lições no uso do colt e todos os truques utilizados pelos índios na hora do perigo.

Um índio que “fala pouco, mas age muito”.

LILYTH

Lírio Branco é a tradução do nome indígena de Lilyth, filha de Flecha Vermelha, o grande chefe de todas as tribos navajos. Foi ela que salvou Tex da morte quando este fora capturado pelos navajos e, já amarrado ao poste dos martírios, encontraria uma morte certa e terrível. De acordo com as tradições do povo navajo, depois de interceder em favor do prisioneiro, haveria o pacto de sangue, cerimônia indígena que representa o casamento e assim foi feito em O Pacto de Sangue, Tex casou-se então com Lilyth e, o que era apenas uma tentativa de livrar um homem branco da morte, transformou-se em pouco tempo em um amor sincero e verdadeiro. Lilyth deu a Tex o filho Kit Willer, Entretanto, Lilyth morre tragicamente no episódio mais triste da saga texiana. Na ocasião, uma epidemia de varíola causada intencionalmente assolou a tribo, dizimando centenas de navajos. Tendo perdido a mulher amada, Tex vinga a sua morte muitos anos depois

 

 

COCHISE

Cochise é o chefe indígena de maior expressão nas aventuras de Tex, e considera Águia da Noite e Cabelos de prata como irmãos de sangue. Nas histórias de Tex, Cochise é apresentado inicialmente como um grande e corajoso guerreiro em busca de escalpos, fama e glória, mas com o passar do tempo, o grande chefe alcança a sabedoria, enterra a machadinha de guerra e passa a lutar pela paz entre o povo apache e os homens brancos.

 

CHEFE APACHE

 Chefe Apache era adolescente quando foi salpicado por um pó mágico por um curandeiro de sua tribo indígena, quando os dois foram atacados por um urso. O pó não só lhe deu o poder de aumentar seu tamanho e força, mas também aumentou a sua bravura 50 vezes. Ao falar a palavra “Eh-neeek-chock” (“Big Man”), Chefe Apache poderia crescer para tamanhos ilimitados.

 

TONTO

Tonto, o fiel companheiro e amigo de The Lone Ranger, é da tribo potowatomi, Tal nome estranho significa “fazedores de fogo”, para lembrar a época remota em que se separaram dos Ojibwaya para fazerem sua própria fogueira do conselho, ou seja, se estabeleceram como tribo separada.

Embora filho do chefe, Tonto acompanhava a mãe em sua tarefa: colher o alimento principal da tribo, o arroz silvestre. Mal começou a andar, passou a acompanhar o pai no conselho da tribo e foi com ele que aprendeu tudo que sabe: ler uma pista, disparar uma flecha, etc.  Como os potawatomi eram hábeis remadores e nadadores, Tonto logo aprendeu a deslizar na canoa de casca de árvore do pai, para caçar e pescar. Mas a fogueira do conselho dos potawatomi se apagou e Tonto é agora o último de sua outrora orgulhosa tribo, dizimada por um ataque dois índios sioux.

 

 

 

 

BORA E UPA

Bora reside na terra sagrada de Karin, em um aldeia na base da Torre do Mestre Karin,Bora é o pai de Upa o menino indígena que Goku conheceu durante sua aventura com a Red Ribbon.

 

 

 

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FLECHA LIGEIRA

Flecha Ligeira, “o famoso índio branco” Surgiu em um programa de rádio em 1948, que contava a história de um órfão comanche que se criou entre os brancos. Quando cresceu, usava a identidade secreta de Steve Adams.

 

 

PAPA CAPIM

Papa Capim é um personagem de quadrinhos criado por Maurício de Sousa, protagonista da Turma do Papa-Capim. Com um nome inspirado no pássaro Papa-capim-capuchinho, é um jovem nativo brasileiro – um “curumim”, no termo tupi-guarani frequentemente usado – que reside na Floresta Amazônica. Tem um amigo chamado Cafuné e a namorada Jurema. Usa uma tanga vermelha, é do signo de Câncer, gosta de caçar e pescar, e cultiva as lendas e a cultura dos índios. Luta pela preservação da floresta, combatendo desmatadores e caçadores ilegais, e a defendendo das queimadas, das fábricas, dos pastos e protegendo o planeta do aquecimento global.

Ainda podemos citar esses personagens brancos que foram criados como índios ou que defendem a ideologia indígena vivendo como um nativo verdadeiro!

