A Morte Não É Nada

“Amados, agora somos filhos de Deus, e ele não aparece ainda o que havemos de ser, mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque O veremos como Ele é. E todo aquele que nele tem esta esperança purifica-se a ele, assim como Ele é puro “. – 1 João III.2, 3 Partida e Chegada
Achei que todos nós pairam relação entre duas formas de morte, Que Parecem estar em contradição sem esperança uns com os outros. Primeiro, há o recolhimento familiar e instintivo dele como a encarnação suprema e de catástrofe irrevogável …
Mas, então, há um outro aspecto totalmente que a morte pode usar para nós. É o que vem em primeiro lugar para nós, talvez, como nós olhamos para baixo em cima o rosto calmo, tão frio e branco, de alguém que foi muito próximo e querida para nós. Lá está ele na posse de seu próprio segredo. Ele sabe que todos. Parecem saber que sentimos. E o que o cara diz que em seu silêncio doce para nós como uma última mensagem de alguém a quem amamos é:

A morte não é nada – Santo AgostinhoEloiza Domingues

Death Is Nothing At All – Family Friend Poems

Death is nothing at all.
It does not count.
I have only slipped away into the next room.
Nothing has happened.

Everything remains exactly as it was.
I am I, and you are you,
and the old life that we lived so fondly together is untouched, unchanged.
Whatever we were to each other, that we are still.

Call me by the old familiar name.
Speak of me in the easy way which you always used.
Put no difference into your tone.
Wear no forced air of solemnity or sorrow.

Laugh as we always laughed at the little jokes that we enjoyed together.
Play, smile, think of me, pray for me.
Let my name be ever the household word that it always was.
Let it be spoken without an effort, without the ghost of a shadow upon it.

Life means all that it ever meant.
It is the same as it ever was.
There is absolute and unbroken continuity.
What is this death but a negligible accident?

Why should I be out of mind because I am out of sight?
I am but waiting for you, for an interval,
somewhere very near,
just round the corner.

All is well.
Nothing is hurt; nothing is lost.
One brief moment and all will be as it was before.
How we shall laugh at the trouble of parting when we meet again!

Aurélio Agostinho – Henry Scott Holland (1847-1918)

Nota: Tradução do sermão da missa de morte do rei Eduardo VII. Aurélio AgostinhoPensador

Sermão pregado na Catedral de St Paul’s, em Londres, no domingo 15 de maio de 1910, a passagem acima é de autoria controversa.

No Brasil, é comumente conhecida como “Oração de Santo Agostinho“, há versões semelhantes atribuídas ao pároco da Catedral de St. Paul e professor de Teologia da Univerdade de Oxford, na Inglaterra, Henry Scott Holland,   ao padre Giacomo Perico (Ranica, 1911 – Milão, 2000), e  à escritora de língua inglesa Rosamunde Pilcher, em trecho do livro “Setembro” (Bertrand Brasil, 16a. edição, Tradução de Angela do Nascimento Machado, pág. 450). Partida e Chegada

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El Chavo del Ocho

“E agora, quem poderá nos defender?” Chapolin

Roberto Gómez Bolaños, mais conhecido como Chespirito (Cidade do México, 21 de fevereiro de 1929Cancún,28 de novembro de 2014), foi um aclamado, consagrado e premiado ator, cantor, comediante, compositor, desenhista,diretor, dramaturgo, engenheiro, escritor, filantropo, humorista, pintor, poeta, produtor de televisão, publicitárioroteirista mexicanoWikipédia, a enciclopédia livre.

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O ESPELHO ENEVOADO

Três mil anos atrás, havia um ser humano, como eu e você, que vivia perto de uma cidade cercada de montanhas. O ser humano estudava para tornar-se um xamã, para aprender a sabedoria de seus ancestrais, mas não concordava completamente com tudo aquilo que aprendia. Em seu coração, sentia que existia algo mais.

