Macaé: cura tudo!?!

As propriedades do Macaé já eram conhecidas pelos índios há décadas pelos efeitos eupéptico, anti-reumático, febrífugo e estomáquico. Rico em nutrientes, é usado no tratamento de problemas que afetam o estômago, intestino, pulmões, útero, ossos e músculos. Tem fama de “cura tudo” vem da sua capacidade de ser um agente potente para várias doenças. Portal do Holanda


O chá produzido com as flores da planta diminui os vômitos, ameniza efeitos da má digestão e elimina toxinas. É eficiente também contra diarréias, especialmente em crianças.
Popularmente ameniza problemas como a halitose, conhecida popularmente como mau hálito.
Todos os benefícios citados podem ser adquiridos com a ingestão do chá produzido com a flores de Macaé. Coloca-se duas colheres de sopa de flores ou folhas da erva, para um litro de água, após, misture e leve ao fogo e quando a água alcançar fervura, desligue.

O TEATRO BARROCO DE O ALEIJADINHO

Este ensaio visa a apresentar uma breve leitura do átrio do Santuário do Senhor Bom Jesus do Matosinhos, onde O Aleijadinho montou um teatro em pedra-sabão, um arquitexto – arquitetura e texto – espetacular. Parte-se do ensaio de Mário de Andrade, “O Aleijadinho”, de 1928, em que o autor sustenta que o escultor de Ouro Preto inventou a forma da arte brasileira, vazada na alquimia do sangue indígena,com a seiva africana e com a verv\ne do português. O conhecimento e o reconhecimento do barroco brasileiro e, em especial, do barroco mineiro, de que O Aleijadinho constitui a máxima expressão, deflagrou-se, no Brasil, a partir dos modernistas paulistas que, em sua viagem de 1924 pelas cidades históricas mineiras, garimpavam as raízes mais arcaicas da identidade nacional. Portal de Periódicos da FURB – SEER

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“Gênio virgem, puro e inocente, artífice exemplar e original, um dos fundadores de uma tradição artística nacional”, assim Mário de Andrade descreveu Aleijadinho, no estudo “A arte religiosa no Brasil”, publicado na Revista do Brasil, em 1920, consagrando Antônio Francisco Lisboa, cuja morte completou 200 anos em novembro de 2014, como um dos símbolos da arte e da identidade brasileiras. Patrícia Mariuzzo – Ciência e Cultura

Antônio Francisco da Costa Lisboa era filho de Manoel Francisco Lisboa e de uma escrava que se chamava Isabel (embora nenhum documento o comprove), e sobrinho de Antônio Francisco Pombal, afamado entalhador de Vila Rica. A data oficial de seu nascimento é 29 de agosto de 1730, mas também não há certeza quanto a isso. Nuovi Orizzonti Latini

De educação escolar primária, iniciou seu trabalho como escultor e entalhador ainda criança, seguindo os passos do pai e trabalhando na oficina do tio. Seu aprimoramento profissional veio de seus contatos com o abridor de cunhos e desenhista João Gomes Batista e o escultor e entalhador José Coelho de Noronha, portugueses com oficinas em Vila Rica e responsáveis por muitas obras em igrejas da região.

A doença dividiu em duas fases nítidas a obra do Aleijadinho. A fase sã, de Ouro Preto, se caracteriza pela serenidade equilibrada. Na fase do enfermo, surge um sentimento mais gótico e expressionista. O ressentimento tomou a expressão de revolta social contra a exploração da metrópole.

Os trabalhos do Aleijadinho podem ser vistos em Ouro Preto, Congonhas do Campo, Sabará e outras cidades mineiras. Observando-se os traços, as expressões das esculturas, é impossível evitar o sentimento de emoção e respeito que elas despertam. O esplendor e o requinte, as sutilezas e a suntuosidade das dezenas de estátuas, pias batismais, púlpitos, brasões, portais, fontes e crucifixos revelam que o Brasil teve um escultor e arquiteto de primeira grandeza nos tempos coloniais. Fonte: http://educacao.uol.com.br/

As informações disponíveis sobre sua história dizem que Aleijadinho começa cedo a trabalhar como artesão e a fazer serviços nas igrejas de Ouro Preto e nas de cidades vizinhas, como Mariana e São João del-Rei. Por ser filho bastardo de pai português e mãe escrava, encontra dificuldades para ser valorizado nos primeiros anos em que exerce seu ofício. Mesmo assim, suas obras ganham reconhecimento e realiza trabalhos grandes, como a fachada e a decoração da Igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto, concluídas nos anos 1790. Enciclopédia Itaú Cultural

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Profeta Daniel , 1800 , Aleijadinho
Reprodução Fotográfica Sérgio Guerini

No século XX, Aleijadinho, até então pouco celebrado e reconhecido no Brasil, é redescoberto por artistas modernistas, entusiasmados com sua história e sua obra. Exemplo disso é o escritor Mário de Andrade (1893-1945) e seu texto Aleijadinho, de 1928. Criticando europeus que comentaram as obras do escultor sem considerá-lo um gênio, Mário enxerga na obra de Aleijadinho uma invenção “que contém algumas das constâncias mais íntimas, mais arraigadas e mais étnicas da psicologia nacional”.

Roda de Conversa sobre Direitos Indígenas E Contexto Urbano E O Trabalho do Programa “Índios na Cidade”

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