 

 

APACHE KID

Apache Kid é um personagem fictício do Velho Oeste americano que apareceu nos quadrinhos da  Marvel, a maior parte nos anos de 1950.
A criança caucasiana Alan Krandal cresceu com o chefe Apache Falcão Vermelho e esposa, após ficar órfão. Ao se tornar adulto, o órfão adotou a identidade civil de Aloysius Kare, retirando sua pintura de guerra para lutar contra brancos e índios fora-da-lei, geralmente protegendo grupos de pessoas. O capitão Bill Gregory de um forte militar vizinho é seu irmão de sangue e também respeita os conselhos do ancião Falcão Vermelho. Ao contrário de outros quadrinhos de faroeste da época, Apache Kid geralmente mostrava os índios americanos num mesmo plano com os brancos, e fazia distinção entre as vários tribos.

 

 

MÁGICO VENTO

Mágico Vento é o nome indígena dado a Ned Ellis, um soldado americano que escapou milagrosamente da explosão de um trem. Muito ferido, foi encontrado por um velho xamã, que o levou para sua tribo, entendendo que aquilo era um sinal. Quando acordou, Ned não se recordava de mais nada, e passou então a conviver com os  Sioux, sendo considerado um xamã, ou “homem da medicina”, pelo dom das visões que passou a ter graças a uma farpa de metal depositada em seu cérebro, na ocasião do acidente

Recebeu o nome de “Mágico Vento” do velho xamã que o encontrou.

Nesse dia Internacional dos Povos Indígenas não podemos esquecer de um índio que existiu no Rio Grande do Sul e é simbolo de luta e garra 

 

SEPÉ TIARAJU

Corregedor da Redução Jesuítica de São Miguel, eleito pelos índios guaranis, quando da assinatura do Tratado Madri, em 1750, pelo qual os reis de Portugal e Espanha trocavam os Sete Povos das Missões pela Colônia do Sacramento, obrigando cerca de 50 mil índios cristãos a abandonarem suas cidades, igrejas, lavouras, fazendas, onde criavam dois milhões de cabeças de gado e, principalmente, a abandonarem as terras de seus ancestrais. Insurgindo-se contra esse tratado. Sepé liderou a resistência dos índios guaranis, pronunciando a famosa frase: “Esta terra tem dono”.

Morreu em 7 de fevereiro de 1756, enfrentando tropas portuguesas e espanholas no local chamado Batovi, hoje cidade de São Gabriel. Três dias depois, mil e quinhentos índios foram trucidados na batalha do Caiboaté. Sepé liderou a luta do povo guarani para permanecer em suas terras, onde construíram “um verdadeiro triunfo da humanidade”, como escreveu Voltaire em 1768 na obra “Cândido”.

Em 2010 a história desse bravo guerreiro virou pagina de quadrinho, editado pela câmara dos deputados, o gibi resgata uma das mais belas páginas da história Rio-grandense.

E vocês lembram de mais índios no quadrinhos? Compartilhe abaixo.

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Rorschach

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Rorschach é um super-herói/anti-herói fictício apresentado na aclamada série Watchmen, publicada pela DC Comics em 1986. Wikipédia, a enciclopédia livre.

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O teste de Rorschach é uma técnica de avaliação psicológica pictórica, comumente denominada de teste projetivo, ou mais recentemente de método de auto-expressão.

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Batman – O Livro dos mortos

Em dois volumes, a obra foi inspirada em diversos livros e teorias, que afirmam que há milênios existiu sobre a Terra uma avançadíssima cultura, que teria inspirado egípcios, maias, sumérios e outras antigas civilizações, que seriam apenas cópias muito simplificadas dessa civilização primordial.

Batman Book of the dead #01

A HQ foi lançada pouco tempo depois que ficou conhecido o pesquisador Grahan Hancock, autor entre outros do livro As Digitais dos Deuses, onde apresenta provas da existência e destruição dessa civilização perdida, ao final da última Era Glacial, cerca de 12000 anos atrás. Esse livro é apenas um dos vários que inspiraram a HQ, cuja relação encontra-se ao final dos dois volumes da mesma.

BATMANlivrodosmortos

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Marvel

Homem-Aranha, X-Men, Quarteto Fantástico, Hulk, Capitão América, Homem de Ferro, Thor e mais outros 5 mil personagens de HQs, estão disponíveis gratuitamente na internet.
UniversoMarvel
A editora americana Marvel e a DC Comics disponibilizaram alguns de seus títulos, antigos e recentes, de histórias em quadrinhos online.

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