Um dia, enquanto dormia numa caverna, sonhou que viu o próprio corpo dormindo. Saiu da caverna numa noite de lua nova. O céu estava claro e ele enxergou milhares de estrelas. Então, algo aconteceu dentro dele que transformou sua vida para sempre. Olhou para suas mãos, sentiu seu corpo e escutou a própria voz dizendo: “Sou feito de luz; sou feito de estrelas”.
Olhou novamente para as estrelas e percebeu que não eram as estrelas que criavam a luz, mas antes a luz que criava as estrelas . “Tudo é feito de luz”, acrescentou ele, “e o espaço no meio não é vazio”. E ele soube tudo o que existe num ser vivo, e que a luz é a mensageira de vida, porque está viva e contém todas as informações.

Então, compreendeu que embora fosse feito de estrelas, ele não era essas estrelas. “Sou o que existe entre as estrelas”, pensou. Então, chamou as estrelas de tonal e a luz entre as estrelas, de nagual, e soube que o que criava a harmonia e o espaço entre os dois é a Vida ou Intenção. Sem a vida, o tonal e o nagual não poderiam existir. A Vida é a força do absoluto, do supremo, do criador que cria tudo.

Foi isso o que ele descobriu: tudo o que existe é uma manifestação do ser que denominamos Deus. Tudo é Deus. E ele chegou à conclusão de que a percepção humana é apenas a luz que percebe a luz. Também viu que a matéria é um espelho – tudo é um espelho que reflete luz e cria imagens dessa luz – e o mundo da ilusão, o Sonho, é apenas fumaça que não permite que enxerguemos quem realmente somos. “O verdadeiro nós é puro amor, pura luz”, disse ele.

Essa compreensão mudou sua vida. Uma vez que ele soube quem realmente era, olhou ao redor para os outros seres humanos e para o restante da natureza e ficou surpreso com o que viu. Viu a ele mesmo em tudo – em cada ser humano, em cada animal, em cada árvore, na água, na chuva, nas nuvens, na terra. E viu que a Vida misturava o tonal e o nagual de formas diferentes para criar bilhões de manifestações de Vida.

Naqueles poucos momentos ele compreendeu tudo. Ficou muito excitado, e seu coração encheu-se de paz. Mal podia esperar para contar ao seu povo o que descobrira. Mas não havia palavra para explicar. Tentou falar com os outros, mas eles não conseguiam entender. Eles perceberam que o homem havia mudado, que algo bonito se irradiava dos olhos e da voz dele.

Repararam que ele não julgava mais as coisas e as pessoas. Ele não era mais como os outros.

Ele entendia os outros muito bem, mas ninguém conseguia entendê-lo.

Acreditavam que ele fosse a encarnação viva de Deus, e ele sorriu quando escutou isso, e lhes disse: “É verdade. Sou Deus. Mas vocês também são Deus. Somos o mesmo, você e eu. Somos imagens de luz. Somos Deus”. Mesmo assim, as pessoas não o entenderam.

Havia descoberto que era um espelho para as outras pessoas, um espelho no qual podia observar a si mesmo. “Todo mundo é um espelho”, disse ele. Viu a si mesmo em todos, mas ninguém o viu como eles mesmos. Então compreendeu que todos estavam sonhando, mas sem consciência, sem saber o que realmente eram.

Não podiam enxergá-lo como eles mesmos porque havia uma parede de nevoeiro entre os espelhos. E essa parede era construída pela interpretação das imagens de luz – o Sonho dos seres humanos.

Então, ele percebeu que logo iria esquecer tudo o que aprendera. Queria lembrar-se de todas as visões que tivera; portanto, decidiu chamar a si mesmo de Espelho Enevoado, para que sempre soubesse que a matéria é um espelho e que a névoa do meio é o que nos impede de saber quem somos.

Ele disse: “Sou o Espelho Enevoado, porque estou vendo a mim mesmo em todos vocês, mas nós não reconhecemos um ao outro por causa do nevoeiro entre nós. Esse nevoeiro é o Sonho, e o espelho é você, o sonhador”.

Don Miguel Ruiz – (Texto extraído do livro “Os Quatro Compromissos”; Editora Best Seller).

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